Neblina e comida gostosa na Serra Gaúcha

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 12/11/2017
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Chegamos ontem a Canela (RS) e agora, quentinha debaixo do cobertor do hotel resolvi contar um pouco para vocês sobre mais essa viagem. Primeira palavra que define o que rolou até aqui: NEBLINA. Mais que o frio (que a gente sabia que ia ter, porque, afinal, é inverno no Rio Grande do Sul), a meleca da neblina, muuuuiiiiita neblina impera. É que entrou uma frente fria na sexta-feira, que faz o dia ficar com pouquíssima visibilidade. E rola aquela chuva estranha o dia todo: “chove” gotinhas pequenas por todas as direções. Resultado: rosto gelado, sempre. Brrrrrrr. Por isso, se preparem, as fotos que se seguem todas terão essa névoa mala.

Isso aí é Canela, às 10h de hoje. Foto: Marcelle Ribeiro

Isso aí é Canela, às 10h de hoje. Foto: Marcelle Ribeiro

Bom, agora que eu já fiz o meu desabafo, vamos lá.

Chegamos às 10h30 no aeroporto de Porto Alegre. Quase 30 minutos esperando as malas na esteira (os caras conseguem ser mais lerdos que os do Galeão), não deu para pegarmos o ônibus da Citral  (a única empresa que vai para Gramado e Canela) que sai do aeroporto e vai direto para Gramado e Canela. Daí pegamos um táxi para a rodoviária (que custou R$ 22) e pegamos o ônibus das 12h30 para Canela (R$ 30). Para minha surpresa, o ônibus passou no aeroporto (ou seja, primeira mancada: devia ter ficado esperando no aeroporto e economizar R$ 22 do táxi). A viagem foi tranquila, só paramos na rodoviária de Gramado e depois seguimos para Canela.

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Resolvemos ficar em Canela porque os hotéis todos são mais baratos que os de Gramado. Os mais baratos que achei em Gramada estavam cobrando R$ 210 a diária. No KleinVille Hotel, em Canela, onde estamos, a diária está saindo a R$ 150, e achei pousadas mais simples em Canela a R$ 120. Escolhemos ficar no KleinVille porque tem piscina aquecida, ofurô e hidromassagem. Mas esses itens todos se mostraram frustrantes até agora, porque ontem, quando fomos na piscina, ela parecia quente (tava saindo fumacinha), mas na verdade não estava. Fiquei 5 minutos na água e saí correndo para o quarto. Espero que até o final da viagem os caras do hotel resolvam isso.

O hotel é daqueles grandões, o quarto é grande, os aquecedores (do quarto e do banheiro) funcionam bem, e o café da manhã é gostoso. Ele fica a 5 minutos andando da rodoviária, numa rua calma, sem comércio. O único “porém” é que o nosso quarto é meio mal cuidado: tem um defeito bem visível na madeira do piso, provavelmente porque o box do banheiro não está bem vedado.

Depois de pegarmos um táxi da rodoviária de Canela ao hotel (R$ 5) deixamos as malas e pegamos, na rodoviária de Canela, um ônibus (R$ 1,90 por pessoa) para o Café Colonial Bela Vista. Antes de falar do café colonial, deixa eu falar que pegar ônibus de Canela para Gramado é facílimo. Tem de 15 em 15 minutos, a passagem é barata. Ele vai de uma rodoviária a outra, mas para no caminho. E no caminho, no caso, na Avenida das Hortências, que liga as duas cidades, tem restaurantes, fábricas de chocolate e algumas atrações turísticas. Estando na Avenida das Hortências, não precisa nem esperar num ponto de ônibus. É só esperar na calçada e fazer sinal, que ele para. De Canela a Gramado a “viagem” dura 15 minutos. O ônibus é do tipo “ônibus urbano”.

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Como eu disse, a primeira atração visitada foi o Café Colonial Bela Vista. A gente estava morrendo de fome, não tínhamos almoçado. E lá a gente se fartou. Pelo que eu entendi, eles só funcionam no esquema bufê. Você paga uns R$ 50 por pessoa e os caras colocam na sua mesa umas 80 variedades de comida. Tem bolinha de queijo, croquete, frango empanado, filé de frango, linguiça, sanduíche, minipizza, empanado de frango, pães, queijos e frios, geléias, bolos variados, strudel, suco de uva, vinho, vários tipos de tortas doces, sorvete, gelatina, pavê… Ufa! Nem precisa dizer que a gente saiu de lá lotado de comida, né? A dieta foi para as cucuias.

No café colonial. Foto: Marcelle Ribeiro

No café colonial. Foto: Marcelle Ribeiro

Ai, que delícia!!! Foto: Marcelle Ribeiro

Ai, que delícia!!! Foto: Marcelle Ribeiro

 A mesa de sobremesas (e na nossa mesa já tinha um monte de coisa doce!). Foto: Marcelle Ribeiro

A mesa de sobremesas (e na nossa mesa já tinha um monte de coisa doce!). Foto: Marcelle Ribeiro

Como tava chovendo, a gente foi para o hotel e desistiu de fazer passeios nesse dia. Descansamos, fomos na piscina (e passamos frio, como eu disse). À noite, fomos dar uma andada na Rua Coberta, uma rua de Gramado que é uma espécie de galeria, com uns restaurantes avarandados. Teoricamente, é um lugar para “ver e ser visto”, mas não tinha muita gente não…

Gui (de protetor de orelha) na Rua Coberta. Foto: Marcelle Ribeiro

Gui (de protetor de orelha) na Rua Coberta. Foto: Marcelle Ribeiro

Depois, ainda passamos para tirar foto em um termômetro em frente a uma igreja no Centro de Gramado (não tô achando o nome agora). Seis graus!!! Que delícia!

Tá lá no termômetro: 6 graus Celsius! Foto: Guilherme Calil

Tá lá no termômetro: 6 graus Celsius! Foto: Guilherme Calil

Bom, agora vou ter que sair para jantar. Depois conto como foi o dia de hoje.Depois, fomos comer uma massa num italiano delicioso de Gramado, o Pastasciutta, que fica na Av. Borges de Medeiros, 2083, no Centro, pertinho da rodoviária. Meia garrafa de vinho gaúcho a R$ 25. Na mesa de antepastos, você paga por quilo, mas eles não cobram a sardela nem o pão. O carpaccio, assim como tudo que a gente comeu lá, tava uma delícia. Eles dizem que todos os pratos de massa dão para duas pessoas, mas a massa à bolonhesa que a gente pediu (a nossa custou R$ 68, mas a média dos preços é R$ 70 a R$ 90) dava para três pessoas comerem bem, quem sabe até quatro. Eles têm serviço de transporte que pega e leva no seu hotel, mas não até Canela, onde a gente estava. Achando que o ônibus coletivo que vai de Gramado a Canela já não estava funcionando, pegamos um táxi (R$ 35) para o hotel. Demos bobeira, porque hoje descobrimos que tem ônibus até meia-noite (só que das 21h à meia-noite ele passa de 45 em 45 minutos).

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Comentários

  1. 01 ago 2011

    Oi Marcelle,

    Fomos para Gramado e Canela há dois anos e fizemos uns programas muito legais. Também tinha neblina pacas, mas acabou criando um clima, rs. Olha, gostamos muito do Parque do Caracol e do Museu do Carro, em Gramado. Se puderem, façam o passeio de Maria Fumaça, que passa por Bento, Garibaldi. Uma vinícola bacana para visitar é a Jolimont(em Canela tbém), com degustação e ótima vista do parreiral, que nesta época está adormecido. Ah, tem também o Alpen Park, que tem atrações bem boas como o cinema 4D e um trenó alpino, que não conseguimos andar por conta da chuva, argh! Outra coisa muito linda é a aldeia do papai noel, em Gramado, fica aberta o ano todo, rende ótimas fotos e até uma brincadeira de encontrar o bom velhinho, que tira foto com você na casa dele, um desejo infantil de diversão, vale.

    E, pelamor, não deixe de comer o chocolate Prawer, é 1000 vezes melhor que o caracol. Invista em barrinhas e nas ramas, delícia.

    Espero que gostem das dicas!!!

    Beijos e divirta-se! Essa terra é boa demais, morremos de saudades.

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