O que fazer em 1 dia de viagem a Belo Horizonte

postado por Marcelle Ribeiro e publicado em 23/07/2015 - Atualizado em: 17/02/2016
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Com museus bacanas, bares gostosos e baratos e uma lagoa agradável para um passeio no fim de tarde, Belo Horizonte é uma cidade que cabe bem em um ou dois dias de viagem. Estive na capital mineira no feriadão de 1 de maio, que esse ano teve três dias. A razão principal para eu decidir ir a Minas foi Inhotim, confesso. Eu estava há tempos querendo conhecer esse museu de arte moderna a céu aberto perto de BH. Como eu disse no post que relato o meu roteiro de 3 dias de viagem por BH e Inhotim, resolvi dedicar 2 dias a Inhotim e 1 à capital.

Em um dia, consegui ver as atrações que eu mais queria em Belo Horizonte e aproveitei tudo sem correria.

A manhã foi dedicada à Praça da Liberdade e seus museus, no bairro de Funcionários. Por volta das 10h30, cheguei à praça que, pra meu desapontamento, é bem menor do que eu imaginava. Vi muita gente caminhando por ali, andando de bicicleta ou passeando com o cachorro, num clima agradável. O lugar pareceu bem cuidado. Uma pena que o Palácio da Liberdade estava fechado para visitações por tempo indeterminado. Pelo que li, o esquema de visitas está sendo reformulado.

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Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Palácio da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Edifício Niemeyer, na Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Depois de 15 minutos caminhando na praça, resolvi entrar no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), que fica ali mesmo. É que nas ruas que formam a praça há tantos museus e centros culturais que a região é chamada de Circuito Cultural Praça da Liberdade. A minha visita ao CCBB de BH não estava nos meus planos, mas vi que estava em cartaz uma exposição temporária sobre Kandinsky que eu não havia conseguido ver no CCBB do Rio e, como não havia filas, aproveitei a oportunidade.

Após uma pausa para o melhor pão de queijo que comi em Minas (o do Café com Letras, que fica dentro do CCBB), fui conhecer o maravilhoso Memorial Minas Gerais – Vale. Este museu é super diferente, porque conta a história de Minas Gerais, relatando a busca por ouro no Brasil, a escravidão e a época áurea das fazendas mineiras. Além disso, no andar térreo há exposição sobre artistas mineiros famosos, como Sebastião Salgado, Lygia Clark e Carlos Drummond de Andrade. E ainda tem peças do artesanato do estado. Passei cerca de 1h30 lá, e só fui embora porque já era hora de almoçar com a minha irmã.

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Memorial Minas Gerais - Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

 

 

Para saber quais outros museus integram o Circuito Cultural Praça da Liberdade, clique aqui.

Para almoçar, há diversas opções pertinho dos museus, já que a Savassi, um bairro de BH cheio de restaurantes bacanas, fica bem ao lado do bairro de Funcionários.

Andando por cerca de 10 ou 15 minutinhos, cheguei à rua Fernandes Tourinho, na Savassi. A ideia inicial era almoçar no buffet por quilo charmosinho Folie (Rua Fernandes Tourinho, 576), pois conciliar meu gosto para comida e a dieta da minha irmã não é das tarefas mais fáceis. E a gente também não queria pagar caro. Mas a poucos metros do Folie vimos que o Redentor (Rua Fernandes Tourinho, 500), restaurante com cara de bar descolado estava fazendo sucesso com mesinhas na calçada e varanda. E também era por quilo. Arriscamos e gostamos.

Após o almoço, pegamos o carro que a minha irmã havia alugado no aeroporto e fomos conhecer um dos maiores cartões-postais de BH: a Igreja de São Francisco de Assis, às margens da Lagoa da Pampulha. Projetada pelo Oscar Niemeyer, a igreja se destaca pelo formato inusitado e pelos painéis de azulejos azuis pintados por Candido Portinari. Esperava que ela fosse maior, mas mesmo assim, é bem bonita.

O exterior é mais interessante que o interior, que não lembra em nada o barroco mineiro: nada de rococós ou ouro. Por dentro, há mais azulejos de Portinari e painéis retratando passagens bíblicas. Como a entrada era baratinha (cerca de R$ 5), valeu.

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Igreja de São Francisco de Assis, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja de São Francisco de Assis, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja de São Francisco de Assis, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

 

A tarde já estava acabando e ainda queríamos ver os jardins projetados por Burle Marx em diferentes pontos da lagoa. Por isso, aproveitamos que estávamos de carro e demos a volta nela. É grande!! São cerca de 18 km de extensão e, honestamente, a área mais bonita fica mesmo perto da igreja, do Museu de Arte da Pampulha (que estava fechado para reformas) e da Casa do Baile. Em frente ao museu há belos jardins e a gente tirou um monte de fotos. Pegamos o carro e andamos mais um pouco até a Casa do Baile, espaço que é um ponto bacana para apreciar a vista da lagoa. Estava rolando também uma instalação de arte na Casa do Baile. A gente viu o pôr do sol lá e amou!

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Lagoa da Pampulha, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Lagoa da Pampulha, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Lagoa da Pampulha, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Centro Cultural Banco do Brasil de BH

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/belo-horizonte/

Endereço: Praça da Liberdade, 450, Funcionários, Belo Horizonte.

Horário de funcionamento: De quarta a segunda-feira das 9h às 21 horas.

Preço: Grátis.

 

Memorial Minas Gerais – Vale

http://www.memorialvale.com.br/

Endereço: Praça da Liberdade, s/n˚, Esquina com Rua Gonçalves Dias, bairro de Funcionários, Belo Horizonte.

Horário de funcionamento: Terças, quartas, sextas-feiras e sábados, das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h.

Preço: Grátis

 

Igreja São Francisco de Assis

Endereço: Rua Dr. Otacílio Negrão de Lima, 3000 – São Luiz / Pampulha – Belo Horizonte.

Horário de funcionamento: Terça-feira a sábado das 8h às 17h. Domingo às 9h às 14h.

Preço: Cerca de R$ 5.

 

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Leia também:

Conceição de Ibitipoca: belas cachoeiras em Minas Gerais

Veja a a lista de posts sobre Belo Horizonte

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Comentários

  1. Olga
    21 out 2016

    Olá Marcelle, estarei amanhã em BH por um dia e gostei das duas dicas. Fiquei só sem saber uma indicação de hotel. Poderia informar? Obrigada!

  2. Raquel
    19 abr 2017

    Olá. Estarei viajando para BH com minha cachorrinha. Vc sabe me dizer se é possível visitar a Pampulha com cães. Nao estou conseguindo mtas informação acerca de locais pets friendly. Agradeço se puder ajudar. Obrigada pelas suas dicas.

    • 19 abr 2017

      Oi, Raquel,
      A Pampulha é aberta, não tem grades nem muros. Você pode andar com sua cachorrinha em volta da Lagoa inteirinha, inclusive em frente à Catedral de São Francisco.
      Abs

  3. Douglas
    23 maio 2017

    Excelente, obrigado por compartilhar suas dicas conosco!

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