Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Santiago: Dicas de hospedagem, transporte, câmbio e compras

26 de agosto de 2016, por Marcelle Ribeiro

Pensando em ir para Santiago? Separei algumas dicas gerais abaixo. Vamos lá?

 

Aeroporto: guarde o papel da imigração!

Quando você pousar em Santiago, o funcionário da imigração chilena vai te dar um recibo de entrada no país. Guarde esse papel em boas condições até chegar no Brasil! Ele é super importante por duas razões. Primeira: quando você for fazer check in no seu hotel, caso apresente esse recibo e diga que vai pagar em dólares, você evita pagar imposto de quase 20% sobre a sua hospedagem (paga-se no próprio hotel). Segunda razão: você precisa apresentar esse recibo de imigração novamente, na hora de sair do país, ao funcionário da imigração no aeroporto. Eu levei uma bronca do funcionário porque o meu tava meio rasgado… Ou seja: guarde bem o seu papel! E leve dólares para pagar o hotel!

 

Poluição

Eu já tinha lido que em alguns momentos do dia, principalmente no final da tarde, se forma uma camada de poluição em Santiago, mas não achei que fosse me incomodar tanto. É algo feio de ver, e eu percebi a poluição nitidamente quando subi ao Parque Metropolitano. Confesso que estragou um pouco o passeio. Além disso, a poluição junto com o ar seco de abril fez meu nariz ficar todo ressecado, bastante incômodo. Dica: leve um gel lubrificante nasal.

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Horizonte de Santiago com camada de poluição. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Onde ficar:

Sugiro que você fique nos bairros de Bellavista ou Providência, pois eles são próximos do metrô, de alguns pontos turísticos (La Chascona e Parque Metropolitano) e principalmente de bares e restaurantes, e são mais bacanas que o centro da cidade. O centro de Santiago é como todo centro de cidade grande: após o horário comercial e no final de semana, os estabelecimentos fecham e tem bem menos gente nas ruas.

(Veja onde comer em Santiago neste post)

Fiquei no bairro Bellavista, na Calle Pio Nono, que é bem cheia de bares no estilo “Lapa” no Rio de Janeiro. Eu estava a 2 minutos do shopping gastronômico Pátio Bellavista, uma ótima opção a qualquer hora do dia ou da noite. O Rado Boutique Hostel tinha camas confortáveis no quarto que compartilhei com 7 meninas, com banheiro dentro dele, além de aquecedor e um café da manhã gostoso. Foi uma ótima escolha, apesar de ser um pouco barulhento, pela localização. Deu para ir andando até os museus do centro e também para o Parque Metropolitano e para a La Chascona, a casa-museu de Neruda na capital.

Um post que me ajudou a escolher a minha hospedagem foi esse aqui, do blog Viaje na Viagem.

 

Que moeda levar

Com exceção do hotel, que você paga em dólar com desconto, você vai precisar de pesos chilenos para tudo na sua viagem. Mas não vale a pena comprar no Brasil para levar, pois além de ser uma moeda difícil de achar, você terá uma cotação ruim.

Leve uma moeda forte para o Chile: reais, dólares ou euros. Eu não compraria dólares ou euros especialmente para levar para Santiago, a não ser o valor do hotel. No meu caso, o que fiz foi: levei reais e os dólares que eu já tinha em casa (que eram suficientes para pagar o hostel). Troquei reais por pesos chilenos com facilidade em casa de câmbio no centro de Santiago.

O Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, tem um ótimo post sobre qual moeda levar para o Chile. E tem também outro texto excelente dando dicas de casas de câmbio. Segui as dicas dele e encontrei boas cotações no centro de Santiago, na Calle Agustinas, entre as ruas Ahumada e Banderas. Como no centro tem uma casa de câmbio ao lado da outra, foi fácil. Eu troquei o mínimo necessário no aeroporto e na manhã seguinte troquei o resto no Centro.

 

Como se locomover

Eu andei boa parte do tempo a pé, pois me hospedei no bairro de Bellavista, que é próximo do Centro e que também tem atrações bacanas, como disse acima. Também usei o metrô no resto do tempo. Ele funciona bem e liga os principais pontos de seu interesse. O site oficial do metrô de Santiago é esse aqui: https://www.metrosantiago.cl/ . Você encontra um mapa do metrô neste link aqui. E também abaixo.

Cartão BIP! do metrô de Santiago.

Cartão BIP! do metrô de Santiago.

Mapa do metrô de Santiago

Mapa do metrô de Santiago

Para pegar o metrô, você compra um cartão especial (chamado BIP, que custa 1500 pesos) e carrega ele com quanto dinheiro quiser. A carga mínima é de 1000 pesos e os valores carregados devem ser múltiplos de 500 pesos. O valor da passagem individual depende do horário do dia em que você vai pegar o metrô.

Horário de rush (de segunda a sexta, de 7h às 9h e de 18h às 20h): 740 pesos

Horário intermediário (de segunda a sexta, de 6h30 às 7h, das 9h às 18h e das 20h às 20h45 e aos sábados, domingos e feriados em qualquer período do dia): 660 pesos.

Horário de menor movimento (de segunda a sexta, das 6h às 6h30 e 20h45 às 23h): 610.

Não cheguei a usar táxis ou ônibus. O Diego, do blog Meus Roteiros de Viagem, usou táxi e conta nesse post aqui como foi sua experiência.

Para ir e voltar do aeroporto, eu usei o serviço de transfers em vans, que funcionam 24h e te deixam na porta do seu hotel. A empresa mais famosa é a Transvip, que cobra m valor dependendo do bairro para onde você vai. Para Bellavista, paguei 7.600 pesos por trecho. Você pode reservar a sua vaga na van pelo site ou lá na hora em que chegar no aeroporto (tem um guichê deles bem perto da esteira de bagagens e da casa de câmbio).

Como meus voos de ida e de volta eram de madrugada, nem cogitei pegar transporte público para o aeroporto, que nesse horário não funcionam. Mas caso você queira economizar, pode pegar um ônibus + metrô (1700 pesos do ônibus + a passagem do metrô). Veja os horários e locais de embarque e desembarque nos sites das empresas de ônibus que operam o trecho: Tur Bus e Centropuerto.

Táxis custam cerca de 15 mil pesos do aeroporto até seu hotel.

Bandeira chilena. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Compras

Imperdível em Santiago é comprar os maravilhosos vinhos chilenos. Como não havia muitas lojas de vinhos por Bellavista, onde eu estava hospedada, fui ao shopping Costanera Center, onde fui super bem atendida no supermercado Jumbo. Este supermercado tem prateleiras e prateleiras de vinhos chilenos, separados pelo tipo de uva e tem até um funcionário para ajudar você a encontrar o que quer e a escolher. O bacana é que ele fica com uma calculadora na mão e já vai te falando quanto, em reais, custam as garrafas que você quer. Paguei metade do preço pelos mesmos vinhos que costumo comprar no Brasil. Vale muito a pena! Só tive que tomar cuidado para levar as garrafas de metrô até o meu hostel, mas deu tudo certo.

Não comprei roupas ou outros produtos, mas fiquei encantada com o shopping Costanera Center. Tem uma variedade incrível e lojas conhecidas.

 

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Leia mais:

Sugestão de roteiro de 4 a 5 dias em Santiago e arredores

As atrações que valem (e não valem) a visita em 2 dias de viagem a Santiago

Veja onde comer (e onde não comer) em Santiago

Veja o índice de posts sobre Santiago

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

8 dicas para uma viagem à Amazônia

24 de agosto de 2016, por Marcelle Ribeiro

Em junho desse ano, conheci um pouco da Amazônia e passei aqui para deixar umas dicas gerais que vão ajudar qualquer um que vá viajar para a região. Como fui a trabalho, em uma expedição com um grupo de biólogos, não tenho dicas de onde ficar, como chegar, quantos dias passar, etc. Eu viajei por uma semana em um barco, dormindo em rede, pelo Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foi uma experiência super diferente de tudo que já vivi, com paisagens bonitas, mas também alguns perrengues. Para saber como evitá-los e aproveitar melhor, dê uma olhada na lista abaixo.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

1 – Leve um repelente potente

Não adianta levar aqueles repelentes comuns a que estamos acostumados no resto do Brasil. Eles não fazem cócegas nos mosquitos da Amazônia. Uma marca que me foi recomendada e que usei foi o Exposis, que custa bem mais caro do que os “normais”, mas vale o investimento.

Não ponha repelente apenas na pele. Jogue jatos do spray nas meias, sapatos e na roupa de maneira geral. Não esqueça de usar repelente inclusive no rosto, orelha e mão. Na selva Amazônica, os mosquitos não respeitam nem os buracos dos nossos narizes nem os nossos olhos: entram em todos os lugares.

Cachoeira do Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 Rio Negro, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Rio Negro, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

2 – Leve uma loção para combater carrapatos

Não são apenas os mosquitos que atacam na selva Amazônica. Uma caminhada na mata pode fazer com que dezenas de carrapatos minúsculos se grudem à sua roupa (principalmente nas pernas) sem que você sequer perceba. Eles parecem grãos de areia de tão pequenos e alguns são até difíceis de enxergar. Todos os dias, quando voltar de uma caminhada ou passeio pela mata, use uma loção tipo Escabin durante o banho (siga as instruções da embalagem). Isso vai evitar que você fique com carrapatos ou até mesmo sarna (que pode ser transmitida em redes, por exemplo).

Ah, e não use novamente uma roupa que você usou no mato ou misture ela a outras roupas da sua mala. É que se houver carrapatos presos a ela, eles podem pular para outras roupas. Usou a roupa? Coloque ela num saco plástico.

 

3 – Leve roupa de sobra

O calor é absurdo na Amazônia e você vai querer tomar vários banhos por dia. Além disso, as caminhadas na mata podem sujar sua roupa. Leve peças de sobra.

Ah, sobre calçados: botinhas de trekking, de preferência de couro, são as melhores. Se puder levar também uma bota de borracha (daquelas “de pedreiro”) é bom.

 

4 – Leve uma farmacinha e tudo que você achar que vai precisar

Se você vai ficar hospedado na floresta (e não na capital) provavelmente estará a horas de barco de uma farmácia. Leve todos os remédios que pensar que pode precisar. Algumas dicas: para dor muscular, analgésico, para cólica, para gases, para intestino preso, para diarréia, para alergia a mosquitos (pomada e comprimido), antialérgico, remédio para enjoo e e curativos. Além de repelente, protetor solar e loção para carrapatos, claro.

 

5 – Use roupas claras e compridas

Eu sei, no calor absurdo da Amazônia, a gente quer mais é usar uma bermuda e uma camisa de manga curta. Nem pensar. Quanto mais o seu corpo estiver à mostra, mais provável será o ataque de mosquitos a ele. Use calças leves, daquelas tipo tactel e camisas de manga comprida daquelas de corrida (que ajudam a evaporar o suor). NÃO vá de roupas escuras: os mosquitos preferem elas às claras. E mesmo assim, já te aviso: os mosquitos às vezes furam as roupas e picam por cima delas. É, eles são terríveis.

 

6 – Use um mosquiteiro

Em alguns lugares da Amazônia é comum que morcegos mordam as pessoas durante a noite. Os mosquiteiros ou telas impedem não apenas os ataques de mosquitos, mas também de morcegos. Se você for dormir em rede em um barco, saiba que em Manaus é possível comprar mosquiteiro específico para colocar na rede, em formato especial.

Redes em barco: opção de "hospedagem" na Amazônia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Redes em barco: opção de “hospedagem” na Amazônia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Aliás, se você planeja dormir em uma rede em um barco, não esqueça de comprar uma cordinha para prender o mosquiteiro no teto da embarcação, para que a tela não fique muito em cima do seu rosto. E na hora de dormir, procure deixar sua mala em cima de uma cadeira. É que se chover durante a noite, a água da chuva vai entrar no barco e molhar a sua mala se ela estiver no chão.

Ah, e dormir em rede é bem melhor do que eu imaginava (e olha que eu tenho problema na cervical!). Prenda a sua rede o mais alto que você alcançar e ela ficará bem esticadinha, e a sua coluna ficará quase toda “deitadinha” como numa cama.

 

7 – Experimente a culinária local

Ir à Amazônia e não provar algumas das inúmeras espécies de peixes que existem lá é um absurdo. Os peixes são super saborosos e uma das maiores riquezas da região. Lá se consome também açaí e farinhas diferentes, além de mandioca e um guaraná mais doce. (Veja as dicas de onde comer em Manaus)

 

8 – Não perca o pôr do sol

Coisa mais linda é ver o sol se pôr na água de um rio amazônico. Se puder acordar cedo para ver ele nascer também, vale a pena.

Passeio de barco pelo Rio Negro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeio de barco pelo Rio Negro. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

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Leia também:

Dicas de bares e restaurantes em Manaus

Índice de posts sobre o Amazonas

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Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Manaus: Um passeio pelo Centro

21 de agosto de 2016, por Marcelle Ribeiro

Manaus tem atrações interessantes em seu Centro histórico, que rendem bonitas fotos. A mais bacana delas é o Teatro Amazonas, que é lindo por fora e por dentro. A fachada tem colunas e é toda meio rosa, com uma cúpula cheia de ladrilhos coloridos. Por dentro, lustres pesados e impressionantes, pinturas nos tetos, além de balcões trabalhados na madeira. É um local bem menor que outros teatros históricos do Brasil, como os teatros municipais do Rio de Janeiro ou de São Paulo, mas vale uma visita.

O Teatro Amazonas é um símbolo do auge do Ciclo da Borracha e pode ser conhecido de duas maneiras. Uma delas é pela visita guiada, em que o turista conhece não só a sala de espetáculos, mas também espaços como o quarto dos cavalheiros (reservado para eles para o intervalo das peças) e figurinos de antigas óperas.

Eu não fiz a visita guiada, mas conheci o Teatro Amazonas de outro jeito: fui lá à noite assistir a um concerto durante o Festival de Ópera. O teatro tem espetáculos musicais com grande frequência e em seu palco passam muitas apresentações de ópera, jazz e teatro. E o melhor: há muitos ingressos baratos disponíveis e eles podem ser comprados às vezes no próprio dia do evento. Paguei R$ 30 pelo meu, em um ótimo assento.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quando for ao Teatro Amazonas, não deixe de dar uma voltinha na praça em frente a ele, a Praça São Sebastião, que é um ponto de encontro dos manauras (povo de Manaus), principalmente no fim da tarde. Na praça fica uma bela igreja, estátua com jardim e também banquinhos onde os moradores sentam para tomar um sorvete ou tacacá (vendidos ali mesmo) e as crianças brincam de bicicleta. Há também casinhas antigas coloridas que são uma graça e alguns barzinhos e lanchonetes com mesinhas na praça. Uma delícia.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Outros pontos interessantes do Centro de Manaus são o Palácio Rio Negro e o Palacete Provincial. O Palácio Rio Negro também é dos tempos do Ciclo da Borracha e tem piso, paredes, fachada e mobília preservados. Também há uma exposição temporária. Infelizmente quando eu fui lá ele já estava fechado, mas vale uma foto do lado de fora.

Palácio Rio Negro, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio Rio Negro, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

O Palacete Provincial também é um prédio histórico lindo e fica pertinho do Palácio Rio Negro (dá para ir andando). O prédio já funcionou como sede da Polícia e hoje abriga 5 museus: uma Pinacoteca com quadros e obras de artistas da região; um museu de Numismática, com 8 mil moedas; cds e dvds no Museu da Imagem e do Som; o Museu Tiradentes, com armas e fardas dos Bombeiros e da Polícia; e o museu de Arqueologia, com artefatos descobertos em escavações da região.

Nesse também não consegui entrar, mas já fiquei encantada com as cores da fachada.

Palacete Provincial, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palacete Provincial, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas

Endereço: Av. Eduardo Ribeiro, 659 Centro de Manaus.

Espetáculos: Procure sobre a programação em jornais de Manais, como o A Crítica. É possível comprar ingressos no próprio teatro e em pontos de venda nos shoppings da cidade.

Visitas guiadas de segunda-feira a sábado, das 9h15 às 17h, em inglês e português. Não consegui encontrar informações em sites oficiais sobre duração das visitas, preços e local para venda. Recomendo entrar em contato pelos telefones (92) 3232-1768 e 3622-1880.

 

Palácio Rio Negro

http://www.cultura.am.gov.br/centro-cultural-palacio-rio-negro/

Horário de Funcionamento: De terça a sexta-feira das 8h às 14h, e sábado das 9h às 13h.

Endereço: Av. 7 de Setembro, 1546 – Centro.

Preço: Grátis.

 

Palacete Provincial

http://www.cultura.am.gov.br/palacete-provincial/

Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira das 9h às 14h e aos sábados das 9h às 13h.

Endereço: Praça Heliodoro Balbi s/n – Centro.

Preço: Grátis.

 

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Leia também:

Dicas de bares e restaurantes em Manaus

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