Jericoacoara: Como é o passeio para Lago Grande e Tatajuba

postado por Marcelle Ribeiro em 18/08/2016 - Atualizado em: 02/08/2018
Compartilhar este artigo:

Depois do passeio de buggy para as lagoas Azul e Paraíso, o segundo atrativo mais oferecido em Jericoacoara é o tour também de buggy para o Lago Grande e Tatajuba, que ficam na cidade de Camocim, vizinha a Jericoacoara.

Também é um passeio de dia inteiro (5h), que sempre sai de Jeri na parte da manhã, normalmente por volta das 9h. Depois de passar pela faixa de areia menos usada por banhistas na praia principal, o bugueiro atravessa um braço de mar em uma balsa e faz a primeira parada, em um rio de água salobra. Neste local, os turistas têm a opção de pagar R$10 a mais para fazer um passeio de bote para encontrar cavalos marinhos na beira do mangue.

Achei essa parte do passeio uma roubada: passamos uns 20 minutos debaixo de um sol escaldante procurando cavalos marinhos e nada. Vimos caranguejos e, quando os passageiros já estavam todos frustrados, um dos 6 barcos com turistas que estavam na região encontrou um cavalo marinho. O bicho foi colocado em um pote de vidro com água e foi passado de mão em mão, barco por barco. O que não nos foi avisado é que é comum fazer o passeio e isso acontecer (essa demora em achar o bicho). Ouvi até que alguns grupos saíram de lá sem ver nenhum cavalo marinho.

Passeio para ver os cavalos marinhos em Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeio para ver os cavalos marinhos em Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Barcos procurando os cavalos marinhos em Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Barcos procurando os cavalos marinhos em Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Caranguejo no passeio para ver os cavalos marinhos. Foto: Marcelle Ribeiro.

Caranguejo no passeio para ver os cavalos marinhos. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cavalo marinho. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cavalo marinho. Foto: Marcelle Ribeiro.

Na sequência, o buggy nos leva a um ponto onde havia um mangue, mas que hoje é uma área de areia com raízes expostas. Para dar uma graça no lugar, colocaram redes e balanços para os turistas tirarem fotos durante uma rápida parada.

Rede nas raízes expostas.

Rede nas raízes expostas.

Próximas paradas: sandboard opcional nas belas dunas de Camocim e fotos. Caso queira ajuda para subir as dunas, pague R$ 10. Na segunda parada, a queda de sandboard dá na lagoa rasa.

Dunas de Camocim.

Dunas de Camocim.

Sandboard nas dunas de Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sandboard nas dunas de Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sandboard nas dunas de Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sandboard nas dunas de Camocim. Foto: Marcelle Ribeiro.

A atração seguinte foi a mais bacana: tivemos cerca de 2h para relaxar nas redes que ficam dentro do Lago Grande, em volta do qual há restaurantes bem rústicos onde dá para almoçar ou petiscar. Pena que o vento balança demais a rede, fazendo com que deitar não seja tão relaxante (eu fiquei até meio com frio). A cor da água é meio marrom, mas vale um banho mesmo assim.

Arrisquei uma isca de peixe como almoço na barraca do Branco e até estava razoável. Pelo menos foi barata: paguei R$ 30 por uma porção que facilmente servia duas pessoas e ainda veio com baião de dois e farofa.

 

Lago Grande.

Lago Grande.

Lago Grande. Foto: Marcelle Ribeiro.

Lago Grande. Foto: Marcelle Ribeiro.

Almoço no Lago Grande. Foto: Marcelle Ribeiro.

Almoço no Lago Grande. Foto: Marcelle Ribeiro.

A última parada foi na vila de Velha Tatajuba, que na verdade é um ponto nas dunas onde há ruínas de casas destruídas pelo vento. Todos os buggys param num ponto em que uma senhorinha conta a história de como o vento e as dunas arrasaram a cidade. Ela não cobra nada, mas agradece se os turistas comprarem água e cocada.

Parada para ouvir a história de como o vento e a areia mudaram Tatajuba. Foto: Marcelle Ribeiro

Parada para ouvir a história de como o vento e a areia mudaram Tatajuba. Foto: Marcelle Ribeiro

Esse passeio costuma custar cerca de R$ 75 por pessoa em buggy compartilhado ou R$ 300 pelo buggy todo.

Fiz esse tour de buggy como cortesia da agência JIC-TUR, em parceria com a Jumentur. Recomendo as agências, pelo profissionalismo e simpatia da equipe. O texto do post reflete a minha real opinião.

 

Reserve sua hospedagem em Jericoacoara pelo Booking clicando aqui e ajude o blog a ganhar uma pequena comissão sem pagar nada a mais! (saiba como funciona essa parceria aqui)

Ao reservar o seu carro pelo portal Rentcars por esse link, você compara preços de várias locadoras, consegue descontos e colabora com o Viciada em Viajar.

 

Leia também:

Jericoacoara: Como é o passeio de buggy para as lagoas Azul e Paraíso

Jericoacoara: O que fazer, quantos dias ficar e sugestão de roteiro

Índice de posts sobre Jericoacoara

 

Compartilhar este artigo:
Publicado por Marcelle Ribeiro

Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus mais de 30 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada com o Guilherme, petlover e viciada em pesquisar novos destinos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *