Eu já estive duas vezes no Leste Europeu, visitei vários países da região e percebi que é preciso tomar cuidado com algumas coisas para não passar perrengue na viagem. Eu inclusive cometi alguns erros que me atrapalharam um pouco numa das minhas visitas a esta parte da Europa. Por isso, neste texto, eu vou te contar como não cometer erros comuns ao organizar uma viagem para o Leste Europeu.
Ah, mas neste texto eu estou chamando de Leste Europeu um grupo de países que outras pessoas chamam de Europa Central, como Áustria, Hungria, República Tcheca, Polônia e Eslováquia. Mas não existe uma regra definitiva de quais são os países que compõem o Leste Europeu, sabia? Depende de quem interpreta e como interpreta. Vários professores de geografia e um dos maiores jornais do Brasil entendem que os países que eu visitei pertencem sim ao Leste Europeu.
Eu decidi usar o termo “Leste Europeu” porque muitos brasileiros também usam ele para se referir a países como Áustria, Hungria, República Tcheca, Polônia e Eslováquia. É o nome que “pegou” pra essa região. E também há pessoas que entendem que países como a Croácia e a Eslovênia fazem parte do Leste Europeu.
Termas Széchenyi, em Budapeste, na Hungria. Foto: Marcelle Ribeiro.
Feitas estas observações, vamos aos erros que muita gente comete ao planejar uma viagem para o Leste Europeu? Ah, todos os preços são de 2026, ok?
Erros numa viagem para o Leste Europeu
1 – Não saber as regras pra entrar no Leste Europeu
Áustria, Hungria, República Tcheca, Polônia e Eslováquia não exigem visto de brasileiros. Pelo menos não exigiam quando eu fui, em maio de 2026. Porém, isso pode mudar com o tempo, né? Por isso, quando você for organizar a sua viagem para o Leste Europeu, confira se as exigências mudaram.
Ah, e até agosto de 2026 a União Europeia não estava pedindo o ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem), que algumas pessoas estão chamando de futuro “visto para a Europa”.
Além disso, brasileiros não precisam ter tomado vacinas específicas para entrar no Leste Europeu.
Porém, é obrigatório ter seguro viagem para entrar em vários países do Leste Europeu, como Áustria, Hungria, República Tcheca, Polônia e Eslováquia. E o seu seguro precisa ter uma cobertura de pelo menos 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares.
Recomendo comprar seguro viagem neste site, onde eu mesma já comprei diversas vezes e sempre deu tudo certo. Com o cupom VICIADA25 você ganha 25% de desconto na compra de qualquer seguro no site. Eu não tive nenhum problema de saúde ou com voos e malas nas minhas viagens para o Leste Europeu, então não precisei acionar o serviço. Mas eu já passei mal no exterior em outras viagens e tive que usar. Deu tudo certo e fui super bem atendida.
Eu geralmente prefiro viajar com planos que tenham uma cobertura maior para gastos com saúde, porque me sinto mais tranquila. Na última viagem para o Leste Europeu eu viajei com um plano que tinha cobertura de até US$ 100 mil para despesas hospitalares e médicas.
2 – Não saber comprar a passagem aérea
Sabia que não tem voo direto do Brasil para os países do Leste Europeu? Por isso, você vai ter que fazer escala em algum outro destino antes.
E um erro bem comum de quem planeja uma viagem para o Leste Europeu é comprar a passagem de avião saindo do Brasil e chegando num país e a volta ser desse mesmo país para o Brasil.
O ideal seria você fazer o que eu fiz. A minha passagem foi Rio x Alemanha (direto, sem escala) e Polônia x Rio. Eu entrei por um país da Europa e saí por outro. Assim, eu economizei tempo e dinheiro. Primeiro eu conheci a Alemanha, aonde eu cheguei de avião. De lá eu fui para a República Tcheca de ônibus, depois pra Eslováquia de trem, para a Hungria de ônibus e por fim para a Polônia (também de ônibus). E da Polônia eu voltei de avião para o Brasil, apenas com uma escala.
Ficou mais barato comprar passagem aérea assim. Isso é o que chamamos de “passagem múltiplos destinos“. Para comprar um bilhete assim, como o meu (Rio x Alemanha + Polônia x Rio), procure, nos sites das companhias aéreas, por “múltiplos destinos” ou expressões semelhantes.
Basílica de Santa Maria, em Cracóvia, na Polônia. Foto: Marcelle Ribeiro.
3 – Não pesquisar viagens de ônibus e trem
Quando eu fiz minha última viagem para o Leste Europeu, em 2026, era mais barato viajar de ônibus e de trem do que de avião. Além disso, muitas vezes era até mais rápido, se a gente considerar o tempo total que uma viagem de avião envolve.
É que quando você pega um avião de um país para outro, você tem que chegar com umas 2h de antecedência no aeroporto. Além disso, você ainda precisa andar um bocado dentro dos aeroportos grandes e esperar as malas. E mais: como os aeroportos normalmente ficam longe dos centros das cidades, a gente perde um tempo considerável pra chegar até eles.
Como são os ônibus no Leste Europeu?
Viajando de ônibus ou de trem, não. Você pode chegar com 30 minutos de antecedência. Além disso, sua mala sai do bagageiro e chega às suas mãos em 5 minutos. Outra coisa boa é que as estações de ônibus e trem normalmente ficam numa área central da cidade e você não vai perder muito tempo pra chegar até elas.
Ou seja, se você somar o tempo total que todo o processo de uma viagem internacional de avião viagem envolve, vai ver que viajar pelo Leste Europeu de ônibus ou trem é mais rápido que de avião.
Além disso, é bem mais barato. Eu cheguei a pagar apenas 13 euros pra ir da Eslováquia pra Hungria de ônibus. E isso com direito de levar uma mala grandona! A passagem mais cara de ônibus ou trem que eu paguei na minha viagem pelo Leste Europeu foi 20 euros.
De maneira geral, os ônibus que eu peguei eram pontuais e limpos. As cadeiras reclinavam e tinha banheiro. Quase todos os veículos estavam em bom estado. Só um que estava com problema em alguns assentos. Ah, e a gente usou mais ônibus do que trem, porque era mais barato. Eu viajei de trem só em um trecho e deu tudo certo. Ele era confortável, limpo e pontual. Tinha banheiro também.
Ônibus que usei na viagem pelo Leste Europeu. Foto: Marcelle Ribeiro.
4 – Achar que o wi-fi de hotel e de restaurantes basta
Não dá. Numa viagem para o Leste Europeu é importante ter internet no celular o tempo todo. Usamos muito a internet nos nossos smartphones para ver os horários de ônibus, de bonde e de metrô, abrir mapas online e ver onde era o ponto mais próximo e comprar ingressos de última hora. Além disso, falamos com a agência de passeio que contratamos pelo Whatsapp para combinar o horário do tour. Também usamos o chip de internet para transferir dinheiro e falar com a família.
Eu viajei com o eSIM, ou seja, um chip virtual dessa empresa, que eu já usei outras vezes e que funcionou muito bem. Ele funcionou em todos os países da Europa que eu visitei. E com o cupom VICIADAEMVIAJAR você tem 10% de desconto.
Já o meu marido usou o chip dessa outra empresa. Funcionou bem de maneira geral, mas em alguns momentos ele ficou sem sinal de internet. Em outras viagens, para outros países, eu já tive a oportunidade de usar outros chips para celular, como por exemplo esse chip e esse outro.
Precisamos falar com guia pra ir a Auschwitz, na Polônia. Foto: Marcelle Ribeiro.
5 – Achar que não vale a pena ir pra Eslováquia
Quando você for fazer uma viagem para o Leste Europeu, inclua a Eslováquia no seu roteiro. Tem gente que fala que é um país sem graça, mas eu achei Bratislava, a capital, uma gracinha. Passei um dia e meio lá e conheci o centro histórico, que é bem fofo, com ruas cheias de restaurantes, lojinhas e prédios charmosos, além de estátuas curiosas.
Eu também adorei a Igreja Azul, que é bem diferente do que eu já tinha visto. Ah, e a comida eslovaca é maravilhosa. Aliás, foi uma das melhores comidas que eu comi no Leste Europeu. Por isso, mesmo que você passe só um dia lá, vale a pena!
Saiba mais no texto “O que fazer em Bratislava”.
Igreja Azul, em Bratislava. Foto: Marcelle Ribeiro.
6 – Achar que a viagem para o Leste Europeu vai ser bem barata
Alguns países de lá realmente são mais baratos do que outros da Europa, como a Inglaterra, a França, a Noruega, a Suíça e a Dinamarca. Mas eu não achei a viagem para o Leste Europeu como um todo “uma pechincha” não.
Eu achei bem mais barato viajar para outros lugares da Europa, como a Albânia, a Bósnia e a Macedônia do Norte do que para o Leste Europeu. Por exemplo, na Albânia, eu gastei em média 36 euros por dia, por pessoa com comida. Já no Leste Europeu a média ficou em 44 euros.
Com hotel, eu gastava em média 72 euros por cada diária de um quarto duplo na Albânia. E isso na altíssima temporada. No Leste Europeu uma diária em quarto duplo ficava em média 102 euros. E não era em alta temporada não, era numa temporada “média”.
Eu cheguei a pagar 130 euros por diária de hotel em países como a Polônia e a Hungria, mas em hotéis muito bem localizados. Eu só consegui pagar menos em hotel no Leste Europeu quando optei por hospedagens um pouco mais distantes dos pontos históricos. Mas daí eu tinha que gastar com transporte público.
Veja o post Quanto custa viajar para o Leste Europeu para saber mais.
Portão de Michael, em Bratislava, na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.
7 – Não saber se é perigoso viajar pelo Leste Europeu
Tem quem fique na dúvida se viajar para o Leste Europeu é perigoso. Eu me senti insegura em apenas um momento, em Budapeste, na Hungria. Foi numa noite em que saímos de um bar de por volta de umas 22h30. Eu estava com mais três pessoas, sendo 2 homens. O bar ficava numa rua bem estreita e na saída tinha uns caras olhando para a gente com a cara meio estranha. Mas saímos andando e nada aconteceu.
Mas isso pode ter sido apenas impressão minha, já que eu moro no Rio de Janeiro e estou sempre alerta a tudo que envolve segurança.
Em 12 dias de viagem não fomos abordados por ninguém. Usei meu telefone no meio da rua para fazer vídeos e fotos inúmeras vezes, algumas à noite inclusive, e ninguém me alertou sobre nada.
Além disso, também não presenciei nenhum crime e nenhum morador nos deu qualquer alerta sobre cuidados com segurança que a gente deveria ter. Eu viajei com meu marido e uma amiga e quase não fiquei sozinha. Então, eu me senti segura no Leste Europeu.
Bar em Budapeste, na Hungria. Foto: Marcelle Ribeiro.
8 – Não entender bem as temperaturas da primavera
Eu fui para o Leste Europeu na primavera, no início de maio, e a temperatura estava uma loucura. Eu até peguei alguns dias com termômetros na casa dos 20ºC, mas foram em poucos dias e mesmo assim em apenas um alguns momentos do dia. Em vários dias peguei frio de 8ºC e 12º. E teve dia em que choveu.
Em Budapeste eu passei um perrengue danado num dia com muito vento, que deixou a sensação térmica bem mais baixa do que a que os termômetros estavam marcando. E, mesmo com várias camadas de roupa e até mesmo com casaco corta-vento, foi dureza aguentar o frio na bochecha e no nariz.
Dia “quente” na Eslováquia. Foto: Maridão.
9 – Não levar roupas apropriadas
Esse foi um erro que eu cometi quando fiz a mala pra minha viagem para o Leste Europeu. Eu até levei calça térmica, mas não levei blusa térmica, pois achei que não ia precisar. E fez falta, viu? Até procurei para comprar lá na Europa mesmo, mas não encontrei, porque é difícil achar lojas que vendam artigos de inverno em plena primavera. E, nas poucas lojas em que havia roupas de inverno, tinha pouquíssimas opções no estoque.
Também me arrependi de não ter levado uma pescoceira, para proteger o pescoço no frio. Acabei levando apenas cachecóis mais levinhos. Eu até tinha uns mais grossos e quentinhos, mas deixei no Brasil. Além disso, errei ao levar apenas um casaco corta-vento, porque como essa era a última “camada” de roupa que eu colocava, eu acabei aparecendo em várias fotos com a mesma roupa.
A Hungria foi um país onde eu passei bastante frio. Foto: Maridão.
10 – Desconhecer a temperatura nos quartos dos hotéis
Essa é uma dica que vale não apenas para sua viagem para o Leste Europeu, mas pra destinos de frio de maneira geral. Muitos hotéis de lugares frios são construídos de forma a reter o calor. Ou têm aquecedor central, em que não dá para os hóspedes terem controle da temperatura dos quartos. E qual o problema que acontece? Muitas vezes na rua está super frio, mas no quarto do hotel está quente demais.
Saiba que ar-condicionado no Leste Europeu é coisa rara. Por isso, quando a gente chegava num hotel para fazer check-in, já pedíamos logo um ventilador portátil para colocar no quarto. Usamos o ventilador em quase todos os países da nossa última viagem para o Leste Europeu, com exceção da Polônia. Ah, e leve pijaminhas frescos para dormir!
Meu hotel em Bratislava, na Eslováquia. Foto: Marcelle Ribeiro.
11 – Não saber quantos dias ficar no Leste Europeu
Dependendo de quais países você quer conhecer no Leste Europeu, você vai ter que ficar mais dias. Para conhecer a República Tcheca, a Hungria, a Polônia e a Eslováquia, eu levei 12 dias inteiros (sem contar o dia que levei voando do Brasil pra Europa e o dia de voar de volta para o Brasil). E olha que na maioria desses países eu conheci apenas uma cidade.
Mas achei 12 dias o suficiente e adequado pra conhecer Praga, Bratislava, Budapeste e Cracóvia. Não ficou um roteiro corrido não. Teve alguns dias que até acordamos mais tarde. E, em geral, às 17h a gente já estava de volta no hotel pra descansar antes de jantar.
Já para conhecer a Áustria eu levei 6 dias. Mas foi corrido, porque meu roteiro incluiu não apenas Viena como também Melk, Salzburg e Hallstatt. Eu teria ficado mais dias.
Ou seja, para conhecer esses 5 países que eu citei, você vai levar uns 18 a 20 dias inteiros. Mais pelo menos 1 dia pra ir do Brasil pra Europa e outro dia pra voltar.
Biblioteca Klementinum, em Praga, na Tchéquia. Foto: Marcelle Ribeiro.
12 – Não saber como montar um roteiro pelo Leste Europeu
O ideal é que você visite primeiro um país e depois vá para um outro vizinho, para você perder menos tempo em deslocamento. Os países que eu conheci fazem fronteira uns com os outros e dá para ir de um para o outro de trem e ônibus. As viagens de ônibus e trem são relativamente “curtas”. A mais longa durou 7h (entre Budapeste, na Hungria, e Cracóvia, na Polônia).
Além disso, você pode viajar entre os países do Leste Europeu de avião. Porém, eu não vejo muito sentido viajar de avião entre esses destinos. É que vai ficar mais caro e o tempo total que você vai gastar (considerando tempo de voo + deslocamento até aeroporto + tempo de antecedência necessário antes do voo + tempo pra retirar malas) vai ser maior do que viajar de ônibus ou trem.
O meu roteiro pelo Leste Europeu de 2026 foi assim:
Praga e Bratislava
- 1º dia – Praga: Biblioteca Klementinum e Torre Astronômica + Tour guiado (Palácio Wallenstein + estátuas de pessoas urinando + Muro John Lennon + Ponte Carlos) + Biblioteca Municipal de Praga + Praça da Cidade Velha + Torre do Relógio + Sinagoga Espanhola + Velha Nova Sinagoga + Cemitério Judeu + Pilsner Urquell Experience.
- 2º dia – Praga: Igreja de St. Nicholas de Mala Strana + Castelo de Praga (Catedral de São Vito + Golden Lane e os jardins) + Igreja Loreto + passeio de barco.
- 3º dia – Praga: Bate-volta para Cesky Krumlov (Igreja de São Vito + Monastério + Castelo de Cesky Krumlov + parque da cidade).
- 4º dia – Praga: Torre de Pólvora + Casa Municipal + igrejas Nossa Senhora Antes de Tyn e St. Nicholas da Cidade Velha + estátuas Man Hanging e Cabeça de Kafka + Tour guiado no Teatro Municipal de Praga + Parque Letná + bar com trilhos de trem nas mesas.
- 5º dia – Bratislava: Ida de Praga pra Bratislava de ônibus + Palácio do Primaz + Portão de Michael + estátuas Man at work, Schöne Náci e de Napoleão + degustação de vinhos.
- 6º dia – Bratislava: Igreja Azul + jardins do Palácio Presidencial + Castelo da Eslováquia por dentro + Catedral de St. Martin + ida para a Hungria de ônibus.
Cesky Krumlov, na República Tcheca. Foto: Marcelle Ribeiro.
Budapeste e Cracóvia
- 7º dia – Budapeste: Praça dos Heróis + Parque da Cidade + Castelo Vajdahunyad + Capela Jaki Kapolna + Museu Etnográfico + Termas Széchenyi + Ópera Estatal Húngara + Bar em ruínas.
- 8º dia – Budapeste: Atrações de Peste: Basílica de Santo Estevão + Praça Elizabeth + Ponte da Liberdade + Grande Mercado Central de Budapeste + Rua Váci + Sinagoga da Rua Dohány + Parlamento da Hungria + Sapatos às margens do Rio Danúbio + Praça da Liberdade + passeio de barco à noite.
- 9º dia – Budapeste: Free tour por Buda: Igreja Matthias + Castelo de Buda + Bastião dos Pescadores + Ponte das Correntes + Café Nova York + ônibus para a Polônia.
- 10º dia – Cracóvia: Mina de Sal de Wieliczka + Mercado dos Tecidos.
- 11º dia – Cracóvia: Atrações da Cidade Velha de Cracóvia: Barbican + Praça Central da Cidade Velha + Castelo de Wawel + jardim Planty + igrejas de Santo Adalberto, de São Francisco, de São Pedro e São Paulo, de Santo André e Dominicana.
- 12º dia – Cracóvia: Catedral de Wawel + Basílica de Santa Maria + Bairro Judeu + Fábrica de Oskar Schindler + Praça dos Heróis do Gueto.
- 13º dia: Voei de Cracóvia para o Brasil, com escala na Alemanha.
Mina de Sal em Cracóvia. Foto: Marcelle Ribeiro.
Meu roteiro pela Áustria:
Anos antes de conhecer a República Tcheca, a Eslováquia, a Hungria e a Polônia, eu conheci a Áustria e o meu roteiro foi esse:
- 1º dia – Viena: Complexo Hofburgo + fachadas de prédios históricos como o da Prefeitura, Parlamento, Teatro de Viena, a Universidade de Viena e o Secession + Catedral de Santo Estevão.
- 2º dia – Viena: Palácio Schönbrunn + casa de ópera Staatsoper + Centro Cultural Haus der Musik.
- 3º dia – Melk: Peguei um trem para Melk. Abadia de Melk + passeio de barco pelo Rio Danúbio + centro da cidade de Spitz + trem pra cidade de Salzburg. Dormi em Salzburg.
- 4º dia – Passeio de Salzburg para Hallstatt: Lago lindo + centro histórico + mina de sal por dentro.
- 5º dia – Salzburg: Jardins do Castelo de Mirabell + Catedral de Salzburg + estátua de Mozart + Igreja de St. Peters e Fortaleza Hohensalzburg + trem pra Viena de noite.
- 6º dia – Viena: Palácio Belvedere. Retorno para o Brasil à tarde.
Tem mais dicas de viagem para o Leste Europeu? Escreva nos comentários.
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