Viagem ao Sudeste Asiático: 15 erros comuns e como evitá-los
É super complexo planejar uma viagem ao Sudeste Asiático, por vários motivos. São muitos países, é uma região bem distante do Brasil, as passagens aéreas são super caras, os lugares têm nomes estranhos para nós… Ou seja, existem diversas questões que podem te levar a cometer erros ao viajar para lá.
Como eu já estive três vezes nesta região do mundo, hoje vou te dar dicas de viagem pelo Sudeste Asiático que ninguém dá.

Cachoeira Kuang Si, no Laos. Foto: Marcelle Ribeiro.
Veja os erros que você deve evitar cometer:
1 – Tentar conhecer todos os países da região de uma só vez
O primeiro erro que as pessoas cometem em uma viagem ao Sudeste Asiático é tentar conhecer todos os países da região – que são muitos – de uma vez só. O Sudeste Asiático tem 11 países ao todo, que são: Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Singapura, Tailândia, Timor-Leste e Vietnã.
Para conhecer todos eles, você levaria no mínimo uns 3 meses. Mas nem todo mundo tem 3 meses de férias, né? Por isso, é importante pesquisar sobre cada país e definir qual é a sua prioridade. Ou seja, você precisa decidir se quer conhecer mais praia, mais a parte cultural ou templos, etc.
Justamente por saber que não dá para conhecer tudo de uma vez é que eu fui três vezes para o Sudeste Asiático e em cada uma delas conheci países diferentes.
Meus roteiros foram assim:
- 1ª viagem: Indonésia e Singapura (com para nos Emirados Árabes para turistar)
- 2ª viagem ao Sudeste Asiático: Tailândia e Laos
- 3ª viagem: Malásia, Vietnã, Camboja e Tailândia de novo (mas outras ilhas)

Torres Petronas, em Kuala Lumpur, na Malásia. Foto: Marcelle Ribeiro.
2 – Esquecer de pedir visto
A maioria dos países do Sudeste Asiático não exige visto de turistas brasileiros. Entretanto, em alguns países é obrigatório ter essa documentação, como é o caso do Vietnã. Não importa quantos dias você vá ficar lá, você precisa do visto, que deve ser solicitado antes de entrar no país.
Já a Tailândia, um dos países mais desejados por quem sonha com uma viagem ao Sudeste Asiático, não exige visto de turistas que vão ficar até 90 dias lá.
Ah, alguns países não exigem visto, mas solicitam que os turistas preencham alguns formulários antes de desembarcar. Como é o caso da Tailândia e da Malásia.
E como saber para quais os pré-requisitos de entrada ATUALIZADOS em cada país? Recomendo que você entre nos sites dos órgãos oficiais de turismo de cada um deles ou nas páginas das embaixadas dos países. Seguem alguns abaixo:
- Tailândia – Tourism Authority of Thailand e Embaixada da Tailândia no Brasil
- Vietnã – Viet Nam National Authority of Tourism
- Malásia – Embaixada da Malásia no Brasil e Malaysia Tourism Promotion Board (órgão oficial)

Halong Bay, no Vietnã. Foto: Marcelle Ribeiro.
3 – Esquecer das vacinas antes da viagem ao Sudeste Asiático
De maneira geral, vários países do Sudeste Asiático exigem que brasileiros tenham sido vacinados contra a febre amarela. A Tailândia é um desses países que cobram de turistas brasileiros o comprovante da vacina.
Por isso, antes de fazer uma viagem ao Sudeste Asiático, é importante você tomar essa vacina, que é oferecida de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde). Mas atenção, porque é necessário tomar com pelo menos 10 dias de antecedência ao embarque para o exterior.
Além disso, após a aplicação da vacina da Febre Amarela, você precisa solicitar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que é o documento que você vai mostrar no aeroporto antes do embarque ou ao desembarcar. Para isso, entre no site do Governo Federal e faça a sua solicitação. Quem regula isso é a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Você não paga nada pra obter o certificado, mas o ideal é fazer o pedido com alguma antecedência.
Também é importante se informar com um médico de sua confiança sobre outras vacinas importantes de ter tomado pra fazer uma viagem ao Sudeste Asiático, mesmo que não sejam obrigatórias. Eu, por exemplo, tomei vacina preventiva contra a raiva antes de ir pra essa região do mundo. Por quê? É que em países como Tailândia, Indonésia e Malásia há muitos macacos e cachorros de rua. E esses animais transmitem a raiva.
É comum que macacos pulem nas pessoas, para “roubar” óculos e comidas, por exemplo. Nesses casos eles podem acabar te arranhando ou te mordendo e te transmitindo raiva.

Macaco em Bali, na Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro.
Serviço gratuito pra saber sobre vacinas
Para quem mora na cidade do Rio de Janeiro, recomendo um serviço gratuito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) chamado Medicina do Viajante. Lá você consegue agendar uma consulta médica especializada com uma infectologista. Essa profissional conhece as doenças comuns em dezenas de países e vai te dar recomendações sobre que vacinas tomar.
Eu mesma já usei esse serviço para várias viagens e achei muito bom! Fui atendida no horário marcado, em consulta detalhada e atenciosa.
4 – Não fazer seguro viagem
Outro erro que algumas pessoas cometem ao fazer uma viagem ao Sudeste Asiático é não fazer seguro viagem. Aliás, alguns países exigem seguro viagem dos turistas, como o Vietnã, por exemplo.
Mas mesmo que não seja obrigatório para o seu destino, é importante viajar com um seguro viagem, pois imprevistos podem acontecer. E um seguro te deixa protegido em casos de atrasos e cancelamentos de voos, danos e extravio de bagagem. Nestas situações, os seguros, de maneira geral, te dão uma indenização financeira e te ajudam na conversa com companhias aéreas.
Mas o mais importante é que se você ficar doente ou se machucar num acidente na sua viagem ao Sudeste Asiático você terá direito a atendimento médico e hospitalar sem custo. Isso desde que os gastos não ultrapassem o a cobertura que você contratou, claro. O seguro vai te indicar um médico ou hospital credenciado no seu destino. Ou vai reembolsar o valor que você gastar com a consulta, exames e tratamento.
Eu mesma tive que usar seguro viagem na Tailândia e na Indonésia. Na Tailândia eu machuquei o punho ao sentar de mal jeito na praia. Tive que ir ao médico e fazer exames. Já na Indonésia eu tive uma crise de ansiedade muito forte e precisei até de exames cardíacos.
Além disso, é muito comum as pessoas passarem mal no Sudeste Asiático por conta de comida. Seja porque o tempero é mais forte, pela presença maior de pimenta ou até mesmo pela falta de higiene no preparo de comidas de rua. Vale lembrar que muitos países do Sudeste Asiático não têm saneamento básico adequado.

Comida típica apimentada na Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro.
Onde comprar seguro viagem bom?
Para comprar seguro viagem eu recomendo este site, onde eu mesma já comprei seguro várias vezes e deu tudo certo. Como eu disse, tive um pequeno acidente na Tailândia e foi fácil acionar o seguro pelo Whatsapp App. Eles foram ágeis em me indicar um hospital para consulta e exames. Não paguei por nada e até recebi remédios de graça.
E o melhor: comprando por esse link com o cupom VICIADA20 você ganha 20% de desconto na compra de qualquer seguro viagem. Dá pra comparar planos de várias seguradoras de forma super fácil.
5 – Não pesquisar passagens no modo “múltiplos destinos”
Se você pretende conhecer vários países na sua viagem ao Sudeste Asiático, pode não ser vantajoso chegar por um país e sair pelo mesmo lugar. Por exemplo, pode não ser interessante você comprar uma passagem Rio x Bangkok x Rio.
Por isso, pesquise preços de passagem no modo “múltiplos destinos” nos sites das companhias aéreas, ou seja, chegando por uma cidade e saindo por outra. Uma passagem Rio x Bangkok + Bangkok x Bali + Bali x Rio pode ter um custo benefício melhor caso você queira conhecer a Indonésia e a Tailândia em uma mesma viagem.
É importante saber que Kuala Lumpur (Malásia), Bangkok (Tailândia) e Singapura são os principais hubs aéreos do Sudeste Asiático e recebem muito mais voos internacionais do que outros destinos da região. Ah, e não há voos diretos do Brasil para o Sudeste Asiático.

Batu Caves, na Malásia. Foto: Marcelle Ribeiro.
6 – Fazer uma escala muito curta entre os voos
Para chegar ao Sudeste Asiático você vai enfrentar muitas horas de voo. Mas muita mesmo! Separe 2 dias pra chegar e mais 2 dias pra voltar. Por isso, pode ser interessante você fazer uma parada/stop over, em algum país no meio do caminho, para descansar. Fazendo isso, você vai chegar lá mais tranquilo e de quebra vai conhecer um destino a mais.
Quando eu fui para a Indonésia, fiz um stop over gratuito pela companhia aérea Emirates em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Passei 4 dias turistando em Dubai e depois fui para o Sudeste Asiático. E sem custo extra na passagem, viu?
Foi ótimo eu ter ficado um tempinho em Dubai, porque consegui descansar do primeiro voo e também porque já fui me acostumando com o fuso horário da Ásia, que é bem diferente do Brasil (quase 11h a mais dependendo do país). Além da Emirates, a Catar Airways e a Turkish Airlines também oferecem stop over grátis, em Doha e em Istambul, respectivamente.
Se puder, faça essa parada tanto na ida quanto na volta. Mas leve em conta que se você fizer o stop over, terá menos dias para usufruir no Sudeste Asiático.
7 – Não considerar os dias em trânsito
Normalmente leva-se dois dias para chegar ao Sudeste Asiático, e isso se você sair de capitais com um bom número de voos internacionais, como o Rio de Janeiro e São Paulo. Se você mora numa capital com menos voos ou no interior, vai levar mais que isso.
Então, na hora de você montar o seu roteiro, leve em consideração que você vai vai perder dois dias pra ir e mais dois dias voltar. E isso se você não parar para conhecer nenhum país no caminho como stop over.

Pub Street, em Siem Reap, no Camboja. Foto: Marcelle Ribeiro.
8 – Achar que a época boa é a mesma para todos os países
Outro erro comum no planejamento de uma viagem ao Sudeste Asiático é sobre a melhor época pra ir pra lá. Muita gente acha que os meses bons para visitar a região são os mesmos para todos os países. Não são.
Existe um fenômeno climático comum na Ásia chamado monções, que são chuvas torrenciais durante alguns meses. Elas alagam cidades, causam destruição, deixam pessoas desabrigadas e fecham aeroportos. Ou seja, não é interessante você estar em algum país do Sudeste Asiático durante essa época.
Por exemplo, em novembro de 2025, aconteceram as piores enchentes em anos, afetando milhares de pessoas na Tailândia, Indonésia, Malásia e Sri Lanka. Na Tailândia, mais de 300 pessoas faleceram.
Só que as monções acontecem numa época na Indonésia e em outra na Tailândia, por exemplo. Aliás, mesmo dentro de um mesmo país, o clima pode ser diferente de região pra região, numa mesma época do ano. Por exemplo: as chuvas acontecem numa época na costa leste da Tailândia e em outra na costa oeste. No Vietnã o clima no norte é diferente do clima no sul.
Por isso, vale a pena ler o post “Melhor época para ir à Tailândia”. Além desse, os posts Turismo no Vietnã e Quando ir para a Indonésia são importantes para você saber os melhores meses para você viajar para esses países.

Ilhas Similan, em Phuket, na Tailândia. Foto: Marcelle Ribeiro.
9 – Querer turistar no primeiro dia
Querer turistar no dia em que você chegar pode ser um erro. É que você vai chegar exausto da viagem, principalmente se não passar uns dias num stop over num país no meio do caminho.
Por isso, recomendo que você organize a viagem ao Sudeste Asiático de modo que o primeiro dia seja praticamente de descanso e adaptação ao fuso horário.
Aliás, eu demorei dias pra me adaptar ao fuso, de quase 12h. Deixe pra turistar a partir do segundo dia de viagem.
10 – Achar que todos os países do Sudeste Asiático são baratos
A maioria dos países do Sudeste Asiático até são baratos, mas nem sempre são uma pechincha. Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã são exemplos de países onde a comida é mais barata do que no Rio de Janeiro e São Paulo. Além disso, os preços de hotéis também são um pouco mais em conta que no Brasil.
Mas em Singapura tudo é bem mais caro, como hospedagem e alimentação. Quase preço de Europa.
Para saber mais, veja os posts Quanto custa viajar para a Tailândia, Quanto custa viajar para a Indonésia, Quanto custa viajar para o Vietnã.

Árvores gigantes no Gardens by the bay, em Singapura. Foto: Marcelle Ribeiro.
11 – Desconhecer a precariedade da região
É preciso ter em mente que muitos países do Sudeste Asiático têm uma estrutura mais precária que no Brasil, especialmente em relação a saneamento básico, transporte e serviços de turismo. As agências de passeios lá são menos organizadas que as brasileiras.
Um exemplo dessa precariedade foi o que aconteceu com a turista brasileira Juliana Marins na Indonésia. Ao fazer uma trilha em um vulcão no país, ela caiu e morreu enquanto esperava o resgate. A família dele acusou o governo da Indonésia de negligência por conta da demora no envio de socorristas. Além disso, o governo informou que o corpo já havia sido encontrado, mas isso não era verdade.
Por isso, recomendo que você pesquise MUITO sobre as agências que contratar para fazer passeios ou cuidar do seu transporte no Sudeste Asiático. Muitas vezes o serviço é mais barato justamente porque é mais precário.
O ideal é ler a opinião de pessoas que já compraram o mesmo passeio que você quer comprar. Neste site de passeios, você consegue ler as avaliações de outros turistas que de fato contrataram os tours e entender se há muitas reclamações sobre a agência fornecedora, se o motorista dirige mal, se o carro estava em bom estado, se o guia foi atencioso… Eu mesma compro neste site com frequência (inclusive nas minhas viagens ao Sudeste Asiático) e sempre tive boas experiências.

Vulcão Batur em Bali, na Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro.
12 – Superestimar a beleza das praias
Achar que todos os países vão ter praias lindas é mais um erro que as pessoas cometem ao planejar uma viagem ao Sudeste Asiático. Nem todos os países vão ter praias lindas. A Malásia e o Vietnã, por exemplo, têm praias de beleza “média”, pelo menos na minha opinião. Na Malásia, as mais bonitas ficam em destinos mais remotos. No Laos nem tem praia.
Já Singapura não é conhecida por suas praias. O Camboja até tem praias bonitas, mas o acesso não é tão fácil. A Indonésia tem praias bonitas, mas não são tantas assim.
O melhor país para conhecer praia é a Tailândia, que tem praias maravilhosas. As Filipinas tem praias lindas também, mas a estrutura turística no país é mais precária de forma geral.
Vale lembrar que as praias do Sudeste Asiático têm mais lixo do que estamos acostumados no Brasil, o que pode torná-las menos atraentes.

Praia de Long Beach, em Phi Phi, na Tailândia. Foto: Marcelle Ribeiro.
13 – Não escolher bem os mercados de rua onde comer
Quem quer economizar muito numa viagem ao Sudeste Asiático muitas vezes come em mercados de rua.
Porém, como eu disse anteriormente, o saneamento básico não é dos mais adequados nessa região. E nos mercados de rua é muito comum ver comidas expostas por horas, sem nenhuma refrigeração. Além disso, muitas coisas podem ser fritas em óleo velho. E a mesma mão que pega o dinheiro é a que pega o alimento… Ou seja, de maneira geral, nos mercados de rua há uma falta de cuidado com a higiene, sabe?
Eu não tenho coragem de comer comida de rua na Ásia. Já ouvi diversos relatos de pessoas que passaram mal ao comerem em barracas. Por isso, prefiro restaurantes que aparentam ser limpos e organizados.
14 – Achar que só vai ter comida esquisita
A culinária do Sudeste Asiático é bem diferente da brasileira. Mas dá para se alimentar bem mesmo se você não quiser provar as comidas típicas de lá. Porém, você vai ter que pagar um pouco mais caro, porque as comidas locais são mais baratas que as ocidentais.
É super comum você encontrar restaurantes que servem pizza, macarrão bolonhesa, macarrão carbonara, hambúrguer, saladas e refrigerantes. Lojinhas que vendem biscoitos e doces também são fáceis de encontrar.
Se você quiser experimentar algo “mais comum”, sugiro o “fried rice”, que é o “arroz frito”. Na verdade é um arroz cozido e depois frito na chapa, misturado com pedacinhos de ovo frito, frango ou carne em cubinhos, castanhas e temperos. Ele é super fácil de encontrar em vários países e em geral não é apimentado.
Já a carne vermelha e queijo são caros e difíceis de achar. As proteínas mais comuns são peixe, frango, porco e camarão.

Arroz frito que comemos em Chiang Mai. Foto: Marcelle Ribeiro.
15 – Achar que todos os países têm a mesma religião
Muitos países do Sudeste Asiático têm templos budistas lindíssimos. Mas mesmo na Tailândia, há cidades que são de maioria budista e outras de maioria muçulmana. Mas isso não quer dizer que você vai ter que ficar coberta da cabeça aos pés caso esteja na parte muçulmana do país. Pode usar a roupa do dia a dia mesmo.
Já em Bali, na Indonésia, a maioria da população segue o hinduísmo. Mas também tem muitas cidades muçulmanas.
É importante você saber a religião das cidades que você vai visitar na sua viagem ao Sudeste Asiático principalmente para saber o que levar na mala. Para visitar templos budistas, hindus e muçulmanos é preciso cobrir os ombros e as pernas e não vestir roupas decotadas, transparentes ou muito justas. Alguns templos emprestam ou alugam roupas e lenços, mas não são todos. Além disso, nem sempre esses trajes “emprestados” compõem um “look” bonito….

Templo Doi Suthep, em Chiang Mai, na Tailândia. Foto: Marcelle Ribeiro.
Ainda está com dificuldade para planejar uma viagem ao Sudeste Asiático? Escreva nos comentários.
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