Belém (PA) – Dia 2: Teatro, natureza e passeio de barco com danças

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 29/09/2016
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Belém (PA) tem atrações turísticas bacanas, que não cabem num dia só. O ideal é que você organize seu roteiro pela capital paraense de modo que as suas visitas fiquem concentradas por regiões próximas, para evitar muitos deslocamentos. Como eu disse nesse post, boa parte dos locais fica na região central, próxima à baía de Guajará.

No meu segundo dia de viagem a Belém, resolvi conhecer os pontos do bairro de Nazaré, que são belíssimos.

A primeira parada foi no Theatro da Paz, onde os barões da borracha de anos e anos atrás se reuniam para ver espetáculos teatrais, balé e óperas. O bacana é que o teatro é muito usado até hoje, com apresentações regulares de ópera e diversos ritmos musicais. Talvez por isso, ele é muito bem conservado e receba manutenção frequente.

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A visita guiada ao Theatro da Paz é uma delícia e se você não conseguir assistir a um espetáculo lá, saiba que ela é a única maneira de conhecer o espaço por dentro. De hora em hora um guia do teatro mostra aos visitantes o salão de entrada com paredes e teto rosas, as estátuas, os lustres pesados e brilhosos e os detalhes de portas e degraus que remetem aos seringais. Você também é levado para a sala de concertos, vê onde os milionários e autoridades de antigamente sentavam e aprende sobre o inovador sistema de refrigeração do prédio. A visita é ótima também para aprender um pouco mais sobre o período áureo da borracha e sobre a importância de Belém e da região Norte para a história do Brasil de maneira geral. Os 40 minutos da visita passam voando.

 

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Teatro da Paz, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

teatro

Detalhes de paredes, piso, escada e portas do teatro. Foto: Marcelle Ribeiro

 

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Do teatro, segui para o Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, que é uma mistura de jardim botânico com zoológico. É um lugar onde moradores levam seus filhos para ver os bichos da região: jacarés, preguiças, macacos. Eu adorei os lagos com centenas de tartarugas, umas por cima das outras. E também gostei de outro lago com vitórias-régias (aquelas plantas aquáticas redondas e enormes). O legal é que como tem muita área de sombra, a visita ao parque ajuda em momentos de sol a pino.

O parque ainda tem um casarão com exposições interessantes sobre costumes indígenas, onde você aprende mais sobre rituais específicos, como o do casamento, por exemplo. Em cerca de 1h30 você conhece o lugar todo, sem pressa. Pena que muitos bichos ficam em jaulas. Confesso que, depois de ter ido no dia anterior ao Mangal das Garças, onde os animais ficam soltos, ver bichos presos no parque zoobotânico tirou parte da graça do passeio.

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Raiz esquisita no Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Raiz esquisita no Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu Emílio Goeldi. Foto: Marcelle Ribeiro

Como eu já estava ali pertinho, caminhei até a Basílica de Nazaré, mas apenas tirei fotos da fachada, porque achei que se eu entrasse, ia demorar tirando centenas de fotografias do interior. Me programei para voltar lá no dia seguinte, pois queria provar um prato típico de Belém, o tacacá, perto da igreja. Mas depois percebi que teria dado tempo de conhecer a basílica nesse dia mesmo. Então, se quiser, inclua ela no seu roteiro do segundo dia.

Basílica de Nazaré, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Basílica de Nazaré, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Basílica de Nazaré, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Basílica de Nazaré, em Belém. Foto: Marcelle Ribeiro

Já passava das 13h30 quando dei um pulo no meu hotel, o Soft Inn Batista Campos, para tomar um banho. Em Belém, o calor é insano e um banho no meio do dia é um ótimo conselho que dou para ter pique para os passeios da parte da tarde!

A próxima parada foi o almoço delicioso e tranquilo na Estação das Docas, no restaurante Lá em Casa (leia tudo sobre ele aqui). Comi com calma e fui diversas vezes ao buffet. Depois, “fiz hora” na Estação das Docas vendo lojinhas até chegar o horário do meu passeio de barco pela baía de Belém, que partiu dali mesmo, do cais que fica na estação.

Eu havia comprado o meu ingresso (R$50) no dia anterior, no escritório da agência Valeverde que fica ali na Estação das Docas, mas acho que dá pra comprar no mesmo dia. A princípio o que me atraiu foi a ideia de ver o pôr do sol na Baía do Guajará e no Rio Guamá, que banham Belém. Mas confesso que achei o visual da baía e do rio não muito atrativos. O que se vê são muitas construções velhas, precárias e abandonadas ao longo das águas. Como Belém não tem muitos prédios altos, o “skyline” da cidade não é bacana.

A vista da Estação das Docas é a mais bonita do passeio de barco. Foto: Marcelle Ribeiro

A vista da Estação das Docas é a mais bonita do passeio de barco. Foto: Marcelle Ribeiro

Mas mesmo assim achei o passeio de barco interessante por causa da apresentação de danças típicas que é feita no centro da embarcação ao longo de todo o tour. Um casal, acompanhado de uma banda, dança todos os ritmos típicos do Pará, desde o carimbó passando por danças sensuais, pelo technobrega e muito mais. É bem divertido e animado (e graças a Deus os turistas não são pressionados a dançar junto). Ah, vale dizer que não há nenhuma parada para saltar do barco ou possibilidade de banho.

Apresentação de danças típicas no passeio de barco. Foto: Marcelle Ribeiro

Apresentação de danças típicas no passeio de barco. Foto: Marcelle Ribeiro

Apresentação de danças típicas no passeio de barco. Foto: Marcelle Ribeiro

Apresentação de danças típicas no passeio de barco. Foto: Marcelle Ribeiro

Como o passeio é curto (dura 1h30), é agradável. Eu fiz o tour de barco no entardecer, mas ele também é realizado em outros horários. Veja os horários no site da Valeverde (link acima).

O desembarque é feito no mesmo local de embarque e você pode aproveitar e jantar na Estação das Docas.

 

 

Theatro da Paz

http://www.theatrodapaz.com.br/

Endereço: Rua da Paz, s/n, Centro. Horários de funcionamento: terça-feira a sexta-feira das 9h às 17h (no intervalo das 13h às 14h não haverá visitação), aos sábados, das 9h às 12h e aos domingos, das 9h às 11h. As visitas guiadas acontecem de hora em hora (sempre começam na hora “cheia”). Preço: R$ 6, com meia entrada para estudantes.

 

Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi

 http://www.museu-goeldi.br/portal/

Endereço: Av. Magalhães Barata, 376 – São Braz. Horário de funcionamento: Quarta a domingo das 9h às 17h (não abre às segundas e terças). Preço: R$ 2.

 

Basílica de Nazaré

https://arquidiocesedebelem.com.br/local/paroquia-nossa-senhora-de-nazare-do-desterro-basilica-santuario/

Endereço: Praça Justo Chermont, s/n, Nazaré. Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 6h às 20h. Sábado e domingo, das 6h às 12h e das 15h às 21h. Entrada grátis.

 

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