Primeira viagem à Europa – dicas de roteiro, hospedagem e transporte

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 27/01/2021

A minha primeira viagem à Europa foi uma das mais planejada de todas as viagens que fiz. Fomos em agosto de 2007, mês de muito calor por aquelas bandas. E agora vou dar todas as dicas de com montar seu roteiro, comprar passagens e andar de transporte público por lá e mais!

 

Como escolher os destinos para a primeira viagem à Europa

Como eu e meu futuro marido (na época ainda estávamos namorando) tínhamos cerca de 20 dias para viajar, a primeira tarefa foi escolher as cidades que queríamos conhecer. Duas escolhas eram óbvias para nós: Paris e Londres (onde eu achava que queria morar um dia). Roma também foi fácil escolher, porque eu queria ver o Vaticano, as fontes, etc. Barcelona foi escolhida por influência da minha irmã Tita, que havia acabado de morar 6 meses lá. A última foi Berlim, pela importância histórica.

A ordem da nossa viagem foi a seguinte: Rio x Berlim x Londres x Barcelona x Roma x Paris x Rio. Esta ordem foi definida simplesmente porque, depois de 3330 mil pesquisas em sites de empresas aéreas e na agência de viagens, percebemos que, fazendo esse roteiro, as passagens sairiam mais baratas. Optamos por sempre viajar de avião e nunca de trem, porque a perspectiva de ter que entender como funcionava o sistema europeu de trens era assustadora. E, em época de low-costs (companhias aéreas barateiras, como a Gol foi um dia), isso foi plenamente possível.

Tower Bridge, em Londres. Foto: Marcelle Ribeiro

Tower Bridge, em Londres. Foto: Marcelle Ribeiro

Como achar passagens aéreas baratas na Europa

Falando em empresas aéreas, tem dois sites que supostamente fazem buscas aéreas em todas as companhias da Europa, inclusive as barateiras (não, o Decolar.com não faz buscas em todos os sites). O Skyscanner.net faz buscas em todas as low-cost, com exceção da Ryanair. O Ryanair.com é outra companhia low-cost. E o Kayak.com faz em companhias barateiras e tradicionais (é bom para descobrir se há companhias convencionais oferecendo tarifas promocionais na mesma rota). Neste post aqui, o blogueiro Ricardo Freire, do Blog Viaje na Viagem, dá todas as dicas e explicações sobre companhias aéreas barateiras. Nós voamos de Easyjet (empresa inglesa barateira), Vueling (empresa espanhola barateira) e de Air France (tradicional, francesa) e todas as viagens deram super certo.

O mês escolhido para a viagem, agosto, foi bom porque era verão (ou seja, não íamos morrer de frio), porque algumas atrações de Londres só abrem no verão, mas foi ruim porque passamos muito calor em Roma (muito mesmo, tipo Rio de Janeiro no verão) e porque essa é alta estação lá, porque os europeus tiram férias em agosto. Alta estação na Europa = preços mais altos e muitos restaurantes fechados (porque eles dão férias coletivas aos funcionários).

Fundamental para a nossa viagem foram a internet e um guia de viagem maravilhoso que super indico a todos, o Guia Criativo para o Viajante Independente na Europa. Você acha em livrarias, e pela internet. Indico esse guia porque ele é escrito por brasileiros e para brasileiros e tem dicas para pessoas que querem viajar com economia, sem gastar muito. Também tem dicas super práticas, tipo quanto de gorjeta é comum dar em cada país. Principalmente para uma primeira viagem à Europa, esse guia é melhor que aqueles Guia Visual da Folha, que, apesar de coloridos e cheios de fotos, não são escritos por brasileiros e são meio caretas e limitados. Os Guias Visuais da Folha são bons para você xerocar umas páginas mega-explicativas de algum passeio (tipo: saiba aqui tudo de interessante e imperdível do Museu do Louvre, com uma lista dos top 10 do Louvre e uma explicação sobre cada um).

 

Como escolher hotéis na Europa

Para economizar na Europa, é interessante estar disposto a se hospedar em albergues (em inglês: hostels). Albergues são locais próprios para hospedagem de turistas, em que sempre há dormitórios coletivos (para 4, 6, 8, 12 pessoas, às vezes até mais), onde você dorme em beliches no mesmo quarto com desconhecidos, divide banheiro no corredor, mas paga menos. Normalmente são organizados, limpos, com recepção. Não têm nada a ver com aquela concepção errada que muitos brasileiros têm de que são albergues de velhos, sem-teto, etc.

E muitas pessoas mais velhas se hospedam em albergues, além de casais, inclusive com filhos. Muitos albergues hoje têm quarto privativo de casal, com cama de casal, e em alguns você nem tem que dividir banheiro, tem suíte. Como a gente queria economizar, mas não queria perder a privacidade, ficamos, em quase todos os destinos, em quarto de casal em albergues.

Também ficamos em “bed and breakfast”, que é quando você fica hospedado num apartamento ou casa de uma pessoa, que aluga os quartos para turistas, com direito a café da manhã. Nos “bed and breakfast”, não há área de socialização, como nos albergues. Ou seja, não há uma recepção, um lobby, uma sala de computadores. Os donos te recebem, te mostram o local do café da manhã, o quarto, e te dão a chave.

Para pesquisar hotéis, eu vi os sites dos hotéis indicados em guias de viagem, mas a maior dicas de todas é o site Tripadvisor. No site, pessoas que já se hospedaram em hotéis de todas as cidades do mundo escrevem as suas opiniões sobre os hotéis em que ficaram, colocam fotos dos hotéis tiradas por elas mesmas. Daí o site cria um ranking para os hotéis, apontando quais são os melhores. É legal porque, lendo as críticas, você descobre que o hotel X não é muito limpo, ou que as fotos do site do hotel não correspondem à realidade… O site está em português, mas como as críticas são escritas, em sua maioria, em inglês, e o tradutor do Google é meio tosco, aproveita melhor o site quem lê inglês.

Outra dica é reservar pelo site Booking.com, em que você vê os preços de hotéis do mundo todo, pode comparar localização, preços, acomodações e inclusive reservar. A vantagem do Booking sobre o Tripadvisor é que o Booking só tem opiniões de quem efetivamente se hospedou no hotel, enquanto o Tripadvisor deixa qualquer pessoa escrever críticas (inclusive o dono do hotel, que pode entrar e escrever 100 elogios…).

 

Quanto tempo passar em cada cidade da Europa

Outra coisa mega importante antes mesmo de comprar as passagens é resolver quantos dias você deve passar em cada cidade. Nós conversamos com gente que já havia ido nas cidade que queríamos ir, perguntamos e fizemos uma lista de que atrações queríamos visitar em cada cidade. Daí tentei montar um roteiro dia a dia, considerando tempo gasto em viagens, e perguntei de novo a pessoas que já tinham feito viagens semelhantes, se dava tempo de seguir o meu pré-roteiro. Decidimos que sempre que num dia houvesse um deslocamento de avião, consideraríamos que esse dia só tinha um turno a ser aproveitado em passeios (manhã ou tarde) e deu tudo certo.

Neste post aqui do blogueiro Ricardo Freire, fera em dicas de viagens, ele fala quanto tempo é legal passar em cada cidade européia. Quando fui à Europa pela primeira vez, eu não conhecia o blog. Passamos menos tempo do que ele indica para algumas cidades, como Londres e Paris, que realmente foram cidades onde fizemos tudo bem corrido. Mas acho que valeu a pena.

 

Como andar de transporte público na Europa

Uma dica que nos ajudou muito lá na Europa foi já termos chegado com os mapas impressos das linhas de metrô de todas as cidades que visitamos. Aliás, andamos muito de metrô e a pé em todas as cidades visitadas. Pegar táxi na Europa é algo impensável para quem vai com grana pouca ou média. Eu peguei uma vez só, porque estava passando mal na rua. É super comum andar puxando mala em metrôs e trens. Muitos estações de metrô têm elevador e escada rolante, mas não são todas, é verdade. Por isso, possivelmente você terá que carregar sua mala no braço enquanto sobe alguns degraus, mas não é nada que mate um ser humano, né?

Ah, e ainda sobre transporte: antes de viajar, se informe se nas cidades que você vai visitar, a empresa de transporte urbano vendem passes de transporte por dia. Quase todas as grandes cidades da Europa têm passe de 1, 2, 3 até 7 dias, que te permitem usar o transporte público (ônibus, metrô e bonde) quantas vezes quiser pelo período pré-estabelecido. Com certeza, sai sempre mais barato que comprar uma passagem avulsa. Há cidades que vendem cartão magnético que te permite colocar um “saldo” em dinheiro e você vai gastando (como o Bilhete Único, aqui em São Paulo e como o Oyster, em Londres.

Tem outras cidades que oferecem um cartão magnético com um combo transporte ilimitado por x dias + ingressos grátis nas principais atrações turísticas (é o caso do Roma Pass, em Roma e do I Amsterdam Card, em Amsterdã).

Nos metrôs da Europa, há cidades em que as estações não tem catraca (como Berlim, por exemplo). Daí é muito comum você ter que “validar” sua passagem antes de entrar no vagão. Como você faz isso? Passa o seu bilhete na maquininha de validação antes de embarcar, que ela carimba seu tíquete com o dia e horário. Isso é importante porque nos lugares onde o metrô não tem catraca, a fiscalização é feita dentro do vagão. Às vezes (nem sempre) aparece um fiscal para te pedir o bilhete com o metrô andando, e se você não tiver bilhete ou ele não estiver validado, o fiscal te faz pagar uma multa ali na hora (que costuma ser em torno de 50 euros). E o fiscal não aceita aquela conversa de “desculpe, não sabia, sou turista”.

 

Atenção na escolha do aeroporto

As capitais europeias costumam ter mais de um aeroporto, e as empresas aéreas low cost muitas vezes oferecem passagens mais baratas para aeroportos bem distantes do Centro. Preste atenção na hora de comprar a passagem, porque às vezes é melhor pagar mais numa passagem para um aeroporto mais central do que uma comprar uma passagem mais baratinha para um terminal lá nos cafundós, longe e que vai te demandar mais tempo e dinheiro de traslado.

Aliás, sabe aquele costume que brasileiro tem de ir para o aeroporto de táxi? Ninguém faz isso na Europa. Todas as grandes cidades têm um serviço de “trem express” ligando o aeroporto até uma estação central do metrô da cidade. Esse trem express não para em nenhuma estação intermediária, vai direto, e rápido e muitas vezes a viagem demora uns 20 minutos. Eles saem com bastante frequência e costumam ter lugar adequado para você colocar suas malas. Não são muito baratinhos, é verdade (costumam custar uns 15 a 25 euros por pessoa), mas é infinitamente mais vantajoso do que pegar táxi. E você ainda evita engarrafamento! Tem cidades que têm até metrô levando até o aeroporto (mais perfeito, impossível).

 

O que levar para a Europa: dinheiro ou cartão?

Uma coisa que fizemos nessa primeira viagem, e que agora não quero fazer de novo, é viajar carregando muito dinheiro. Como estávamos com muito medo de nosso cartão internacional não funcionar lá, e também com medo de na hora de pagar a fatura, a cotação subir e a gente se dar mal, resolvemos levar em cash todo dinheiro que precisávamos para pagar comida, transporte e até os hotéis. Levamos naquele velho esquema de bolsinha de dinheiro escondida na cintura, que a gente só tirava para dormir e tomar banho. Não passamos por nenhuma situação de medo ou violência, mas foi uma coisa que deixou a gente meio estressado a viagem inteira. Nestes posts aqui e aqui, o blogueiro Ricardo Freire explica as vantagens e desvantagens de todas as modalidades de dinheiro que você pode usar lá fora.

 

Seguro de viagem: tem que contratar?

Para visitar países que fazem parte da União Europeia não é preciso ter visto, apenas um passaporte com validade de 6 meses a partir da data de entrada. Mas eles podem te cobrar um seguro de saúde/viagem internacional com cobertura mínima de 30 mil euros. É o caso de Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Holanda, Itália, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça. Estão implantando essa regra: Liechtenstein, Bulgária, Romênia e Chipre. É uma obrigatoriedade do chamado Tratado de Shengen.

Cheque se seu cartão de crédito brasileiro te oferece esse seguro gratuitamente. Muitos cartões no Brasil oferecem e muita gente não sabe. Ligue no cartão e pergunte, mas cheque especificamente qual é a cobertura mínima (tem que ser de 30 mil euros) e diga que vai para a Europa. Normalmente os cartões que oferecem esse serviço gratuito emitem uma apólice especial para comprovar e te dão as informações de como usar o seguro no exterior caso você precise em caso de acidente ou doença lá fora (número de telefone que você deve ligar se precisar, orientações sobre que médicos pode ir, etc).

Se o seu cartão não oferece seguro de viagem internacional gratuito, contrate um. Além de você poder ser cobrado sobre isso na hora de entrar no país, saiba que os serviços médicos lá fora são caros, caso você precise.

 

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Comentários

  1. Anonymous
    07 ago 2012

    Olá Marcelle!!!!!
    Gostei muito do seu blog… já estou imprimindo todas as dicas! rs
    Pretendo fazer a minha primeira viagem para a Europa entre 29/03 e 20/04 e estou pensando no seguinte roteiro:
    – Berlim (3)
    – Paris (5)
    – Veneza (2)
    – Roma (3)
    – Florença (2)
    – Amsterdã (3)
    – Londres (5)

    Dúvidas:
    1) Não tenho a menor idéia de qual seria a melhor ordem de viagem
    2) Berlim vale a pena? Não tinha intenção de ir para lá, mas lendo as suas postagens e vendo as fotinhos aqui no blog me pareceu um destino interessante
    3) Você acha as quantidades de dias em cada cidade adequadas?

    Obrigada!
    Elaine

  2. 08 ago 2012

    Oi, Elaine,
    1 – Sobre a ordem da viagem:
    Faça todas as cidades da Itália uma depois da outra. Não intercale, por exemplo, Veneza com uma cidade de outro país e depois volte para a Itália.
    A melhor ordem é a que ficar mais barata! No caso dessas cidades, não faz diferença ver uma primeiro que a outra. Você não sentirá aquela sensação de “já vi tal cidade primeiro, agora todo o resto não tem mais graça”.
    Simule os deslocamentos de avião. Peça para uma agência de viagens no Brasil orçar para vocÊ a passagem intercontinental (ou seja, a que sai do Brasil para a Europa e a que volta da Europa para o Brasil). Uma boa ideia é pedir para eles orçarem para cidades que concentram mais voos vindos do Brasil. Peça para eles orçarem voos indo para Berlim, Paris, Roma, Amsterdã e Londres. E diga para eles para quais outras cidades vocÊ vai viajar, pois eles podem conseguir incluir alguma passagem intraeuropa barata.
    Quando eu viajei pela primeira vez à Europa, consegui comprar com a agência de viagens pela Air FRance as passagens Rio-Berlim, Roma-Paris e Paris-Rio. Daí eu comprei por conta própria, pela internet e em empresas aéreas barateiras, as passagens Berlim-Londres, Londres-Barcelona e Barcelona-Roma. O que definiu essa ordem das passagens internas? O preço? Fui simulando opção por opção.
    2 – Berlim, pelo menos no verão, é linda!!! Me surpreendi com a cidade. É claro que a parte da história da cidade é um grande atrativo, mas a cidade é muito bonita. E anda bem na moda ultimamente. Mas investigue como é Berlim no início da primavera, época em que vc vai. Meu irmão foi para lá no inverno (janeiro) e a cidade não pareceu tão bonita. Os parques estavam todos sem árvore, um friiiioooo.
    3 – As quantidades de dias em cada cidade estão adequadas sim, desde que você não esteja contando aí o tempo que gastará em deslocamento. Considere sempre que você perderá metade do dia viajando de avião de uma cidade para outra, mesmo que o voo só dure 2h. Você perderá tempo se deslocando até o aeroporto, pegando mala, etc. Ah, e não conte com o dia em que chegará de viagem do Brasil: depois de um voo de 10h, você certamente vai querer descansar e se “obrigar” a passear vai te render fotos com a caa de desânimo. Por exemplo. Se a sua primeira cidade na Europa for Berlim e você chegar em Berlim no dia 1 de maio de manhã, não conte com o dia 1 de maio como “primeiro dia em Berlim”. Daí fique os dias 2,3 e 4 passeando em Berlim. No dia 5 de maio, procure comprar um voo de manhã, que chegue na sua segunda cidade (por exemplo, Londres), até o início da tarde, tipo no máximo às 13h. Você ainda terá metade do dia 5 para passear em Londres. Fique os dias 6, 7, 8 e 9 inteirinhos em Londres. Pegue um voo na tarde do dia 10 de Londres para algum outro lugar. Entendeu?
    Na verdade, até dá para diminuir um pouquinho a quantidade de dias “úteis” que você me falou. Para Veneza, 1 dia e meio é o suficiente. Em Paris, se você for mais rapidinha nos passeios, dá para ficar 1 dia a menos.
    Espero ter ajudado!
    Abraço,
    Marcelle

  3. Anonymous
    11 set 2012

    Oi Marcelle!
    Muito, muito obrigada pela ajuda! Demorei para responder porque estava viajando!
    Sobre a época, você sugere abril ou setembro?
    Beijinho!?
    Elaine

  4. 18 set 2012

    Elaine,
    Dê uma olhada na temperatura média das cidades que pretende visitar no site http://br.weather.com/ e veja se prefere abril ou setembro. E lembre-se que abril é primavera, pode ser que as cidades estejam floridas.
    Abraço,
    Marcelle

  5. Jean Kalton
    14 mar 2014

    Olá Marcelle.
    Muito bom esse blog, esta me ajudando muito, vou passar minha lua de mel na Europa em outubro de 2015, gostaria que você avaliasse meu roteiro.
    Eu só estou considerando os dias inteiros nesta lista abaixo
    Veneza – 1 dia (2 dias com o deslocamento)
    Lucerne (Suiça) – 2 dias
    Paris – 4 dias
    Londres – 4 dias

    O que você acha? é um bom roteiro?

    Obrigado.

    Att. Jean

    • 14 mar 2014

      Oi, Jean,
      Não conheço Lucerne, então não posso opinar por esta cidade. Para Veneza, 1 dia tá bom, melhor se for 1 dia e meio. Quatro dias em Paris e para Londres está legal, dá para conhecer o principal, mas você vai ter que saber priorizar as atividades e pode ficar corrido. Minha sugestão: em lua de mel, a gente tem outro ritmo, né? Eu se fosse você tiraria Lucerne e passaria um dia a mais em Paris e um dia a mais em Londres. Vai dar para curtir tudo com mais calma, sem correr.
      Abraço,
      Marcelle

  6. Jean Kalton
    17 mar 2014

    Olá!
    Obrigado pela atenção.
    Eu não quero tirar Lucerne pois a cidade parece ser muito aconchegante e quero conhecer o Mont Titlis, que tem o único bondinho giratório do mundo e é claro quero ver neve.
    Como eu estou planejando com bastante antecedência posso incluir um ou dois dias a mais na viagem, vou tentar colocar um dia a mais em Paris e Londres, mas caso consiga aumentar em um dia somente, em que cidade você indicaria? Londres ou Paris?
    Obrigado.
    Jean Kalton

    • 24 mar 2014

      Oi, Jean,
      Com um dia somente, aumente a estadia em Londres. A cidade tem muuuuuitas atrações.
      Abraço,
      Marcelle

  7. Darlan de a breves
    25 jun 2015

    Olá Marcelle. . .E bom saber que tem pessoas como vc que se propõem dispensar um pouco do seu tempo, para dar umas dicas para pessoas como nos. OBRIGADO. .Bem estamos de viagem marcada para EUROPA, eu minha mulher, saindo de Manaus para Portugual ficaremos 16 dias e gostaríamos de saber como viajar para ..Espanha, França, Itália e Grécia partindo de Portugal é claro voltando para Portugal…..transporte…hospedagem e valor de quanto teremos que ter para nós ? .

  8. Ana
    03 jul 2015

    Oi Marcelle, adorei sua dicas. A única coisa é que não encontro o Guia Criativo Para o Viajante Independente Na Europa. Saberia me dizer onde encontrar? Obrigada.

  9. David Leão
    06 jul 2015

    Parabéns pela sua dedicação em informar a quem precisa. Faço muitas travessias e aproveito bastante as suas dicas.
    Isso é muito bom.
    Grato
    David

  10. luiz Filho
    04 set 2015

    Poxa parabéns por compartilhar experiencias com outras pessoas. Sem dúvida seu espaço me ajudou e ajudará muitos outros dos viajantes inexperientes, obrigado !

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