Onde comer as delícias de Belém (PA)

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 26/06/2019
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A comida é, sem dúvida, umas das maiores atrações da cidade de Belém. São tantos sabores e ingredientes diferentes, desconhecidos para boa parte dos brasileiros e que muitas vezes só são encontrados no Norte, que conhecer a gastronomia paraense é programa obrigatório. Deixe a frescura em casa e vá aberto a novas experiências. Quando você viaja para o exterior, não prova comidas típicas? Então! Pense em Belém como uma ótima oportunidade de experimentar sabores incomuns, como você provavelmente faria se fosse à Tailândia, por exemplo. Vá por mim: a comida paraense é uma delícia.

Eu provei de tudo um pouco (e em alguns casos, eu diria, “de tudo um muito! rsrsrs). Gostei de 90% do que comi. E a saudade da gastronomia de lá é grande, tanto que lamento não haver restaurantes do Norte aqui no Rio.

Vou explicar um pouco sobre cada comida típica à medida que falar dos restaurantes que indico, ok? Apertem os cintos (ou melhor, afrouxem!)!

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Point do Açaí

À primeira leitura, o nome desse restaurante me fez pensar que ele era uma biboquinha, uma lanchonete. Mas foi onde eu comi um dos mais deliciosos peixes em minha viagem ao Pará, chamado filhote (filhote é o nome do peixe mesmo, não quer dizer que é um peixe pequeno de outra espécie).

O nome do restaurante remete ao fruto mais famoso do estado, o açaí. Enquanto boa parte dos brasileiros come açaí com coisas doces (granola, banana, guaraná, mel, etc) e normalmente como um lanche reforçado, os paraenses comem açaí com a refeição principal, como o almoço, por exemplo. E com farinha de mandioca misturada!

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Eu confesso que odeio açaí com coisas doces, como cariocas e baianos comem. Mas resolvi provar o açaí “à moda paraense”. E o Point do Açaí é um dos restaurantes mais famosos da cidade.

Pedi o clássico paraense: filhote com açaí, que vem acompanhado de arroz, farofinha de mandioca na manteiga e vinagrete. O garçom me ensinou a comer: prove primeiro o peixe com os acompanhamentos e depois, já no final da refeição, prove o açaí, que ele colocou numa tigela. Assim fiz.

O peixe, grelhadinho, estava divino, de lamber os beiços. Já o açaí… tenho certeza que para curte o fruto, deve ser gostoso, mas eu não gostei. Provei de todas as maneiras: puro, com farinha de mandioca, tradicional, com farinha tipo “pipoquinha”, com açúcar e também com todas as variações possíveis. Não agradou ao meu paladar. Mas nada que fizesse a refeição deixar de ser memorável.

Em tempo: o Point do Açaí é um restaurante bem bonito e nem de longe lembra uma biboquinha. Os garçons são atenciosos. O preço é carioca: R$ 48 a refeição individual (bem servida) que descrevi acima.

Fica pertinho da Estação das Docas, na Avenida Boulevard Castilho França, 744, esquina com a Avenida Presidente Vargas, no bairro Campina e funciona de terça a sábado, das 11h às 22h30 e aos domingos e segundas, das 11h às 16h. Tem ar condicionado.

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Restaurante Point do Açaí, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

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Peixe filhote e açaí no Point do Açaí. Foto: Marcelle Ribeiro

Lá em Casa

Ir ao restaurante Lá em Casa é uma ótima oportunidade de provar um pouco de tudo da gastronomia paraense. O melhor é ir na hora do almoço, pois todos os os dias eles têm um buffet livre e caprichado com pratos típicos (e também com comidas “normais”, caso você não queira experimentar as delícias de Belém).

Estive duas vezes lá. Uma foi à noite, quando o restaurante funciona com menu a la carte. Eu estava doida para comer na Estação das Docas, onde fica o Lá em Casa, que é super agradável. A estação funcionava como porto mesmo, mas foi revitalizada anos atrás e os galpões ganharam restaurantes, bares, lojinhas e espaços para eventos. Estão lá os guindastes amarelos, mantidos para dar um charme. Há mesas no calçadão, com vista para a baía de Belém, super agradável. Há também mesas na parte de dentro, com música ao vivo, que são bacanas para aqueles momentos de calor, porque tem ar condicionado. O legal é que o artista fica em uma plataforma no alto, que se move pelo galpão. Ou seja, não tem aquela “briga sonora” de artistas um em cada restaurante: um único músico toca para todos. E nas 3 vezes em que estive lá, a música era bem bacana.

Mas vamos voltar a falar de comida. Na noite em que estive no Lá em Casa, eu estava meio sem fome e não queria pedir um belisquete enorme só para mim. Fui de mussarela de búfala com geleia e pimenta. Estava gostoso, mas achei caro (uns R$ 25) para a quantidade que veio.

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Mussarela de búfula do Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

Estação das Docas, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Estação das Docas, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Estação das Docas, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Estação das Docas, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Estação das Docas, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Estação das Docas, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Já do buffet de comida típica do Lá em Casa, não tenho do que reclamar. Logo no início, vi como os paraenses são apaixonados por farofa: havia um cozinheiro com frigideiras a postos ao lado de várias cumbuquinhas com ingredientes diversos (peixe, linguiça, ovo, bacon, temperos, cebola, frango, etc) para personalizar a farofa dos clientes! Você pode escolher entre 3 tipos de farinha e eu escolhi a mais pedida: a mais crocante. Simplesmente dos deuses. E como muitas comidas típicas são meio pastosas, elas “pedem” mesmo uma farofa.

A minha farofa com cubinhos de peixe caiu super bem com os pratos de Belém. Primeiro provei o pato com tucupi e jambu. Eu nunca tinha comido pato na vida e adorei. O gosto lembra um pouco galinha. Tucupi é um caldo amarelo extraído da mandioca antes de ela ser processada, que é a base para a culinária do norte. Está presente em várias receitas. O jambu também é muito comum: é uma erva cujo aspecto lembra um pouco o do agrião e que provoca uma leve sensação de dormência na língua e nos lábios. Anote aí: jambu é tudo nessa vida! Comi salgadinho com jambu, pato com jambu e até cachaça de jambu e me apaixonei. O pato do Lá em Casa estava uma perdição de tão bom.

 

No Lá em Casa dá para personalizar a farofa. Foto: Marcelle Ribeiro

No Lá em Casa dá para personalizar a farofa. Foto: Marcelle Ribeiro

Pato com tucupi e jambu no Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

Pato com tucupi e jambu no Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

Na sequência provei o vatapá paraense, que é meio diferente do baiano. Não sei explicar a diferença, só sei que gostei do vatapá de Belém (e não curto muito o baiano). Achei mais leve.

Vatapá paraense, no buffet do Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

Vatapá paraense, no buffet do Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

Por último, hora de comer a maniçoba, que lembra um pouco feijoada, pois leva paio e carnes e é bem pastosa. Mas, no lugar de feijão, o ingrediente principal é a maniva (folha da mandioca). Esse prato demora até uma semana para ser preparado, pois é preciso tirar totalmente o ácido cianídrico da folha, que é tóxico. Eu achei bem gostoso.

Maniçoba do restaurante Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

Maniçoba do restaurante Lá em Casa. Foto: Marcelle Ribeiro

No buffet do restaurante também tem filhote grelhado (delicioso) e açaí. Ah, custa cerca de R$ 60 por pessoa e inclui sobremesa e uns shots de caipirinha.

O Lá em Casa fica no galpão 2 da Estação das Docas, cujo endereço oficial é Avenida Boulevard Castilho França, s/n, no bairro de Campina. O restaurante abre de  segunda a quarta-feira das 12h às 0h; de quinta a sábado das 12h às 2h; e domingo das 12h às 0h.

 

A Portinha

Esfiha de pato com jambu. Pastel de bacon com jambu. Esfiha de mussarela de búfula, tomate seco e castanha. É por servir salgados deliciosos com sabores exóticos assim que uma micro-lanchonete (bem “biboquinha”) de um bairro de classe média baixa de Belém tem grande clientela, e atrai inclusive gente endinheirada que estaciona na porta com carrão importado. O nome é a cara da lanchonete: A Portinha. Sim, porque o lugar tem apenas uma porta, um balcão com duas estufas de salgado, e uns 4 ou 5 banquinhos. Ninguém se importa: o negócio é comer ali em pé mesmo ou levar para degustar em casa.

Como eu expliquei acima, jambu é um item fundamental na cozinha paraense. E na Portinha ele está presente em diversos salgados. A esfiha de pato com jambu é dos deuses: a massa, como a de todos os salgados que a lanchonete serve, é super leve e fina. A mistura de pato com jambu é sequinha e muito saborosa. Dá aquela leve sensação de dormência na língua típica do jambu, maravilhosa.

Provei também o salgado de mussarela de búfula, tomate seco e castanha, que estava gostoso, mas não chega a ser assim tão exótico. Delicioso também era o pastelzinho açucarado com recheio de cupuaçu. Um dos donos da lanchonete, muito simpático, me deu de brinde um pouco de suco de cupuaçu (uma delícia, como sempre) e de uma fruta que eu não conhecia, mas amei: muruci.

O preço é carioca, mas vale cada centavo: os salgados custam R$ 7 cada, o pastelzinho doce, menor, uns R$4.

A Portinha fica num bairro pobre, não muito seguro, e apesar de eu ter saído do Mangal das Garças para lá (que fica pertinho), paraenses me desaconselharam a fazer o trajeto a pé. Por isso, fui de táxi. O endereço é Rua Doutor Malcher, 434, Cidade Velha. A Portinha funciona apenas de sexta-feira a domingo, das 17h às 22h.

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Salgadinhos exóticos da lanchonete Portinha. Foto: Marcelle Ribeiro

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Lanchonete Portinha: é minúscula desse jeito mesmo! Foto: Marcelle Ribeiro

 

Sorveteria Cairu

A sorveteria mais famosa da cidade tem dezenas de sabores, desde os tradicionais cremosos e à base de chocolate, às frutas comuns e às regionais e mais exóticas. Eu adorei o de cupuaçu com castanha e o de uma frutinha que além de deliciosa, aumenta a saciedade e regula o intestino, chamada bacuri.

Os preços são bem melhores do que as sorveterias do Sudeste. Uma bola na casquinha (enorme, quase do tamanho de 2 bolas) custa apenas R$ 6,50.

A Cairu tem unidades em vários bairros de Belém. Eu fui na que fica na Estação das Docas.

Sorveteria Cairu. Foto: Marcelle Ribeiro

Sorveteria Cairu. Foto: Marcelle Ribeiro

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Sorvete de 1 bola (!!) da Cairu. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Remanso do Bosque

Anote aí: você não pode deixar de ir ao Remanso do Bosque quando for a Belém. É o restaurante mais renomado da cidade, com pratos para ficar na memória e nunca mais sair. O chef, Thiago Castanho, já foi eleito pelas maiores revistas do país como o chef do ano, e é um dos responsáveis por tornar a gastronomia da cidade conhecida nacionalmente. Admirado por chefs famosos do eixo Rio-São Paulo (como Roberta Sudbrack, Alex Atala e Claude Troigros), Thiago usa ingredientes típicos da região para fazer pratos que são um pouco mais modernos que os de outros restaurantes de Belém.

Mas se você pensou em pratos com pouca comida e preços exorbitantes, está enganado. No Remanso do Bosque tudo é muito bem servido, e, o melhor, o preço é acessível. Veja, não é barato, mas em São Paulo e no Rio você muito dificilmente comerá um prato de peixe em bom restaurante por valor similar.

Eu paguei R$ 68 pelo peixe tambaqui com feijãozinho paraense (grãos pequenos, com tomates em cubinhos, lembra uma vinagrete de feijão), aipim cozido e farofa. Fiquei mais que satisfeita! Os pratos individuais custam em média R$ 65. Abaixo, coloquei fotos do cardápio inteiro (preços de novembro de 2015).

Tambaqui do restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

Tambaqui do restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

 

A especialidade da casa são os peixes e o mais famoso é o filhote. Como eu já havia provado filhote nos dias anteriores, quis inovar e comi tambaqui.

Prove a caipirinha com cachaça de jambu (R$ 19), que faz a língua e os lábios ficarem levemente adormecidos e é bem saborosa.

A sobremesa não poderia ser mais perfeita: musse de chocolate com cupuaçu em uma jarrinha que lembra as de jardinagem! Custa R$17.

Mousse de chocolate do restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

Mousse de chocolate do restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

 

O ambiente é bonito sem ser metido à besta, bem agradável (com ar condicionado, claro!).

Restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

Restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

Cardápio do restaurante Remanso do Bosque, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Cardápio do restaurante Remanso do Bosque, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Cardápio do restaurante Remanso do Bosque, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Cardápio do restaurante Remanso do Bosque, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Cardápio do restaurante Remanso do Bosque, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Cardápio do restaurante Remanso do Bosque, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Na saída do Remanso do Bosque, há uma lojinha em que você pode comprar alguns dos ingredientes usados nos pratos do restaurante, como chocolate, castanha, cachaça e vários tipos de farinha!

 

Mil tipos de farinha na loja do restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

Mil tipos de farinha na loja do restaurante Remanso do Bosque. Foto: Marcelle Ribeiro

É importante dizer que o Thiago Castanho também comanda o restaurante Remanso do Peixe, com a família. Aliás, foi esse o primeiro restaurante deles. Lá são servidos pratos regionais também, mas seguindo as receitas tradicionais de Belém. Dizem que o Remanso do Peixe é mais barato que o Remanso do Bosque. O “porém” é que apesar de os dois ficarem no mesmo bairro, chamado Marco, o Remanso do Peixe está localizado numa vila meio escondida, em uma área mais pobre. Ele funciona na casa onde a família Castanho morava e os cômodos foram adaptados para virarem restaurante. Eu preferi ir no Remanso do Bosque porque, apesar de teoricamente ser um pouco mais caro, a localização é melhor e percebi que me sentiria mais segura.

O Remanso do Bosque fica na Rua 25 de Setembro, 2350, Marco (atrás do Bosque Rodrigues Alves). Funciona de terça a sábado das 12h às 15h e das 19h às 22h30 e no domingo das 12h às 16h. Não abre segunda.

 

Tacacá da Dona Maria

Tacacá é outra iguaria típica de Belém: em uma cuia arredondada, é servida uma espécie de sopa amarelada e quente, que leva tucupi (sobre o qual já expliquei acima), goma de mandioca, jambu (ingrediente também explicado acima) e camarões. Os moradores de Belém comem sempre no fim de tarde e à noite, apesar do calor da cidade.

Você vai encontrar muitas barracas ou “carrinhos” de tacacá pelas ruas da capital e é lá que boa parte dos paraenses come seu tacacá. Alguns carrinhos inclusive têm umas cadeiras plásticas na calçada, para o povo sentar enquanto come. Me lembrou muito o hábito de comer acarajé na Bahia.

O tacacá mais famoso de Belém é o da Dona Maria, que para seu carrinho diariamente das 16h às 20h na Avenida Nazaré, em frente ao número 902, perto do Colégio Nazaré e da Basílica de Nazaré, no bairro de Nazaré. Custa cerca de R$ 10 a cuia, que é bem grande.

Dizem que o tacacá dela é o menos ácido da cidade, mas tacacá foi uma das poucas iguarias de Belém que não gostei justamente por ser muito ácido para meu paladar. Mesmo assim, se você quiser provar, a dica está dada!

Ah, você encontra tacacá também em vários restaurantes normais, mas ele é sempre servido à noite. Nos restaurantes costuma custar cerca de R$ 15.

O povo comendo tacacá de Dona Maria, no bairro de Nazaré. Foto: Marcelle Ribeiro

O povo comendo tacacá de Dona Maria, no bairro de Nazaré. Foto: Marcelle Ribeiro

Dona Maria, a dona da mais famosa barraca de tacacá. Foto: Marcelle Ribeiro

Dona Maria, a dona da mais famosa barraca de tacacá. Foto: Marcelle Ribeiro

Tacacá de Dona Maria. Foto: Marcelle Ribeiro

Tacacá de Dona Maria. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Amazon Beer

Não cheguei a comer ou beber na Amazon Beer, mas resolvi dar a dica dessa cervejaria famosa de Belém pois vi que ela faz sucesso entre turistas e locais, principalmente no happy hour, quando ela tem preços convidativos.

Ela fabrica a própria cerveja e produz sabores exóticos, como de cajá (ou taperebá, como se diz em Belém) e açaí. Bacana também é a localização: na estação das Docas.

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Cerveja da Amazon Beer. Foto: Marcelle Ribeiro

 

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Leia também:

Roteiro de 3 dias de viagem a Belém (PA)

Índice de posts sobre Belém (PA)

 

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Comentários

  1. Aurélio Escudero
    25 out 2016

    Restaurantes em Belém – PA, indicados por Marcelle Ribeiro

  2. Danielle Leal
    22 abr 2017

    Vc correu mais risco no Remanso do Bosque, com certeza. O Remanso do Peixe é bem mais seguro. As comidas não seguem as receitas tradicionais de Belém. Todas têm o toque do Thiago Castanho.

  3. Ana Maria
    01 maio 2017

    Marcelle, no Flamengo (Barão do Flamengo) tem um pequeno lugar chamado Tacacá do Norte. Não chega a ser um restaurante, mais parece um boteco, mas lá vc encontra a verdadeira comida de Belém. Faz muito sucesso no bairro e chega a ficar lotado. Todas as vezes que estou no Rio eu vou lá (moro em São Paulo, mas de familia paraense)

    • 26 maio 2017

      Oi, Ana,
      Já passei pela frente, antes de conhecer a comida paraense. Agora que me apaixonei pelas delícias do Pará, vou conferir o Tacacá do Norte! 🙂
      Obrigada por me lembrar!
      Abraço,
      Marcelle

  4. Fernando Belens
    24 out 2019

    Ótimo site , principalmente por esclarecer os preços dos produtos, fiquei fã

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