O que fazer em Punta del Este – pontos turísticos

postado por Marcelle Ribeiro em 26/01/2018 - Atualizado em: 13/03/2019
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Punta del Este é o balneário mais famoso do Uruguai e ponto de encontro dos ricos e famosos da América do Sul. No verão, a sua população multiplica mais de 10 vezes só com os banhistas interessados nas praias e na badalação da cidade. Mas mesmo no inverno, tem o que fazer em Punta del Este sim!

Além disso, a cidade não é só para os ricos. É para nós, mortais, também! 🙂 Maridão esteve lá e trouxe todas as dicas sobre os pontos turísticos de Punta del Este.

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A playa mansa, banhada pelo Rio da Prata. Foto: Guilherme Calil.

 

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Punta del Este – Quando ir

“Punta del Este bomba mesmo no verão. E o clima da cidade ajuda muito a explicar disso. A chuva é até bem dividida ao longo do ano, mas as temperaturas passam por mudanças drásticas. Em janeiro, faz calor e é possível aproveitar as praias.

As temperaturas caem bastante em Punta del Este no inverno (alguns dias, chega a ficar abaixo de 10ºC) e a cidade fica bem mais vazia. Então, se você quer agito, procure ir entre o Natal e o Carnaval. Se quer descansar, aproveitar as diárias mais baratas e até curtir um cassino, vá para Punta del Este no inverno. Mas saiba que, nessa época do ano, muitos estabelecimentos ficam fechados.

 

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Os praticantes de parapente aproveitam os bons ventos. Foto: Guilherme Calil.

Como ir a Punta del Este

Com um passeio com agência

Como eu estava com meus pais e meus padrinhos, achamos melhor contratar um passeio direto com uma agência de turismo. Compramos um pacote com a Viva Turismo, agência pequena de Niterói (RJ), que subcontratou equipe lá. O transfer do aeroporto para o nosso hotel em Montevidéu + o passeio para Punta del Este + outro para Colonia de Sacramento custaram, no total, R$ 465,74 por pessoa (preços de 2017).

Recentemente o blog se tornou parceiro da Get Your Guide, empresa que vende passeios e transfers em vários países, inclusive para Punta del Este. Veja aqui a lista de tours e traslados que eles oferecem no Uruguai.

Fizemos isso porque éramos cinco pessoas e um carro alugado poderia ser apertado. Com a agência, fomos em um ônibus de turismo confortável, com guia, mas com um wifi que não funcionou muito bem em alguns pontos.

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De carro alugado

Uma ótima alternativa para quem quer explorar os pontos turísticos de Punta del Este sem pressa ou pretende ficar mais alguns dias em Punta é alugar um carro em Montevidéu e dirigir. São cerca de 130 quilômetros que você percorre em cerca de duas horas em uma estrada muito boa, asfaltada e sinalizada. Não tem como errar!

 

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Turistas caminham no calçadão perto da Marina de Punta. Foto: Guilherme Calil.

 

Punta del Este O que fazer

Vou falar um pouquinho sobre a excursão que fiz e aproveito também para falar um pouco mais sobre Punta del Este.

Nossa viagem começou em Montevidéu e teve como primeira parada o Cerro San Antonio, em Piriápolis, cidade balneária que era super famosa antes de Punta del Este. Na minha opinião, é uma típica parada para enganar turistas.

A vista é até bonita, mas a estrutura é bem ruim. Só tinha uma lojinha vendendo alfajor, doce de leite, mas os preços não eram bons. Além disso, não tinha nem banheiro funcionando nessa parada. E olha que tinham vários ônibus de turismo parados por lá…

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A vista do Cerro San Antonio, em Piriápolis. Foto: Guilherme Calil.

Depois, entramos no ônibus novamente e, por causa de uma maratona que estava sendo disputada em trechos da estrada, tivemos que fazer um pequeno desvio. Nada demais, mas a diferença é que entramos em Punta del Este justamente pelo bairro dos ricos e famosos. De dentro do ônibus, deu pra ver mansões gigantescas e luxuosas, que podem custar milhões de dólares!

No começo da tarde, paramos para almoçar em Punta del Este. Preferimos não comer no restaurante indicado pela guia de turismo e acabamos conhecendo o Soho, bem pertinho do porto e da marina. A nossa aposta valeu a pena! Gostamos da comida e ainda ganhamos uma caipirinha de cortesia! Eu comi um ojo de bife, que estava bem gostoso.

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O ojo de bife do Soho, restaurante gostoso de Punta. Foto: Guilherme Calil.

Pausa para comprinhas

Depois do almoço, todos nós demos uma rápida caminhada por Punta e deu para perceber que, apesar de ser final de novembro, ainda não estávamos na alta estação. A cidade ainda não estava lotada. Algumas lojas não estavam abertas e vários prédios ainda tinham apartamentos vazios e com placas para alugar. Confesso que fiquei um pouco impressionado com isso.

Quando chegamos na região da Avenida Gorlero e Calle 20, que concentra muitas lojas de lembranças e de grife, meus pais e padrinhos resolveram fazer umas comprinhas. Já eu preferi conhecer a orla de Punta, que tem esse nome justamente por ser a região que divide o Oceano Atlântico do Rio da Prata. Essa característica faz Punta ter praias de água salgada e de água doce a menos de 15 minutos de distância de caminhada.

 

Praias

Comecei meu passeio pela área conhecida como Playa Brava, banhada pelo oceano. Posso contar uma coisa? Não achei nada demais. A água tem tons escuros e é bem gelada! Só tive coragem de colocar os pés. Mas a estrutura na praia é muito boa, com barracas e até salva-vidas espalhados pela faixa de areia.

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A Playa Brava, banhada pelo oceano Atlântico. Foto: Guilherme Calil.

É na playa Brava que fica a escultura “Los Dedos”, um dos mais famosos pontos turísticos de Punta del Este. A obra, de Mario Irarrázabal, atrai turistas o tempo inteiro! Impossível tirar uma foto sozinho nela, mesmo fora da alta estação. É bem interessante ver como as pessoas se encantam e interagem com a escultura, principalmente as crianças.

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Turistas se esbaldam na escultura “Los Dedos”, em Punta. Foto: Guilherme Calil.

Depois de uns 15 minutos de caminhada, cheguei à Playa Mansa, banhada pelo Rio da Prata. Por lá, a água é ainda mais escura, mas é super calma, sem ondas. Eu gostei mais dessa região da cidade por causa de um calçadão de madeira, onde as pessoas sentam, apreciam a vista ou praticam esporte. Muito legal!

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A vista do calçadão de madeira da Playa Mansa. Foto: Guilherme Calil.

Como ainda tinha um pouquinho de tempo, fui andando até o Conrad Resort e Casino, outro símbolo de Punta e muito conhecido dos brasileiros por causa dos programas do Amaury Júnior. O hotel é realmente impressionante! Gigantesco e com várias áreas e mordomias para os clientes… Sem contar o cassino, que é muito luxuoso! Pra quem gosta de apostar, deve ser bem legal perder um tempo nas mesas e nas máquinas caça-níqueis de lá.

Conrad Resort e Casino

A fachada do Conrad Resort e Casino. Foto: Guilherme Calil.

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Essa é apenas uma pequena parte do cassino do Conrad. Foto: Guilherme Calil.

 

Casapueblo

Por volta das 16h30, entramos no ônibus novamente, mas ainda tínhamos uma última parada: a Casapueblo, em Punta Ballena.

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A entrada da Casapueblo, em Punta Ballena. Foto: Guilherme Calil.

A antiga casa de verão do artista plástico Carlos Vilaró, hoje transformada em museu, galeria e hotel, é incrível! Tem obras de arte espalhadas por todos os lados, mostrando várias fases do trabalho de Vilaró. Além disso, um filme conta um pouco da história do artista e também da casa, que foi um projeto de vida dele. Vilaró projetou e executou a obra com a ajuda de moradores da região.

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Parte da Casapueblo foi transformada em hotel. Foto: Guilherme Calil.

Recomendo perder um tempo apreciando a vista espetacular das varandas da casa. Se tiver com fome, pode aproveitar para tomar um café admirando o sol batendo no Rio da Prata. Inesquecível!

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A vista espetacular da varanda da Casapueblo. Foto: Guilherme Calil.

A Casapueblo abre todos os dias, das 10h às 18h, e o ingresso custa R$ 35 (preço de 2017). O museu aceita pagamento em reais, pesos, pesos argentinos e cartão de débito e crédito. Mas o museu não dá troco em real. Se quiser pagar na moeda brasileira, tenha o direito certinho.

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Uma das muitas obras de Carlos Vilaró na Casapueblo. Foto: Guilherme Calil.

Depois da visita à Casapueblo, encaramos a viagem de volta até Montevidéu, cerca de duas horas e meia no ônibus da agência de turismo.”

 

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Publicado por Marcelle Ribeiro

Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus mais de 30 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada com o Guilherme, petlover e viciada em pesquisar novos destinos.

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