Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Passeios em Bali: Templo Besakih, Canggu Beach e Tanah Lot

21 de setembro de 2017, por Marcelle Ribeiro

Para quem quer conhecer mais do que as praias de Bali, a região de Ubud é estratégica. Ela é central e tem uma grande variedade de templos e outras atrações. Além disso, ela permite que você consiga planejar outros roteiros pela ilha, exatamente o que fizemos na nossa viagem.

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Hoje vou falar de um roteiro que durou 1 dia da nossa viagem a Bali, que teve dois templos lindos e bem diferentes um do outro: o Pura Besakih e o Tanah Lot. Além disso, uma dica de almoço ao ar livre. Vamos lá?

Sempre lembrando que esse roteiro só é possível de ser realizado com um carro. Eu recomendo que você alugue um já com o serviço de motorista, porque o trânsito em Bali é insano de louco. Quem dirigiu pra gente nesse dia foi o Putu, amigo do Roby (que nos conduziu em outros dias). Ele não fala português, mas fala inglês, e é super atencioso. A diária (de 10 horas) nos custou US$ 40 (já incluída a gasolina). O carro dele é confortável e tem ar-condicionado. O telefone do Putu (que tem Whatsapp) é o 00 21 62 877 307 801 62.

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Nosso roteiro resumido nesse dia foi assim:

10h – Saída do hotel de Ubud (Bali)

11h30 – Chegamos no Templo Pura Besakih, no Norte de Bali

13h30 – Saímos do Templo Pura Besakih e fomos para a praia de Canggu, ao Sul de Ubud. No caminho, paramos em uma grande loja de artesanato, onde ficamos por cerca de 30 minutos.

15h – Chegamos em Canggu e almoçamos com calma até às 16h30. Neste horário, saímos para o templo Tanah Lot.

16h50 – Chegamos no Templo Tanah Lot e ficamos lá até umas 18h. Saímos logo depois do sol se pôr.

19h30 – Chegamos ao hotel em Ubud.

 

 

Pura Besakih

Começamos o nosso dia visitando o Pura Besakih, também chamado de Templo Mãe, o maior e mais importante complexo de templos de Bali. Ele fica no leste da ilha. Demoramos um pouco mais de um hora para chegar lá saindo do centro de Ubud.

Um dos 22 templos do Pura Besakih, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro

E o lugar é realmente monumental! São 22 templos em uma área na encosta do vulcão Agung, que ainda está ativo. As escadarias são enormes e as construções não ficam pra trás. Não se sabe exatamente quando começou a ser construído, mas se sabe que o lugar é usado para cultos hindus desde o século XIII.

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Como o Pura Besakih está a mais de 1000 metros de altitude, a vista é impressionante. Vale muito passear com calma e aproveitar para conhecer um pouco mais sobre a religião hindu e sobre o modo de vida pregado pelos religiosos.

A vista de Besakih, a mais de 1000 metros de altitude, é incrível. Foto: Marcelle Ribeiro

Mas nem tudo são flores. Depois de sair do estacionamento, nosso motorista nos levou até a portaria do templo, onde havia uma placa informando a cobrança de ingresso de 60 mil rúpias por pessoa (R$ 14,10 ou US$ 4,50). Na mesma hora os funcionários da portaria disseram que era obrigatória a contratação de um guia local, supostamente porque estaria rolando uma cerimônia especial. É mentira. Eu já tinha lido muito sobre isso, e já esperava esse “empurra” de guia. Perguntei quanto era o guia e eles nos falaram que era US$ 40 por pessoa pelo guia. Eu fiz cara de chocada (e estava mesmo!) e disse que por aquele valor era impossível, eu preferia ir embora. Perguntada quanto eu poderia pagar, disse US$ 5 para nós dois (US$ 2,50 por pessoa). Eles ficaram tentando subir o preço, mas fui firme: US$ 5 no total. Em 5 minutos eles concordaram.

Ou seja: se você decidir ir ao templo, saiba que vai ter essa chatice quando chegar lá. Seja firme!

Nosso guia mal falava inglês e logo depois de passar do portão disse que a gente teria que pagar um valor extra para ir de moto da portaria até a entrada do templo, uma distância de 1km. Como eu morro de medo de moto, nem cogitei, e fui a pé. Lá, ele nos encontrou. Observamos que 80% dos turistas estavam com guia, mas tinha gente sem. Li que tem gente que após pagar a entrada, simplesmente vai entrando sem guia mesmo.

Detalhe de um dos templos do Pura Besakih. Foto: Marcelle Ribeiro

Outra dica importante: assim como em todos os outros templos, é obrigatório o uso do sarong, mas é possível conseguir um emprestado com os guias ou na bilheteria do templo, sem custo.

Passamos 1h30 no templo. O lugar não tem banheiro gratuito.

O uso do sarong é obrigatório no Pura Besakih. Foto: Marcelle Ribeiro

Canggu Beach

Saindo do Pura Besakih, decidimos ir almoçar em uma praia de Bali e fazer hora para chegar no templo Tanah Lot para o pôr do sol. Então fomos para o Sul de Bali, almoçar em Canggu Beach, na praia de Ekko Beach, por sugestão do nosso motorista. Confesso que a praia não é grandes coisas. O Guilherme até chegou a mergulhar, mas eu não tive coragem, porque vi umas línguas negras na areia. Apenas caminhei pela areia por lá.

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O que mais gostamos em Canggu foi o restaurante em que almoçamos. O Captain Catch fica na beira da praia de Ekko Beach, funciona todos os dias das 07h30 à 0h00 e serve uma comida bem gostosa. Com dois pratos, água e um refrigerante, gastamos 174 mil rúpias (US$ 12,95 ou R$ 40).

O Captain Catch fica na beira da praia. Foto: Marcelle Ribeiro

O melhor é poder caminhar pela areia enquanto o seu prato não vem. Além disso, ele tem um banheiro onde é possível se trocar antes de voltar para o carro.

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Tanah Lot

Para encerrar o dia, visitamos um dos templos mais espetaculares de Bali: o Tanah Lot.

O pôr do sol em Tanah Lot é inesquecível! Foto: Marcelle Ribeiro

Construído em uma pedra já quase dentro do oceano no século XIV, é um dos mais visitados de toda a ilha. E não é pra menos. O pôr do sol por lá é maravilhoso e você se impressiona como é possível uma construção daquelas continuar de pé mesmo com o avanço da maré. Mas cuidado com suas expectativas: não é possível entrar no templo para visitar. Ele é bem pequeno e fica nesta rocha. Tudo que você vai ver dele é um pedacinho do topo, como na foto acima.

Chegamos lá quase no fim da tarde e fomos logo para perto do templo, onde aproveitamos para tirar muitas fotos enquanto a maré ainda estava baixa.

O Guilherme aproveitou para passar por um ritual rápido de purificação dentro de uma caverna. Por lá, há uma fonte de água doce quase dentro do oceano! Ele recebeu uma benção com essa água, um pouco de arroz na testa e uma flor em cima da orelha. Para participar do ritual, basta uma pequena doação para a manutenção do templo (você escolhe o valor).

A entrada no templo para duas pessoas custou 125 mil rúpias (US$ 9,30 ou R$ 28,90).

Os hindus realizando o ritual de purificação em Tanah Lot. Foto: Marcelle Ribeiro

O “abençoado” maridão depois do ritual em Tanah Lot. Foto: Marcelle Ribeiro

Logo após o pôr do sol voltamos para Ubud.

 

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