Meu roteiro pelo Leste Europeu por 5 países! Quantos dias ficar?

Como montar um roteiro pelo Leste Europeu? Eu já estive nessa região duas vezes e neste texto vou te ajudar a entender quantos dias ficar em cada país, como se locomover de um lugar para o outro, qual a melhor época para ir e como eu montei meu roteiro por lá. Se preferir, clique no índice abaixo:

Quantos dias ficar
Quando viajar
Passagens aéreas
Deslocamento entre países
Não vá para o Leste Europeu sem isso
Roteiro de 2026
Roteiro só pela Áustria

Ah, preciso te explicar que algumas pessoas chamam de “Europa Central”o que eu estou chamando aqui de Leste Europeu. Só que vários professores de geografia e até mesmo um dos maiores jornais do país consideram que os países que eu conheci fazem parte sim do Leste Europeu. Ou seja, não existe uma definição oficial de como chamar essa região.

Neste post eu vou chamar de Leste Europeu porque é o termo mais comum entre os brasileiros. Eu tô falando de países como Hungria, Polônia, República Tcheca, Eslováquia e Áustria.

Parlamento Húngaro, em Budapeste. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quantos dias ficar no Leste Europeu?

Na minha última viagem, em 2026, eu passei 12 dias inteiros na República Tcheca, Eslováquia, Hungria e Polônia. Isso sem contar os dias que passei voando do Brasil para a Europa e a volta. De forma bem resumida, esse meu roteiro pelo Leste Europeu foi assim:

  • 4 dias na República Tcheca com base na capital, Praga, mas incluindo bate-volta para a cidade de Cesky Krumlov.
  • 1 dia e meio em Bratislava, capital da Eslováquia.
  • 3 dias na Hungria, na capital, Budapeste.
  • 3 dias em Cracóvia, na Polônia e que não é capital do país.

A quantidade de tempo foi adequada para cada lugar. A gente conseguiu até acordar mais tarde em alguns dias. Ah, e esses 12 dias já englobam as horas que levamos para ir de um país para outro.

Nesse meu roteiro pelo Leste Europeu de 2026 eu não fui pra Áustria, que é um país que muitas pessoas visitam nessa região da Europa. Até porque ela fica ali no meio, fazendo fronteira com a República Tcheca, Eslováquia e Hungria.

Eu não fui dessa vez porque eu já havia conhecido a Áustria em uma outra viagem, anos antes. Nela eu passei 6 dias no país, sendo 3 em Viena, um dia em Melk e no Vale do Wachau, 1 em Salzburg e 1 dia em Hallstatt.

Cabeça do Kafka em Praga, na República Tcheca. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quando viajar para o Leste Europeu?

Eu li que uma das melhores épocas para ir pra lá é na primavera, porque os preços não são tão altos e as temperaturas supostamente são amenas. Porém, eu fui na primavera (no início de maio) e a temperatura estava uma loucura!

Até peguei dias com termômetros na casa dos 20ºC, mas foram em poucos dias e apenas em alguns momentos. Em vários dias eu peguei frio de 8ºC ou 12ºC. E com chuva às vezes. E isso mesmo durante o dia, tá?

Em Budapeste, passei um perrengue danado num dia com muito vento, que deixou a sensação térmica bem mais baixa do que a que os termômetros estavam marcando. Mesmo com várias camadas de roupa e com casaco corta-vento, foi dureza aguentar o frio na bochecha e no nariz.

Me arrependi de não ter ido mais para o final de maio ou no início de junho, quando as temperaturas estavam melhores. Ou até mesmo no início de setembro, que é o finalzinho do verão. Ah, e dizem que no verão (julho, agosto e a primeira quinzena de setembro) é tudo mais caro. Já no inverno e no outono o frio é rigoroso.

Passei muito frio em Budapeste, na Hungria! Foto: Maridão.

Como comprar passagem aérea para o Leste Europeu?

Não há voos diretos do Brasil para os países do Leste Europeu. Por isso, você vai ter que fazer escala em algum outro destino da Europa antes. Mas atenção! Um erro que muita gente comete é comprar passagem de avião saindo do Brasil para um país X e a volta ser por esse mesmo país XX. Mas por quê esse pode não ser o ideal?

Vou dar o meu exemplo. Minha passagem foi Rio x Alemanha (direto, sem escalas) e Polônia x Rio. Ou seja, eu entrei por um país da Europa e saí por outro. Assim, eu economizei tempo e dinheiro. É que o meu roteiro não era circular.

Primeiro eu conheci a Alemanha, onde cheguei de avião. Curti uns dias em Munique e de lá eu fui para a República Tcheca, depois pra Eslováquia, Hungria e por último para a Polônia, mas daí de trem ou de ônibus. Da Polônia eu voltei de avião para o Brasil, apenas com uma escala.

Ficou mais barato comprar a passagem aérea assim. Isso é o que chamamos de “passagem múltiplos destinos“. Para comprar uma assim, como a minha (Rio x Alemanha e Polônia x Rio), olhe, nos sites das companhias aéreas por “múltiplos destinos” ou expressões semelhantes.

Basílica de Santa Maria, em Cracóvia, na Polônia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Como se deslocar de um país para outro?

Eu fui de um país pra outro de ônibus na maioria das vezes e só usei trem uma vez. Era beeem mais econômico viajar de ônibus ou de trem do que de avião. Além disso, muitas vezes era mais rápido, até porque as distâncias são curtas. Quando você pega avião de um país para outro, além de ter que chegar com 2h de antecedência no aeroporto, você vai ter que esperar mala e andar bastante dentro dos terminais.

Sem contar que muitos aeroportos ficam longe dos centros da cidades e você vai levar um tempão pra chegar até eles.

Viajando de trem ou ônibus, você não precisa fazer nada disso. Geralmente as estações de ônibus e trem desses países ficam numa área central da cidade. Ah, e você pode chegar com apenas 30 minutos de antecedência e sua mala sai do bagageiro em 5 minutinhos. Bem mais prático, né?

Outra vantagem é que as passagens de ônibus e trem são bem mais baratas que as de avião. A passagem mais cara que eu paguei foi 20 euros e isso já com a bagagem incluída.

Por que preferimos o ônibus?

Usamos mais ônibus do que trem, porque era mais barato. Viajei de trem apenas em um trecho e deu tudo certo. Ele era confortável, limpo, pontual e tinha banheiro. De maneira geral, os ônibus também eram pontuais e limpos. Tinham sempre banheiro e as cadeiras reclinavam. Quase todos estavam em bom estado. Só um que estava com problema em alguns assentos.

Não é preciso alugar carro para conhecer o Leste Europeu. Como eu disse, é super tranquilo viajar de ônibus ou de trem de uma cidade para a outra. E pra circular dentro de cada cidade mesmo tem metrô, bonde e ônibus. Eles passam com frequência boa, são pontuais, organizados e limpos.

Ônibus em Praga, na República Tcheca. Foto: Marcelle Ribeiro.

Não vá para o Leste Europeu sem isso

Para fazer uma viagem para o Leste Europeu é importante você ter algumas coisas. Uma delas é um seguro viagem, que é obrigatório para entrar nos países que eu visitei. Ele precisa ter cobertura de pelo menos 30 mil euros para despesas hospitalares e médicas. Mas eu prefiro viajar com planos com coberturas maiores, porque me sinto mais protegida, sabe?

E muitas vezes pagando um pouco a mais pelo seguro viagem, dá para contratar um plano com cobertura bem maior. Na minha viagem para o Leste Europeu o meu seguro era do Seguros Promo. Ele tinha cobertura de US$ 100 mil para questões médicas. Como eu não tive nenhum problema de saúde e nem com malas e voos, eu não precisei utilizar o seguro lá.

Eu já viajei com seguro da Seguros Promo outras vezes, em diferentes países, e já tive que acionar o seguro, pois fiquei doente. Isso aconteceu na Tailândia e na Albânia. Fui super bem atendida, tanto pelos enfermeiros e médicos quanto pela seguradora. Tive que fazer exames e até recebi reembolso de remédio.

Ah, e temos cupom de desconto! Com o cupom VICIADA25 você consegue 25% de desconto na compra de qualquer seguro do site da Seguros Promo. Uma coisa bem legal do site deles é que dá para usar filtros para escolher entre planos diferentes, de seguradoras bem avaliadas. Também é possível comparar, de forma prática.

Lembre de não pesquisar apenas o preço, mas sim o plano que se adequa ao que você mais precisa.

Meu roteiro pelo Leste Europeu – mais recente

Agora sim, vamos ao meu roteiro dia a dia pelo Leste Europeu, da viagem mais recente:

1º ao 4º dia – Praga

Comecei meu roteiro por Praga, na República Tcheca. No 1º dia, visitei a Biblioteca Klementinum e fiz um tour guiado em grupo, passando pelo Palácio Wallenstein, por estátuas famosas, pelo Muro John Lennon e pela Ponte Carlos, entre outras atrações.

Depois, fui na Biblioteca Municipal de Praga pra tirar uma foto. Conheci, a pé e por conta própria, a Praça da Cidade Velha, a Torre do Relógio e algumas atrações do bairro judeu, como a Sinagoga Espanhola, a Velha Nova Sinagoga e o Cemitério Judeu. Também fizemos uma experiência com cervejas na Pilsner Urquell Experience

 

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No meu segundo dia por Praga eu conheci a Igreja de St. Nicholas de Mala Strana e depois fui ao Castelo de Praga. Lá no complexo do castelo conheci a Catedral de São Vito, a Golden Lane, a basílica de São Jorge e os jardins. Nesse mesmo dia visitei a Igreja Loreto e fiz um passeio de barco.

No dia seguinte eu fiz um passeio bate-volta para Cesky Krumlov, cidade tcheca que fica a 3 horas de Praga. Lá eu visitei a Igreja de São Vito, o monastério, o castelo e o parque da cidade. Foi um dia cansativo, porque saí cedo do hotel e voltei de noite, mas valeu a pena.

Meu último dia em Praga foi novamente cheio de atrações! Visitei a Torre de Pólvora, a Casa Municipal e as igrejas Nossa Senhora Antes de Tyn e St. Nicholas da Cidade Velha. Também vi estátuas super diferentes: Man Hanging e Cabeça de Kafka. Fiz um tour guiado no Teatro Municipal de Praga e ainda fui conferir a vista da cidade no Parque Letná. Jantei num bar com trilhos de trem nas mesas.

Teatro Municipal de Praga. Foto: Marcelle Ribeiro.

5º e 6º dias – Bratislava

No 5º dia eu peguei um trem de Praga pra Bratislava, a capital da Eslováquia, de manhã. Foram 4h30 de viagem. Cheguei no início da tarde, almocei e fiz uma visita guiada rápida pelo Centro Histórico. Entrei no Palácio do Primaz pra ver suas tapeçarias históricas e caras. Subi no Portão de Michael pra ter uma vista bacana da cidade. Em seguida, vi as estátuas Man at work, Schöne Náci e de Napoleão. Encerrei o dia com uma degustação de vinhos!

E no meu 6º dia de viagem? Visitei a Igreja Azul, os jardins do Palácio Presidencial e fui conferir o Castelo da Eslováquia por dentro. Na sequência, entrei na Catedral de St. Martin, almocei com calma e peguei um ônibus no fim da tarde para meu próximo país do roteiro pelo Leste Europeu, a Hungria. Foram 2h30 de viagem. Cheguei em Budapeste de noite e dormi no hotel Budapeste Holidays Downtown.

Portão de Michael, em Bratislava, na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.

7º ao 9º dia – Budapeste

Em Budapeste, comecei conhecendo a Praça dos Heróis e o Parque da Cidade, no meu 7º dia de viagem. Lá no parque eu vi a fachada do Castelo Vajdahunyad e a Capela Jaki Kapolna. Também subi no teto do Museu Etnográfico. Em seguida, fui tomar banho nas piscinas quentinhas das Termas Széchenyi. À tarde, fiz uma visita guiada à Ópera Estatal Húngara e de noite fui num bar em ruínas.

No 8º dia de viagem pelo Leste Europeu, fui conferir atrações de Peste! Comecei com a Basílica de Santo Estevão, que é impressionantemente linda! Depois, passei rapidinho na Praça Elizabeth, na Ponte da Liberdade, no Grande Mercado Central de Budapeste e na Rua Váci. Em seguida, visitei a Sinagoga da Rua Dohány, vi a fachada do Parlamento da Hungria e o monumento Sapatos às margens do Rio Danúbio. Na sequência, vi rapidinho a Praça da Liberdade. À noite, fiz um passeio de barco incrível pelo rio Danúbio.

No meu 9º dia conheci a região de Buda. Fiz um passeio guiado em grupo por lá, onde vi por fora o Castelo de Buda, o Bastião dos Pescadores e outras atrações. Também entrei na Igreja Matthias, que é cheia de detalhes por dentro e também tem uma bela fachada. Depois, fotografei a Ponte das Correntes e almocei por Buda mesmo. Já de volta a Peste, tirei fotos no Café Nova York.

E ainda deu tempo de fazer compras num shopping no final da tarde desse dia! Peguei um ônibus por volta das 23h30 para o próximo país desse meu roteiro no Leste Europeu, a Polônia. Levei 7h pra chegar à cidade de Cracóvia.

Termas Széchenyi, em Budapeste. Foto: Marcelle Ribeiro.

10º ao 13º dia – Cracóvia

Cheguei às 6h da manhã em Cracóvia, tomei café e fui na Mina de Sal de Wieliczka, um dos lugares mais diferentes onde já estive na Europa. Depois, almocei, dormi um pouco no hotel (fiquei no Old Market Residence) e de noite fiz compras no Mercado dos Tecidos.

Já no 11º dia desse meu roteiro no Leste Europeu, eu conheci atrações da Cidade Velha de Cracóvia. Fotografei o Barbican, a Praça Central da Cidade Velha e entrei no Castelo de Wawel para ver algumas das salas e obras de arte dele, além do jardim. Fui também no jardim Planty, que fica em volta da Cidade Velha de Cracóvia e entrei nas igrejas de Santo Adalberto, de São Francisco, de São Pedro e São Paulo, de Santo André e Dominicana. Cada uma com sua beleza!

O 12º dia do meu roteiro no Leste Europeu começou com mais algumas atrações da Cidade Velha, como a diferentona Catedral de Wawel e a Basílica de Santa Maria, que tem teto azul com estrelinhas douradas, uma graça! Depois, passei rapidamente no Bairro Judeu. O destaque do dia foi a visita ao museu que funciona na antiga Fábrica de Oskar Schindler, onde aprendemos sobre a vida dos judeus na Polônia antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Por último, fui na Praça dos Heróis do Gueto.

No 13º dia voei de Cracóvia para o Brasil, com escala na Alemanha.

Capela na Mina de Sal, em Cracóvia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vale a pena conhecer a Eslováquia?

Ao montar seu roteiro para o Leste Europeu, você pode ficar na dúvida se vale a pena visitar a Eslováquia. Tem gente que fala que esse é um país “sem graça”. Ok, não é tão famoso quanto os países vizinhos. Mas eu achei Bratislava, a capital, uma gracinha. Passei um dia e meio lá e achei o centrinho histórico bem fofo, com ruas para pedestres, estátuas curiosas, prédios coloridos, além de muitos restaurantes e lojinhas charmosas.

Além disso, eu adorei a Igreja Azul, que é bem diferente do que eu já tinha visto. Isso sem contar que a comida eslovaca é maravilhosa. Por isso, mesmo que você passe só um dia lá, vale a pena.

Igreja Azul, em Bratislava, na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Meu roteiro pelo Leste Europeu – Só Áustria

E quando eu fiz minha viagem pela Áustria, o que eu conheci?

1º, 2º e 3º dias – Viena e Melk

Meu roteiro na Áustria começou pela capital, Viena. No 1º dia eu visitei por dentro uma parte do Complexo de Hofburg, que tem museus, palácios e bibliotecas. Adorei ver a prataria e aprender mais sobre a Imperatriz Sissi. Também vi as fachadas de prédios históricos, como o da Prefeitura, do Parlamento, o Teatro de Viena, a Universidade de Viena e o Secession. No mesmo dia ainda conheci a Catedral de Santo Estevão.

Já no 2º dia eu conheci por dentro o Palácio Schonbrunn e a casa de ópera Staatsoper. Em seguida, fui ao Centro Cultural Haus der Musik, um espaço interativo e curioso sobre música clássica.

Na manhã do meu 3º dia eu fiz check out do meu hotel (Ibis budget Wien Messe), em Viena, e peguei um trem para a cidade de Melk, que fica no Vale do Wachau. Eu e meu marido deixamos as malas num guarda-volumes na estação de Melk e visitamos a Abadia de Melk, com seus salões, jardins, biblioteca e igreja. Depois, passeamos de barco pelo Rio Danúbio e vimos rapidamente o centro da cidade de Spitz. Em seguida, pegamos as malas e fomos de trem para Salzburg.

Abadia de Melk. Foto: Marcelle Ribeiro.

4º, 5º e 6º dias – Hallstatt, Salzburg e Viena

No 4º dia nós passamos o dia conhecendo a cidade de Hallstatt, que é um pouco distante de Salzburg, mas que foi um dos meus lugares preferidos na Áustria. Vi o lago lindo, as montanhas verdinhas, o centro histórico fofo com casinhas charmosas e visitei uma mina de sal por dentro.

O meu 5º dia foi em Salzburg mesmo. Lá eu curti atrações como os jardins do Castelo de Mirabell, a Catedral de Salzburg, a estátua de Mozart, a Igreja de St. Peters e a Fortaleza Hohensalzburg. À noite, pegamos um trem para Viena.

Já o 6º dia dessa minha viagem na Áustria foi em Viena. Passei a manhã no Palácio Belvedere, almocei e depois peguei um voo de volta para o Brasil.

Áustria deve estar no seu roteiro no Leste Europeu. Foto: Marcelle Ribeiro.

Ainda está com dúvidas sobre o meu roteiro pelo Leste Europeu? Escreve nos comentários!

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Marcelle Ribeiro: Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus 40 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada, tutora do cão mais fofo do mundo e viciada em pesquisar novos destinos.