Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Viagem para o Uruguai: onde ficar em Montevidéu e trocar dinheiro

24 de julho de 2017, por Marcelle Ribeiro

Enquanto a minha viagem para o Uruguai continua apenas na vontade, minha mãe e meu padrasto “furaram a fila” (rsrsrs) e aproveitaram uns dias de folga para fazer vários passeios em Montevidéu. Descontando o dia de chegada e o dia de partida, eles ficaram três dias na capital uruguaia agora em julho. Minha mãe, Adelia Ribeiro, conta abaixo como foi o roteiro de viagem deles. Bora ver as dicas?

 

Teatro Solis, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Teatro Solis, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Quando ir a Montevidéu

Definitivamente é um lugar para se visitar no verão. Pegamos chuva e frio no início de julho. (veja a média de chuva e temperatura mês a mês em Montevidéu aqui)

 

Como ir do aeroporto de Montevidéu ao hotel e trocar pesos

Chegamos na madrugada de uma sexta-feira. Compramos pesos no aeroporto de Montevidéu, só o suficiente para o táxi. Com cada R$ 1, compramos 6,722 pesos uruguaios no aeroporto.

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Saindo do aeroporto, dividimos um táxi com um casal super simpático, de Campinas, que ia pra a mesma região que nós, a Cidade Velha. Pagamos 1.600 pesos a corrida para os quatro. De van, custaria 400 pesos por pessoa.

Quem preferir pegar um Uber, saiba que lá esse serviço funciona regularmente. Mas lá os motoristas são obrigados a abrir um empresa para que paguem impostos ao governo.

Alguns taxistas têm a mesma fama que alguns dos nossos do Rio de Janeiro: não ajudam o passageiro com a bagagem; fumam antes de entrar o carro (levando todo o odor do cigarro pra dentro do carro e são grosseiros. Além disso, os carros são velhos e sem manutenção. Os taxistas cobram 20% mais caro para viagens entre as 20h e as 06h nos dias úteis e, em qualquer horário, nos domingos e feriados.

Falando na moeda, o nosso Real é aceito normalmente e a conversão é feita pela mesma taxa das casas de câmbio. No aerroporto a cotação é sempre pior. No nosso primeiro dia em Montevidéu, fomos a uma casa de câmbio na Rua Zabala, 1384, na Cidade Velha, e conseguimos comprar com a cotação de R$ 1 = 8,30 pesos uruguaios.

Não há a menor necessidade de levar dólar americano.

Cartões de crédito são aceitos na maioria dos lugares (restaurantes e lojas preferem cartão de crédito a dinheiro).

 

Onde ficar em Montevidéu

Ficamos no hotel boutique Alma Histórica, na região de Cidade Velha. Super charmoso, serviço nota 10. Este hotel não é muito conhecido pelos turistas brasileiros. É muito usado por executivos que vão a trabalho para Montevidéu e por turistas americanos. Éramos os únicos hospedes, já que a frequência maior é durante a semana e fomos em um final de semana, em baixa temporada.

O Hotel fica na Cidade Velha, Praza Zabala, que tem este nome em homenagem ao fundador de Montevidéu, Bruno Mauricio Zabala. É uma praça comum, sem muita graça.

 

Hotel boutique Alma Histórica, em Montevidéu. Foto: Marcelle Ribeiro

Hotel boutique Alma Histórica, em Montevidéu. Foto: Marcelle Ribeiro

Hotel boutique Alma Histórica, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Hotel boutique Alma Histórica, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Praça Zabala, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Praça Zabala, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Praça Zabala, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

Praça Zabala, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Viagem para Bali: passeio de bicicleta

23 de julho de 2017, por Marcelle Ribeiro

Durante a nossa viagem para a Indonésia, eu e o maridão queríamos conhecer mais do que os cartões postais de Bali. Tínhamos interesse em saber sobre como viviam os balineses e, por essa razão, decidimos fazer um passeio com a Bali Eco Cycling*, que oferece um tour de bicicleta em alguns pontos menos conhecidos da ilha.

Aí, aqueles com menos disposição logo pensam: “Pedalar? Tô fora!”. Na verdade, o passeio é bem tranquilo e feito quase sempre descendo ladeiras, o que torna a atividade bem agradável.

O passeio começa às 08 horas da manhã, quando os guias passam para te buscar no hotel. Você entra em um carro deles e segue até uma pequena chácara que produz café e frutas típicas da Indonésia. Por lá, é possível provar um pouco dos sabores do país.

Maridão provando os cafés e chás da Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro

Maridão provando os cafés e chás da Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro

Foi lá que conhecemos um tipo específico de café pode custar uma pequena fortuna. É o café Luwak, feito a partir do cocô de uma espécie de furão. Parece meio nojento, mas os especialistas dizem que esse café é menos amargo por causa do processo de fermentação que ocorre dentro do sistema digestivo do animal. Ele come os grãos de café inteiros e esse grão é preservado durante toda a digestão. Os fazendeiros colhem essas fezes e separam o café, que passa por vários processos de lavagem, torra e moeção. Eu não sou fã de café e, por isso, não me atrevi a pagar 50 mil rúpias (ou mais de R$ 11,50) por uma xícara. Fiquei apenas nas amostras grátis de outros cafés e chás de Bali.

Esse é furão que digere o café mais caro do mundo, o Luwak. Foto: Marcelle Ribeiro

Esse é furão que digere o café mais caro do mundo, o Luwak. Foto: Marcelle Ribeiro

Depois do café, fomos para o nosso ponto de encontro: um restaurante chamado Lakeview Restaurant, na cidade de Kintamani, onde você toma café da manhã bem tradicional de Bali, com arroz, macarrão, frango, ovos, pão e panquecas de banana e chocolate. Mas o melhor do lugar é a vista incrível do vulcão Batur e um lago de mesmo nome. Nós chegamos lá por volta das 10h, então foi uma boa ideia tomar café no hotel antes de sair (às 10h eu costumo já estar faminta!! rsrsrsrs).

Vista do vulcão Batur no restaurante, em Kintamani. Foto: Marcelle Ribeiro

Vista do vulcão Batur no restaurante Lakeview, em Kintamani. Foto: Marcelle Ribeiro

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Depois de alimentados, hora de pegar o carro até o local onde retiramos as bicicletas, todas novas e com a manutenção em dia. O uso do capacete é obrigatório e todos testam os freios antes de começar o passeio. Como as ruas de Bali não primam pela conservação, todos os guias alertam para que você tome cuidado com os buracos e evite tirar as mãos do guidão, ou seja, sem fotos enquanto pedala.

Todo o tour é realizado no asfalto, com dois guias, um vai na frente e outro atrás do grupo. O objetivo é ter sempre alguém monitorando os turistas para que ninguém se perca. Além disso, em uma emergência, o grupo sempre tem um guia extra para completar o passeio.

Marcelle pronta para pedalar em Bali. Foto: Guilherme Calil

Pronta para pedalar em Bali. Foto: Guilherme Calil

A primeira parada foi uma casa de uma família. Confesso que foi um grande choque. Estamos acostumados com a pobreza no Brasil, mas a situação na Indonésia me pareceu ainda pior. Era até um terreno grande, mas as condições eram bem ruins. O banheiro ficava fora das casas e estava imundo e até mesmo as residências estavam sujas e com problemas de conservação. Ficamos lá por cerca de 15 minutos. Não tirar fotos de lá foi uma decisão nossa. Achamos que seria invasivo.

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Depois, continuamos descendo e vimos aranhas gigantes. Eu e Guilherme não tivemos coragem de tocar nelas, mas nossos colegas até deixaram os bichos subirem pelo braço!

Conhecer as aranhas gigantes de Bali faz parte do passeio. Foto: Guilherme Calil

Conhecer as aranhas gigantes de Bali faz parte do passeio. Foto: Guilherme Calil

Seguimos descendo e paramos em um templo comunitário onde dois velhinhos de 90 anos tomavam conta de uma árvore gigante e também dos altares de pedra. Lá, conhecemos um pouco mais sobre o hinduísmo, a principal religião de Bali.

A Banyan é uma árvore sagrada para os hindus. Foto: Marcelle Ribeiro

A Banyan é uma árvore gigante sagrada para os hindus. Foto: Marcelle Ribeiro

Para terminar, passamos por um arrozal e pudemos ver um pouco mais de perto a produção do cereal preferido da Indonésia. Mas posso dizer que encontramos outras plantações de arroz mais bonitas em outros passeios que fizemos. É que a visitada no passeio de bicicleta é toda plana. As mais belas são em terrenos bem inclinados.

Eu e o maridão conhecendo o nosso primeiro arrozal. Foto: Guilherme Calil

Eu e o maridão conhecendo o nosso primeiro arrozal. Foto: Guilherme Calil

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Nosso grupo tinha cerca de 10 turistas. Nosso guia falava um inglês razoável, mas percebi que de maneira geral é complicado entender o inglês dos balineses, por conta do sotaque. Infelizmente uma turista caiu da bicicleta no final do passeio e se machucou levemente. Ela estava tirando fotos , tirou os olhos da pista e perdeu o equilíbrio. Ela foi logo socorrida por um dos guias e levada de carro a um hospital para passar por exames. Ou seja, o pessoal da Bali Eco Cycling lidou bem com a situação.

Depois do passeio, entregamos as bicicletas e entramos em um carro para irmos até o restaurante onde almoçamos. Era um buffet self service com alguns pratos tradicionais da Indonésia como arroz, macarrão, pato defumado, e espetinhos de frango. A comida estava muito gostosa, com vários pratos sem pimenta. Foi lá que o maridão tomou a primeira Bintang da viagem (a cerveja “oficial” da Indonésia). As bebidas não estavam incluídas no preço. Me desculpem, mas não anotei o nome do restaurante.

Restaurante onde almoçamos no passeio de bicicleta. Foto: Marcelle Ribeiro

Restaurante onde almoçamos no passeio de bicicleta. Foto: Marcelle Ribeiro

Depois do almoço, o nosso guia nos levou de volta até o hotel. Por conta do acidente com a turista acabamos chegando no hotel um pouco mais tarde do que o previsto inicialmente. O normal é eles te deixarem em Ubud por volta das 15h. Ou seja, ainda dá para aproveitar um pouco o final da tarde na cidade.

Achei tudo muito bem organizado e recomendo o passeio para quem quer ter uma visão diferente de Bali.

O passeio dura mais ou menos 8 horas e custa 50 dólares por pessoa (655 mil rúpias ou R$ 157).

 

* O passeio de bicicleta foi uma cortesia oferecida pela Bali Eco Cycling para o Viciada em Viajar, mas esse post é a nossa opinião sobre a atração. Saiba mais sobre a política do blog.

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Indonésia – Quando ir, como chegar e dicas sobre visto e vacina

8 de julho de 2017, por Marcelle Ribeiro

Uma viagem para Bali era algo que eu nem pensava até poucos anos atrás. Eu só comecei a pesquisar o que fazer na Indonésia depois que percebi que, no período em que eu ia tirar férias, ir para a Tailândia seria um risco, por conta do período das chuvas. Eu queria tirar férias em maio, época ótima para a Indonésia, mas muito arriscada para as praias da Tailândia que eu queria ir. Pois é, estudar quando ir para a Indonésia e para a Tailândia tem dessas pegadinhas. É que o período das monções, as fortíssimas chuvas do sudeste asiático que alagam cidades todo ano, é diferente em cada lugar. Até mesmo dentro da própria Tailândia ele é diferente (na costa leste é um, na costa oeste é outro).

Templo Pura Ulun Danu Bratan, em Bali.

Templo Pura Ulun Danu Bratan, em Bali.

A Indonésia é um país incrível, com uma diversidade de passeios bem grande ao longo de suas 17 mil (!!) ilhas. A mais famosa para turistas e uma das maiores é Bali. Nós fomos lá e visitamos outra ilha também, Gili Trawangan, conhecida pelas praias incríveis. Em pouco mais de 10 dias lá, eu e o maridão escalamos um vulcão ativo, vimos lagos e templos belíssimos, tomamos banho em praias de um azul impressionante, fomos a shows de música e dança típicas, e conhecemos a realidade de um povo bem diferente do nosso. Como a cultura de lá é rica!

Vamos a algumas dicas?

 

Quando ir para a Indonésia

Não compre sua passagem antes de pesquisar qual o melhor período para ir à Indonésia. Não vá nos meses de chuva forte, pois neles chove torrencialmente dia e noite, dias seguidos. A melhor época para ir a Bali é de abril a outubro. Esse site aqui mostra a média de chuva por mês em Bali. Eu fui em maio e peguei dias excelentes. Choveu apenas durante parte de uma manhã e parte de uma tarde.

As temperaturas médias em Bali não mudam tanto. Lá sempre faz calor. A temperatura média fica perto de 30 graus Celsius, independente do mês.

Se você está pensando em ir a Gili Trawangan, ilha a 2h de Bali que tem praias com águas “azul Caribe”, fique tranquilo: a época de chuvas e a temperatura seguem a mesma lógica das de Bali. Ou seja, a melhor época para ir a Gili Trawangan é de abril a outubro também, como mostra esse site.

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Praia de Gili Trawangan, na Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praia de Gili Trawangan, na Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Precisa de visto para a Indonésia?

Turistas brasileiros não precisam mais de visto para conhecer a Indonésia, se pretendem ficar lá por até 30 dias. Isso mudou há menos de 1 ano. Antes precisava. Agora basta entrar com passaporte válido por 6 meses. Ao sair do avião, você vai pegar a fila da imigração, como todo mundo. Os oficiais de imigração praticamente não fazem perguntas em Bali para os turistas. Apenas olham o passaporte e carimbam, dando o que eles chama de Visa-on-Arrival (saiba mais no site oficial de turismo do governo da Indonésia). Mas mesmo assim, as filas na imigração são enormes!! Chegamos a passar mais de 1h nela, tanto ao chegar em Bali quanto quando fomos embora. Prepare a paciência!!

 

Precisa de que vacinas para a Indonésia?

Você deve estar vacinado contra a Febre Amarela para viajar para a Indonésia. Não que eles exijam o comprovante internacional de vacinação na chegada. Mas é uma recomendação do Itamaraty brasileiro, porque o risco de pegar essa doença é alto.

Também são bem comuns lá:

- Malária – Dependendo da ilha que você vai visitar, há o risco. Mas não há vacina contra malária. Apenas alguns medicamentos preventivos, que causam tantos efeitos colaterais (como propensão a queimaduras com o sol) que muitos médicos nem recomendam usar. Não usei.

- Raiva – É uma doença muito comum em Bali, por causa da grande quantidade de cachorros com saúde debilitada pelas ruas. Pode ser transmitida também por macacos. E olha que lá tem muitos macacos menores que pulam nas pessoas para roubar comida. Minha médica no Brasil recomendou tomar a vacina pré-exposição de raiva e eu tomei as 3 doses antes de viajar, em posto de saúde no Rio de Janeiro.

- Hepatite A – Comum por causa da má qualidade de higiene na manipulação dos alimentos na Indonésia de maneira geral e porque muitas vezes os alimentos não são irrigados corretamente nem lavados. Tomei essa vacina em clínica particular no Rio.

- Febre tifóide – Comum em alguns lugares mais de floresta e vegetação mais densa. Não tomamos pois nossa médica não achou necessário.

 – Tríplice viral (caxumba, rubéola e sarampo) – É sempre bom mantê-las em dia, porque aqui no Brasil essas doenças ainda circulam.

- Tétano - Também sempre bom manter em dia.

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Floresta dos Macacos, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Floresta dos Macacos, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Como chegar a Bali

Não há vôos diretos do Brasil para a Indonésia. Você pode pegar um que tenha escala nos Emirados Árabes ou na Europa. Eu voei de Emirates, uma das maiores companhias aéreas do mundo, com sede em Dubai, nos Emirados Árabes. Aproveitei que eles não cobram a mais para fazer uma parada de 3 dias em Dubai e conheci a cidade.

Aliás, essa é a dica mais importante: quando for a Bali, tente pegar um voo com stopover em um lugar no meio do caminho. Ou seja, aproveite e conheça outro país a caminho de Bali. É ótimo para descansar e já ir se acostumando à diferença de fuso horário.

Na ida, nos voamos por 13h do Rio de Janeiro a Dubai, num voo direto. Passamos 3 dias em Dubai (veja todas as dicas de Dubai aqui). Depois, seguimos com a Emirates direto de Dubai para Bali, num voo que durou 9h. Na volta, vacilei e marquei um voo sem stopover. Foram 9h de Bali a Dubai + 2h de escala dentro do aeroporto de Dubai + 14h de Dubai para o Rio. Ou seja, 25h!!! Super cansativo, mesmo com as mil opções de filme que a Emirates tinha no avião.

Pagamos R$ 4.400 por pessoa na passagem. Caro, né? Mas esse é o preço médio, pago 4 meses antes da viagem. A vantagem é que a Emirates parcela em 10x pelo site deles. Se eu tivesse tido paciência de esperar promoções, poderia ter pago uns R$ 3500. Mas não é tão comum surgirem promoções de passagens do Rio para Bali. O mais comum é para a Bangcok, na Tailândia. Ou seja, se você está pensando em combinar esses dois países, compre a passagem Brasil-Tailândia-Brasil e depois compre o trecho Tailândia-Indonésia-Tailândia, pois há mais chances de encontrar bons preços.

 

Voar de uma ilha para a outra na Indonésia é seguro?

Eu li em vários lugares que as empresas aéreas da Indonésia não são muito seguras. Há muitos acidentes aéreos, mesmo entre as maiores. Algumas inclusive são proibidas de voar no espaço aéreo europeu. E o panorama é pior se você pretende voar para uma ilha pequena da Indonésia. Nestes casos, muitas vezes só rolam aqueles aviões pequenininhos. Me dá medo só de pensar. Por isso é que descartamos voar de uma ilha para a outra e preferimos focar nossa viagem em Bali, que é mais famosa e diversificada, e em Gili Trawangan, para onde fomos de lancha rápida a partir de Bali.

Quando fomos para a Cingapura a partir de Bali voamos e Air Asia, uma low cost super famosa e bem renomada que voa pela Ásia toda (e também para a Europa).

 

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