Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Onde comer em Cambará do Sul (RS)

18 de setembro de 2016, por Marcelle Ribeiro

Apesar de ser uma cidade super pequenininha, Cambará do Sul (RS), a terra dos cânions e paraíso de ecoturismo do Rio Grande do Sul, tem gostosas opções de restaurantes. E eu, que sou gulosa e adoro provar comidas típicas, me acabei. Vamos às dicas?

Galeteria O Casarão

 

O meu restaurante preferido de Cambará. O paraíso para quem gosta de se esbaldar e ao mesmo tempo para os que curtem algo mais light. Como? A galeteria O Casarão tem um buffet de saladas incrível: só de tipos de alface diferentes tinha uns 9! Tudo fresquinho, orgânico, plantado pelos donos do restaurante. E tinha muito mais “verdinhos”: abobrinha, cenoura, berinjela, e por aí vai. Para os gulosos, é uma delícia também. O buffet inclui massas recheadas, sopa de capeleti e sobremesas típicas. Mas não fica só no buffet! Você pode pedir para o buffet acompanhar o combo galeto + queijo + polenta ou rodízio de truta. O preço não é barato, mas é pagável: o combo galeto + queijo + polenta + buffet sai a R$ 45,50 por pessoa e o combo rodízio de truta + buffet custa R$ 65,50 por pessoa.

A galeteria O Casarão fica na Rua João Francisco Ritter, 247, no centro de Cambará. O telefone é (54) 3251-1711.

Galeteria O Casarão, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Galeteria O Casarão, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Galeteria O Casarão, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Galeteria O Casarão, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Galeteria O Casarão, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Galeteria O Casarão, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Galpão Costaneira

O restaurante é rústico, com bancos e mesas de madeira e um sanfoneiro tocando músicas do Sul vestido no melhor estilo gaúcho. Você pode escolher comer só o buffet, que tem saladas, feijão, linguiça e carnes de porco e de vaca no estilo do Sul, ou incrementar pedindo também uma chapa de churrasco ou de linguiça feita na região com queijo coalho. Eu optei por essa última opção e te digo que nunca comi linguiça tão deliciosa. Com uma água, meu almoço custou R$ 40.

O Galpão Costaneira fica na Rua Dona Úrsula, 1069, no Centro de Cambará. O telefone é (54) 3251-1005.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Galpão Costaneira, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Sendero Bistrô

Pequenino, mas agradável, o Sendero Bistrô tem pratos a la carte, a partir de R$ 40. Há opções de massas, carnes e frango. Eu comi uma fettucine à carbonara, com linguiça campeira, feita na região e adorei. Com um suco, minha conta deu uns R$ 45.

O Sendero Bistrô fica na Rua Antonio Raupp, 419, no Centro de Cambará do Sul. Ele abre às segundas, quintas e sextas, das 19h às 22h30min e aos sábados, domingos e feriados das 11h30 às 22h30. Não funciona às terças e quartas.

 

Massa do Sendero Bistrô, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Massa do Sendero Bistrô, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Restaurante do Lago

Localizado à beira de um lago, no terreno do Cambará Eco Hotel, o Restaurante do Lago é bem agradável, com seus janelões para uma vista belíssima. Nos dias frios, é bem quentinho. A especialidade de lá são as trutas. Eu comi uma com molho de alho poró e alcaparras, que estava gostosa, mas muito cheia de azeite. De acompanhamento, pedi batata roastie, bem gostosa e com apresentação linda. Com um refrigerante, a conta deu R$ 45.

O restaurante fica na Estrada do Faxinal 1001, a uns 3 km do centro de Cambará. Infelizmente, o restaurante não tem site. Os telefones do hotel são (54) 3251-1703 e (54) 9705-4555.

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Leia também:

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Cambará do Sul (RS): Como chegar e onde ficar na terra dos cânions

16 de setembro de 2016, por Marcelle Ribeiro

Depois que expliquei todas as incríveis atrações de Cambará do Sul, paraíso dos cânions e cachoeiras no Rio Grande do Sul neste post aqui, chegou a hora de dar dicas de como chegar e onde ficar. Vamos lá?

 

Como chegar:

O aeroporto mais próximo de Cambará do Sul é o de Caxias do Sul, que fica a 146 km (cerca de 2h de distância). O aeroporto de Porto Alegre fica a 208 km (3h, segundo o Google Maps).

Caxias do Sul é uma das maiores cidades do Rio Grande do Sul e há locadoras de viagem na cidade. Se você optar por ir de ônibus, como eu, saiba que a empresa que faz o trecho Caxias do Sul é a São Marcos, que não vende bilhetes pela internet (somente no balcão da rodoviária). A passagem custa R$ 32 e os horários de saída variam de acordo com o dia da semana. Mas há no máximo 3 ônibus por dia para lá, não há muitas opções. Veja os horários no site da rodoviária: http://www.rodoviariacaxias.com.br/. Ou, melhor ainda, ligue na empresa São Marcos e se informe (veja os telefones em http://www.expressosaomarcos.com.br/2010/?ir=contato). A viagem dura cerca de 2h.

O ônibus é convencional com ar condicionado, confortável e com bagageiro. A rodoviária de Cambará do Sul não é exatamente uma rodoviária, é uma sala com umas cadeiras e um guichê. Super pequena! E só abre 1h antes do primeiro ônibus do dia partir. Então, compre sua passagem de volta assim que chegar.

A partir de Porto Alegre, a empresa de ônibus que leva a Cambará do Sul é a Citral, que tem 1 saída de segunda a sábado, às 6h. A passagem custa R$ 43 e a viagem dura 6 horas. Não há saídas aos domingos.

Praça de Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça de Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Como circular:

A cidade de Cambará é minúscula, com uma rua principal e uma meia dúzia de ruas em volta. O ideal é ir de carro (lá não tem locadora, você tem que alugar numa cidade maior). Se for sem carro, consegue ir a restaurantes a pé, caso esteja hospedado no Centro. Vi pouquíssimos táxis, peça o telefone de um táxi na sua pousada se achar necessário.

Mas, sem carro, vale mais a pena se encaixar em um passeio de agência do que contratar um taxista pelo dia.

 

Onde ficar

Ou você fica numa pousada no centro ou em uma mais no estilo “rural”, próxima à cidade mas em meio ao verde de matas da região. Como eu estava sem carro, decidi ficar no centro, para ficar próxima dos restaurantes, da rodoviária e das agências de viagem. Com exceção dos passeios, fiz tudo a pé.

Me hospedei no Flat Cambará, que super indico. Mesmo em feriado, o preço era razoável (R$ 200 a diária do quarto duplo). O quarto era enorme, com sala, cozinha com pia e frigobar, banheiro e quarto confortável. Tinha aquecedor, TV e um café da manhã super variado.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Flat Cambará, em Cambará do Sul. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Cambará do Sul (RS): Roteiro com cânions e cachoeiras incríveis

14 de setembro de 2016, por Marcelle Ribeiro

Eu nunca tinha ouvido falar de Cambará do Sul (RS) até me deparar com fotos dos cânions de Itaimbezinho e Fortaleza há uns 2 anos. Mas bastaram duas fotos para eu decidir que tinha que ir para lá. Do alto de montanhas, uma vista impressionante, de verde, de céu, de terra e até de uma praia gaúcha a 30 km de distância! E o melhor, com um “custo-trilha” bem razoável: para chegar até cada cânion a caminhada é de cerca de 8km, bem menos que em outros lugares que visitei em outros paraísos de ecoturismo, como a Chapada dos Veadeiros. Fora que tinha um “brinde”: comer aquelas comidas deliciosas do Rio Grande do Sul e me sentir meio “gaúcha”. Valeu demais.

 

Principais atrações:

Sem contar o tempo que você deve levar para chegar até Cambará do Sul (nem o tempo de retorno), reserve 2 dias inteiros para conhecer as principais atrações. Eu passei 4 dias, mas apenas por que fui de ônibus e, dentro do meu roteiro (que incluiu uma viagem de Cambará a Balneário Camboriú, em Santa Catarina), não havia outra opção a não ser passar 4 dias lá. Mas 4 dias é demais e eu tive tardes livres em Cambará para dormir ou ver um filminho no computador.

Primeiro vou falar das atrações e na sequência dou uma sugestão de roteiro, ok?

Ah, aviso número 1: os preços de todas as atividades abaixo dependem de quantas pessoas estão no grupo. Fazer uma trilha dessas com apenas 1 ou 2 pessoas vai ficar mais caro do que com outras 10. Ou seja, melhor ir em feriado ou época de férias, pois vai ter mais gente para formar os grupos. Mas não se preocupe, as próprias agências organizam os grupos com os interessados.

Aviso número 2, que vou detalhar em outro post: hospede-se em Cambará do Sul (mesmo que seja uma pousada na área rural) e não na cidade de Praia Grande (SC), pois Cambará é mais próximo da maioria das atrações.

Aviso número 3: Alugue um carro na cidade em que você desembarcar de avião (Cambará não tem locadoras). De carro, você economiza bastante, pois não tem que contratar guias ou passeio em agência (pelo menos para a maioria deles).

 

Cânion Fortaleza:

É o maior cartão-postal de Cambará do Sul. Tem 900 metros de altura e está situado no Parque Nacional da Serra Geral. Lá do alto, você vê, em dias claros e sem nebulosidade, até a cidade de Torres, no litoral gaúcho, a 30km de distância (em linha reta).

Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mar de Torres visto do Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

O grande X da questão é dar a sorte de subir o Fortaleza em um dia com boa visibilidade. É que dependendo do vento, as nuvens podem se formar bem em frente ao cânion, tirando parte do visual (ou, às vezes, atrapalhando a vista toda!). É sempre uma loteria saber se a vista estará boa, pois mesmo as agências de passeios de lá não têm como garantir isso, nem de véspera nem no mesmo dia. Só chegando lá para saber mesmo. Como no alto do cânion não tem nenhum fiscal de meio ambiente ou funcionário para avisar sobre a visibilidade, ou você arrisca…ou você arrisca!

Li que a melhor época do ano para visitar os cânions de Cambará do Sul é no outono e no inverno. O problema é que nesse período as temperaturas chegam perto de zero graus Celsius. E mesmo assim não há garantia de que indo nessa época você conseguirá ver a vista.

Eu fui no final de março e já senti um baita frio não só no alto dos cânions como na cidade de Cambará propriamente dita. Lá na montanha o vento quase me carregava. Leve casaco corta-vento, protetor de orelha, cachecol e luva. Dá para ir de tênis desses de academia, mas capriche na meia grossa.

Para fazer o tour completo no Cânion Fortaleza (que inclui uma parada no mirante e outras na Pedra do Segredo e em uma cachoeira), você caminhará 7 Km de uma trilha de leve a média dificuldade. Reserve metade de um dia para o passeio.

Cachoeira no Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira no Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

Pedra do Segredo, no Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

Pedra do Segredo, no Cânion Fortaleza. Foto: Marcelle Ribeiro.

Eu fui de passeio organizado por agência de viagem, pois não sei dirigir e estava sozinha. Mas vi muitos carros de passeio no estacionamento. A estrada é beeem pedregosa, e inclinada, então tente alugar um carro mais potente, pois você terá que forçá-lo um pouco. Ah, não é obrigatório guia.

Para entrar no parque, que fica a 23km de distância do centro de Cambará do Sul (sendo 9km de terra), não é preciso pagar. Ele fica aberto ao público de segunda a domingo, das 8h às 17h e das 8h às 18h (durante o Horário de Verão). É permitida a permanência até uma hora após o fechamento do portão de acesso.

E atenção: não há banheiro lá!

A agência que eu contratei foi a Guia Aparados, que recomendo. Paguei R$ 58 pelo passeio, já incluso aí o transporte ida e volta a partir da agência, no Centro de Cambará.

 

Cânion de Itaimbezinho

O Cânion de Itaimbezinho, que fica em outro parque nacional, o de Aparados da Serra, é a segunda atração obrigatória de Cambará do Sul. Do alto de uma montanha de 700 metros de altura, o visitante aprecia a formação rochosa e cachoeiras. Como os paredões são mais próximos uns dos outros, a sensação é de menos amplitude que no Cânion Fortaleza, mas o cenário é muito bonito mesmo assim.

Cânion Itaimbezinho. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cânion Itaimbezinho. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cânion Itaimbezinho. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cânion Itaimbezinho. Foto: Marcelle Ribeiro.

As mesmas observações que fiz sobre a visibilidade no Cânion de Fortaleza servem para o Cânion de Itaimbezinho. É sempre difícil saber se a vista estará interessante ou se as nuvens terão coberto tudo.

No Cânion de Itaimbezinho há uma base de apoio para os turistas. Como alguns dos mirantes são bem próximos a ela, se a vista estiver fechada, os guias rapidamente comunicam-se entre si para esperar pelo melhor momento de fazer a trilha.

Quando fui, estava chovendo bastante e vimos apenas um trecho do cânion e uma cachoeira.

São 3 trilhas, sendo que a do Vértice e a do Cotovelo são na parte alta do cânion, onde você vê o paredão de cima e cachoeiras. Para fazer essas duas, você deve reservar metade de um dia e caminhar cerca de 8 Km, em uma trilha de nível de dificuldade fácil/médio.

A outra trilha é a do Rio do Boi e permite ver o paredão da parte baixa. Falarei mais dela daqui a pouco.

No Cânion do Itaimbezinho, a base de apoio tem banheiro, bebedouro e até uma mini exposição sobre a fauna e flora da região. Assim como no Cânion Fortaleza, vi carros de passeio lá, apesar de a estrada ser de pedras e inclinada. A entrada custa R$ 8 mais R$ 5 de estacionamento. O horário de funcionamento é de 8h às 17h (para a trilha do Vértice), ou 8h às 15h (para a trilha do Cotovelo). Você pode permanecer no parque até 1h depois do horário de fechamento dele. Não é obrigatório guia. A portaria do parque fica a 18k de estrada de terra a partir do Centro de Cambará do Sul.

Eu paguei R$ 64 para fazer o passeio nas trilhas do Vértice + Cotovelo pela agência Guia Aparados, que incluiu o transporte da agência (no Centro de Cambará) até o cânion, ida e volta, mais o guia.

 

Trilha do Rio do Boi

É uma caminhada de nível de esforço alto, de 14 km, em que você conhece a parte baixa do Cânion do Itaimbezinho e que dura o dia todo. Para fazer essa trilha você precisa ir a uma cidade vizinha, Praia Grande, que fica no estado de Santa Catarina. Porém, não é sempre que esse passeio pode ser feito, porque depende do nível do rio. As agências de passeios de Cambará e Praia Grande oferecem esse passeio.

Para fazer a trilha, você tem que ir para a portaria do Parque Nacional de Aparados da Serra que fica a 23km de estrada de terra de Praia Grande (SC).

Não fiz esse passeio, que estava custando R$ 140 por pessoa. Ah, é altamente recomendável a contratação de guia para a trilha.

 

Circuito das Cachoeiras

Esse passeio é uma delícia, imperdível! Não só por que você terá a oportunidade de ver várias cachoeiras bonitas, mas por que vai poder entrar de jipe em uma delas. Isso mesmo! O motorista leva os turistas na Toyota e faz um passeio por dentro d’água, com direito aos turistas pararem para tirar fotos em cima (!!!) do jipe, andarem de porta aberta e tomarem um refrescante banho. Vale a pena mesmo em dia nublado.

É um tour de metade de um dia em que você anda apenas 1km no total. A primeira parada é numa fazenda onde fica a cachoeira dos Venâncios, que tem 4 quedas ao longo de 100 metros de extensão. Dá para tomar um banho rápido nelas se você quiser. Na sequência, os turistas são levados para ver a cachoeira de Passo do S, linda, com 100 metros de altura.

Cachoeira dos Venâncios, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira dos Venâncios, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira dos Venâncios, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira dos Venâncios, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo do S, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo do S, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Depois, é a hora de maior aventura, a de passar com o carro pelo meio da queda d’água da cachoeira do Passo da Ilha. Como ela é baixinha e em degraus, o carro para em um desses degraus para a galera tirar fotos e tomar banho sentadinho (numa espécie de hidromassagem).

Cachoeira do Passo da Ilha, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo da Ilha, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo da Ilha, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo da Ilha, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo da Ilha, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Passo da Ilha, no passeio Circuito das Cachoeiras. Foto: Marcelle Ribeiro.

Paguei R$ 125 na agência Guia Aparados para o passeio, incluindo transporte a partir da agência e guia e adorei.

 

Cavalgadas

Se você curte andar de cavalo, há vários roteiros de cavalgada que você pode fazer na região de Cambará, sempre com guia, com duração de 1h a 5h e preços variando de R$ 55 a R$ 200. Cada agência oferece um. Eu, que não sei andar de cavalo, optei por um roteiro bem curtinho, para pelo menos “sentir o clima”. Contratei a Agência da Colina para fazer a cavalgada até a cachoeira do Tio França, com 15m de altura. Foi apenas 1h em cima do cavalo, mas já valeu para eu perder um pouco o medo do cavalo.

A fazenda fica a 3 km do centro de Cambará. O passeio custou R$ 55.

Cavalgada para a cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cavalgada para a cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cavalgada para a cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cavalgada para a cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cavalgada para a cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Meus guias na cavalgada para a cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Tio França. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Turismo de aventura

Cambará do Sul oferece algumas opções de turismo de aventura como tirolesa (50 metros de altura), rapel em cachoeira, muro de escalada, passeio de bote, tours de bicicleta e de quadriciclo. Algumas empresas que promovem essas atividades são Rota dos Aparados Adventure Park, Aparados da Serra Parque, Guia Aparados e Cânion Turismo.

Como eu tinha tempo de sobra, fiz um passeio de bote pelo rio Camisas. Não é um rafting, pois não tem corredeiras fortes, apenas bem light. Mas achei divertido porque eu aprendi a remar e porque o rio é bonito, com mata de araucária. Paguei R$ 115 na agência Cânion Turismo. O passeio durou uma tarde (considerando o tempo de deslocamento e preparação).

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Passeio de bote pelo Rio Camisas.

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Passeio de bote pelo Rio Camisas.

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Passeio de bote pelo Rio Camisas. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Passeio de bote pelo Rio Camisas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Visita a apiário

Não recomendo a visita ao apiário Cambará (também conhecido como Casa do Mel). O dono do apiário, que fica a menos de 10km do centro da cidade, cobra R$ 25 por pessoa para mostrar o local, em uma visita confusa. Na fazenda, tudo que você vai ver são as caixas onde ficam as abelhas. Você até coloca a roupinha de proteção, cobrindo o corpo todo, mas o dono do apiário não mexe nas abelhas. Depois, ele te leva para o galpão da loja dele, onde mostra umas máquinas que ele usa para fabricar o mel. Mas o cara é super confuso, não tem didática nenhuma. Eu esperava mais. Não é à toa que as agências de turismo de Cambará pararam de vender esse passeio (hoje se você quiser fazer o tour, tem que ir diretamente na Casa do Mel que fica no centrinho da cidade).

 

Sugestão de roteiro:

O ideal é conhecer os cânions Fortaleza e Itaimbezinho em dias diferentes, pois os dois no mesmo dia vai ficar muito cansativo e você não terá tempo para almoçar. Dizem que pela manhã a probabilidade de a visibilidade estar boa nos cânions é sempre maior. Então você pode fazer:

Dia 1 – Cânion Fortaleza (manhã) e Circuito das Cachoeiras (tarde).

Dia 2 – Cânion Itaimbezinho (manhã) e uma cavalgada (tarde).

Dia 3 – Trilha do Rio do Boi – Dia inteiro (se você tiver pique).

Dia 4 – Você pode fazer atividades de turismo de aventura (passeio de bote, tirolesa, etc), ou pegar o carro e ir conhecer São José dos Ausentes e a Serra do Rio do Rastro, que são próximas a Cambará do Sul. Eu não tive a oportunidade de conhecer, infelizmente.

 

Pesquise os preços de passeios em todas as agências, pois eles variam bastante de uma para a outra. As agências de Cambará são: Agência da ColinaEstéfano Cânions TurGuia Aparados e Cânion Turismo.

 

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