Muitos brasileiros só estão começando a fazer turismo no estado do Espírito Santo agora e eu confesso que fui uma dessas. Mas passei uma semana lá e descobri muitas belezas naturais e gastronomia gostosa. Meu roteiro no Espírito Santo teve um “gostinho” de praias, cachoeiras, muitas atrações das Montanhas Capixabas e até uma estátua budista gigante! Ficou uma vontade (grande!) de voltar!
Neste texto vou falar sobre as cidades e pontos turísticos do Espírito Santo que conheci e também do que ficou faltando visitar. Além disso, vou dar outras dicas de viagem importantes! Se preferir, use o índice abaixo:
O que fazer no Espírito Santo
Quantos dias ficar
Como se locomover
Meu roteiro pelo Espírito Santo
O que faltou conhecer
Entrada da cidade de Domingos Martins. Foto: Izabela Andrade.
O que fazer no Espírito Santo?
Há várias atrações para incluir no seu roteiro pelo Espírito Santo. Desde praias bem bonitas, trilhas, montanhas, cachoeiras até atividades ao ar livre. Além disso, o estado tem várias atividades de turismo de experiência e destinos que contam a história da imigração italiana e alemã na região.
Uma cidade famosa é Vitória, a capital, que tem praias e atrações urbanas. Também considere conhecer outros destinos no litoral, como Guarapari (55 km ou 1h de carro da capital), Iriri (89 km ou 1h30) e Itaúnas (274 km ou 4h3o).
Vila Velha também é uma cidade que atrai turistas. Fica bem pertinho de Vitória, a 12 km (25min de carro). Lá está o Convento da Penha. Ah, e tem também a Estátua do Buda Gigante, em Ibiraçu, a 75 km (1h2o de carro) da capital.
Não deixe de conhecer a região chamada Montanhas Capixabas, onde ficam cidades como Domingos Martins e Venda Nova do Imigrante. Eu passei vários dias lá e vou te contar o que visitei.
Praia Areia Preta, em Iriri. Foto: Marcelle Ribeiro.
Quantos dias ficar no Espírito Santo?
Meu roteiro no Espírito Santo levou 7 dias, mas ainda assim não consegui conhecer atrações importantes do estado. Nesse tempo eu dei uma passada rápida numa cidade do litoral, vi a famosa estátua gigante de Buda em Ibiraçu e conheci bem alguns destinos das Montanhas Capixabas.
Entre as cidades que não visitei desta vez estão a capital, Vila Velha, Itaúnas e Guarapari. Pra incluí-las, acho que o ideal seria ter mais 1 semana no estado. Ou seja, se você quer conhecer o “principal” do Espírito Santo, fique 2 semanas.
Como se locomover para fazer esse roteiro no Espírito Santo?
Antes de mais nada, preciso falar sobre como chegar ao Espírito Santo. O aeroporto de Vitória recebe voos de várias regiões do país. Se você for viajar de avião, recomendo que veja as passagens aéreas neste site, porque lá você consegue até 30% de desconto.
Eu cheguei de avião, mas conheci o estado de carro. E posso te dizer que é essencial estar com um carro para ir aos destinos das Montanhas Capixabas, porque lá não tem transporte público que ligue uma atração a outra, muito menos para cidades vizinhas. Na verdade, até tem ônibus que vai de Vitória a Domingos Martins e a Venda Nova do Imigrante, mas para se locomover dentro destas cidades você vai precisar de carro.
Eu costumo alugar carros neste site. Já contratei o serviço deles em mais de 20 viagens e nunca tive problema. Você pode parcelar em até 12x sem juros e os leitores aqui do blog têm 5% de desconto com o cupom VICIADAEMVIAJAR.
Eu no Buda Gigante. Foto: Marcelle Ribeiro.
Meu roteiro no Espírito Santo dia a dia
Antes de te falar meu roteiro no Espírito Santo, preciso dizer que todos os valores informados aqui são de 2026. Vamos às dicas?
Primeiro vou te falar o que fiz de forma bem resumida:
- 1º dia – Chegada + igreja em Anchieta e praia em Iriri. Pernoite em Iriri.
- 2º dia – Praia em Iriri e cachoeiras em Alfredo Chaves. Pernoite nas Montanhas Capixabas.
- 3º dia – Atrações de Marechal Floriano e Domingos Martins. Pernoite nas Montanhas Capixabas.
- 4º dia – Atrações de Domingos Martins. Pernoite nas Montanhas Capixabas.
- 5º dia – Passeio em Conceição do Castelo e Venda Nova do Imigrante. Pernoite nas Montanhas Capixabas.
- 6º dia – Atrações em Domingos Martins e Ibiraçu. Voo para o Rio de Janeiro.
Agora vamos falar sobre o que fiz dia a dia de forma mais detalhada.
1º dia: Anchieta
Eu fiz esse roteiro no Espírito Santo com um grupo de blogueiros de viagem. Chegamos a Vitória de manhã e depois nossa van fretada nos levou para Anchieta, no litoral. No caminho, paramos para almoçar no restaurante Capixaba Sim Senhor, onde eu comi uma tilápia bem servida e muito saborosa.
Assim que cheguei a Anchieta, conheci o Santuário Nacional de José de Anchieta, que tem mais de 400 anos! A igreja é bem simples e a entrada é gratuita. Mas, se você quiser conhecer o museu que tem lá para aprender um pouco mais sobre a história dos jesuítas no Brasil, precisa pagar R$ 10. É uma visita rápida, de 1 hora.
Nesse mesmo dia, fizemos check-in em um hotel em Iriri (Hotel Espadarte), a região de praia mais famosa de Anchieta. Como cheguei no meio da tarde, só deu tempo de dar um mergulho na praia de Costa Azul (em frente ao hotel) e curtir a hospedagem um pouquinho.
Santuário Nacional de José de Anchieta. Foto: Marcelle Ribeiro.
Onde ficar em Iriri?
O Hotel Espadarte era muito bom, com quarto espaçoso, ar-condicionado, decoração bonita e tudo bem novinho. As roupas de cama e banho eram excelentes também. E para melhorar, meu quarto tinha banheira de hidromassagem dupla e vista para a praia!
O hotel tem nota 8,8 no Booking e duas piscinas (uma delas aquecida). O café da manhã era delicioso e variado. Além disso, o hotel tem seu próprio restaurante, onde comi uma ótima moqueca capixaba. E fica na beira da praia da Areia Preta. Saiba mais no post sobre Onde ficar em Iriri.
Meu quarto no Hotel Espadarte. Foto: Marcelle Ribeiro.
2º dia – Iriri (Anchieta) + Alfredo Chaves
Comecei meu segundo dia do meu roteiro no Espírito Santo caminhando pela praia da Areia Preta. Mas como estava nublado e chuviscando, não aproveitei muito.
Depois, fui almoçar no O Pirá. O restaurante, especializado em frutos do mar, é uma graça e tem vista para um rio. Experimentei várias entradinhas deliciosas e de prato principal comi peixe na brasa com banana temperada, arroz, farofa e salada.
Em seguida, pegamos 1h de estrada e chegamos a Alfredo Chaves, cidade nas Montanhas Capixabas. Essa região tem várias cachoeiras e fomos a duas. A primeira foi a cachoeira de Piripitinga, que tem cerca de 20 metros de altura e dois poços rasos para banho.
Pra chegar você precisa fazer uma pequena trilha de 5o metros, super tranquila e fácil, e pagar uma taxa de R$ 5. Ela fica aberta aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h. Não precisa agendar. Ah, lá eles servem petiscos e bebidas.
Cachoeira de Piripitinga. Foto: Marcelle Ribeiro.
Na sequência fomos à cachoeira de Matilde, que é a mais famosa de Alfredo Chaves. Também conhecida como Cachoeira Engenheiro Reeve, ela é muito bonita, bem alta e volumosa. Porém, o banho é proibido por causa da força d’água. Para chegar lá é só andar por uma trilha pavimentada curtinha e subir umas escadinhas. Um trajeto de 5 minutinhos.
Cachoeira de Matilde. Foto: Marcelle Ribeiro.
Onde dormir em Domingos Martins?
Em seguida, nosso motorista nos levou para a região de Domingos Martins, também nas Montanhas Capixabas, onde passei alguns dias hospedados. Eu fiquei no Natureza Eco Lodge e amei a hospedagem! Ele não fica exatamente em Domingos Martins e sim numa cidade próxima, chamada Vargem Alta.
Os quartos do hotel são super espaçosos, bem equipados e com uma decoração charmosa. E ficam ao redor de um lago e do jardim, criando um visual muito lindo! As roupas de cama e banho são ótimas e o banheiro também. Além disso, cada quarto tem uma rede na varanda e uma vista sensacional!
O Natureza Eco Lodge tem piscina e um café da manhã delicioso, variado e servido em um salão agradável. Saiba mais no post “Onde ficar em Domingos Martins”.
Vista do meu quarto no Natureza Eco Lodge. Foto: Marcelle Ribeiro.
3º dia – Marechal Floriano + Domingos Martins
Conheci a cidade de Marechal Floriano, nas Montanhas Capixabas, no 3º dia de viagem. Nessa região existem vários pequenos produtores de café e fiz uma degustação de cafés especiais no Empório Pedra Bonita.
O café mais famoso é o café “do Jacu”. Jacu é uma ave grande, que come grãos do café e depois expele eles nas fezes. Daí alguns produtores pegam esses grãos expelidos pela ave, higienizam eles e fazem um café especial, que é beem caro! No Empório Pedra Bonita você prova esse café (e outros!) harmonizado com bolo, queijo e chocolate. Essa experiência custa a partir de R$ 46.
E lá também tem uma lojinha e um restaurante com almoço a quilo, que custa R$ 89. A comida era bem gostosa.
Buffet do Empório Pedra Bonita. Foto: Marcelle Ribeiro.
Na sequência, passei algumas horas no China Park, um eco resort que tem várias atividades e oferece o serviço de day use. Ou seja, mesmo quem não está hospedado lá pode pagar uma taxa e curtir as piscinas (ao ar livre ou cobertas e aquecidas), toboáguas, salão de jogos, brinquedoteca, pedalinho, teleférico, trenzinho e até fazer trilhas ecológicas. Além disso, tem parede de escalada, tirolesa, arvorismo e bungee trampolim.
Você também pode pagar um valor à parte e comer um super “café da tarde”, com vários bolos, frutas, petisquinhos, frios e bebidas.
Tirolesa no China Park. Foto: Marcelle Ribeiro.
Degustação de cervejas
No final da tarde do nosso 3º dia de roteiro no Esprírito Santo, fomos a mais uma atração da cidade de Domingos Martins, a Cervejaria Artesanal Bello Monti. Visitei a unidade que fica na estrada chamada “Rota do Lagarto”. Lá, fizemos uma degustação e harmonização de cervejas bem interessante. Durante a experiência, um dos donos colocou um ferro quente na nossa bebida! E apesar de ser uma coisa aparentemente simples, mudou totalmente a sensação de beber a cerveja!
Essa atividade inclui também a harmonização com petiscos e custa entre R$ 80 e R$ 95 por pessoa.
Aproveitei pra ver um trecho da Rota do Lagarto chamada “Quadrado de São Paulino”, onde tem restaurantes e cafeterias bem bonitos.
Cerveja com petiscos. Foto: Marcelle Ribeiro.
4º dia – Domingos Martins
Uma atração super clássica para você colocar no seu roteiro pelo Espírito Santo é a Pedra Azul. Lá tem uma paisagem incrível e piscinas naturais para tomar banho. E foi justamente a Pedra Azul a primeira atração do meu quarto dia de viagem.
Existem várias trilhas no Parque Estadual da Pedra Azul, com níveis de dificuldade e tamanhos diferentes. Eu fiz uma de 6 km no total (ida e volta), para as piscinas naturais. Levei 2h30 ao total, num percurso de dificuldade média. A parte mais difícil foi subir uma escadaria bem inclinada.
Vimos um mirante lindíssimo, aves da região e descobrimos porque a Pedra Azul tem esse nome. Ela é coberta por líquen e, dependendo da hora do dia, da umidade e da época do ano, esse líquen pode ter tons diferentes. Mas como ele geralmente tem um tom azulado, a pedra ganhou esse nome.
A melhor parte da trilha foram as piscinas naturais. O banho lá é uma delícia! Uma delas é mais funda, mas as outras são rasas.
A Pedra Azul. Foto: Marcelle Ribeiro.
Você até pode fazer a trilha para as piscinas naturais da Pedra Azul sozinho, porque ela é autoguiada. Mas ainda assim você vai precisar agendar a sua visita, porque só 150 pessoas podem visitar o parque por dia. Os horários disponíveis são: 8h, 9h, 10, 11h ou 13h, e você pode fazer a reserva neste site. A entrada é gratuita.
Mas se você quiser ir com um guia, recomendo a empresa Ecoa Experiências. Eu fiz a trilha com eles e gostei muito. Além disso, eles oferecem um piquenique com produtos da região. Eles cobram R$ 95 por pessoa.
Piscinas naturais na Pedra Azul. Foto: Marcelle Ribeiro.
Iogurteria Valentim
Depois da trilha, almocei na Iogurteria Valentim, onde há um pequeno buffet de comida caseira saborosa. Na sequência, aprendemos um pouco sobre a história dessa empresa familiar que produz iogurtes e até uma manteiga que ganhou o título de melhor do Brasil em 2024.
Mas o mais legal mesmo foi a atividade Mestre Iogurteiro, em que aprendemos sobre a produção de iogurtes naturais e até ajudei a fazer um! Vimos o processo de pasteurização e ainda coloquei “a mão na massa” para misturar iogurte com frutas vermelhas e ajudar a embalar! Foi uma das atrações mais legais do meu roteiro pelo Espírito Santo. Tem 1h30 de duração e custa R$ 70.
Aliás, a Iogurteria Valentim oferece várias outras atividades, muitas delas para crianças inclusive. Por exemplo:
- Oficina de estamparia botânica – 1h de duração
- Passeio de pônei para crianças – 8 a 15min
- Interação com coelhos – 10min
- Aleitamento de bezerros – É feito em um tempo curto, mas no ritmo do animal
- Oficina de aquarela vegetal – 40min a 1h
- Oficina de arte com barro – 40min a 1h
- Oficina de plantio de suculentas – 30min
Preparação do iogurte. Foto: Marcelle Ribeiro.
Experiência com cafés
Depois, tivemos mais uma atividade com cafés especiais, mas bem diferente da feita no dia anterior. Fomos a uma outra unidade da Cervejaria Bello Monti, localizada na Vila Gastronômica de Domingos Martins e participei de uma experiência sensorial com cafés.
Aprendi a diferenciar um café especial daqueles que são vendidos em supermercados. Uma especialista guiou meu grupo durante toda a atividade. Começamos sentindo os aromas do café e fomos anotando alguns pontos sobre cheiro, sabor e acidez, Depois, provamos a bebida sugando em uma colher, como se fosse uma “sopa”.
Essa experiência com cafés inclui uma pequena degustação de pães, biscoitos e geleias. Custa R$ 95.
Terminamos o dia com petiscos e jantar na cervejaria mesmo.
Degustação de cafés. Foto: Marcelle Ribeiro.
5º dia – Conceição do Castelo + Venda Nova do Imigrante
No 5º dia de roteiro no Espírito Santo, eu e meus colegas blogueiros fomos primeiro a Conceição do Castelo, outra cidade das Montanhas Capixabas. Lá, eu fui na MD Frutos da Terra, uma fazenda familiar onde você pode colher frutas do pé e até andar de trator, por R$ 10.
Comi aipim frito quentinho com café feito na hora. Além disso, degustamos alguns vinhos do Rio Grande do Sul. Você pode agendar a sua visita pelo número (28) 99938-5626.
Café com aipim na MD Frutos da Terra. Foto: Marcelle Ribeiro.
Em seguida, nosso motorista nos levou de van para a cidade de Venda Nova do Imigrante, também nas Montanhas Capixabas. Almoçamos no restaurante Nossa Vida, que fica em um casarão antigo e bem bonito. A comida é feita no fogão à lenha e tem muitas opções. Tudo que eu comi estava muito gostoso. O valor do quilo varia de acordo com o dia, mas custava entre R$ 75 e R$ 100.
Depois, nosso grupo foi à lojinha da Fazenda Carnielli, que é um bom lugar para comprar queijos, geleias, mel, biscoitos e cervejas. Tudo produzido no Espírito Santo.
Restaurante Nossa Vida. Foto: Marcelle Ribeiro.
Degustação de geleias e comida italiana
A atração seguinte desse 5º dia de roteiro no Espírito Santo foi a AnGar, uma empresa de produção artesanal de doces e geleias. Eles usam frutas da própria colheita e de produtores da região. Também fica na cidade de Venda Nova do Imigrante.
Na AnGar vi um pé de jabuticaba de 60 anos de existência e fiz uma degustação de geleias com pães, bolo, queijo e socol (um tipo de embutido produzido no estado). Essa experiência custa R$ 35.
Degustação de geleias na AnGar. Foto: Marcelle Ribeiro.
Minha próxima parada neste dia foi na Casa Nostra, um espaço que mistura cultura, tradição e culinária italiana. Fica na cidade de Venda Nova do Imigrante. Lá tem um museu que conta a história da imigração italiana na região, com exposição de vários utensílios que eles utilizavam no dia a dia e na preparação de alimentos. A visita guiada pelo museu custa R$ 35.
Mas se você quiser ter uma experiência mais completa, pode participar da Experiência Casa Nostra, que foi a que eu fiz. Nela eu vi a réplica de uma casa de imigrantes italianos com decoração da época mesmo! Dancei com algumas pessoas vestidas de “nonnas’ italianas” e pude “brincar de preparar” pão, polenta e café.
Também provei polenta com queijo, café, bolo e outras delícias. Tudo estava muito gostoso! Além disso, vi como os imigrantes italianos produziam café e como transformavam milho em fubá. Essa experiência mais completa custa R$ 90.
Museu da Casa Nostra. Foto: Marcelle Ribeiro.
6º dia – Domingos Martins + Ibiraçu
Visitei a fábrica de Biscoito Kebis no último dia do meu roteiro pelo Espírito Santo. Localizada em Domingos Martins, a empresa foi criada por descendentes de alemães há mais de 30 anos. Provei diversos biscoitos deliciosos, doces e salgados.
A fábrica Kebis também tem iniciativas de comprometimento ambiental e social. Por exemplo: eles reciclam sacolas para transformar em embalagem para mudas de plantas. E o valor de cada muda vendida é doado para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Domingos Martins.
Biscoitos da Fábrica Kebis. Foto: Marcelle Ribeiro.
Depois, nosso motorista nos levou de van para a cidade de Ibiraçu, a 75 km (1h2o de carro) de Vitória (e já fora das Montanhas Capixabas). Lá conhecemos a famosa estátua do Buda gigante. Ela tem 35 metros de altura e fica na entrada do mosteiro Zen Budista, um dos maiores mosteiros da América Latina.
Passeamos pelos jardins do mosteiro, que tem flores, lago com peixinhos, outras estátuas menores de Buda e até um torii, um portal vermelho de madeira muito comum do Japão. A entrada é gratuita.
Dali fui para o aeroporto de Vitória, para aguardar meu voo de volta ao Rio de Janeiro.
Buda Gigante. Foto: Marcelle Ribeiro.
O que faltou no meu roteiro pelo Espírito Santo?
Eu visitei todas essas atrações a convite do Governo do Estado do Espírito Santo, do SEBRAE do Espírito Santo e da entidade Montanhas Capixabas Conventional & Visitors Bureau. Por isso, não fui eu que montei esse roteiro pelo Espírito Santo.
Quero voltar ao estado para conhecer Vitória, que tem prédios históricos, praias, e muitos bares e restaurantes.
Vila Velha (a 11 km ou 20min de carro de Vitória) é outra cidade que quero incluir no meu próximo roteiro pelo Espírito Santo, especialmente pra visitar o Convento da Penha, a Fábrica de Chocolates Garoto e a Igreja do Rosário.
Também tenho vontade de voltar a Guarapari, porque só fui uma vez quando era criança! Essa cidade fica a 55 km (1h de carro) da capital. É uma região com várias praias e tudo que eu lembro era que em algumas a água do mar era bem gelada!
Mas o que eu mais gostaria de conhecer mesmo é Itaúnas. Esse destino fica quase na divisa com a Bahia, a 274 km de Vitória (4h40 em uma viagem de carro) e é famosa pelas praias, dunas de areia muito altas e pelo forró! Eu amo forró “pé de serra” e Itaúnas é uma espécie de “paraíso” para forrozeiros.
Bate-volta de Vitória
Mas será que dá para conhecer outras atrações do Espírito Santo mesmo ficando hospedado na capital? Dá sim! Existem vários passeios bate-volta que partem de Vitória. Separei algumas opções abaixo. Todos estes passeios incluem guia e transporte:
- Tour por Vitória + Vila Velha: de 4h a 6h, a depender do turno do passeio. Custa R$ 95.
- Bate-volta para Anchieta: 7h de passeio. Custa R$ 135.
- Excursão ao Buda gigante: passeio de 4h pelo valor de R$ 115.
- Passeio para Guarapari: 8h de duração. Custa R$ 110.
- Bate-volta para Domingos Martins: Tem 10h de duração e custa R$ 135.
Torii no mosteiro Zen Budista. Foto: Marcelle Ribeiro.
Ficou com dúvidas sobre meu roteiro no Espírito Santo? Escreva nos comentários.
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