Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Belo Horizonte: Passeio para compras no Mercadão e em mirante

25 de fevereiro de 2017, por Marcelle Ribeiro

Belo Horizonte tem atrações gostosas de conhecer (tanto para comer quanto para passear! rsrsrs). Eu já dei a dica aqui de passeios na capital mineira se você tem apenas 1 dia para conhecê-la (veja o post sobre o que fazer em 1 dia em Belo Horizonte).

Mas se você tem um pouquinho mais de tempo, tem pelo menos outros dois lugares que valem a pena conferir.

 

(Ainda não sabe onde se hospedar em Belo Horizonte? Veja opções de hotéis baratos)

 

O primeiro é o Mercado Central de Belo Horizonte, que é um mundo de stands que vendem tudo que vocês imaginarem. É enorme (bem maior que o de São Paulo, por exemplo) e é ótimo para comprar produtos típicos de Minas Gerais, como queijo da serra da Canastra, cachaças e cervejas artesanais, doces, e artesanato. E se a fome bater, tem lugares gostosos para fazer um lanche, como o Empório João e Maria. Ele é bem pequeno, mas tem uns 3 banquinhos. Serve um delicioso pão de queijo recheado (que pode vir com linguiça ou carne assada). Fica no stand G13 237-B.

O Mercado Central de BH fica aberto de segunda a sábado, das 7h às 18h; e aos domingos e feriados, das 7h às 13h. O endereço oficial é Rua Augusto de Lima, 744, no Centro e a entrada é grátis.

Se você quiser fazer uma visita guiada, saiba que elas acontecem de segunda a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos e feriados, das 9h às 13h. Basta entrar em contato pelo email [email protected] ou pelo telefone (31) 3277-4691.

Ah, nas minhas andanças por lá, não vi nenhum restaurante que sirva refeições. Mas tem opções de bares e lanchonetes, ok?

Pão de queijo recheado do João e Maria, no Mercado Municipal de Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro

Pão de queijo recheado do João e Maria, no Mercado Municipal de Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro

Queijo no Mercado Municipal de Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro.

Queijo no Mercado Municipal de Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro.

Stand do Mercado Municipal de Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro.

Stand do Mercado Municipal de Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro.

Outro lugar legal para uma parada rápida é o Mirante do Mangabeiras, onde você tem uma vista bonita da cidade do alto. Não é preciso andar muito para chegar ao tablado de madeira em que pode apreciar o visual. A ladeira tem apenas uns 300 metros e não é muito inclinada.

A entrada no mirante é gratuita. Ele fica na Rua Pedro José Pardo, 1000, no bairro Mangabeiras (atrás do Palácio Mangabeiras) e fica aberto diariamente das 10h às 22h.

Vista do Mirante das Mangabeiras, em Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vista do Mirante das Mangabeiras, em Belo Horizonte. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

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Leia também:

Como ir do aeroporto de Confins a Belo Horizonte de ônibus

Onde comer (e beber!) em Belo Horizonte

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

6 estádios imperdíveis para você conhecer nas suas viagens

28 de janeiro de 2017, por Marcelle Ribeiro

Hoje o post foi escrito pelo meu maridão, Guilherme Calil, sobre uma das paixões dele: esporte! E como a minha é viagem, a gente às vezes consegue unir as duas coisas. Vamos lá?

 

“Alguns leitores do blog sabem que eu sou um grande apaixonado por esportes. Já escrevi sobre baseball, basquete e futebol em alguns posts no Viciada em Viajar. Por causa disso, em várias viagens consegui convencer a Marcelle a conhecer alguns dos estádios e esportes que sempre quis visitar. Vou aproveitar para relembrar esses verdadeiros templos do esporte que tive a oportunidade de conhecer e começo pela que considero a melhor experiência esportiva que já tive em uma viagem.

 

Fenway Park

Além do Flamengo, um outro time que tem espaço no meu coração é o Boston Red Sox, um dos maiores do baseball americano. Muito por causa disso, eu fiz com que a Marcelle viajasse de Nova York até Boston de ônibus para que eu pudesse realizar o sonho de ver um jogo de baseball no Fenway Park, um dos estádios mais antigos que ainda estão abertos nos Estados Unidos.

 

Torcedores se preparando para entrar no Fenway Park. Foto: Marcelle Ribeiro.

Torcedores se preparando para entrar no Fenway Park. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mesmo com mais de 100 anos, o Fenway Park está em excelente estado! Todo reformado, ele é confortável, organizado, tem banheiros limpos e boas opções de lanches. As filas para entrar são longas, mas andam rápido. Além disso, o clima dos torcedores americanos é bem parecido com o que vemos no Brasil. Uma excelente experiência!

Boston Red Sox comemora a vitória e levanta o público. Foto: Marcelle Ribeiro

Boston Red Sox comemora a vitória e levanta o público. Foto: Marcelle Ribeiro

AT&T Park

Ainda falando sobre o baseball, tive a chance de conhecer um outro estádio do esporte, mas de uma maneira muito diferente do que fiz em Boston: fazendo um tour (saiba preços, horários e outros detalhes da visita ao AT&T Park).

Estive em San Francisco em março de 2015 e a temporada ainda nem tinha começado. Mesmo assim, fui conhecer um dos ballparks mais bonitos da liga de baseball: o AT&T Park, casa dos San Francisco Giants.

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Conhecer um ballpark sem público e sem jogo é uma experiência diferente. Foto: Guilherme Calil.

Conhecer um ballpark sem jogo é uma experiência diferente. Foto: Guilherme Calil.

Afinal de contas, que outro estádio tem vista para a Baía de San Francisco? A visão é tão bonita que não duvido que muitos torcedores acabem se distraindo com ela durante uma partida menos emocionante…

Olha a vista da baía de San Francisco no AT&T Park! Foto: Guilherme Calil.

Olha a vista da baía de San Francisco no AT&T Park! Foto: Guilherme Calil.

Durante a visita, é possível conhecer as arquibancadas, o gramado, um pequeno museu e até os vestiários das equipes. Pra quem gosta do esporte, é muito legal poder ver o estádio em muitos detalhes.

Além disso, se você percorrer os arredores do estádio é possível ver algumas estátuas dos maiores jogadores da história do time. Recomendo muito!

Juan Marichal foi um dos maiores pitchers da história dos Giants. Foto: Guilherme Calil.

Juan Marichal foi um dos maiores pitchers da história dos Giants. Foto: Guilherme Calil.

Staples Center

Mudando de esporte, ainda nessa viagem pela Costa Oeste dos Estados Unidos pude ver um jogo de basquete dos Los Angeles Lakers no Staples Center.

O ginásio é absolutamente espetacular! Super moderno, tem entrada tranquila, várias opções de lanche, ar-condicionado central, sistema de som impecável… E o melhor de tudo: é possível ter uma boa visão da quadra mesmo nos lugares mais distantes e baratos (como no nosso caso).

Além disso, o time prepara vários passatempos para os espectadores durante os intervalos e quando o jogo é paralisado. Enfim, um verdadeiro espetáculo!

Eu e Earvin "Magic" Johnson na entrada do Staples Center. Foto: Marcelle Ribeiro

Eu e Earvin “Magic” Johnson na entrada do Staples Center. Foto: Marcelle Ribeiro

A cereja do bolo são os arredores do ginásio. Por lá, você encontra estátuas de ícones dos Lakers como Kareem Abdul-Jabbar e Magic Johnson. Para quem gosta de basquete, é um prato cheio!

A visão da quadra é boa mesmo nos assentos mais distantes. Foto: Marcelle Ribeiro.

A visão da quadra é boa mesmo nos assentos mais distantes. Foto: Marcelle Ribeiro.

La Bombonera

Entre os estádios de futebol, um dos mais conhecidos do mundo é o “La Bombonera”, casa do Boca Juniors, em Buenos Aires (veja como comprar ingressos e detalhes do passeio).

 

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Quando viajei para a Argentina, pedi para a Marcelle para conhecer esse verdadeiro templo do esporte, que tem uma arquitetura pensada para pressionar os adversários e fazer com que o time argentino conquiste, em várias ocasiões, vitórias improváveis.

A arquibancada da "Bombonera" intimida os adversários do Boca. Foto: Marcelle Ribeiro.

A “Bombonera” intimida os adversários do Boca. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mesmo com toda a mística, falta um pouco de cuidado ao estádio. As condições, de maneira geral, estão ruins. As arquibancadas são sujas e todo o estádio parecia um pouco mal cuidado. Por lá, é possível fazer um tour para conhecer boa parte da “Bombonera”.

A melhor parte da visita é o Museu do Boca Juniors, que tem uma boa exposição de camisas e conta bem a história de um dos clubes mais vitoriosos da Argentina.

 

Camp Nou

Casa de um dos mais importantes times de futebol do mundo, o Camp Nou é um gigante do tamanho do Barcelona e uma visita vale muito a pena.

Primeiro porque se trata de um dos maiores (literalmente) estádios do planeta. E segundo porque abriga um dos museus de futebol mais legais que já vi.

O slogan do Barcelona está desenhado na arquibancada do estádio. Foto: Marcelle Ribeiro

Slogan do Barcelona desenhado na arquibancada do estádio. Foto: Marcelle Ribeiro

Começando pelo estádio, o tour permite que você conheça as arquibancadas, a beira do campo, a sala de imprensa e outros cantinhos…

Depois, o museu é super completo, com fotos, taças, camisas e até chuteiras históricas de grandes momentos do clube catalão. Dá até pra tirar fotos com a taça da Liga dos Campeões da Europa! (saiba como comprar ingressos e horários das visitas ao Camp Nou)

É claro que não ia perder a chance de tirar uma foto com a taça! Foto: Marcelle Ribeiro

É claro que não ia perder a chance de tirar uma foto com a taça! Foto: Marcelle Ribeiro

Estádio Panatenaico

Para encerrar esse post, não posso esquecer de falar do histórico estádio que abrigou a primeira Olimpíada da era moderna, em 1896: o Panatenaico, em Atenas.

O histórico estádio Panatenaico, em Atenas. Foto: Marcelle Ribeiro

O histórico estádio Panatenaico, em Atenas. Foto: Marcelle Ribeiro

Quando estive em Atenas tive apenas a oportunidade de ver o local por fora, mas não podia deixar de me lembrar que foi lá também que o nosso Vanderlei Cordeiro de Lima conquistou aquela histórica medalha de bronze em Atenas-2004!

Para um estádio com bem mais de 100 anos, o Panatenaico está bem conservado, especialmente por causa das obras realizadas para a última edição dos Jogos Olímpicos na cidade, há pouco mais de 10 anos. E é realmente um pedaço da história do esporte que não pode sumir! (veja mais detalhes da visita ao Panatenaico)

 

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Passeio às piscinas naturais da região de Maragogi e Japaratinga (AL)

19 de janeiro de 2017, por Marcelle Ribeiro

Maridão e eu fizemos um passeio delicioso nas férias de dezembro: visitamos as piscinas naturais de Japaratinga, uma das muitas belezas do litoral alagoano. Super recomendo! Quer dicas? O Guilherme dá!

 

“Conhecer as piscinas naturais da Costa dos Corais (região do litoral de Alagoas que abrange Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedra e São Miguel dos Milagres) é um passeio obrigatório. E, é claro, a gente não perdeu a oportunidade.

Apesar de menos conhecida do que as da vizinha Maragogi, as piscinas naturais de Japaratinga, onde nós fomos, também são espetaculares! E o melhor de tudo: o passeio custa METADE do preço! Por R$ 50, você faz um passeio muito legal, menos cheio de gente e super bonito!

A linda piscina natural de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

A linda piscina natural de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

Várias empresas realizam o passeio em Japaratinga e nós decidimos reservar o nosso lugar com a ajuda da recepção da nossa pousada. Mas antes de falar do passeio, é fundamental ressaltar que é preciso escolher bem o dia para aproveitar melhor a visita, porque a maré tem uma influência enorme na beleza das piscinas.

Fundamental é, antes de decidir que dia visitar as piscinas naturais, olhar a tábua de maré, para ver quando é melhor fazer o passeio. E você pode saber exatamente em que horário a maré estará baixa mesmo antes de comprar sua passagem de avião. Basta seguir o passo a passo deste post do Ricardo Freire, do Viaje na Viagem. Vá à piscina natural na hora em que a maré estiver mais baixa, pois verá mais peixinhos. Neste link do site da Marinha, você descobre como estará  a maré diariamente (basta selecionar o porto mais perto do local da sua piscina natural).  É preciso escolher um dia em que ela fique menor do que 0,6. Abaixo disso, é possível fazer um passeio muito bom! Ah, mas é importante chegar para fazer o passeio antes do horário mais baixo da maré (indicado na tábua).

O ideal é também ir em um dia de sol, porque quando está muito nublado, a água não fica a mesma coisa.

Contratamos a Japaratinga Tour para fazer nosso passeio, por indicação da nossa pousada. Eles mesmo disseram o horário de embarque daquele dia (só há 1 por dia). Eles cobraram R$ 50 por pessoa. O embarque é feito num ponto da praia da vila de Japaratinga, ao qual a própria agência pode te guiar.

 

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Chegando lá, esperamos apenas um pouco antes de embarcar. O “mais complicado” para chegar até o catamarã é andar pelo mar por cerca de 30 metros com a água nas canelas.

 

Interior do barco que nos levou às piscinas naturais. Foto: Marcelle Ribeiro

Interior do barco que nos levou às piscinas naturais. Foto: Marcelle Ribeiro

Lá dentro, os funcionários distribuem salva-vidas para as pessoas que não sabem nadar e passam algumas instruções de segurança e de proteção às piscinas naturais. O catamarã cabia 50 pessoas, mas no dia em que fomos (em alta estação) havia umas 20.

O trajeto até as piscinas dura cerca de 20 minutos e é bem tranquilo, porque a água não balança tanto o barco.

O barco balança pouco até as piscinas naturais de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

O barco balança pouco até as piscinas naturais de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

Chegando nas pisicinas, você pode alugar com a tripulação o snorkel e máscara por R$ 15 por pessoa. Elas são fundamentais se você pretende ver a vida marinha na região das piscinas.

Depois de equipado, é só aproveitar os 90 minutos dentro da água para ver vários peixes e corais de diferentes tipos e cores. Eu tive a chance de ver muitos peixes e o tempo é suficiente para explorar bastante.

 

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Aproveitando a piscina natural de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

Aproveitando a piscina natural de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

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A água azul da piscina natural de Japaratinga. Foto: Marcelle Ribeiro

Quem prefere apenas relaxar também consegue fazer isso com tranquilidade porque as piscinas não ficam lotadas (no dia em que fomos havia umas 60 pessoas no total) e há bastante espaço para todo mundo. Aliás, essa é uma das vantagens desse passeio em Japaratinga. Como a cidade é menos conhecida, você consegue conhecer essa maravilha da natureza com muito menos gente em volta.

Nós até tentamos fazer o passeio das piscinas naturais em Maragogi, mas simplesmente não conseguimos. Primeiro, porque achamos o preço muito alto (por lá, a visita custa R$ 100 por pessoa). Além disso, não estávamos conseguindo vagas nos barcos por causa da grande procura. Mesmo assim, deve valer a pena conhecer, até para comparar. Quem sabe em uma outra viagem e em um outro post…”

 

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Leia mais:

Todos os posts sobre a Costa dos Corais (Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres)

Onde comer (e onde não comer) na Costa dos Corais, em Alagoas

Costa dos Corais: Quando ir, como chegar e onde ficar

Leia sobre Porto de Galinhas, pertinho da Costa dos Corais

 

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