O que fazer em Amsterdam – roteiro na capital e arredores

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 23/02/2021

Uma das cidades da Europa que eu mais gostei das tantas que já visitei foi Amsterdam. Eu fui na primavera e senti uma cidade que vibra, com ruas lindas, povo simpático e muitas atrações a serem visitadas! A minha listinha de o que fazer em Amsterdam era grande, mas com 4 ou 5 dias dá tempo de conhecer não só a cidade, mas também atrações nas redondezas.

(preços atualizados em 30/04/2019)

 

Melhor época para ir a Amsterdam

Não compre sua passagem antes de ver a época das tulipas. É que no topo da sua lista de o que fazer em Amsterdam tem que estar uma atração que na verdade fica numa cidade vizinha: o Keukenhof, o parque de tulipas. Vimos jardins lindíssimos, andamos de bicicleta (laranja, da cor da Holanda!) pelos campos de tulipas e tirei mais de 100 fotos de flores (incluindo no meio do “mar” de tulipas”). Surtei!

E afinal, qual a melhor época para ir a Amsterdam? A data exata da temporada das tulipas varia de ano a ano, mas o parque anuncia com meses de antecedência quando ela vai acontecer. É só ficar de olho no site e nas redes sociais deles. Em 2019, a temporada das tulipas vai de 21 de março a 19 de maio.

Ir à Amsterdam nessa época é melhor porque você vai ver os campos de tulipa floridos! Quanto mais perto do início da temporada, melhor!

Além disso, essa é uma ótima época para ir a Amsterdam porque o clima vai estar gostoso na cidade. Você vai ter que usar casaco, é verdade, mas nada insuportável. As ruas vão estar com folhas coloridas nas calçadas, dando aquele charme! Em março a temperatura média é de 8 graus. Em abril, de 8 graus e em maio, de 12 graus.

Quando estivemos lá, pegamos sol todos os dias, mas fez frio (tive que sair mega-acasacada) e ventou muito. O que nos surpreendeu foi a baixa umidade da cidade, um saco!

 jardins do Keukenhof

Tulipas brancas no Keukenhof. Foto: Marcelle Ribeiro

o que fazer em amsterdam Keukenhof

Eu no meio das tulipas vermelhas. Foto: Guilherme Calil.

 jardins do Keukenhof

Um dos belos jardins do Keukenhof. Foto: Marcelle Ribeiro.

O que fazer em Amsterdam – Dia 1

Ao chegar em Amsterdam, perdemos um tempinho para comprar a passagem de bonde do aeroporto de Schiphol para o centro da cidade. As maquininhas do aeroporto não estavam aceitando dinheiro, só cartão holandês.

Com a confusão do fuso horário e o cansaço das 11h de avião, resolvemos tirar 2 horas para tirar uma soneca no nosso primeiro dia de viagem, no Hotel Nadia. (veja mais abaixo o que achei do hotel)

Acordamos e fomos fazer um passeio de barco pelos canais de Amsterdam. Como tínhamos o I Amsterdam Card, o passeio saiu de graça. Se fóssemos pagar só pelo passeio de barco, seria 13 euros por pessoa.

O I Amsterdam Card é um cartão que dá direito a ingressos de atrações turísticas e transporte público ilimitado pelo período adquirido. Para 24h, o custo atual é de 60 euros por pessoa. Para 48h, 80 euros. Para 72h, 93 euros por pessoa. Para quem vai ficar 96h, ele custa 105 euros. E para quem vai passar 120 horas em Amsterdam, ele sai a 115 euros.

Você pode comprar o I Amsterdam Card pela internet, em site em português.

Fizemos nosso passeio de barco pela empresa Holand International, o tour 100 Highlights Cruise, que dura 1 hora. Foi no passeio de barco que me apaixonei pela cidade! Canais lindos, árvores com folhinhas caindo, sol, gente andando de bicicleta… Era feriado na cidade, e tinha gente fazendo churrasco nos barcos pelos canais, tomando sol, uma delícia!

 

Dia 2 – Passeio a pé em Amsterdam + museus

No nosso segundo dia de roteiro em Amsterdam, tentamos fazer um city tour grátis, caminhando, pela cidade (pela empresa Sandeman New Europe, mas não conseguimos vaga. Demos azar porque resolvemos encontrar o grupo em frente à estação Amsterdam Centraal e já não havia mais vagas. Dica: encontre eles na Dam Square para aumentar suas chances.

Como não conseguimos vaga, e fomos andando pelo Centro sozinhos mesmo, com o guia de viagens que levei. Superfácil. Entramos numa das igrejas mais antigas da cidade, Oude Kerk, onde ainda estava rolando uma exposição de fotografias de fotojornalistas maravilhosa! Vimos o Red Light District, que é uma região cheia de vitrines inusitadas, em que profissionais do sexo oferecem seus serviços. Foi esquisito ver as mulheres, de calcinha e sutiã, balançando os peitos numa vitrine para atrair turistas.

 

Museu obrigatório: Anne Frank

De lá, pegamos um bonde (eu explico mais sobre os bondes no final do post) para ir ao Museu dos Judeus de Amsterdam, que se chama Joods Historisch Museum. Nno meu caso, servia o bonde 9 ou o 14, parada na estação Waterlooplein.

Pela primeira vez, entrei numa sinagoga. Foi legal para entender um pouco do ritual deles. A visita é interessante, mas não muito demorada.

Depois de um descanso no hotel, fomos ao obrigatório Museu Anne Frank, a 2 quadras do nosso hotel. Comprei ingressos pela internet, antecipados, com dia e horário marcados, e evitei pegar mega-fila.

Os ingressos estão custando 10,50 euros por pessoa para adultos (e 5,50 euros para quem tem de 10 a 17 anos. Crianças de até 9 anos pagam 0,50 centavos).

O museu, na verdade, é a casa onde a adolescente judia se escondeu com a família durante a Segunda Guerra Mundial, antes de ser presa e levada para um campo de concentração. É simplesmente fantástico. Você caminha pela casa, apertada e se emociona conhecendo in loco a história de tanto sofrimento.

Neste dia, ainda deu tempo de ir no Museu do Rembrandt (onde era a casa do pintor), que nos surpreendeu de tão legal (para ir lá, pegamos o bonde 9 ou 14, parada Rembrandtplein). Tem até oficina em que se explica as técnicas do artista. Os ingressos para o Museu do Rembrandt custam 14 euros por pessoa (adulto). Quem tem de 6 a 17 anos paga 5 euros.

 

Tour de cerveja no dia 3 e mais museus

Começamos nosso dia pelo Rijksmuseum, um dos mais famosos museus da cidade, que é legal e tem muito Rembrandt. É bom chegar cedo, porque rola fila para entrar.

Depois, veio a atração que foi o ponto alto de Amsterdam para Guilherme: o Heineken Experience, na fábrica da Heineken, onde você conhece um pouco da história da marca holandesa e bebe várias cervejas grátis… Como eu não bebo, Gui bebeu as minhas 3 cervejas e mais as 3 dele. E ainda ganhou um certificado depois de fazer um curso rápido de como tirar um chopp.

Com Gui bebinho, fomos ao Museu Van Gogh, também bem legal, porque você aprende mais sobre o artista. Aliás, já percebi que eu tendo a gostar mais de museus sobre 1 assunto ou 1 artista do que esses que têm um pouco de tudo. Entre o Museu Van Gogh e o Rijksmuseum tem aquelas letronas clássicas de Amsterdam, com o nome da da cidade, onde todo mundo tira foto.

Tentamos alugar uma bicicleta para andar no Voldem Park (que é meio o Ibirapuera de lá), mas não deu tempo, a loja de bicicletas estava fechando. Neste dia, tentamos novamente ir naquele restaurante que me indicaram, mas como estava cheio, reservamos para o dia seguinte e comemos num italiano cool, mas meio metido a besta, com pratos pequenos e pouco molho no macarrão.

 

Dia 4 – Passeio para o parque das tulipas

Nosso quarto dia em Amsterdam foi o dia mais feliz: dia de Keukenhof, o parque das tulipas, que já mencionei acima.

Para ir ao parque tem que pegar um ônibus especial no aeroporto de Amsterdam (que se chama Schipol). A gente levou, do hotel até a entrada do parque, quase 1h30.

Compramos os ingressos antecipados, pela internet. Atualmente, o combo ingresso + ônibus está custando 30 euros por pessoa. Somente o ingresso para os jardins custa 17 euros para adultos (no site do Get Your Guide você faz a compra dos ingressos para o Keukenhof em português por apenas 1 euro a mais) e 8 euros para pessoas de 4 a 17 anos.

O legal é ver os jardins dentro do parque, mas também alugar uma bicicleta na porta do parque para ver os campos de tulipa que ficam nos arredores. Pegue o circuito 1, que, pedalando apenas 7 km, te permite ver os campos. O aluguel da bicicleta custa em torno de 10 euros por pessoa.

Neste dia conseguimos jantar no Moeders (que em holandês significa “mãe”), o tal restaurante típico holandês que me indicaram (fica na Rozengracht 251, no bairro do Jordaan). Valeu a pena os 70 euros que pagamos (por casal, com direito a entrada, prato principal e sobremesa).

Comemos a típica comida holandesa nesse restaurante que já foi eleito melhor da cidade, pela comida caseira. Comemos o prato Dutch Ricedish, que serve 2 a 3 pessoas e tem a versão deles de carne de panela (divina), batata de várias formas e mais outras delícias. Tem que reservar. Chegamos rolando no hotel.

 

Dia 5 – Bate-volta para Zaanse Schans

Nossa lista de o que fazer em Amsterdam ainda incluiu, no último dia, os moinhos no Zaanse Schans, um parque em uma cidadezinha vizinha a Amsterdam, que tem uma área reservada para várias atrações, quase como se fosse um parque temático.

Fomos lá para ver moinhos, fábrica de queijo e de tamancos, mas fiquei meio frustrada, o lugar é muito “pega-turista”. E fiquei mais frustrada ainda porque pelo que pesquisei no site deles a visita seria super interessante e achei que fóssemos precisar de um dia para ver o lugar (que você mata em 2 horas, no máximo, e fica a 30 minutos de trem do centro de Amsterdam).

Gastamos nossos preciosos euros à toa para ver um museu besta, o Zaans Museum. A “fábrica” de tamancos, a Wooden Shoe Workshop, é interessante, e grátis, mas é uma visita rápida.

A “fazenda de queijo” Cheese Farm De Catherinahoeve é, na verdade, um local onde você ouve uma explicação de 4 minutos sobre como se faz o típico queijo Gouda holandês, com uma loja atrás. É grátis, e você pode provar uns 15 tipos de queijos, além de biscoitos, sem pagar nada. Os queijos são divinos.

Vimos um dos raros moinhos de vento que funcionam de verdade, onde se produz óleo de amendoim, e foi interessante. Mas não sei se indico uma visita a Zaanse Schans a quem for a Amsterdam não…Você pode tirar uma foto de um moinho meio “fake” no Keukenhof e acho que em Amsterdam mesmo tem um, que não funciona. E na cidade de Amsterdam tem lojas especializadas em queijos em vários locais.

No resto do dia, de volta a Amsterdam, tentei fazer compras (tudo caro!!!) e andamos de bicicleta pelo Voldenpark, o Ibirapuera daqui. Alugamos nossa bicicleta na loja Mac Bike, bem na entrada do parque. O aluguel da bicicleta mais barata por 1 hora está custando 5 euros. Eu recomendo que você alugue por pelo menos 3 horas (7,50 euros), pois o parque é grande e tem muitos cantinhos lindos! Além disso, é gostoso dar umas paradas para fazer um lanche ou descansar.

Moinhos em Zaanse Schans perto amsterdam

Moinhos em Zaanse Schans. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Amsterdam – Onde ficar

Decidir onde ficar em Amsterdam foi um parto! Nós fazíamos questão de um hotel bem localizado, em um bairro bonito e perto das atrações. Mas achar hotel barato em Amsterdam é bem difícil! Ainda mais porque fomos perto de um feriado nacional, o Dia do Rei.

O Hotel Nadia foi bom, com café da manhã gostoso, cama confortável. Foi um dos poucos com diária a menos de 100 euros que consegui achar, e como fica no bairro do Jordaan, super bonitinho, valeu a pena. A coisa ruim é que o banheiro era minúsculo (tipo dependência de empregada no Brasil). Ah, e ele não tinha elevador, mas graças a Deus tinha um funcionário para subir com as malas pelos 3 andares para a gente!

 

Amsterdam – como andar de bonde

Para visitar os pontos turísticos da cidade você vai andar a pé, de bicicleta (se quiser fazer como os “locais”) ou de bonde.

Os bondes (chamados de TRAMs) são super eficientes e saem na hora marcada (em todos os pontos há placas com os horários e estações em que eles param). Dá para você comprar o bilhete individual na hora, dentro do trem, mas o ideal é você comprar um passe diário.

O blogueiro Daniel Ducs (que mora na Holanda) explica tudo sobre como funcionam os passes de TRAM neste post aqui. Ah, nos trams, você tem que validar o bilhete para entrar e para sair do bonde.

Leia também:

 

Comentários

  1. 03 maio 2011

    Poxa… pq o videozinho foi só para os pais…. os irmãos não tem direito a receber viodezinho não, é???
    Me encaminha isso aí, vai!!

    Bjs

  2. 28 jul 2011

    Salve, Marcelle.
    Suas dicas são ótimas e o seu estilo de escrever é muito legal. Eu minha amada estamos indo pra lá em setembro (uma semana em Amsterdam e outra pelo sul da Bélgica e noroeste da França) e vamos seguir as suas sugestões.
    Tudo de bom.
    [email protected]

  3. 28 jul 2011

    Obrigada, Thadeu! Espero que aproveite a viagem e se apaixone por Amsterdam como eu!
    Abraço,
    Marcelle

  4. Lilian
    26 jan 2012

    Adorei os detalhes de sua viagem! Tb estarei indo praquelas bandas em abril e estou sonhando com os campos de tulipas!!! Se puder me passar mais detalhes de onde vc foi, seria de grande valia!!! De qq maneira keukenhof está na lista, mas gostaria mesmo eh de entrar no meio dos campos floridos!!! Delicia!!! Obrigada

  5. 26 jan 2012

    Lilian,
    Eu entrei no campo de tulipas que existe a 15 minutos de distância de bicicleta do Keukenhof. Você aluga a bicicleta na entrada do parque Keukenhof e os caras já te dão um mapinha e as orientações para vc ver os campos de tulipa que ficam ali do ladinho do parque. Quando eu fui, as tulipas do parque estavam lindíssimas, mas uma parte dos campos vizinhos já estavam sem flores. De qualquer maneira, em 15 minutos pedalando achamos um mar de tulipas, encostamos a bicicleta no canto da grama e passamos quase 1 hora tirando fotos. E depois, voltamos para o Keukenhof (o ingresso te permite entrar e sair no mesmo dia). Não precisa ir longe do Keukenhof para ver as tulipas não.
    Aproveite, é um dos lugares mais lindos que já visitei na vida!
    abs,
    Marcelle

  6. Anonymous
    02 mar 2012

    Oi, adorei as suas dicas. Parabéns e obrigada por compartilhar conosco todas estas valiosas iformações. Tb quero realizar um grande sonho de ir lá no Keukenhof e ver toda esta beleza de perto.
    Se tiver Fb, me add aí, pois eu tb amooooooo viajar. É legal para trocarmos experiências.
    [email protected]

    Super abraço.

  7. Erik Trovão
    21 abr 2012

    Oi Marcelle!!!
    Belíssimo relato!!!
    Vou para Amsterdam em maio e já programei uma visita ao Keukenhof!! Vc acha que vale a pena comprar o ingresso antecipado pela internet?
    Lendo seu relato, fiquei com uma dúvida: vc falou que teve dificuldade em comprar o bilhete de trem no aeroporto, pois a máquina não aceitava dinheiro e apenas cartão holandes!! Como vc fez então?? Chego na cidade à noite e minha intenção é pegar o trem até a Amsterdam Centraal (meu hotel fica ao lado)!! Como faço para comprar o bilhete??
    Grato desde já e parabéns pelo blog!!

  8. 24 abr 2012

    Oi, Erik,
    Comprei o ingresso do Keukenhof pela internet, antes de sair do Brasil. Dá uma olhada no site deles: http://www.keukenhof.nl/ Se eu não me engano, vc compra o ingresso e pode ir em qualquer dia da temporada (o ingresso não tem data marcada).
    No aeroporto, comprei o bilhete de trem no guichê de vendas de bilhetes de trem, com uma funcionária. Tinha uma filinha pequena, mas foi rápido. E ela falava inglês.
    Abraço,
    Marcelle

  9. Renata Viol
    15 jan 2013

    Marcelle,

    Adorei seus comentários, é muito difícil encontrar relatos que contém os detalhes dos gastos. Estou tentando planejar meu orçamento, mas estou com dificuldade de encontrar estes detalhes.
    O I Amsterdam Card não serve para sair do Aeroporto? Chegarei de avião e minha intenção era comprar esse ticket para me locomover em Amsterdam e achava que podeira sair do aeroporto com ele.
    Posso usar o ticket para chegar ao Parque das tulipas? E para visitar os moinhos no Zaanse Schans, o ticket tbm não serve?

    Espero que consiga me ajudar!
    Bjs Renata

  10. Camila
    05 ago 2013

    Bom dia,

    Eu li o seu site sobre Amsterdã (e outras cidades) e achei extremamente interessante e bem estruturado. Por isso eu gostaria de lhe oferecer uma maneira de torná-lo ainda melhor, e sem nenhum custo adicional.

    Eu trabalho para a Ticketbar, uma operadora de turismo Holandesa que oferece ingressos “fast pass”- um sistema que permite a entrada às atrações sem ter que aguardar em filas – e com descontos. Oferecemos ingressos para grande parte dos principais museus/atrações em diversos lugares, como Barcelona, Nova Iorque, Londres, Amsterdam, e muitos outros (www.ticketbar.eu).
    Temos também um site inteiramente dedicado à Amsterdã [www.amsterdam.ticketbar.eu], razão pela qual eu estou te contatando agora.

    Desenvolvemos um Módulo de Ingresso Grátis que pode ser integrado ao seu site de forma muito simples. Ao integra-lo, os seus leitores poderão comprar ingressos para as atrações por você mencionadas de forma simples e rápida. Fazendo isso eles irão evitar filas e aproveitar diversos descontos. Este serviço é extremamente útil, pois permite que se poupe tempo e dinheiro

    Seguem abaixo três exemplos de blogs que integraram o nosso módulo de ingresso:
    http://www.barcelonatips.nl/activiteiten/barcelona-bus/ (blog holandês sobre Barcelona)
    http://www.visitarebarcellona.com/casa-battlo/ (blog italiano sobre Barcelona)
    http://www.ducsamsterdam.net/ingressos/ (blog brasileiro sobreAmsterdam)

    O que você tem a ganhar ao integrar nosso módulo de ingresso?
    • Você pode receber comissões de até 19,5$ por ingresso vendido.(dependendo da cidade)
    • Você oferece aos seus leitores um ótimo serviço extra, que é gratuito.
    • Seus leitores poderão evitar filas e aproveitar diversos descontos.
    • Você tem a opção de oferecer o módulo de ingresso no idioma de sua preferência.

    Favor entrar em contato se a nossa proposta for de seu interesse. Ficaríamos felizes em discutir em maiores detalhes sobre: como trabalhamos, comissões, e sobre o processo de integração do módulo de ingresso (ou de nosso site) no seu site.

    Atenciosamente,

    Camila-Ticketbar

    Email de contato : [email protected]

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