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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

As 5 cachoeiras mais bonitas do Brasil que conheci

18 de dezembro de 2014, por Marcelle Ribeiro

Eu ainda não me considero “caçadora de cachoeiras”, mas acho que um dia eu chego lá, porque se tem uma atração que eu adoro é uma queda d’água. Quanto mais alta ou mais volumosa, melhor. Mesmo que seja só para olhar de longe, e nem tomar banho. Mas se for seguro, eu não penso duas vezes: entro debaixo d’água praticamente esquecendo que toda cachoeira é gelada! Mesmo que esteja chovendo ou mesmo que o dia esteja nublado, eu dou pelo menos um mergulho rápido. É uma questão de honra. Se andei até ali, então tenho que me molhar! Já fiz várias viagens ecológicas pelo Brasil. Fui a cachoeiras nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. E listei abaixo as cinco mais bonitas que conheci até agora. Mas algo me diz que, em 2015, essa lista vai aumentar!

 

Cataratas do Iguaçu

 

Nem sei se posso classificar as cataratas como “cachoeira”, de tão grande que elas são. Mas não tem nada mais impressionante na natureza dessa forma. É tanta água, de tão alto, com tanta força, que às vezes a gente nem sabe direito de que ângulo olhar. Eu conheci o lado argentino (na cidade de Puerto Iguazú) e o lado brasileiro (em Foz do Iguaçu – PR) das cataratas e me apaixonei pelos dois. Fiz passeios de lancha para chegar bem pertinho da queda e me molhei com o vapor e as gotas deliciosas e refrescantes. Sem dúvida, é a cachoeira mais linda que já conheci.

Veja como organizar uma viagem para Foz do Iguaçu

 

Cataratas do Iguaçu. Foto: Marcelle Ribeiro

Cataratas do Iguaçu. Foto: Marcelle Ribeiro

Cataratas do Iguaçu. Foto: Marcelle Ribeiro

Cataratas do Iguaçu. Foto: Marcelle Ribeiro

Cachoeira do Buracão (BA)

No meio de um cânion de acesso um pouco complicado, escondidinha, com um poço para mergulho bem grande. Assim é a Cachoeira do Buracão, uma das mais fantásticas que já conheci. Ela encanta pela adrenalina que é chegar até lá. Tem que pegar estrada de terra na Chapada Diamantina, na Bahia, fazer trilha de dificuldade média, ir andando agarrada a pedras e nadando contra a corrente com bóia. Tudo isso para chegar uma queda d’água linda, com um volume de água tão forte que forma uma fumaça de gotinhas que atrapalha a visão completa. Tomar banho debaixo dela é impossível, mas você se deliciará com um mergulho no poço formado por ela (fundo, tem que usar bóia).

Veja como chegar à Cachoeira do Buracão aqui

Leia todas as dicas da Chapada Diamantina aqui.

 

Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina. Foto: Marcelle Ribeiro

Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina.

Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina.

Boca da Onça (MS)

Em uma fazenda particular nas redondezas da cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, está a cachoeira Boca da Onça, uma das mais altas do país, com 156 metros de altura. Chegar lá não é exatamente moleza. A Boca da Onça faz parte de uma trilha de 4km (ida + volta), que inclui 11 cachoeiras, mas pelo menos no trajeto há várias paradas para banho.

Veja como chegar à cachoeira Boca da Onça

Leia sobre outras atrações de Bonito

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Cachoeira Boca da Onça, em Bonito.

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Cachoeira Boca da Onça, em Bonito.

 

Cachoeira do Caracol (RS)

Com 131 metros de altura, a cachoeira do Caracol fica no parque de mesmo nome, na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul. É uma daquelas quedas d’água que você admira do alto, porque não é permitido o acesso à parte de baixo e os visitantes não podem se banhar nela.  A água cai num vale e chega tão forte lá embaixo que faz uma névoa. Não é preciso fazer muito esforço para apreciá-la, pois o parque tem até um mirante panorâmico acessado por um elevador. Dele, você tem uma  visão 360 graus do parque e pode apreciar, além da queda, a cabeceira da cachoeira, com corredeiras.

 

Cachoeira do Caracol, em Canela. Foto: Marcelle Ribeiro

Cachoeira do Caracol, em Canela. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Veja um roteiro com a Cachoeira do Caracol e outras belezas da região

Veja como montar um roteiro de viagem para Gramado e Canela

 

 

Cachoeira do Mosquito (BA)

Perto da cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina (BA), fica uma cachoeira belíssima e deliciosa para o banho: a cachoeira do Mosquito. A queda d’água, de 50 metros de altura, se chama “dos Mosquitos” não porque tenha muitos mosquitos lá, mas porque “mosquito” é o nome que se dá aos diamantes pequenininhos, que os garimpeiros encontraram nessa região anos atrás. A água é cor de “coca cola” como na maior parte das cachoeiras da região, mas super limpa. Há várias pedras gostosas para esticar a canga e tomar um sol. Fui duas vezes lá e, num intervalo de seis meses, o acesso melhorou bastante. É preciso dirigir por uma estrada de terra, mas a trilha (1,5km só ida + 1,5km de volta) ganhou degraus e pontos de apoio para as mãos, o que fez com que o tempo necessário para percorrê-la diminuísse consideravelmente.

 

Leia mais sobre o roteiro da cachoeira do Mosquito

Veja como montar um roteiro de viagem para a Chapada Diamantina

 

Cachoeira dos Mosquitos, na Chapada Diamantina.

Cachoeira dos Mosquitos, na Chapada Diamantina.

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

As melhores rodas de samba do Rio de Janeiro

16 de dezembro de 2014, por Marcelle Ribeiro

Praticamente todo mundo que vem ao Rio de Janeiro quer ir a uma casa de festas ou point para ver, ouvir e dançar samba. É uma das perguntas que os primos que moram na Bahia sempre fazem quando chegam ao Rio: onde ir ver uma roda de samba? Eu conheço alguns points, mas ainda faltam muitos na minha listinha. Porém, achei melhor já colocar aqui no blog os locais onde estive e depois, à medida que visitar outros, crio outro post. Se vocês tiverem outras dicas, escrevam na caixa de comentários (e eu vou conferir pessoalmente – e dançar!).

 

Trapiche Gamboa

Atualmente é a minha casa de samba preferida. É um casarão antigo com um pé direito altíssimo, super bonito, bem decorado, com mesas e cadeiras em três andares. No térreo fica a maior parte delas, assim como a área onde os sambistas tocam. Depois há mezaninos em dois níveis, de onde você vê e escuta perfeitamente os artistas lá de baixo. Os sambistas tocam juntinho do público, bebericando uma cervejinha (porque ninguém é de ferro!). O espaço para dançar é amplo e nas duas vezes em que estive lá (sempre aos sábados) não ficava lotado. Dava para “balançar o esqueleto” super à vontade. Eles fazem reservas, o que é ótimo e não muito comum. Sabe aqueles lugares que são bons para levar desde os seus amigos jovens e até a sua mãe ou uma tia mais velha e animada? Esse é o Trapiche Gamboa.

Trapiche Gamboa. Foto: Marcelle Ribeiro

Trapiche Gamboa. Foto: Marcelle Ribeiro

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Trapiche Gamboa. Foto: Marcelle Ribeiro

O Trapiche Gamboa serve comidinhas e bebidas deliciosas e o atendimento é excelente. Todo sábado quem toca lá é o grupo Galocantô, que levanta a galera com sambas conhecidos e clássicos. A entrada custa só R$ 20. A única desvantagem é que na região não há muitos outros bares. É uma área mais vazia do Centro do Rio (não tem um bar atrás do outro, como na Lapa), então você tem que ir e voltar de táxi. Mas saiba que aquele pedaço é histórico: foi ali que, segundo João do Rio, o carnaval tornou-se a grande festas popular da cidade.

Endereço: Rua Sacadura Cabral, 155, região da Praça Mauá - http://www.trapichegamboa.com/

 

Rio Scenarium

O Rio Scenarium é meio parecido com o Trapiche Gamboa (descrito acima), pois faz o estilo “casa de samba arrumadinha, bem decorada, com casarão histórico” e tem atrações super bacanas. Também serve comidinhas e drinks e atrai um público de todas as idades. A vantagem dele é que está no início da Lapa, pertinho de vários bares e restaurantes da região, que é a mais boêmia da cidade. A desvantagem: mega fila pra entrar! O Rio Scenarium é dica de de vários guias de viagem e como é muito conhecido, todos os turistas gringos vão lá. Se somarmos a eles os turistas nacionais + os cariocas o resultado é desanimador: demora muito para entrar. Fui duas vezes lá. Na primeira, levei os parentes baianos que estavam na cidade (desde o meu pai até a minha irmã de 16 anos). Como reservamos mesa, foi ótimo. Sentamos pertinho do palco, dançamos muito. Anos depois, fui com meu pai de novo, mas sem reserva. Ficamos 1h na fila em pé até conseguir entrar. O salão estava cheio, mas não insuportável e deu para sambar. Mas ninguém merece tanta espera, né?

Endereço: Rua do Lavradio, 20, Centro - http://www.rioscenarium.com.br/novo/

 

Rio Scenarium. Foto: Divulgação Prefeitura do Rio/Alexandre Macieira

Rio Scenarium. Foto: Divulgação Prefeitura do Rio/Alexandre Macieira

Carioca da Gema

A casa é super bem localizada: fica em uma das mais movimentadas ruas da boêmia Lapa, perto de uma penca de barzinhos, botecos e outras casas de show. Talvez por isso (e por ser bem famosa no Rio) fique tãaaaao lotada nos finais de semana. Estive lá em uma sexta-feira do mês passado e achei inacreditavelmente cheia. Cheguei por volta das 22h30 e demorei cerca de 30 minutos para conseguir entrar. Lá, uma galera se esbarrava o tempo todo para dançar. O Carioca da Gema é bonito, a música é excelente, mas a superlotação só não me incomodou mais porque eu estava com gente muito querida ao meu lado e na pilha de dançar. Há pouquíssimas mesas, muitas do lado de fora, onde não se escuta bem o samba. No piso superior, existe uma pizzaria que dizem ser bem gostosa.

Endereço: Avenida Mem de Sá, 79, Lapa – http://www.barcariocadagema.com.br/bar.htm

 

Carioca da Gema. Foto: Marcelle Ribeiro

Carioca da Gema. Foto: Marcelle Ribeiro

Samba Luzia

Uma “laje” com uma vista linda para a Baía de Guanabara, uma roda de samba debaixo de um toldo, poucas mesas daquelas de metal feinhas, cerveja de garrafa e muita animação. O Samba Luzia acontece todas as sextas no Clube Santa Luzia, que fica bem ao lado do aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio. O lugar não é exatamente bonito, pois é apenas uma laje cimentada coberta de toldos com dois bares feinhos, que vendem cerveja em baldes cheios de gelo.  O visual é belíssimo: o Mosteiro da Glória iluminado é muito bonito. E o samba é de primeira! É uma das rodas mais animadas a que já fui. Vira e mexe tocam uns pesos pesados do ritmo lá, como Moacyr Luz, Pretinho da Serrinha, Teresa Cristina, Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Maria Rita. Quando fui, não tinha ninguém muito famoso tocando e estava ótimo, com espaço para dançar sem aperto (são 600 metros quadrados). É um lugar descolado, para ir com os amigos.

Endereço: Av. Almirante Silvio de Noronha, 300 (ao lado do Aeroporto Santos Dumont) - http://www.sambaluzia.com.br/index.html

 

A vista do Samba Luzia. Foto: Marcelle Ribeiro

A vista do Samba Luzia. Foto: Marcelle Ribeiro

Samba Luzia. Foto: Marcelle Ribeiro

Samba Luzia. Foto: Marcelle Ribeiro

Pedra do Sal

Um largo na entrada do Morro da Conceição, no bairro da Saúde (centro do Rio), com uma ladeirinha de pedra onde a galera forma uma espécie de “arquibancada” para ver a roda de samba que fica no meio da área, todas as segundas e sextas-feiras. Assim é o samba da Pedra do Sal. Grátis, ao ar livre, com ambulantes e barraquinhas vendendo cervejas e batidas, o local atrai desde os moradores humildes da região até os jovens descolados da zona sul e os turistas gringos louros e antenados, que estão ansiosos por conhecer a “essência da alma carioca”. O samba dali é gostoso, mas bem mais lento (mais para cantar junto que para dançar). É um lugar meio muvucado, sem muito espaço para sambar (ainda mais com o chão irregular e com paralelepípedos), nada “arrumadinho”. Eu achei curioso, porque ali é o berço do samba carioca, mas confesso que não fiquei muito empolgada para voltar, porque prefiro sambas mais “dançantes” e agitados.

A Pedra do Sal também era um lugar sagrado para as oferendas das religiões africanas e, há séculos atrás, servia de ponto de embarque e desembarque dos navios que traziam sal para a cidade.

O difícil é saber informações precisas sobre a programação exata da Pedra do Sal, que além de samba, abriga também apresentações de grupos de jazz e até de black music. Um link que pode ajudar: http://rodadesambadapedradosal.blogspot.com/ . A roda de samba começa às 19h. Ali pertinho, tem dois lugares simples mas bem gostosos para comer (se a sua ideia for forrar a barriga antes): o Gracioso (Rua Sacadura Cabral, 97), que serve petiscos à noite, e o Angu do Gomes, que também tem quitutes saborosos (Rua Sacadura Cabral, 75 – Praça Mauá).

Endereço: Rua Argemiro Bulcão, Saúde (centro do Rio, perto da Praça Mauá).

 

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

As 5 igrejas mais bonitas do mundo (pra mim!)

11 de dezembro de 2014, por Marcelle Ribeiro

Sou daquelas que não pode ver uma igreja cheio de dourado, um rococó, um anjinho e um altar bonito que me apaixono. Sou católica não praticante, mas sempre que viajo gosto de conhecer as igrejas bonitas do lugar. Meu marido brinca dizendo que eu adoro um “tour carola” (enquanto ele adora um “tour museu”). Prefiro as igrejas grandes e ricas, repletas de detalhes. Mas também aprecio o charme bucólico de uma capelinha com bela fachada à beira-mar. Por isso, resolvi fazer uma lista das 5 mais belas igrejas/catedrais que já visitei nas minhas andanças por aí. Elas estão listadas abaixo, mas não por ordem de beleza, ok?

 

1 – Basílica de São Pedro – Vaticano (Itália)

Pense na maior basílica que você já entrou. Agora multiplique por 10 em tamanho e beleza. É a Basílica de São Pedro. Pena que tirar foto lá é um desafio, porque tem luz entrando por todos os lados. Ela impressiona pela grandiosidade, riqueza de detalhes e, claro, pela importância. São muitas estátuas, muitos órgãos (adoooooro) e bastante ouro!

(Leia mais sobre a Itália aqui)

 

 

Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Marcelle Ribeiro

Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Marcelle Ribeiro

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Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Marcelle Ribeiro

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Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Marcelle Ribeiro

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Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Marcelle Ribeiro

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Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foto: Marcelle Ribeiro

 

2 – Abadia de Melk (Áustria)

Na pequena cidade de Melk, na região do rio Danúbio, a 1h10m de trem de Viena, fica uma belíssima abadia, que chama a atenção pela quantidade de “ouro”. Estive lá em 2012 e fiz uma visita guiada (em inglês, por 11,50 euros). Com um guia, conhecemos, em cerca de uma hora, o salão de mármore e as salas imperiais, que têm objetos antigos, como cetros, e aquelas roupas que os religiosos usam para celebrar missas. Foi muito interessante. A parte mais legal foi a biblioteca, que tem livros dourados lindíssimos. E durante a visita, você ainda vê o visual maravilhoso do alto da cidade, com muito verde. No final do passeio, pudemos conhecer a igreja de Melk e vou te falar… é impressionante! Tudo bem, eu adoro visitar igreja, mas essa é imperdível. Eu não imaginei que ia gostar tanto do passeio, amei, amei. A abadia ainda tem um jardim, que é bem fofo, com rosas.

Veja como visitar a Abadia de Melk aqui

Veja como organizar um roteiro de viagem para a Áustria aqui

 

Abadia de Melk, na Áustria. Foto: Marcelle Ribeiro

Abadia de Melk, na Áustria. Foto: Marcelle Ribeiro

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Abadia de Melk, na Áustria. Foto: Marcelle Ribeiro

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Abadia de Melk, na Áustria. Foto: Marcelle Ribeiro

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Abadia de Melk, na Áustria. Foto: Marcelle Ribeiro

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Abadia de Melk, na Áustria. Foto: Marcelle Ribeiro

 

 

3 – Igreja da Candelária (Rio de Janeiro)

No coração do Centro do Rio de Janeiro, a Candelária tem seu interior cheio de peças em mármore. Amo essa igreja por causa dos anjos gigantes que que ficam perto do altar, que são hipnotizantes de tão lindos. A cúpula foi trazida de Lisboa. A fachada também é muito bonita, ainda mais quando está iluminada à noite. A igreja tem histórias alegres (é disputada por muitos “pombinhos” para casar), mas também tristes, pois foi na porta dela igreja que menores de rua foram mortos por policiais em 1993, no episódio que ficou conhecido como “Chacina da Candelária”. Mas a região parece estar mais segura atualmente.

Veja como conhecer a igreja da Candelária em um roteiro pelo Centro do Rio de Janeiro

 

Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Calil

Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Calil

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Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Calil

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Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Calil

 

4 – Sagrada Família (Barcelona – Espanha)

A igreja da Sagrada Família (que fica na Carrer de Mallorca, 401, metrô Sagrada Família) não pode ser comparada com nenhuma outra do mundo, simplesmente por uma razão: é o mais importante trabalho do arquiteto Gaudí, o criador de 90% das atrações mais lindas de Barcelona, na Espanha. O cara é considerado um dos arquitetos mais audaciosos de todos os tempos, e fez prédios, igrejas, parques, enfim, um monte de coisa com um design meio louco, super diferente. Ele morreu em 1926.

Só que ele era tão audacioso, que a Sagrada Família, que é considerada a sua obra mais importante, até hoje ainda não está pronta (e mesmo assim já é imperdível!)! A construção começou em 1882 e quando eu fui, em 2007, só tinham sido construídas 8 das 18 torres gigantescas do projeto. Diz a lenda que em 1916 começou a faltar grana para o projeto e Gaudí abriu mão do seu salário e se dedicou ao trabalho até morrer. As obras continuam até hoje. A fachada é de cair o queixo, cheia de detalhes minúsculos. Por dentro, não é o ouro que impressiona, mas o formato exótico das colunas e do teto.

Leia mais sobre Barcelona aqui

 

 

Igreja Sagrada Família, em Barcelona. Foto: Marcelle Ribeiro

Igreja Sagrada Família, em Barcelona. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja Sagrada Família, em Barcelona. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja Sagrada Família, em Barcelona. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja Sagrada Família, em Barcelona. Foto: Marcelle Ribeiro

 

5 – Catedral de Notre Dame (Paris – França)

Uma das principais atrações de Paris, a catedral de Notre Dame tem um ar meio gótico, com vitrais lindos e gárgulas que inspiraram o desenho de Disney, o Corcunda de Notre Dame. A parte que achei mais legal foi a fachada da parte de trás, por causa arquitetura diferente e da posição das colunas de sustentação. Os vitrais coloridos (outra paixão minha) são demais!

Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Marcelle Ribeiro

Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Marcelle Ribeiro

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Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Marcelle Ribeiro

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Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Marcelle Ribeiro

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Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Marcelle Ribeiro

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Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Marcelle Ribeiro