Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Fernando de Noronha: Trilhas de Atalaia e Morro São José

21 de maio de 2017, por Marcelle Ribeiro

Para encerrar a série de posts sobre as trilhas de Fernando de Noronha, a minha amiga Denise Peyró hoje conta para a gente sobre duas delas: a de Atalaia Longa e Morro São José. Tá curioso para saber como elas são? À leitura, pessoal!

 

Quais os principais atrativos das trilhas de Atalaia Longa e Morro São José?

Denise: A trilha de Atalaia Longa é uma das mais conhecidas da ilha. Existe a opção de fazer a trilha Atalaia Curta, que não requer guia, mas que só leva à piscina natural do Atalaia. Na longa, é necessária a presença de um guia e você tem acesso a duas outras piscinas naturais: da Pontinha e Caieiras. Em todos os casos, o agendamento prévio é necessário porque há limite de visitantes por dia e as piscinas só são acessíveis na maré baixa. A piscina do Atalaia é linda e cheia de vida. Não é autorizado o acesso sem colete, tocar nos corais ou colocar o pé no fundo. Existe um fiscal do ICMBIO dentro da piscina e ele é responsável por checar se os visitantes estão cumprindo as regras. Em caso de descumprimento, você pode e será retirado da piscina.

É possível ver uma diversidade de peixes, filhotes de tubarão, filhotes de polvo e até pequenas arraias. Passe o protetor solar antes de sair da pousada. No local, não é autorizada a aplicação de protetor solar. As outras duas piscinas também têm bastante vida. O uso da máscara e do snorkel é indispensável, assim como o de tênis. Após cada piscina, reaplique o protetor solar porque a trilha é descoberta.

Já a trilha do Morro São José começa no Air France e só é liberada se as condições do mar estiverem boas. Ela é feita na maré baixa, mas se as ondas estiverem grandes, o acesso não é liberado. É necessário o uso de máscara e snorkel, colete e pé de pato. Caso o visitante não tenha, é possível alugar o equipamento no porto. O kit completo sai por 30 reais por pessoa. A travessia até o Morro São José é feita por mar. É possível fazer pelas pedras, mas o risco é maior porque as pedras “viram sabão” de tão escorregadias por causa do limo.

Fazendo a trilha do Morro São José, é possível ver peixes, arraias, tartarugas e, eventualmente, até tubarões. É preciso ter cuidado ao chegar à ilha. O guia vai dizer a melhor hora para subir as pedras. É preciso esperar a série de ondas passar para que você não seja pego de surpresa e jogado contra as pedras. Depois de subir, você caminha por pedras até a lateral da ilha onde fica localizada a piscina natural. De todas as piscinas, essa, na nossa opinião é a mais bonita. Ela é mais funda que as outras (tem aproximadamente 2 metros de profundidade e cristalina). Realmente de deixar o queixo caído. Na volta, o percurso é o mesmo. Você caminha pelas pedras até o local de entrada e espera o guia te autorizar a pular no mar (mais uma vez depende da série de ondas). O tempo de banho na piscina é de 15/30 minutos, exatamente por causa da maré.

 

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

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Quanto tempo vocês levaram para fazer cada uma das trilhas?

A de Atalaia Longa leva de  4 a 6 horas. A do Morro São José, 1h30.

 

Qual é o nível de dificuldade de cada uma delas?

A trilha de Atalaia Longa é de dificuldade moderada. O trecho das pedras é o pior. A do Morro São José também é de dificuldade média. O risco está no acesso à ilha pelo mar e no retorno, porque ele é feito pelas pedras e depende das condições do mar.

 

As trilhas são abertas (com sol na cabeça) ou fechadas?

As duas são praticamente todas abertas, sem sombra. A do Morro São José tem o começo e o final feitos a nado pelo mar.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Trilha de Atalaia Longa, em Fernando de Noronha. Foto: Denise Peyró.

Quanto vocês pagaram por cada trilha?

A de Atalaia Longa custou R$ 150,00 por pessoa e a do Morro São José, R$ 100 por pessoa.

 

Que agência vocês contrataram?

Fizemos com uma guia local – Camila Barreto. O instagram dela é camilaguianoronha.

 

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Índice de posts sobre Fernando de Noronha

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Rio de Janeiro: Um passeio a pé por Santa Teresa e pela Lapa

19 de abril de 2017, por Marcelle Ribeiro

Enquanto as férias não chegam, nada melhor que turistar na cidade onde você mora. Por isso, resolvi conhecer um pouco mais da Lapa e de Santa Teresa durante um fim de semana de folga no Rio de Janeiro. Chamei minha mãe e o maridão para um passeio por estes bairros famosos pelos centros culturais e pela boemia.

A Escadaria Selarón é uma atração imperdível na Lapa. Foto: Marcelle Ribeiro

A Escadaria Selarón é uma atração imperdível na Lapa. Foto: Marcelle Ribeiro

Escadaria Selarón

Para começar, fomos ver a Escadaria Selarón, um dos lugares mais famosos da região central da Cidade Maravilhosa. Fiquei me perguntando como ainda não conhecia aquele lugar mesmo morando aqui por uns 15 anos.

Eu e minha mãe descansando nos degraus... Foto: Guilherme Calil

Eu e minha mãe descansando nos degraus da Escadaria Selarón… Foto: Guilherme Calil

A Escadaria Selarón é obra do artista plástico chileno Jorge Selarón, que custeou todo o projeto com o próprio dinheiro. Ele começou a reformar a escadaria em 1990 e o projeto era constantemente renovado até 2013, quando o artista morreu.

Como a fama da obra ganhou o mundo, Selarón passou a receber azulejos dos visitantes de todas as partes e isso é muito visível ao longo dos 250 degraus que ligam a Lapa à Ladeira de Santa Teresa. Tem azulejo de vários países e é muito legal subir a escada e ficar reparando nos detalhes de todos eles.

Selarón recebeu azulejos de turistas do mundo todo. Foto: Marcelle Ribeiro

Selarón recebeu azulejos de turistas do mundo todo. Foto: Marcelle Ribeiro

Chegar lá é bem tranquilo. Ela fica bem perto dos Arcos da Lapa. De lá, basta entrar na Rua Joaquim Silva e caminhar por cerca de 5 minutos. Não há cobrança de entrada, nem horário de funcionamento, porque ali é espaço público mesmo. Super recomendo, mas o passeio deve ser feito durante o dia por causa da luz e também por questões de segurança.

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Parque das Ruínas

Subindo os degraus da Escadaria Selarón, você vai chegar à Ladeira de Santa Teresa. Andando por cerca de uns 15 minutos e seguindo placas e indicações de moradores, você estará na Rua Murtinho Nobre, que abriga o Parque das Ruínas, um palacete que hoje é um Centro Cultural.

A entrada é gratuita e você tem bela vista da Baía de Guanabara. Aproveite para tirar várias fotos da paisagem e deixar o tempo passar curtindo a Cidade Maravilhosa.

Vista do Rio de Janeiro a partir do Parque das Ruínas

A maravilhosa vista do Rio a partir do Parque das Ruínas. Foto: Guilherme Calil.

 

O palacete também pode se transformar em cenário. Vi muitos estudantes de moda e fotógrafos aproveitando a luz e a arquitetura de lá para fotos. Se você subir toda a construção, será presenteado com mais uma vista sensacional da cidade.

Modelando no Parque das Ruínas. Foto: Guilherme Calil.

Modelando no Parque das Ruínas. Foto: Guilherme Calil.

O Parque das Ruínas fica na Rua Murtinho Nobre, 169. Funciona de terça a domingo, das 08h às 18h. A entrada é grátis.

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No alto da foto, é possível ver a ponte entre o Parque das Ruínas e o Museu Chácara do Céu. Foto: Marcelle Ribeiro

À direita, a ponte entre o Parque e o Museu da Chácara do Céu. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu da Chácara do Céu

Na mesma rua, pouco depois do Parque das Ruínas, fica o Museu da Chácara do Céu. Eles são tão perto um do outro que tem até uma pequena ponte ligando as duas atrações.

O museu fica na antiga casa de Castro Maya, fundador e primeiro presidente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Amante das artes e da literatura, Castro Maya construiu um grande acervo de obras nacionais e internacionais ao longo da vida. Após sua morte, a casa foi transformada em museu.

Jardim do Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro

Jardim do Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro

Por lá, é possível ver obras de Di Cavalcanti, Portinari e algumas aquarelas de Debret, importante artista francês que retratou o Brasil no começo do século XIX.

Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro.

Além disso, é possível visitar 2 cômodos mobiliados: a sala de jantar e a biblioteca. A sala de jantar chama a atenção pela prataria e por todo o mobiliário de época. Também é possível conhecer o jardim da propriedade.

A sala de jantar foi preservada no Museu da Chácara do Céu. Foto: Marcelle Ribeiro

A sala de jantar foi preservada no Museu da Chácara do Céu. Foto: Marcelle Ribeiro

 

O Museu da Chácara do Céu fica na Rua Murtinho Nobre, 93. Funciona de quarta a segunda, das 12h às 17h, com entrada grátis às quartas. Nos outros dias, a entrada custa R$ 2. Além disso, o Museu fecha no dia 1 de janeiro, no Carnaval e nos dias 25 e 31 de dezembro.

 

Portella Bar

Depois de tanto andar, é claro que a visita não seria completa sem o pit stop para o almoço. Pegamos um táxi do Museu Chácara do Céu até o Portella Bar, bem no Largo dos Guimarães.

Ate dava para ter ido a pé, mas como estava calor e bateu uma preguiça, preferimos aproveitar que um táxi passava por ali.

Quando chegamos, por volta de 13h30 de um sábado, o restaurante estava vazio, mas o salão foi enchendo rapidinho… E ainda tinha uma gostosa música ao vivo. Éramos 3 pessoas e pedimos feijoada para 1 pessoa e um arrumadinho (prato com feijão de corda, farofa, carne seca desfiada e temperos), chopes, caipirinha e 2 sobremesas. A conta deu uns R$ 82 por pessoa.

O Portella Bar fica na Rua Paschoal Carlos Magno, 139, no Largo dos Guimarães, em Santa Teresa.

A feijoada do Portella é uma delícia. Foto: Marcelle Ribeiro

A feijoada do Portella é uma delícia. Foto: Marcelle Ribeiro

Pegamos uma mesa bem na janela, de onde era possível ver toda a movimentação de Santa Teresa. O Portela fica no coração do bairro, com outros restaurantes e lojinhas de artesanato bem ao lado. Por ali, muitos turistas andando pra cima e pra baixo e também o revitalizado bondinho do bairro. Nós não andamos nele porque o bilhete está custando R$ 20, mas quem tiver disposição (e um dinheirinho no bolso) pode aproveitar o passeio.

O revitalizado bondinho de Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro

O revitalizado bondinho de Santa Teresa. Foto: Marcelle Ribeiro

Santa Teresa tem vários restaurantes famosos, para todos os preços. Alguns deles: Espírito Santa cozinha amazonense), Aprazível (comida brasileiras) e Bar do Mineiro (comida brasileira, meio apertado, sempre cheio e com cara de botecão).

E quanto tempo levamos para fazer todo esse passeio? Chegamos na Escadaria Selarón por volta das 11h e às 13h30 já estávamos no restaurante.

Para encerrar, fica uma dica que não aproveitamos nesse dia e que você pode agregar ao seu roteiro caso tenha interesse e um pouquinho mais de tempo. Se você quiser, pode começar esse roteiro pela Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro. Com uma arquitetura bem diferente das igrejas tradicionais, a Catedral fica na Avenida Chile, 245, bem próximo dos Arcos da Lapa. De lá até a Escadaria Selarón, a caminhada deve ser de pouco mais de 10 minutos.

E se você ama arte, saiba que o bairro tem vários ateliês. Santa Teresa inclusive promove todo ano um evento em que eles ficam de portas abertas para o público. Eu ainda não fui nesta época, mas dizem que o bairro todo fica em clima de festa, com muita gente nas ruas. Não consegui descobrir quando o Arte de Portas Abertas vai acontecer em 2017, mas no site da associação dos artistas do bairro eles costumam informar.

 

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Fernando de Noronha: Trilha do Piquinho para ver o pôr do sol

18 de abril de 2017, por Marcelle Ribeiro

Fernando de Noronha não para de ganhar novos points para ver o pôr do sol. Além do tradicional Mirante do Boldró, e do restaurante Mergulhão (falei sobre ele aqui), a minha amiga Denise Peyró acabou de descobrir um local bem diferente para curtir o fim de tarde: o Morro do Piquinho. Ela fez uma trilha até lá em março desse ano e contou tudo pra gente.

 

Qual o principal atrativo da trilha para o morro do Piquinho?

Denise: O mais legal é fazer a trilha no final da tarde para ver o pôr do sol lá de cima. O Piquinho é o segundo ponto mais alto de Fernando de Noronha. Antigamente, o Pico, o ponto mais alto da ilha, podia ser acessado, mas as escadas de ferro colocadas na pedra enferrujaram e o acesso ao local foi proibido. Nada que o Piquinho não compense. A subida leva cerca de 25 a 30 minutos e é bastante íngreme. Não aconselho para quem tem medo de altura. A visita é permitida sem guia, mas com guia é muito mais segura. Primeiro porque evita de o turista se perder (a trilha não é tão óbvia) e segundo porque o guia ajuda bastante na ultrapassagem de alguns “obstáculos”. Acredite, as fotos do por do sol ficarão incríveis!

 

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Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Ao final desta trilha dá para tomar banho em praia ou cachoeira?

Denise: Não.

 

Quanto tempo vocês levaram para fazer a trilha do Piquinho?

Denise: entre 25 e 30 minutos.

 

Você disse que ela é bem íngreme. É uma trilha difícil?

Denise: É uma trilha cansativa e tem alguns trechos perigosos por causa da altura.

 

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

Trilha para Morro do Piquinho, em Fernando de Noronha. Foto: Rafael Rosas.

O trajeto é aberto (com sol na cabeça) ou fechado?

Denise: É uma trilha fechada. Só a parte final é aberta (que dá vista para o pôr do sol).

 

Precisa de guia para fazer a trilha?

Denise: Não precisa, mas nós recomendamos porque há risco de se perder na trilha e há trechos perigosos.

 

Quanto vocês pagaram para fazer a trilha?

Denise: R$ 80 por pessoa. Agendamos por meio da nossa pousada (Pousada Marina) e fomos com uma guia local – Camila Barreto. O instagram dela é camilaguianoronha.

 

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