O que fazer em Munique? Melhores passeios e roteiro de 5 dias!

postado por Marcelle Ribeiro e publicado em 26/06/2026

Munique, na Alemanha, é uma cidade muito conhecida por causa da Oktoberfest, a festa da cerveja que acontece em outubro. Mas, mesmo quem não pretende ir a essa festa, tem muito o que fazer em Munique. Esse foi o meu caso. Eu não bebo cerveja, fui em abril e adorei a cidade, que tem muitas áreas verdes e bonitas. Além disso, lá tem várias atrações históricas interessantes. Por isso, neste texto vou te dar dicas de pontos turísticos em Munique que realmente valem a pena, passeios a destinos próximos e muito mais.

Eu consegui conhecer Munique melhor do que muitas pessoas, porque fiquei mais tempo lá do que a média. Ah, e eu fui na primavera, época em que as árvores estão verdinhas e lindas. Veja o índice desse texto abaixo:

Roteiro em Munique resumido
Quantos dias ficar em Munique?
Atrações
Como se locomover
Onde se hospedar

Ah, e já aviso que todos os preços citados neste texto são de 2026.

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O que fazer em Munique? Vá ao museu Residenz! Foto: Marcelle Ribeiro.

O que fazer em Munique? Roteiro resumido

Minha viagem para Munique durou 4 dias e meio, porque eu queria conhecer não só a cidade, mas também regiões próximas a ela, em alguns passeios. Veja como foi meu roteiro em Munique:

  • 1º dia: Igreja de São Pedro + Nova Prefeitura + Tour guiado no Centro Histórico (Marienplatz + Velha Prefeitura + Catedral de Munique + Praça Max-Joseph-Platz + Praça Odeonsplatz) + Igreja Theatine + Viktualienmarkt + Englisch Garten + Hofbrauhaus.
  • 2º dia: Castelo da Cinderela + Centro Histórico de Fussen.
  • 3º dia: Palácio Residenz + Teatro Cuvilliés + Hofgarten.
  • 4º dia: Montanha Zugspitze + Lago Eibsee.
  • 5º dia: Palácio Nymphenburg + almoço + ônibus para a República Tcheca à tarde.

Quantos dias passar em Munique?

Tem muito o que fazer em Munique do que você imagina. Por isso, eu decidi ficar quase 5 dias na cidade, para conhecê-la bem e também ir a lugares lindos nas proximidades. Um dos passeios que eu fiz e amei foi para o Castelo da Cinderela (Neuschwanstein), que é um dos mais famosos da Alemanha. Ele inspirou Walt Disney.

Também aproveitei para conhecer a montanha Zugspitze, a mais alta do país. Apesar de não ser uma atração muito famosa entre os brasileiros, vale muito a pena fazer esse passeio, porque é um lugar lindo! Além disso, lá eu consegui ver neve em plena primavera.

Agora se você só quer conhecer a cidade de Munique mesmo, o ideal é ficar 2 dias inteiros. Eu consegui conhecer tudo que eu queria em 2 dias e meio, mas isso porque eu fui no Palácio Nymphenburg, que não é uma atração tão conhecida e famosa. Ah, mas não fui em alguns lugares como museu da BMW e estádios.

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Museu das Carruagens, no Palácio Nymphenburg. Foto: Marcelle Ribeiro.

O que fazer em Munique? Atrações

Igreja de São Pedro (Alter Peter)

A Igreja de São Pedro é uma das atrações do Centro Histórico que valem a pena. Ela foi construída no século XII, mas foi bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial. Por isso levou anos para ela ser reconstruída.

A igreja é linda, tem muito dourado e está super bem conservada. O altar é bonito, assim como o enorme órgão e o teto cheio de desenhos. A entrada é gratuita e em 10 ou 15 minutinhos você conhece ela toda. Ela funciona de segunda a sexta das 9h às 18h30. E aos sábados e domingos das 10h às 18h30.

Dá pra subir na torre dela pra ver a vista (por 5 euros), mas não tem elevador.

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Igreja de São Pedro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Marienplatz e Nova Prefeitura (Neues Rathaus)

Outra atração do Centro Histórico que impressiona é a Nova Prefeitura (Neues Rathaus), que fica na praça Marienplatz. Ela tem uma torre enorme, e muitos detalhes em estilo gótico, cheio de partes pontudas. Foi construída entre 1867 and 1905 e fica ainda mais linda à noite, com iluminação especial.

Na torre da Nova Prefeitura tem o Glockenspiel, um famoso relógio mecânico com bonequinhos que se mexem todos os dias, às 11h e 12h. E, quando é verão, ocorre também às 17h. Junta um monte de gente na praça pra ver esse “showzinho de bonecos medievais”, que dura poucos minutos.

Vale a pena subir na torre da Nova Prefeitura. Lá de cima a gente viu atrações da cidade como a Igreja de São Pedro e o Viktualienmarkt. Pagamos 7 euros para subir e tem elevador! A torre está aberta todos os dias das 10h às 20h.

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O que fazer em Munique? Veja a Nova Prefeitura. Foto: Marcelle Ribeiro.

Tour guiado a Centro Histórico (Altstadt)

Além de conhecer a Nova Prefeitura e a Igreja São Pedro por conta própria, eu fiz um tour guiado gratuito por outras atrações do Centro Histórico (Altstadt) de Munique. Não é exatamente gratuito, pois espera-se que você dê uma gorjeta ao final dele (eu dei 10 euros). O passeio começou pela praça Marienplatz, e vimos o relógio mecânico da Nova Prefeitura se mexer.

Passamos também pelo Viktualienmarkt, um mercado ao ar livre onde também há um biergarten, ou seja, um “jardim de cerveja”. É um lugar com muitas mesas e lugares pra tomar cerveja e provar comidinhas de rua.

Nosso tour também passou pelo prédio da Velha Prefeitura (Altes Rathaus) e pela Max-Joseph-Platz, praça que tem prédios bonitos e onde fica o Teatro Municipal de Munique.

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Prédio da Velha Prefeitura. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Teatro Municipal de Munique. Foto: Marcelle Ribeiro.

A Catedral de Munique (Frauenkirche) foi outro ponto turístico que visitamos. Ela foi construída no século XV, com estilo gótico. O interior é bem simples, mas as torres da fachada impressionam. No piso da parte de dentro há uma marca de pegada que, diz a lenda, é do diabo, que tentou entrar na catedral. A Frauenkirche funciona de segunda a sexta das 10h às 11h30 e das 13h às 17h30. A entrada é grátis.

O tour guiado terminou na Odeonsplatz, uma praça onde ficam a Igreja Theatine, o Museu Residenz e o prédio histórico Feldherrnhal.

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Catedral de Munique. Foto: Marcelle Ribeiro.

Viktualienmarkt

Quando o tour acabou resolvemos voltar para o Viktualienmarkt, para almoçar. É um ambiente agradável, grande, arborizado e com muitos bancos na sombra. Mas saiba que você vai dividir a mesa com desconhecidos, ok? O mercado estava cheio, mas mesmo assim foi fácil encontrar onde sentar e pegar nossa comida. Provamos a famosa salsicha alemã no pão, cerveja, pepino em conserva e currywurst com fritas.

Ah, lá tem stands que vendem queijos, mel, carnes, presuntos, alimentos em conserva e lembrancinhas. Além disso, no meio do mercado há uma escultura de árvore enorme, chamada “árvore de maio”. Ela tem desenhos que representam os produtos vendidos ali, como seis marcas de cerveja.

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Viktualienmarkt. Foto: Marcelle Ribeiro.

Igreja Theatine (Theatinerkirche)

Essa igreja impressiona por dentro e por fora e é a mais bonita entre as igrejas de Munique que visitamos. A fachada amarela é linda! Além disso, o interior tem estilo barroco, cheio de detalhes trabalhados, toda branquinha! Ela foi pensada por arquitetos italianos e construída no século XVII. A entrada é gratuita.

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Igreja Theatine. Foto: Marcelle Ribeiro.

Jardim Inglês (Englischer Garten)

Quando você estiver decidindo o que fazer em Munique, não deixe de fora esse jardim, que é um dos maiores parques urbanos do mundo. Ele tem um tamanho de cerca de 640 campos de futebol!

O jardim tem várias atrações, mas com certeza a mais inusitada é um ponto onde surfistas ficam pegando “ondas eternas” no rio Eisbach. Isso mesmo, onda em rio (Eisbachwelle). E do lado de uma rua por onde passam muitos carros, a Prinzregentenstrasse. É bem curioso! As ondas ficam num ponto do parque perto do Haus der Kunst (um centro de arte contemporânea).

Outra atração do Englischer Garten é a Torre Chinesa (Chinesischer Turm), que fica bem do lado de um jardim de cerveja, onde você pode comprar uma cervejinha, petiscos e sentar para descansar admirando as árvores. É muito agradável!

Também vimos o Monopteros, que parece um gazebo com colunas e uma cúpula brancas, no alto de uma montanha com grama verdinha. Bem bonito.

Além disso, o Jardim Inglês tem áreas para praticar esportes, pedalar ou simplesmente sentar num banquinho. A entrada é grátis e ele não tem portões. Nós levamos cerca de 1h30 pra conhecer essas atrações acima.

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Surfistas no Englischer Garten. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hofgarten

Gosta de natureza e quer mais dicas do que fazer em Munique? Então vá ao Hofgarten, um jardim super bonito e bem cuidado. Ele tem um gazebo lindo no meio, onde alguns músicos se apresentam por gorjeta. Mas confesso que achei que tinha poucas flores lá (e olha que eu fui na primavera!). A entrada é gratuita e ele está sempre aberto. Ah, como não é um lugar super grande, em 30 minutos você conhece.

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Hofgarten. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio Residenz

Esse é um dos maiores palácios da Europa e vale a pena, porque é lindíssimo! Foi nele que moraram os reis da Bavária até 1918. Em 1920 ele virou um museu. Muitas áreas dele foram destruídas durante a Segunda Guerra Mundial, mas depois foram reconstruídas e redecoradas.

A visita é dividida em várias partes. Você pode comprar ingresso apenas para a parte principal ou também bilhetes “combo” que incluem a área do Tesouro e o Teatro Cuvillés. Eu levei umas 2h conhecendo a parte principal, mais 45 minutos no Tesouro e mais uns 20 minutos no Teatro Cuvilliés. Ou seja, passei mais de 3h no complexo. Paguei 20 euros pra ver tudo. E gostei muito!

Na “parte principal” vimos uma sala enorme e impressionante, com o teto todo decorado com desenhos e dourados e dezenas de bustos de pessoas importantes. Na sequência apreciamos esculturas grandes feitas de conchas do mar, salões de 1590 com lustres riquíssimos, uma escadaria linda e uma grande coleção de porcelana chinesa, do século XVI. Como nessa época os europeus não dominavam a arte da porcelana, eles exportavam da China. Ter porcelanas era algo considerado super chique.

Também vimos quartos do rei e da rainha (com cama e tudo); sala de desenho com arpas lindas; sala do trono; mesas de jantar com pratos e travessas de prata ou de ouro; e até uma capela, do século XVII e no estilo rococó.

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Palácio Residenz. Foto: Marcelle Ribeiro.

Tesouro e Teatro Cuvilliés

Já na área do Tesouro vimos muitas joias enormes, coroas, peças de cristal e espadas de ouro. Tinha até uma mala com uma espécie de kit de viagem, com talheres, pratos, tesouras e navalhas. É bem impressionante.

Outra parte que conhecemos foi o Teatro Cuvilliés, que tem estilo rococó, bancos vermelhos e muitos detalhes dourados. Tudo muito rico! Uma das primeiras performances de Mozart foi nesse teatro, em 1771.

A parte principal e o Tesouro abrem todos os dias, nos seguintes horários:

  • 28/03 a 19/10: das 9h às 18h
  • 20/10 a 27/03: das 10h às 17h

Ao decidir o que fazer em Munique, não deixe de entrar no Residenz!

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O que fazer em Munique? Vá ao Teatro Cuvilliés. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cervejarias

Numa cidade famosa pela festa da cerveja (a Oktoberfest!) você tem que visitar uma cervejaria! Nós fomos a duas, que produzem suas próprias cervejas. Mas não vimos nada do processo de fabricação, tá? Fomos pra comer e beber.

A mais famosa e uma das mais antigas é a Hofbrauhaus. Ela tem um restaurante enorme, com teto decorado e está sempre cheia. Lá tem até músicos tocando canções típicas. A comida não é nada demais e as mesas são compartilhadas com desconhecidos. Mas ainda assim, vale a visita.

Outra cervejaria que visitamos foi a Augustiner. Porém, o restaurante dela é mais “comum”, sem uma decoração de destaque e sem música. Porém, a comida e a cerveja de lá são melhores do que na Hofbrauhaus.

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Hofbrauhaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio Nymphenburg

O Palácio Nymphenburg foi construído para ser usado pela corte apenas no verão. Porém, como ele recebeu aquecimento central, acabou sendo frequentado o ano inteiro. Ele tem salões grandes, com lustres lindos, muitos desenhos nas paredes e muitos detalhes dourados. Levamos uns 30 minutos pra visitar a parte “principal” dele.

Como compramos um ingresso “combo”, que nos dava direito a ver várias áreas do palácio, também visitamos o Museu das Carruagens, no mesmo complexo. Passamos uns 40 minutos lá admirando carruagens suntuosas, com muito dourado, usadas em cerimônias de coroação de reis, do século XVIII. Tinha também mantas chiques para cavalos, carruagens usadas em procissões e festas da corte, outras usadas em enterros e trenós lindíssimos de reis. Adorei!

Depois passamos uns 20 minutos no museu da Porcelana, também parte do Nymphenburg. Tinha muitos pratos, travessas e objetos de decoração de porcelana, mas essa parte eu não achei tão incrível não.

E ainda conhecemos em 10 minutos o Amalienburg, um pequeno palácio, anexo ao palácio principal, que era uma base de apoio para a corte para atividades de caça. Por fora ele não está bem conservado, mas por dentro é bacana, porque tem uma decoração em prata bem diferente.

Além disso, vimos os jardins do castelo Nymphenburg, que são gratuitos. Eles são enormes, mas tinha poucas flores quando fomos (e olha que era primavera!). Passamos uns 30 minutos lá.

O Palácio Nymphenburg fica em Munique mesmo, mas um pouquinho mais afastado da região central. Pagamos 20 euros num ingresso que dava direito a ver todas essas atrações. Porém, para entrar é preciso comprar o ingresso para um horário específico. Eu comprei de véspera.

Horários de funcionamento

Área principal, museu das porcelanas e das carruagens:

  • de 01/04 a 15/10, das 09h às 18h.
  • de 16/10 e 31/03, das 10h às 16h.

Jardins:

  • Janeiro a março e novembro a dezembro: 6h às 18h.
  • Abril e outubro: 6h às 20h.
  • Maio a setembro: 6h às 21h30.
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O que fazer em Munique? Vá ao Palácio Nymphenburg. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museus

Quando eu estava decidindo o que fazer em Munique acabei deixando os museus de fora do roteiro, porque preferi focar em palácios e em atrações ao ar livre. Mas você pode conhecer os museus também!

A Antiga Pinacoteca (Alte Pinakothek) tem 700 peças, como quadros de Rembrandt. Custa 9 euros.

A Pinacoteca Moderna (Neue Pinkothek) está temporariamente fechada, pois está em reforma. Entretanto, lá você vai ver obras de artistas renomados, como Van Gogh, Cézanne e Gustav Klimt.

Já o Museu de Ciência e Tecnologia (Deutsches Museum) tem 19 exposições permanentes.

E o Museu Paleontológico (Palaeontological Museum) tem animais e plantas da antiguidade, além de fósseis de tigres dente-de-sabre, elefantes e dinossauros.

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Allianz Arena e Museu do Bayern

A Allianz Arena é um dos principais estádios de Munique, com capacidade para 75 mil pessoas. É onde o time Bayern de Munique joga. Você pode fazer uma visita guiada no estádio.

Aliás, é lá que fica o Museu do Bayern. Ele tem uma exposição interativa, além de troféus, uniformes do time e chuteiras. Também há réplicas em tamanho real do atual elenco. O ingresso custa 12 euros.

Museu da BMW e BMW Welt

O Museu da BMW tem carros e motos antigas da marca (alguns apareceram em filmes como os de James Bond). A entrada custa 17 euros.

Já no BMW Welt você vai ver os modelos mais recentes da BMW. A entrada é grátis.

Parque Olímpico (Olympiaberg)

O Parque Olímpico foi construído para os Jogos Olímpicos de Verão de 1972. Lá ficam a Torre Olímpica, o Estádio Olímpico, a Montanha Olímpica, o Calçadão das Estrelas de Munique, a Torre de Aventuras SAYAQ e atrações esportivas e culturais.

É um lugar onde costumam ser realizados festivais  gastronômicos e de teatro, além de shows. Eu não conheci porque não achei que valia a pena.

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Passeio para o Castelo da Cinderela (Castelo Neuschwanstein)

O Castelo Neuschwanstein é um dos castelos mais famosos da Alemanha. Ele teria sido o castelo que inspirou Walt Disney a fazer os castelos nas histórias de Cinderela e A Bela Adormecida. Você vai precisar de um dia inteiro para conhecer o lugar, porque ele fica em Fussen, a 2h de Munique.

Não é permitido filmar e nem fotografar quase nada dentro do castelo. Mas ele é lindo, por fora e por dentro! Aproveite para passear pelo centro de Fussen também, que é fofo!

A maneira mais fácil de ir pra lá é num passeio guiado. Separei 3 que parecem bons:

Eu fui ao Neuschwanstein por conta própria, de transporte público, como explico neste texto. O castelo abre todos os dias.

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Castelo da Cinderela. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeio para a montanha Zugspitze

A montanha Zugspitze é a mais alta da Alemanha, e fica a quase 3 mil metros acima do nível do mar. É um lugar lindo, com neve mesmo no verão e de onde você pode ver dezenas de montanhas. Além disso, lá de cima tem uma vista linda das águas verde-esmeralda do lago Eibsee.

Zugspitze fica na cidade de Garmisch-Partenkirchen, a 1h30 de trem de Munique. Para chegar lá fiz o seguinte:

  • Trem da estação central de Munique a Garmisch-Partenkirchen (18 euros ida + volta com o Bayern Ticket) – 1h30
  • + Trem de Garmisch-Partenkirchen para a base de Zugspitze (20 minutos)
  • + Teleférico com uma vista linda da base ao topo de Zugspitze (10 minutos)

O segundo trem e o teleférico estão inclusos no ingresso de Zugspitze, que custa 70 euros.

Vá agasalhado, porque no topo da montanha estava fazendo 2ºC em maio (na base estava 23ºC). Aliás, dependendo da época do ano, você pode esquiar em Zugspitze, porque há uma estação de esqui lá.

Ah, no topo tem uma porta que se você atravessar, já está na Áustria. É que parte da montanha pertence à Alemanha e a outra à Áustria. Além disso, em Zugspitze tem restaurante e um mini museu sobre a construção da ferrovia que leva à montanha. Adorei a experiência e por isso, te digo: ao decidir o que fazer em Munique, não deixe Zugspitze  de fora!

montanha neve

Montanha Zugspitze. Foto: Marcelle Ribeiro.

Lago Eibsee e Garmisch Partenkirchen

Quando você for a Zugspitzea aproveite pra conhecer o Lago Eibsee, bem pertinho. Lá tem restaurantes, prainha, patos lindinhos, e lugar pra alugar caiaque e pedalinho. E a cor da água é linda!

Nesse dia conhecemos também o centrinho de Garmisch-Partenkirchen. Em 40 minutos de caminhada por lá, vimos alguns prédios com desenhos na fachada, mas são poucos. Confesso que achei o centrinho meio sem graça.

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Lago Eibsee. Foto: Marcelle Ribeiro.

Tour para Dachau

Perto de Munique tem o campo de concentração Dachau, onde milhares de judeus foram mortos na Segunda Guerra Mundial. Hoje no lugar funciona uma espécie de museu/memorial. Fica a 20km de Munique (40 minutos de carro). Uma forma prática de ir pra Dachau é nesse tour guiado. Custa 31 euros e dura 5h. O valor inclui ingresso e guia em espanhol.

Passeio pra Nuremberg

Nuremberg foi a cidade onde vários nazistas foram julgados após a Segunda Guerra Mundial. E dá pra visitar a região num passeio guiado, em que você conhece o centro histórico, a Cidade Velha, o Castelo Imperial, as lindas igrejas góticas e mercados de mais de 700 anos. O tour dura 10h, custa 79 euros e inclui guia em inglês e transporte de trem. A cidade fica a 1h47 (170 km) de Munique.

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Tour a Salzburg

Se você quer sair um pouco de Munique e conhecer outros lugares, faça um passeio para Salzburg, na Áustria. Essa cidade fofa e charmosa fica a 148 km de Munique (2h de carro). Lá você verá a casa onde o músico Mozart nasceu, os jardins do castelo Mirabell, lagos famosos, o rio Salzach e a catedral de Salzburg.

Separei dois tours interessantes pra lá

  • De ônibus: Custa 74 euros e inclui guia em inglês. Duração de 11h.
  • De trem: Dura 10h e custa 76 euros. Inclui guia em espanhol e bilhete para o trem.
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Castelo Mirabell, em Salzburg. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeio a Tirol e Innsbruck

Outras cidades da Áustria que podem ser visitadas a partir de Munique são Tirol e Innsbruck. Elas ficam a cerca de 160 km de distância (2h de carro). Neste passeio a Tirol e Innsbruck você vai conhecer Alpbach, uma cidade que fica na região alpina Tirol. Depois, vai a Innsbruck, onde tem o Museu Tirol Panorama e o trampolim de saltos de esqui. Além disso, ainda em Innsbruck, você vai ver o centro histórico, onde há atrações como o Arco do Triunfo e o Hofburg, antigo palácio imperial.

O passeio dura 11h e custa 85 euros. Inclui guia em espanhol e transporte.

Tour a Rothenburg e à Rota Romântica

Rothenburg é uma cidade medieval com ruas charmosas e prédios super conservados. E apesar de não ficar super perto de Munique (254 km ou 2h30 de carro), dá pra conhecê-la nesse passeio guiado pela Rota Romântica, um percurso de 350 km que liga os principais pontos da região da Baviera.

O tour passa também pelo Castelo de Harburg, um dos castelos medievais mais antigos da Alemanha. A excursão inclui transporte e guia. Custa 82 euros e tem duração de 10h30.

Como se locomover em Munique?

Agora que você já tem uma ideia geral sobre o que fazer em Munique, preciso falar sobre transportes! A cidade é muito bem servida de transporte público. O metrô leva a todos os lugares turísticos. Também andei de bonde. Ambos os transportes eram bem limpinhos e pontuais. Não tem necessidade de alugar carro e nem de pegar carro por aplicativo em Munique.

Aliás, tem até trem expresso que liga o aeroporto à parte central da cidade e se conecta com as linhas de metrô.

metrô

Trem em Munique. Foto: Marcelle Ribeiro.

Onde se hospedar em Munique?

Além de saber o que fazer em Munique, é importante entender onde ficar hospedado lá. Se você quer ficar perto das principais atrações, fique no Centro Histórico (Altstadt). Porém, saiba que esta é a região mais cara da cidade.

Eu me hospedei no Grand Hotel Palladium e gostei bastante. Ele fica fora do centro histórico, no bairro de Obersendling, onde há diversos apartamentos, supermercados e alguns escritórios. Contudo, não havia muitas padarias, restaurantes e nem lanchonetes. Mas eu me senti segura por lá e era bem bonito. Além disso, tinha uma estação de metrô a 5 minutos do hotel e em 15 minutos eu estava no Centro Histórico.

Saiba mais no post Hotéis Baratos em Munique.

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Grand Hotel Palladium. Foto: Marcelle Ribeiro.

Ainda está com dúvidas sobre o que fazer em Munique? Escreva nos comentários!

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