Quanto custa viajar para o Leste Europeu em 2026? Preços atuais!

O Leste Europeu tem fama de ser um lugar barato pra viajar. Mas será que é barato mesmo? Eu conheci alguns países dessas região em 2026 e anotei todos os meus gastos! Sim, aqui teremos preços e custos reais e não simulações, como em outros blogs. 🙂 Vou te contar quanto custa viajar para o Leste Europeu considerando passagem aérea, transporte de um país pra outro, deslocamentos em cada cidade, passeios, alimentação, hospedagem, seguro viagem…

Ah, e vou te explicar como é o meu estilo de viagem, para você ver se parece com o seu e ter uma ideia se deve ter gastos parecidos com o meu! Ou seja, darei dicas completas e contextualizadas! Se preferir, clique no índice do texto abaixo:

Meu roteiro
Qual época é mais barata para ir
Cotações
Preços por categoria
Gasto total
Gasto por país
É barato mesmo?

Palácio dos Primados, na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Meu roteiro pelo Leste Europeu

Antes de mais nada, preciso dizer que há quem chame a região que eu visitei de “Europa Central” e não de “Leste Europeu”. Porém, vários professores de Geografia e até o jornal Folha de S. Paulo consideram que os países que conheci nesta viagem pertencem sim ao Leste Europeu. Ou seja, não há uma definição “oficial”.

Por isso, decidi usar aqui o termo “Leste Europeu”, que é bem comumente associado a esses países por brasileiros. Mas quais países do Leste Europeu eu visitei?

Passei 12 dias neles no total, sem considerar o dia que levei voando do Brasil pra Europa e o dia de retorno. Meu roteiro no Leste Europeu ficou assim:

  • 4 dias na República Tcheca (com base em Praga, mas incluindo bate-volta pra Cesky Krumlov)
  • 1 dia e meio na Eslováquia (em Bratislava)
  • 3 dias na Hungria (em Budapeste)
  • 3 dias na Polônia (em Cracóvia)

Então, quando eu falo aqui sobre quanto custa viajar para o Leste Europeu, eu estou considerando apenas estes países acima, tá? Eu não fui pra outros da região nesta viagem.

Não sei se você reparou, mas meu roteiro pelo Leste Europeu não incluiu um país que muita gente visita junto com esses onde estive: a Áustria. É que eu já tinha conhecido a Áustria numa outra viagem, anos antes. Daí eu não quis ir de novo. Mas você pode ver meu roteiro de 6 dias por Viena, Salzburg e Hallstatt neste texto. E tem mais um monte de dicas da Áustria aqui.

Basílica de Santo Estevão, em Budapeste. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quando é mais barato viajar para o Leste Europeu?

Antes de te contar sobre os meus gastos no Leste Europeu, preciso dizer que eu fui em maio, na primavera. Pelo que eu li, essa é uma época de preços “médios” na região. Aparentemente, tudo é mais caro no verão (julho, agosto e setembro). E provavelmente deve ser mais barato no inverno, até porque bem menos gente vai pra lá com temperaturas super frias.

Quanto custa viajar para o Leste Europeu? Cotações

Decidi colocar todos os preços deste texto em euros, porque acho que assim vai ser mais fácil você ter uma ideia geral uniformizada de valores. Até porque cada um dos países que visitei usa uma moeda diferente (ao menos era assim em maio de 2026).

Além disso, eu não sei como estará a cotação quando você estiver lendo este texto. Ou seja, escrevendo tudo em euros, basta você fazer 1 única conversão, pra 1 moeda só e já descobre quanto custa viajar para o Leste Europeu em reais. Eu considerei  as seguintes cotações:

  • República Tcheca: Moeda é a coroa tcheca (sigla CZK). Cotação: 1 euro = 24,20 coroas tchecas.
  • Eslováquia: Moeda é o euro. Estou considerando a cotação 1 euro = R$ 6.
  • Hungria: Moeda é o florim húngaro (sigla HUF). Cotação: 1 euro = 359 florins.
  • Polônia: Moeda é o zloty (sigla PLN). Cotação: 1 euro = 4,23 zlotys.

Catedral de São Vito, em Praga. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quanto dinheiro levar para a Europa?

Em dinheiro físico (“papel”) eu só levei uns 50 euros e mais uns US$ 100 (porque eu já tinha dólares em casa e é uma moeda “forte”, fácil de trocar em qualquer país do mundo). O resto do meu dinheiro estava em cartão de débito internacional. Dessa forma, eu podia pagar na moeda de cada país, e a conversão era feita pelo próprio cartão, na hora do pagamento. Super prático e mais seguro do que ficar andando por aí com um monte de nota de dinheiro.

Cartão Nomad funciona na Europa?

Sim! Usamos o cartão débito internacional da Nomad (tanto o cartão físico quanto a versão digital) e deu tudo certo, funcionou perfeitamente bem. Pagamos contas em restaurantes, mercadinhos, cafés, atrações turísticas, no Uber e até no transporte público! Ele foi super bem aceito. Pouquíssimos lugares que visitamos no Leste Europeu aceitavam apenas dinheiro físico.

Quando nosso dinheiro no cartão Nomad estava acabando, tivemos apenas que adicionar mais reais ao cartão, convertê-los para dólares e usar o cartão para fazer pagamentos na moeda local. A Nomad faz a conversão na hora. E eles estão com uma novidade incrível: o saldo em euros! A partir de 12 de junho, vai ser possível fazer conversão instantânea de real ou dólar para euro direto no app! Isso vai te dar mais liberdade.

Ah, e se você abrir a sua conta internacional Nomad nesse link com o cupom VICIADA40 ganha até US$ 40 de cashback. Basta que, depois de abrir a conta, você adicione saldo em reais e converta para dólares pelo app da Nomad em até 15 dias após a abertura. O cashback de até US$ 40 vai aparecer disponível pra você em até 1 dia útil. Outra vantagem é que na Nomad não tem taxa de abertura de conta nem de manutenção mensal.

Basílica de Santa Maria, em Cracóvia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quanto custa viajar para o Leste Europeu? Preços por categoria

Visto

Não tivemos que gastar nada com vistos, porque nenhum dos lugares que visitamos exigia visto quando fomos (maio de 2026). A União Europeia ainda não estava exigindo o Etias (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem).

Passagem aérea

Pagamos R$ 5.223 por uma passagem aérea Rio de Janeiro x Munique (Alemanha) com retorno Cracóvia (Polônia) x Rio de Janeiro. Isso por pessoa e já com direito a despachar uma mala de até 23kg e ainda de levar 1 mala de até 12 quilos mais uma mochila na cabine. A passagem foi comprada com 6 meses de antecedência.

Perceba que chegamos por um país (Alemanha) e saímos por outro (Polônia). Ou seja, nossa passagem foi comprada no modo “múltiplos destinos”, em que você não entra e sai pelo mesmo país/cidade. Isso foi super vantajoso pra nós, porque assim a gente não teve que voltar para o mesmo país por onde a viagem começou só pra pegar um voo para o Brasil. Portanto, economizamos tempo e dinheiro.

E sim, na verdade a viagem começou pela Alemanha. Passamos uns dias em Munique e depois fomos de ônibus para o Leste Europeu, como explicarei a seguir. Porém, neste texto eu NÃO considerei nossos gastos na Alemanha, tá? É que o post é especificamente sobre quanto custa viajar para o Leste Europeu, área da qual a Alemanha não faz parte.

Ópera House, em Budapeste. Foto: Marcelle Ribeiro.

Seguro Viagem

É obrigatório ter seguro viagem para entrar na República Tcheca, Hungria, Eslováquia e Polônia, porque esses países assinaram o Acordo de Schengen, que permite a livre circulação em vários países da Europa. Você tem que ter um seguro com cobertura de pelo menos 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares.

Um seguro viagem para a Europa está custando a partir de R$ 9 por dia por pessoa apenas! E fica ainda mais barato se você comprar no site Seguros Promo com o cupom VICIADA25, que te dá 25% de desconto na compra de qualquer seguro. Além disso, você paga menos ainda se optar pelo PIX ou boleto bancário.

Eu mesma viajei para o Leste Europeu com um seguro do Seguros Promo. Mas como não tive nenhum problema de saúde ou com voos nem nada, não precisei acionar o seguro. Porém, em outras viagens já precisei ir ao médico no exterior e usei de fato o seguro do Seguros Promo. Fui super bem atendida. Fiz exames e consulta e deu tudo certo.

O site Seguros Promo é super prático. Primeiro você coloca algumas informações bem básicas da sua viagem na tela inicial. Depois, na próxima tela, ele te mostra vários seguros. E você pode usar filtros pra te ajudar a escolher o melhor plano. Além disso, dá pra comparar vários seguros de forma rápida.

Seguro Viagem:
Europa
Affinity 55 Essential Europa + Covid-19
Assistência médica EUR 55.000
Bagagem extraviada EUR 500 (COMPLEMENTAR)
*Valor referente a 7 dias de viagem.
Novo UA 100 Europa (exceto EUA)
Assistência médica USD 100.000
Bagagem extraviada USD 2.000
*Valor referente a 7 dias de viagem.
ITA 30 Europa +Telemedicina Albert Einstein
Assistência médica EUR 30.000
Bagagem extraviada EUR 1.250 (COMPLEMENTAR)
*Valor referente a 7 dias de viagem.

Hospedagem

Ao analisar quanto custa viajar para o Leste Europeu, você vai perceber que o gasto com hospedagem vai pesar um pouco. No total, gastamos 1.256 euros com 12 diárias de hotel. O que dá uma média de 105 euros por diária.

Nós pagamos o equivalente a:

  • 98 euros por cada diária de hotel em Praga (República Tcheca). Em quarto duplo, sem café da manhã, no hotel Assenzio Prague.
  • 130 euros por diária de hotel em Bratislava (Eslováquia). Em quarto duplo, mas com direito a café da manhã, no Beigli Hotel & Garden.
  • 80 euros por cada diária de hotel em Budapeste (Hungria). Em quarto duplo, sem café da manhã, mas com cozinha. Ficamos no Budapeste Holidays Downtown.
  • 130 euros por cada diária de hotel em Cracóvia (Polônia). Em quarto duplo, sem café da manhã, no Old Market Residence.

Note que os preços acima NÃO são por pessoa e sim pelo quarto duplo.

Nosso hotel na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Tipo de hotel influencia no preço

Mas qual o estilo dos nossos hotéis? Nos destinos em que pagamos mais barato (Praga e Budapeste), ficamos em bons bairros, mas com poucas atrações turísticas próximas (ou quase nenhuma). Por isso, precisávamos pegar transporte público toda vez que íamos turistar. Mas não estávamos muito distantes não, em 15 minutos de bonde ou metrô a gente chagava onde a gente queria. Ficamos em bairros seguros, bonitos, com mercadinhos e alguns restaurantes próximos.

Já na Eslováquia e na Polônia, ficamos super próximos aos pontos turísticos (íamos a pé). Talvez por isso as diárias lá tenham sido mais caras.

Gostei de todos os hotéis em que nos hospedamos. Eram limpos, bem decorados, com ótimo atendimento e bem localizados. Voltaria a me hospedar em todos eles.

Ah, uma amiga viajou comigo e com o maridão e ficou num quarto sozinha. Mas ainda assim, ela pagou o mesmo valor pela diária do que nós. Ou seja, se você não tiver com quem dividir o quarto, seu gasto será maior.

Nosso hotel em Cracóvia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Chip para celular

Ao analisar quanto custa viajar para o Leste Europeu, não esqueça de considerar o custo com chip para ter internet no celular o tempo todo. É importante estar conectado para poder ver mapas online, comprar ingressos de última hora, checar horários de transporte público…

Nós testamos dois chips nessa viagem:

Sinagoga Espanhola, em Praga. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeios e entradas

Quando pensamos em quanto custa viajar para o Leste Europeu, temos que lembrar também que vamos conhecer muitas atrações pagas e que isso pode pesar um pouco no orçamento.

Para economizar, a gente evitou contratar passeios de dia inteiro com transporte incluso. Mas conhecemos tudo que queríamos, só que indo de transporte público por nossa conta. Perdemos algumas horas tentando organizar a logística de horários de saída de trens, metrô e ônibus com a do início de visitas guiadas, mas pelo menos economizamos.

No total, gastamos o equivalente a 456 euros com entradas e passeios. Seguem os gastos, por pessoa:

Praga:

  • 110 euros – Prague Visitor Pass, passe que deu direito a transporte ilimitado e entrada em atrações de graça por 48h. Esse passe nos fez economizar.
  • 15 euros – Gorjeta no “Free tour pela Cidade Velha“.
  • 6 euros – Entrada na Igreja de São Nicolau.
  • 7,60 euros – Entrada no Monastério de Cesky Krumlov.
  • 10 euros – Visita guiada ao Teatro Nacional de Praga.

 

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Bratislava:

  • 30 euros – Bratislava Card, cartão que deu direito a transporte ilimitado e entrada em atrações de graça por 24h.

Palácio Presidencial de Bratislava. Foto: Marcelle Ribeiro.

Budapeste:

Termas em Budapeste (Hungria). Foto: Marcelle Ribeiro.

Cracóvia:

Leia mais no post O que fazer em Cracóvia.

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Transporte interno

Viajamos de uma cidade do Leste Europeu pra outra de ônibus na maioria das vezes, porque ficava mais barato e porque seria mais rápido do que ir de trem. E muitas vezes mais rápido até que ir de avião, já que para alguns trechos não havia voos diretos ou perderíamos muito tempo esperando em aeroportos. Compramos todas as nossas passagens de ônibus na Europa por este site.

Mas também fizemos uma viagem de trem. Nossos gastos foram os seguintes (por pessoa):

  • 20,50 euros – Ônibus de Munique pra Praga
  • 17,50 euros – Ônibus de Praga a Cesky Krumlov (ida + volta)
  • 20,40 euros – Trem de Praga a Bratislava
  • 13,50 euros – Ônibus de Bratislava a Budapeste
  • 18,20 euros – Ônibus de Budapeste a Cracóvia

Ou seja, apenas com deslocamentos de uma cidade pra outra gastamos 90,10 euros.

Além disso, teve os gastos com metrô, bonde, ônibus, Uber, táxi e passes de transporte urbano também. Com esses, gastamos 56,91 euros no total dos 12 dias de viagem. Usamos o transporte público na grande maioria das vezes e andamos muito a pé. Porém, em alguns momentos valeu a pena pegar Uber, especialmente na Polônia, onde a corrida não era cara. Alguns exemplos de preços:

  • Passe de 72h de transporte ilimitado em Budapeste: 16,40 euros por pessoa
  • Passe de 24h de transporte ilimitado em Praga: 5,80 euros por pessoa
  • Passagem individual unitária de bonde em Cracóvia: 1 euro por pessoa
  • Corrida de 30 minutos de Cracóvia pra uma cidade vizinha: 16 euros (a corrida)

Metrô em Budapeste. Foto: Marcelle Ribeiro.

Comida

O gasto com comida no Leste Europeu ficou em 43,93 euros por pessoa por dia em média. O gasto total para 12 dias deu 527,14 euros. Isso porque eu quase não consumi bebida alcoólica e porque na grande maioria das vezes o meu café da manhã foi comprado em supermercados (pão, queijo, iogurte ou leite proteico).

Além disso, eu evitava ir nos restaurantes das praças principais, e ia para ruas paralelas, para buscar melhores preços. Também quase nunca pedia entradinha ou sobremesa. O almoço e jantar era composto basicamente de um prato principal e uma bebida.

O gasto médio com comida por país por pessoa e por dia ficou assim:

  • República Tcheca: 49,98 euros
  • Eslováquia: 30,82 euros (mas aqui eu tinha café da manhã incluído na diária do hotel)
  • Hungria: 50,67 euros
  • Polônia: 37,84 euros

Goulash. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quanto custa viajar para o Leste Europeu? Gasto total

E afinal, quanto custa viajar para o Leste Europeu por 12 dias inteiros, fazendo uma viagem exatamente como a minha e conhecendo a Tchéquia, Eslováquia, Hungria e Polônia? Eu gastei 2.651,38 euros no total, o que se a gente considerar uma cotação de 1 euro = R$ 6, dá R$ 15.908,28.

Esse valor inclui a passagem de ida e volta desde o Rio de Janeiro, hospedagem, transporte interno, atrações, passeios e comida. Não incluí aí o custo com chip de internet para celular nem seguro viagem, porque eu ganhei estas coisas.

Igreja de São Francisco, em Cracóvia (Polônia). Foto: Marcelle Ribeiro.

Quanto custa viajar para o Leste Europeu? Gasto por país

Quais países do Leste Europeu são mais baratos?

Eu desconfio que o mais caro é a Áustria, que eu visitei anos atrás, em outra viagem. Não anotei os preços da Áustria, mas minha memória era de que tudo era caríssimo lá kkkk. Além de ser o mais “desenvolvido” dos países da região, a moeda dele é o euro, forte.

Mas em relação aos que conheci nesse meu roteiro pelo Leste Europeu, o gasto total por país por pessoa ficou assim:

  • República Tcheca: 608 euros (em 4 dias de viagem)
  • Eslováquia: 160,64 euros (em 2 dias)
  • Hungria:  466,04 euros (em 3 dias)
  • Polônia:  456,10 euros (em 3 dias)

Não coloquei nestes valores por país acima o custo da passagem aérea saindo do Brasil, tá? Nem chip ou seguro viagem. Incluí transporte interno, hospedagem, ingressos, passeios e comida.

Igreja Azul, em Bratislava, na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Eu achei que viajar para o Leste Europeu é barato mesmo?

Olha, a minha percepção geral foi que a Polônia é mais barata do que os demais países do Leste Europeu que visitei nessa eurotrip. Principalmente pelo preço da comida. Olhando o valor total que gastei na Polônia em 3 dias (456 euros), vi que ele ficou quase idêntico ao que gastei na mesma quantidade de dias na Hungria (466 euros). Porém, meu hotel na Polônia era muito melhor e mais bem localizado do que o da Hungria.

Ou seja, se eu tivesse ficado num hotel mais simples e menos bem localizado na Polônia, meu gasto total teria sido menor mesmo. O que contribui com a minha percepção de que a Polônia é o país mais barato de todos que visitei nessa viagem.

Ah, e se você está em busca de outros países baratos na Europa pra viajar, leia as minhas dicas sobre a Albânia. Este país é tão ou mais barato do que a Polônia e vale a pena! Outras opções para quem busca destinos baratos na Europa são Montenegro, Macedônia do Norte e a Bósnia-Herzegóvina, onde também já estive. Nenhum deles usa o euro como moeda oficial. E todos estes países são menos desenvolvidos que outros do continente.

Teatro Nacional Eslovaco. Foto: Marcelle Ribeiro.

Ainda está com dúvida sobre quanto custa viajar para o Leste Europeu? Escreva nos comentários.

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Marcelle Ribeiro: Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus 40 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada, tutora do cão mais fofo do mundo e viciada em pesquisar novos destinos.