Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Passeios em Dubai: Roteiro para 2 dias de viagem

27 de junho de 2017, por Marcelle Ribeiro

Escolher passeios em Dubai não é tarefa fácil: esta grande cidade do Oriente Médio tem atrações para todos os gostos e, principalmente, bolsos. É possível fazer passeios quase gratuitos ou se esbaldar na riqueza de grandes hotéis, resorts e lojas de luxo. Como estávamos com o orçamento mais apertado, passamos longe das lojas de ouro, mas não deixamos de conhecer alguns ícones de Dubai durante os nossos 2 dias por lá.

 

Primeiro dia – Um pouco de tudo

Museu de Dubai

Começamos o nosso primeiro dia em Dubai conhecendo um pouco da história da cidade. O Museu de Dubai foi construído em um forte militar que passou por diversas remodelações. Ele tem um bom acervo e mostra como um pequeno povoado de pescadores de pérolas se transformou em uma grande metrópole do Oriente Médio.

Por lá, é possível ver objetos antigos como canhões, armas, barcos e até instrumentos musicais típicos da região. Também foi feita uma reprodução de um mercado de Dubai até a metade do século passado. O objetivo é mostrar como os beduínos viviam em uma região desértica como Dubai.

Museu de Dubai tem barcos usados por antigos moradores. Foto: Marcelle Ribeiro

Museu de Dubai tem barcos usados por antigos moradores. Foto: Marcelle Ribeiro

A visita dura entre 1h30 e 2 horas e há poucas filas. Para chegar, basta usar o metrô, descer na estação Al Fahidi e caminhar por cerca de 10 minutos. O ingresso custa 3 dirhams para adultos (US$ 0,86 ou R$ 2,72) e 1 dirham (US$ 0,27 ou R$ 0,90) para crianças de até 6 anos. O museu funciona de sábado a quinta, das 8h30 às 20h30. Às sextas, abre das 14h30 às 20h30. Só tome cuidado porque o museu tem horários especiais durante o Ramadã (quando fica fechado às sextas).

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Mercado de Bur Dubai

Saindo do museu, queríamos conhecer um pouco dos mercados de Dubai. Como estava muito quente, decidimos fazer apenas uma visita rápida ao mercado de Bur Dubai, também conhecido como o Old Souk, que fica perto do metrô Al Ghubaiba.

Já tínhamos visitado mercados em Istambul, na Turquia, e a experiência é bem parecida. Os comerciantes fazem de tudo para chamar a sua atenção. Muitas vezes, principalmente com os homens, eles chegam a ser inconvenientes, puxando pelo braço ou ficando na frente, impedindo a passagem. É só seguir caminhando que eles desistem.

Antigo mercado de Bur Dubai tem várias lojas de tecido. Foto: Marcelle Ribeiro

Antigo mercado de Bur Dubai tem várias lojas de tecido. Foto: Marcelle Ribeiro

Confesso que não me impressionei muito com o lugar. É interessante ver um pouco da rotina dos moradores de Dubai, mas os produtos à venda (tecidos, especiarias e muitas lembrancinhas) não chamaram a minha atenção.

O mais legal é dar uma paradinha na beira do rio Creek e acompanhar o movimento das abras, barquinhos que transportam passageiros de uma margem para a outra.

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Dubai Mall

Depois de ver como funciona um mercado tradicional, fomos visitar o maior shopping center do mundo, o Dubai Mall. O shopping, inaugurado em 2008, é absolutamente gigantesco e fica dentro de um complexo que também conta com o Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo (vou falar mais sobre ele já, já).

O Dubai Mall tem até um ringue de patinação no gelo! Foto: Marcelle Ribeiro

O Dubai Mall tem até um ringue de patinação no gelo com tamanho oficial! Foto: Marcelle Ribeiro

Dentro do shopping, são lojas e mais lojas para todos os tipos e gostos, várias praças de alimentação, parque temático, ringue de patinação no gelo com dimensões oficiais, um aquário gigantesco (mas com ingressos à parte), fontes com esculturas e, para completar, um show de águas dançantes que atrai uma verdadeira multidão.

Um test drive do aquário do Dubai Mall. Para ver tudo, é preciso comprar ingresso. Foto: Marcelle Ribeiro

Um pouquinho do aquário do Dubai Mall. Para ver tudo, é preciso comprar ingresso. Foto: Marcelle Ribeiro

Prepare suas pernas porque você vai perder umas boas horas para conseguir dar uma olhada em tantas atrações. Mas vou falar com mais detalhes sobre a que achei mais interessante: o show de águas e luzes da Dubai Fountain.

Essa apresentação é realizada várias vezes ao dia em um grande lago artificial que fica dentro do complexo do shopping (mas na parte externa) e combina canhões de água com luz e música. É possível perceber que o show está para começar porque os arredores do lago começam a ficar lotados!

A água pode chegar a 140 metros de altura! Imperdível! Os shows noturnos são realizados entre 18h e 23h a cada 30 minutos e são mais impressionantes que os realizados com a luz do dia. E o melhor: é de graça! Ah, mas dura só uns 3 minutinhos, tá?

O show da Dubai Fountain e, ao fundo, o Burj Khalifa. Foto: Marcelle Ribeiro

O show da Dubai Fountain e, ao fundo, o Burj Khalifa. Foto: Marcelle Ribeiro

Para chegar ao shopping, basta usar o metrô, que tem uma estação com o nome Dubai Mall. Mesmo assim, você não estará tão perto e será preciso caminhar cerca de 15 minutos em uma plataforma climatizada (ainda bem!) para chegar lá.

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Burj Khalifa

Com 828 metros de altura, o Burj Khalifa é, de longe, o prédio mais alto do mundo. Ele é tão alto que é maior do que o morro do Corcovado (710 metros), onde está a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro!

São 160 andares no total, mas poucos são abertos ao público em geral. Uma visita básica permite o acesso aos andares 124 e 125. De lá, é possível ter uma vista incrível de Dubai e também uma noção de como a cidade foi construída em um grande deserto.

Vista do lago artificial do Dubai Mall do mirante do Burj Khalifa. Foto: Marcelle Ribeiro

Vista do lago artificial do Dubai Mall do mirante do Burj Khalifa. Foto: Marcelle Ribeiro

Tem um outro ótimo detalhe: os elevadores do prédio são super rápidos e sobem os 124 andares em apenas 1 minuto! São quase 10 metros por segundo! E você quase não sente mudança nenhuma.

Se você quiser o passeio “básico” para os andares 124 e 125 (At the Top), o ingresso custa a partir de 125 dirhams (US$ 34 ou R$ 113). Já para visitar o andar 148 (At the Top Sky), é preciso pagar a partir de 350 dirhams (US$ 95,26 ou R$ 317). Esses valores são para os horários considerados menos nobres. Se você quiser ver o pôr do sol de lá, o preço sobe para 200 dirhams (básico) e 500 dirhams (Sky).

Cruzamento de pistas expressas em Dubai. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quase não dá para ver os carros na rua do alto do Burj Khalifa. Foto: Marcelle Ribeiro.

A entrada para o Burj Khalifa fica dentro do Dubai Mall. Basta seguir as placas de informações que você chega sem maiores problemas.

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The Walk no Jumeirah Beach Residence

Para encerrar o primeiro dia em Dubai, jantamos e fizemos uma caminhada noturna no The Walk no Jumeirah Beach Residence, um complexo residencial, hoteleiro e de compras ao ar livre. Sem o sol, a temperatura cai e torna a caminhada bem mais agradável. Por lá, é possível encontrar opções para comer para todos os bolsos e muitos restaurantes têm vista para o mar.

Se você gosta de correr, o The Walk também pode ser uma opção, já que parte da pista tem um piso especial para quem quer praticar atividades físicas.

O The Walk atrai muitos turistas nas noites de Dubai. Foto: Marcelle Ribeiro

O The Walk atrai muitos turistas nas noites de Dubai. Foto: Marcelle Ribeiro

Em uma parte fora da orla ainda encontramos um mural do artista brasileiro Kobra! Vale a pena a visita.

Para chegar ao The Walk, use o metrô até a estação Dubai Marina. Depois, é preciso pegar um tram e descer na estação Jumeirah Beach Residence 1. Parece complicado, mas o trajeto não dura mais do que 10 minutos.

Para fazer esse roteiro levamos o dia inteiro, sem direito a passar no hotel para tomar banho antes do jantar. Foi cansativo, mas valeu a pena.

 

Segundo dia de passeios em Dubai – Praia e safári

O nosso segundo dia em Dubai foi bem mais tranquilo. Tivemos tempo para conhecer uma das praias da cidade e ainda fizemos um passeio pelo deserto dos Emirados Árabes. Tudo sem correria.

 

Kite Beach

Tínhamos muita curiosidade sobre como seria uma praia em um país muçulmano e, por essa razão, não poderíamos deixar de passar em uma delas durante a nossa estadia em Dubai. Escolhemos a Kite Beach por causa da praticidade, já que o nosso hotel oferecia transporte gratuito até lá. Era só esperar por um ônibus na recepção.

Chegando lá, nos deparamos com uma série de condutas que deveriam ser respeitadas pelos praticantes de kite surf, entre elas ficar longe da areia durante a prática do esporte.

A placa com as regras para os praticantes de kite surf. Foto: Marcelle Ribeiro

A placa com as regras para os praticantes de kite surf. Foto: Marcelle Ribeiro

Além disso, existem algumas regras para frequentar as praias de Dubai. Por exemplo, você não deve usar roupa de banho fora da faixa de areia. Além disso, é proibido tirar fotos perto da água. É por isso que não temos fotos mais próximas.

Foto de praia em Dubai só assim: longe do mar. Foto: Marcelle Ribeiro

Foto de praia em Dubai só assim: longe do mar. Foto: Marcelle Ribeiro

Mas ficamos positivamente impressionados com a estrutura oferecida na praia. Tinha aluguel de confortáveis barracas e cadeiras de praia a 50 dirhams (US$ 13,60 ou R$ 45,28), uma boa estrutura de alimentação, com várias lojas vendendo diversos tipos de comida e até um calçadão para a prática de atividades físicas.

A água é super agradável e muito azul, mas o forte calor impedia que a gente ficasse muito tempo fora da barraca. Ficamos por cerca de 1h30, almoçamos por lá e decidimos pedir um Uber até a estação de metrô mais próxima (Noor Bank) porque não poderíamos esperar o retorno do ônibus do hotel. A corrida não ficou muito cara, cerca de 15 dirhams (US$ 4,10 ou R$ 13,50).

 

Safári no Deserto

O último dos nossos passeios em Dubai foi um safári pelo deserto dos Emirados Árabes. É um dos passeios mais turísticos de lá e quase todo mundo acaba fazendo. Mesmo sendo um pouco turistão, não nos arrependemos de ter feito.

Pesquisamos bastante as companhias que ofereciam o passeio e acabamos fechando com a Orient Tour, que tinha boas críticas e um bom preço: 340 dirhams para duas pessoas (US$ 93,50 ou R$ 307,50). Como tudo em Dubai, é possível esbanjar nesse passeio. Basta escolher uma empresa mais cara, com serviços exclusivos, que sua conta pode sair bem mais salgada.

O passeio é todo muito bem organizado e seguro. Eles buscam você no hotel em um jipe 4 x 4 (com ar-condicionado) e te levam até um ponto de encontro na entrada do deserto. E lá começa a aventura. Os jipes fazem várias manobras nas dunas e o carro balança bastante. Mesmo assim, não dá pra sentir medo. Os pneus são parcialmente esvaziados para dar mais controle ao carro e os motoristas são muito experientes. Ao longo do caminho, são feitas várias paradas para fotos.

Os jipes balançam nas dunas do deserto, mas com segurança. Foto: Marcelle Ribeiro

Os jipes balançam nas dunas do deserto, mas com segurança. Foto: Marcelle Ribeiro

Safári no deserto de Dubai. Foto: Guilherme Calil.

Safári no deserto de Dubai. Foto: Guilherme Calil.

Outra parada interessante é em uma fazenda de camelos. Chamados de “os melhores amigos dos beduínos”, os camelos eram muito utilizados pelos moradores do deserto para transporte e até alimentação.

Depois de balançar nas dunas, chegamos a uma tenda montada pela empresa no meio do deserto. Por lá, é possível conhecer vários aspectos da cultura árabe, como a falcoaria, a produção de café e o uso do shisha, um narguilé que mistura vapor com alguns aromatizantes.

Os árabes são ótimos em domesticar falcões. Foto: Arquivo pessoal

Os árabes são ótimos em domesticar falcões. Foto: Arquivo pessoal

Além disso, é possível fazer um breve passeio de camelo (recomendo, mas tome cuidado na hora que o bicho senta para você descer dele) e até sandboard ou andar de quadriciclo (esse último é cobrado à parte).

O safári pelo deserto inclui um rápido passeio de camelo. Foto: Arquivo pessoal

O safári pelo deserto inclui um rápido passeio de camelo. Foto: Arquivo pessoal

Além disso tudo, nós acompanhamos shows de dança enquanto os guias preparam o jantar. Eles oferecem saladas, coalhada, húmus, arroz com lentilhas e três tipos de carne. Só é preciso tomar cuidado com as carnes porque algumas são mais apimentadas. A bebida não alcoólica já está incluída no preço do passeio.

Depois disso, os guias levam todo mundo de volta para os hotéis. Vale a pena reservar uma tarde/noite para fazer o passeio, que começa às 15h (quando nos pegaram o hotel) e terminba às 21h (horário em que chegamos no hotel).

 

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Leia mais:

Dubai: Saiba 7 costumes diferentes dos do Brasil

Dubai: Como ir do aeroporto ao hotel e outras dicas de transporte

Dubai: Quando ir, onde se hospedar e quantos dias ficar

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Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Dubai: Saiba 7 costumes diferentes dos do Brasil

20 de junho de 2017, por Marcelle Ribeiro

Cidade muçulmana, Dubai tem alguns costumes e tradições diferentes para nós, brasileiros. Não, nada que impeça ou dificulte a sua visita a esse lugar incrível. Mas vale dar dicas de curiosidades para que vocês cheguem lá já bem informados.

 

1 –  Roupas: na altura dos joelhos

Não, você não vai precisar andar de burca. Vai ver diversas mulheres de burcas e homens com o traje típico árabe, todo branco com lenço na cabeça. Mas há muuuitos ocidentais não só visitando, mas também morando em Dubai. E eles andam com roupas ocidentais. Mas não tãaao ocidentais. Em três dias em Dubai e Abu Dhabi, vi pouquíssimas mulheres de short ou saia acima do joelho. O mais comum são saias no joelho ou um pouco abaixo do joelho, mesmo no calor de 45 graus do verão. Também vi homens de bermuda.

Quando você for visitar uma mesquita, vão te emprestar uma burca longona, com capuz e tudo, logo na entrada, mesmo que você vá de vestidão comprido. Quente.

Roupa especial para visitar mesquita em Abu Dhabi. Foto: Guilherme Calil

Roupa especial para visitar mesquita em Abu Dhabi. Foto: Guilherme Calil

E não, no verão não fica mais friozinho à noite. É calor o dia inteiro!

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Roupa masculina típica em Dubai e Abu Dhabi. Foto: Marcelle Ribeiro.

Roupa masculina típica em Dubai e Abu Dhabi. Foto: Marcelle Ribeiro.

2 – Praia: pode biquíni brasileiro, mas não no calçadão

No dia em que fui à praia em Dubai, percebi que os ocidentais são maioria nas praias. Ou seja, o seu biquíni não vai escandalizar ninguém se você estiver na espreguiçadeira ou na água do mar. Mas há placas nas praias de Dubai informando que não se deve andar de roupa de banho no calçadão. Ou seja, nada de sair sem camisa da cadeira e ir comer no quiosque em frente assim. Tem que colocar a roupa de novo.

Ainda sobre a praia: não é de bom tom tirar fotos das pessoas à sua volta na areia ou no mar. Li que assim como você se incomodaria se alguém tirasse fotos suas de biquíni, as muçulmanas de burquini (a burca de lycra, própria para banho no mar) não gostam de serem fotografadas.

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3 – Carinho no namorado em público? Não

Em Dubai, não é nada comum ver casais nem sequer de mãos dadas, quanto mais se abraçando ou dando beijinhos (nem na bochecha). Vi poucos casais de mãos dadas, sempre ocidentais. E quando, no ônibus que estava nos levando do terminal de embarque do aeroporto até nosso avião, eu dei um abraço no meu marido, senti os olhares de estranhamento à nossa volta.

 

Mãos dadas: não é comum em Dubai. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mãos dadas: não é comum em Dubai. Foto: Marcelle Ribeiro.

4 – Bebida alcoólica: só em hotéis de redes internacionais

Ingerir bebida alcoólica na rua é proibido em Dubai. Aliás, bebidas alcoólicas só são servidas em restaurantes e bares de hotéis de redes internacionais. Nem no mercadinho perto do nosso hotel encontramos cerveja com álcool, só sem.

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5 – Língua: relaxe e fale inglês

Em todas as placas da rua, do metrô, das atrações turísticas, você vai ver as palavras escritas na língua local mas também em inglês. As pessoas que trabalham com turistas (recepcionista de hotel, garçom, funcionários de atrações turísticas e locadora de carro, motorista de uber) falam inglês bem.

 

6 – Mulheres sozinhas: é comum?

Eu fui a Dubai com meu marido e andei o tempo inteiro com ele. Vi algumas mulheres aparentemente andando sozinhas no metrô (que tem vagão exclusivo para mulheres), mas não sei dizer se, indo sozinha, você enfretará algum tipo de problema. A única história traumática de mulher sozinha em Dubai que sei é de uma amiga de uma amiga, que desceu do táxi bêbada e após ter brigado com o namorado à noite e apanhou na rua apenas por ser mulher e estar bêbada na rua.

 

7 – Vai ficar perto de uma mesquita? Acostume os ouvidos

As mesquitas tocam orações em forma de cânticos chamando os fiéis para rezarem quatro vezes por dia, inclusive de madrugada. Na hora de escolher seu hotel, veja no mapa se ele é muito perto de uma mesquita e cheque se outros hóspedes já reclamaram muito do barulho. Quando estive na Turquia, eu fiquei hospedada perto de uma mesquita. Acordei de madrugada na primeira noite, mas nas demais já estava acostumada. Outra solução é colocar um tampão de ouvido, daqueles próprios para locais barulhentos. Dica: normalmente as companhias aéreas dão esses tampões de brinde quando você entra no avião. Guarde os seus! ;)

 

 

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Indonésia: Onde ficar e onde comer em Nusa Lembongan

17 de junho de 2017, por Marcelle Ribeiro

Está pensando em ir curtir as praias belíssimas da ilha de Nusa Lembongan, na Indonésia, e não sabe onde se hospedar ou quer indicações de restaurantes? Calma, a gente ajuda! Meu primo Jeann Andrade e a esposa dele, Nathália Braga, foram para lá em abril e deram as dicas. Aliás, a Nathália já deu neste post aqui todos os “bizus” sobre como chegar a esse pedaço de paraíso e o que fazer por lá, já viram? Então, agora é a hora de mais dicas. Bora? Com a palavra, Nathália.

 

Onde ficar em Nusa Lembongan:

Nos hospedamos no Hotel Lembongan Cliff Villas que, como o nome já diz, fica localizado em um penhasco (cliff, em inglês), possibilitando uma vista belíssima do mar. O hotel possui serviço completo com restaurante, spa e oferece passeios e aluguel de motocicletas. Apesar de ter características de hotel para casais e família, encontramos também pequenos grupos viajando para surfar. O local possui muitas escadas por conta da sua localização, portanto não é recomendado para pessoas com dificuldade de mobilidade. Na área estão disponíveis duas piscinas, a principal com a bela vista para o mar e uma outra na parte mais baixa, a nossa preferida. Consideramos o hotel muito bom, com um bom restaurante, suíte com banheira e bom serviço de quarto, mas considero que a manutenção das edificações poderia ser um pouco melhor. Diária do hotel: 800.000 IDR ou US$ 59,20 $ ou R$ 191,81.

 

Hotel Lembongan Cliff Villas, em Nusa Lembongan. Foto: Jeann Marcell Andrade.

Hotel Lembongan Cliff Villas, em Nusa Lembongan. Foto: Jeann Marcell Andrade.

Hotel Lembongan Cliff Villas, em Nusa Lembongan. Foto: Jeann Marcell Andrade.

Hotel Lembongan Cliff Villas, em Nusa Lembongan. Foto: Jeann Marcell Andrade.

Onde comer em Nusa Lembongan:

Nos dois dias em que estivemos em Nusa Lembongan, comemos (refeições completas) em três lugares.

Restaurante do Hotel Lembongan Cliff Villas - Optamos por nos hospedar em um hotel mais longe da parte mais movimentada da ilha e acabamos jantando todos os dias por lá, o que foi sempre um prazer pois a vista, a comida e o preço são incríveis!

Restaurante do Hotel Lembongan Cliff Villas, em Nusa Lembongan. Foto: Nathália Braga.

Restaurante do Hotel Lembongan Cliff Villas, em Nusa Lembongan. Foto: Nathália Braga.

Restaurante de frente para o mar e pé na areia que fica na Praia principal – Infelizmente não anotei o nome e também não achei no Google. Almoçamos nesse restaurante no primeiro dia. Escolhemos pela vista. O pedido demorou um pouquinho mas quando chegou nos surpreendeu. Jeann pediu uma lagosta que estava deliciosa e eu pedi camarões que imaginei que viriam fritinhos e chegou uma sopa. Achei estranho mas ao experimentar… Que maravilha!!! Quantos sabores. Infelizmente não tem como descrever. Eu nem quis saber mais da lagosta. Infelizmente não tenho fotos da sopa, que também estava linda.

Restaurante da praia principal de Nusa Lembongan. Foto: Jeann Marcell Andrade.

Restaurante da praia principal de Nusa Lembongan. Foto: Jeann Marcell Andrade.

Restaurante da Secret Beach – O restaurante, que fica na Secret Beach, foge da regra… Primeiro porque demoram muito para preparar o prato, tanto que quase desistimos de comer e estávamos com bastante fome. Outras pessoas também estavam inquietas com a demora. Em segundo lugar porque a comida era razoável. E, em terceiro, porque era muito caro! Por isso não recomendamos que visitem a Secret Beach com fome, pois essa é a única opção lá, apesar de ter um outro restaurante simples pelo caminho. No local é exigido um consumo mínimo para ir à praia (75K) ou usar a piscina (100K).

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Restaurante da Secret Beach. Foto: Nathália Braga.

Restaurante da Secret Beach. Foto: Nathália Braga.

 

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Leia mais:

Como chegar e o que fazer em Nusa Lembongan e Ceningan

Veja tudo que já escrevi sobre a Indonésia

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