Macau: das pedrinhas portuguesas ao bungee jump

postado por Marcelle Ribeiro em 28/07/2012 - Atualizado em: 08/02/2019
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Vou dar uma breve pausa na publicação dos posts sobre a Turquia para prestigiar o meu cunhado, Gustavo Calil, que volta a contar aqui as suas aventuras na China. O Gustavo esteve por lá no final de 2011 e já contou parte de sua viagem aqui (veja a lista de todos os posts do Gustavo). Para quem não lembra, foram cerca de 30 dias em território asiático. Nesse post vou falar sobre um dos lugares mais estranhos de toda a viagem, e olha que uma viagem à China já é estranha por natureza. Mas Macau com certeza é uma visão única e diferente nessa jornada exótica.

Partimos para Macau saindo de Hong Kong numa viagem de barco que leva por em torno de 1h. O serviço de barco funciona desde 7h da manhã e com preços justos.

Chegando a Macau no desembarque, fomos em direção aos ônibus fornecidos pelos cassinos. Gratuitos e fornecidos pelos hotéis cassinos, eles são uma maneira bem comum de transporte na chegada à cidade. O nosso hostel ficava próximo ao cassino Grand Lisboa, então pegamos um que deixava dentro do cassino. O caminho foi rápido, e ao chegarmos no cassino, saltamos do ônibus e fomos andando para deixar as malas no nosso hostel.

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Em Macau, além da moeda local, chamada “pataca”, são aceitos normalmente os Dólares de Hong Kong, então não é necessário trocar seu dinheiro na chegada.

Como iríamos ficar somente uma noite em Macau, saímos logo e caminhamos para conhecer algumas das atrações da cidade. O mais interessante nesse passeio é observar como a colonização portuguesa é praticamente igual em todo mundo. O calçamento do centro de Macau é todo feito em pedras portuguesas que me lembraram muito a orla do Rio de Janeiro.

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Macau e seu calçamento com pedrinhas bem familiares. Foto: Gustavo Calil.

Depois dessa caminhada, em que vimos muitas placas escritas em português (mas não encontramos ninguém que falasse ou soubesse ler) fomos até as Ruínas da Igreja de São Paulo, que são talvez o ponto mais famoso de turismo da cidade, com a imagem delas no verso da nota de 20 “patacas”

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Saindo da ruína, subimos a colina onde fica o Museu de Macau, mas o nosso interesse era a vista da cidade, onde se destacava o prédio do cassino Grand Lisboa, por isso não entramos no museu.

Depois dessa vista partimos de táxi para o que seria o ponto mais tenso de toda a viagem, a visita a Macau Tower e o salto do bungee jump mais alto do mundo segundo o Guinness book. O salto custa um pouco caro (355 dólares americanos), mas compensa muito. Tirando o medo antes, a sensação depois é incrível.

Após o salto, voltamos para o hotel em busca de um pequeno descanso antes da ida aos cassinos. Macau já é considerada a maior cidade para jogos do mundo superando Las Vegas.

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Fizemos uma pequena caminhada noturna para fotos em frente aos cassinos e partimos para o primeiro da noite que foi o MGM, onde tentamos a sorte numa roleta, mas nada feito. Seguimos então para o Grand Lisboa, onde minha sorte mudou um pouco e consegui faturar uns dólares de Hong Kong nas máquinas.

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Gustavo e a graninha que faturou no cassino. Foto: Gustavo Calil.

Como a maré era de sorte, acabamos saindo de madrugada do cassino, o que fez com que nossa saída no dia seguinte de volta a Hong fosse um pouco mais tarde. Para pegar o barco de volta usamos o mesmo ônibus gratuito do cassino. No próximo post vou contar sobre o dia de compras em Hong Kong e a partida para o interior da China. Até lá.”

VEJA A LISTA COM TODOS OS POSTS SOBRE A CHINA

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Publicado por Marcelle Ribeiro

Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus mais de 30 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada com o Guilherme, petlover e viciada em pesquisar novos destinos.

Comentários

  1. 03 mar 2018

    Adorava conhecer Macau, que foi Portugal até há muitos poucos anos atrás (nunca percebi porque foi devolvida pois Macau fora oferta da China a Portugal há mais de 400 anos e como se sabe presente não se devolve)

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