Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Manaus: Onde comer e beber

21 de julho de 2016, por Marcelle Ribeiro

Manaus é uma delícia para quem é louco por peixe e gosta de provar novos sabores. Lá você encontra uma variedade enorme de pescados e muitos que só acha lá (ou quando acha em outro lugar do Brasil, é caríssimo). Vamos às dicas?

 

Banzeiro – Tem fama de ser o melhor restaurante de peixe de Manaus. Não é barato, mas vale cada centavo. E os pratos são fartos. Decoração lindinha, com ótimo atendimento. De entradinha, vá nos dadinhos de tapioca com geléia de Cupuaçu e tome o caldinho de peixe (cortesia da casa). De principal, provei a moqueca de pirarucu (um dos peixes mais apreciados lá) defumado com leite de coco, banana e castanha, acompanhado com arroz e pirão, que estava divino. Serve para umas 3 pessoas. Também comi o filé de pirarucu grelhado coberto com banana e grossas fatias de queijo coalho assado, acompanhado de arroz de brócolis e batata sauté, que estava imperdível. Cada um desses pratos custa uns R$ 90 a R$ 120 e serve para 3 pessoas, embora o cardápio diga que é para 2. Se for num grupo grande, reserve mesa.

Endereço: Rua Libertador, 102, Nossa Senhora das Graças – Manaus. Horário de funcionamento: Segunda à Quinta, das 11h30 às 15h e das 18:30 às 23h; Sexta e Sábado, das 11:30 às 16h e das 18:30 às 23h; e Domingos e Feriados das 11:30 às 16h e das 19h às 22h.

 

Caldinho de peixe do Banzeiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Caldinho de peixe do Banzeiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Pirarucu com queijo coalho, do Banzeiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Pirarucu com queijo coalho, do Banzeiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

No meio do jantar, um peixão aparece no salão. Foto: Marcelle Ribeiro.

No meio do jantar, um peixão aparece no salão. Foto: Marcelle Ribeiro.

Moqueca de pirarucu defumado do Banzeiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Moqueca de pirarucu defumado do Banzeiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

African House – O Largo de São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas, no Centro de Manaus, tem alguns bares interessantes, com mesinhas na calçada e ambiente agradável, com gente circulando, papeando nos bancos da praça até tarde, mesmo aos domingos. É ali que fica o African House, que é na verdade uma casa de sucos, mas que é bacana para tomar uma cerveja descompromissada e provar os bolinhos de peixe deliciosos e super baratos: com um refri, minha conta deu R$20!!

 

Caboquinho – E quem disse que os deliciosos peixes amazônicos você só come em restaurante caro? Na praça de alimentação do ótimo Manaura Shopping, você encontra pratos individuais com peixes como tambaqui e pirarucu no restaurante Caboquinho, que custam cerca de R$ 30, com acompanhamentos incluídos.

Endereço: Shopping Manauara – Av. Recife, 1300 Lj. FF01A, Adrianópolis, Manaus. Horário de funcionamento: Segunda a Sábado das 10h às 23h e Domingos e Feriados das 12h às 22h.

 

Glacial – Esta é a rede de sorveterias mais famosa da cidade. Quem, como eu, adora provar sobores exóticos, vai se decepcionar um pouco. É que na comparação com outra famosa sorveteria do Norte, no Pará, a variedade da Glacial deixa a desejar. São apenas 4 ou 5 sabores de frutas ou frutos da região, mas a maioria já é conhecida dos moradores do Sudeste, como cupuaçu e castanha. O de cupuaçu é imperdível. Cada bola (gigante!) custa R$ 5. Há várias unidades em Manaus, entre elas no shopping Manaura e no Largo São Sebastião, no Centro da cidade.

 

Sorveteria Glacial, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sorveteria Glacial, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Índice de posts sobre o Amazonas

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Santiago: Onde comer (e onde não comer)

14 de julho de 2016, por Marcelle Ribeiro

Comer bem em Santiago não sai barato, mesmo que você (como eu) opte por não ir a restaurantes renomados. Já tinham me avisado que a comida lá era cara, mas eu não imaginei que era tão cara. Ok, quem converte não se diverte. Mas e se eu te contar que paguei R$ 20 numa garrafinha de água de 500ml? Ou que nenhuma das minhas refeições lá, mesmo no almoço (quando as coisas costumam ser mais em conta, com pratos executivos), saiu a menos de R$ 60 (incluindo apenas uma garrafinha de água)?

Pois é, para comer a preços razoáveis, só almoçando e lanchando em fast food, tipo McDonald’s. E se você quiser tomar uma bebida então… Prepare a carteira.

Dica número 1: aproveite os “menu del día” na hora do almoço. Eles costumam ter uma entrada (que pode ser uma salada) + prato principal + sobremesa ou bebida por um preço fixo, geralmente mais em conta. Além do pãozinho grátis com manteiga de entradinha, como em quase todos os restaurantes de lá. Mas nem sempre o menu do dia é a refeição mais deliciosa do mundo. Comi um bom e outro fraco. Nos menus do dia, normalmente o cliente pode escolher entre 2 ou 3 opções de entrada e 2 ou 3 opções de prato principal.

Dica número 2: No dia em que estiver se sentindo um pouquinho mais “rico”, invista em um prato de frutos do mar ou salmão, que são as comidas mais famosas do Chile.

Dica 3: Não coma empanadas de pino (carne moída). As empanadas chilenas têm uma massa grossa, dura e nem de longe lembram as empanadas argentinas.

Dica 4: Aproveite para beber vinho nos restaurantes, o preço normalmente é acessível. E não deixe de provar o pisco sour, bebida tipicamente chilena.

 

Feito o desabafo, vamos às dicas de onde comer e onde não comer em Santiago.

 

Café do Museu Precolombino

Mesmo que você não tenha interesse em conhecer o Museu Precolombino, dê uma entrada para almoçar lá. É um oásis de calma no meio da confusão do tumultuado Centro de Santiago. Além disso, o restaurante serve um gostoso menu do dia. Depois de comer as torradinhas grátis, eu escolhi sopa de tomate com queijo de entrada e salada com quiche de abobrinha de principal. Ainda tive direito a uma deliciosa fatia de torta de chocolate. Com uma garrafinha de água, saiu a por cerca de 10 mil pesos. Saí super satisfeita.

Endereço: Calle Bandera 361 (esquina com Calle Compañía), perto do metrô Plaza de Armas. Horário de funcionamento: De terça a sexta-feira, das 8h30 à 19h. Sábados, domingos e feriados, da 10h às 18h.

Restaurante do Museu Precolombino de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante do Museu Precolombino de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante do Museu Precolombino de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante do Museu Precolombino de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante do Museu Precolombino de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante do Museu Precolombino de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurantes da Calle José Victorino Lastarria

Uma rua pequena e repleta de restaurantes e bares bonitinhos, com mesas na calçada e animados para um happy hour é a Calle José Victorino Lastarria, que fica nas proximidades do Centro e do bairro Bellavista. É uma ótima pedida ir para lá depois de admirar o fim da tarde no Cerro Santa Lucía, que fica pertinho. Além das opções gastronômicas, há uma feirinha de livros e artesanato super charmosa. Os prédios da rua também são bacaninhas. Ou seja, é a “Rua das Pedras” de Santiago. Estação do metrô próxima: Universidad Católica.

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Feirinha e gente circulando na Calle Lastarria, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Mesinhas na calçada na Calle Lastarria, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Na rua, fiz a minha primeira tentativa de comer as empanadas chilenas (e quebrei a cara! srrs) no bar Victorino (no número 138), que tem mesinhas na calçada. Sem perguntar antes, pedi empanadas de queijo, achando que elas eram assadas. Para minha surpresa, vieram pastéis de queijo fritos, minúsculos e com recheio de “vento”. Só valeu pelo pisco sour, drink chileno gostoso, que custou 2.900 pesos.

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Pátio Bellavista

O Pátio Bellavista é um “shopping gastronômico”, cheio de restaurantes e lanchonetes bonitinhos, ao ar livre, com algumas lojinhas. Funciona todos os dias da semana, desde de manhã até a madrugada. Não sabe onde comer? Vá ao Pátio Bellavista e escolha um de seus estabelecimentos.

Eu provei um menu do dia em um restaurante do Pátio Bellavista, mas confesso que não gostei do prato principal, muito menos do atendimento. Tanto que nem anotei o nome do lugar. Mas vale provar os restaurantes do Pátio Bellavista.

Endereço: Rua Constituición, 53, bairro Bellavista/Providencia (perto do metrô Baquedano). Horário de funcionamento: Domingo a terça-feira, das 10h às 2h. Quartas, das 10h às 3. Quintas, sextas, sábados e vésperas de feriados, das 10h às 4h.

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Galindo

O Galindo é um restaurante bem tradicional, que dizem ter bons preços. Realmente foi um dos mais baratos que visitei, e tem pratos enormes. Fica no bairro Bellavista, bem perto do Pátio Bellavista e abre todos os dias, para almoço e jantar.

O pãozinho grátis de entrada vem com manteiga e molho de tomate, mas vem duro pacas. Pedi um suco de framboesa (típico do Chile) e um pastel de choclo, comida típica chilena que parece um “escondidinho”, só que de milho, com recheio de carne moída, ovos, frango, cebola, azeitonas e passas. Parecia gostoso, mas era muito doce pro meu paladar. Conversando com um chileno acostumado a receber turistas brasileiros, soube que o prato é assim mesmo, meio doce (não foi somente o do Galindo). Com a gorjeta, paguei uns 10 mil pesos.

Vale a pena conhecer o restaurante, mas não indico o pastel de choclo.

Endereço: Calle Dardignac, 98, Bellavista/Providencia. Perto do metrô Baquedano.

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Pastel de choclo e suco de framboesa do Galindo. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Santiago: Melhores atrações para 2 dias de viagem

9 de julho de 2016, por Marcelle Ribeiro

Dois dias é o tempo ideal para conhecer a capital chilena. Já coloquei neste post aqui as dicas para um roteiro de 4 a 5 dias que inclui não apenas Santiago mas também as atrações das redondezas, que valem a pena. Aliás, confesso que gostei mais dos arredores de Santiago do que da capital propriamente dita.

Admito que me decepcionei um pouco com a poluição da cidade, que, juntamente com o ar seco de abril, me causaram um grande desconforto no nariz. Além disso, subir ao Cerro San Cristóbal (Parque Metropolitano) e ver aquela densa camada de poluição da cidade é meio deprê.

Não vou dar um roteiro com a ordem do que você deve visitar, porque isso vai depender do horário em que você começar a passear e de onde estiver hospedado. Dê uma olhada nas atrações listadas abaixo, veja as que te interessam e marque no mapa que seu hotel vai te dar, tendo o cuidado de reparar no horário em que cada uma delas fecha. A maioria dos lugares que indico são em dois bairros que concentram os pontos “turistáveis” da cidade: Centro e Bellavista (pertinho do Centro).

 

Centro

Atrações que valem a pena:

Parque Florestal – É uma gracinha. Estreito e comprido, ele é um oásis entre ruas movimentadas da capital, com flores, estátuas e gente caminhando. Não tem portão, então você pode visitar a qualquer hora do dia. Uma boa dica é caminhar por ele para ir de uma atração a outra. Tempo de visita: 1h.

Parque Florestal, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Florestal, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Plaza de Armas – Ótimo lugar para tirar fotos das fachadas de belos prédios históricos, como Museu Histórico Nacional, a Catedral Metropolitana e o Correio Central. Tempo de visita: 10 min.

Museu Histórico Nacional de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu Histórico Nacional de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Prédio do Correio Central  de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Prédio do Correio Central de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Catedral Metropolitana – É linda, com muito dourado e rococó. Bonita por dentro e por fora. Você vai levar cerca de 15 minutos para conhecê-la por dentro.

Endereço: Fica na Plaza de Armas, perto do Paseo Ahumada. Abre de segunda-feira a sábado, das 9h às 19h e aos domingos das 9h às 12h. Entrada gratuita.

Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Catedral Metropolitana de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Palácio de La Moneda - Apesar de não ser tão impressionante por fora, o Palácio de La Moneda vale a pena se você fizer a visita guiada a seu interior. Não que as salas sejam suntuosas ou super decoradas. O que é interessante são as histórias contadas pelo guia, que fala do ataque ao palácio, dos presidentes que ali trabalharam (inclusive o ditador Pinochet), de quando o lugar funcionava como uma Casa de Moedas, e muito mais. Há visitas em espanhol e em inglês e elas são gratuitas.

Mas atenção: para fazer a visita guiada é preciso agendar horário com antecedência pelo site. Lá você escolhe dia e horário. Depois, recebe um email de confirmação de sua visita. Daí é só chegar uns 20 minutos antes e se identificar a um dos guardas que ficam no entorno do palácio. A visita dura cerca de 1h30.

Endereço: Plaza de La Ciudadania – Avenida Libertador Bernardo O’Higgins, Centro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio de La Moneda. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cerro Santa Lucía – É o parque mais bonito da cidade, não apenas pelos jardins e fontes, mas também porque lembra um castelinho e proporciona belas vistas de Santiago, especialmente em um fim de tarde claro. Mas prepare-se, pois você vai subir muitas ladeiras e escadas para conhecê-lo. Por isso, reserve ao menos 2h para conhecer o local com calma.

Endereço: Há várias entradas para o Cerro, uma delas é pela Avenida Alameda com a calle Santa Lucía. Outra é pelas calles Santa Lucía e Merced. Se você entrar pela esquina da Calle Santa Lucía com Calle Augustina, pode ver se o elevador está funcionando e usá-lo para subir parte do trajeto. A entrada no Cerro é gratuita, basta assinar um livro de visitantes. Horário de funcionamento: 9h às 20h (de setembro a março) ou de 9h às 19h (de abril a agosto).

Cerro Santa Lucía, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cerro Santa Lucía, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cerro Santa Lucía, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cerro Santa Lucía, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Cerro Santa Lucía, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cerro Santa Lucía, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Atrações que não valem muito a pena:

Museu Histórico Nacional – Apesar de a entrada ser gratuita, esse museu não vale tanto a visita, porque conta a história do Chile de forma um pouco desordenada e bagunçada, pelo menos para quem conhece pouco o passado do país. Além disso, ele fala pouco da ditadura chilena, época que mais me desperta curiosidade. O que achei interessante lá foram roupas antigas e a reprodução de casas de séculos passados.

Endereço: Plaza de Armas de Santiago 951 (Metro Plaza de Armas). Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 10h às 18h. Entrada grátis.

Museu Histórico Nacional de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu Histórico Nacional de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mercado Central – Só é interessante se você quiser almoçar lá, em um dos restaurantes especializados em pescados e frutos do mar, especialmente para comer o caro caranguejo gigante. É que o mercado vende basicamente peixes e não tem aquelas bancas de frutas coloridas que existem em outros mercados do mundo.

Endereço: Esquina da rua Vergara com a Avenida 21 de Maio, perto do metrô Cal y Canto. Abre todos os dias, das 7h às 15h. Entrada grátis.

Mercado Central de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mercado Central de Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu de Arte Precolombino – É aclamado por vários guias de viagem como um dos melhores museus da cidade. Eu confesso que não achei tudo isso. Talvez porque esse tipo de arte não me atrai tanto (não curto muito ver potes e cerâmicas coloridos e quebrados). O que mais gostei foram as estátuas de madeira que eram colocadas em tumbas para que os mortos fizessem uma boa “passagem”.

Endereço: Calle Bandera 361 (esquina com Calle Compañía), perto do metrô Plaza de Armas. Funciona de terça a domingo das 10h às 18h. Entrada: 4.500 pesos chilenos (2 mil pesos para estudantes com carteirinha). Menores de 10 anos não pagam. Grátis todo primeiro domingo do mês.

 

Museu de Arte Precolombino. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu de Arte Precolombino. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu de Arte Precolombino. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu de Arte Precolombino. Foto: Marcelle Ribeiro.

Bairro Bellavista

Atrações que valem a pena:

La Chascona – Essa é uma das três casas-museus do poeta Pablo Neruda no Chile. As outras ficam na cidade de Valparaíso e em Isla Negra (a cerca de 2h de carro de Santiago). E o que esperar de uma casa-museu do poeta? Bom, antes de mais nada, saiba que Neruda foi um dos mais importantes poetas chilenos. Ele tinha o hábito de colecionar muitos objetos, adorava o mar e vivia rodeado de amigos. Nas casas dele, os visitantes conhecem muito de como ele vivia, já que ele efetivamente morou nas três residências, que têm móveis e inúmeros objetos de decoração. As coleções de Neruda vão de garrafas diferentes de vidro a insetos, passando por objetos decorativos de navios e muito mais. Cada cômodo é cheio de coisas, todas organizadas.

O bacana de visitar uma das casas-museu é que você sempre tem acesso ao audioguia (também disponível em português), que vai explicando sobre a vida do poeta, seus hábitos, história, e manias, à medida que anda pela casa. No entanto, confesso que senti falta de explicações sobre a poesia de Neruda.

La Chascona é uma casa bonita, ao pé de uma montanha, e tem esse nome em homenagem à mulher de Neruda, que ele dizia ser despenteada (chascona significa despenteada em português).

As visitas guiadas às casas-museu de Neruda acontecem durante todo o dia, mas sem horário marcado. Chegando na casa, você entra na fila e, à medida que se formam grupos de 10 a 15 pessoas, eles vão recebendo o audioguia e entrando na casa. As visitas guiadas costumam durar entre 1h e 1h30.

Eu visitei 2 casas-museu: a de Santiago e a de Isla Negra. Nos dois casos, não tive que esperar mais que 20min, mesmo tendo ido em um final de semana. Mas você tem que dar a sorte de não ter nenhum grupo de excursão escolar na sua frente….rsrsrs.

Endereço: Calle Fernando Márquez de la Plata, 0192, Barrio Bellavista. Horário de funcionamento: de Março a Dezembro, abre de terça a domingo, das 10h às 18h; Janeiro e Fevereiro, de terça a domingo, das 10h às 19h. Preço: 6 mil pesos chilenos.

 

La Chascona, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

La Chascona, em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

La Chascona, casa de Neruda em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

La Chascona, casa de Neruda em Santiago. Foto: Marcelle Ribeiro.

Atrações que não valem muito a pena:

Parque Metropolitano – Não sei se foram as minhas expectativas, um pouco altas, ou se foi a poluição mesmo, mas não curti muito o Parque Metropolitano, um dos maiores da cidade. Localizado no Cerro San Cristóbal, ele é um dos maiores da capital, mas para conhecê-lo todo é preciso caminhar bastante. Eu conheci só uma parte, a que é acessada a partir do funicular do bairro Bellavista. Evite ir nos finais de semana, quando há fila de cerca de 1h para pegar o funicular. Tente ir num dia ou horário bem ensolarado, para diminuir a chance de ver uma camada grossa de poluição sobre a cidade lá de cima (como eu vi).

Acessando o parque pelo funicular da Bellavista, você pode desembarcar no zoológico (não conheci) ou na área em que há uma estátua da Imaculada Conceição e uma capela. Confesso que não achei nada demais a parte de cima, porque a vista é da cidade poluída, a estátua é bem menor que o Cristo Redentor do Rio de Janeiro e porque o passeio de funicular não proporciona uma vista de destaque.

Uma pena que não tive tempo de ver o outro lado do parque, onde muita gente faz esporte e até toma banho nas piscinas públicas.

Endereço: Para acessar o parque pelo funicular da Bellavista, vá para a Calle Pio Nono, 450 (o metrô mais perto é o Baquedano, mas você terá que caminhar uns 20 minutos da estação até lá). Preço: A subida de funicular custa 2 mil pesos por pessoa (ida + volta) para adultos e 1.500 pesos para crianças. Horário de funcionamento do funicular: no inverno, às segundas das 13h às 18h45 e de terça a domingo, das 10h às 18h45; no verão, fecha uma hora mais tarde todos os dias da semana. Para saber endereço, horário de funcionamento e preços para acessar o parque por outras entradas, visite o site oficial do parque: http://www.parquemet.cl/horarios-y-tarifas/

 

Funicular do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Funicular do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vista do funicular do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vista do funicular do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vista de Santiago do alto do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vista de Santiago do alto do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

A Cordilheira dos Andes com neve vista do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

A Cordilheira dos Andes com neve vista do Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Estátua de Imaculada Conceição no Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Estátua de Imaculada Conceição no Parque Metropolitano. Foto: Marcelle Ribeiro.

Outros bairros

Museu da Memória e dos Direitos Humanos – Fica no bairro de Quinta Normal o museu mais incrível de Santiago e uma das melhores atrações da cidade: o Museu da Memória e dos Direitos Humanos. Ele conta tudo sobre a ditadura chilena, com muitas histórias de vítimas, áudios e imagens. Cheguei a chorar lá, com as cartinhas das crianças pedindo ao governo por notícias de seus pais. Uma pena que não é permitido tirar fotos lá de dentro e que todos os textos estão apenas em espanhol. Só tem tempo para ir a 1 museu em Santiago? Vá nesse. Só tem 1 dia para conhecer Santiago? Inclua esse museu no seu roteiro. Você vai levar cerca de 2h para conhecê-lo.

Endereço: Calle Matucana 501, a 10 metros da estação de metrô Quinta Normal. Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 10h às 18h.  Entrada grátis.

 

Museu da Memória e dos Direitos Humanos. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu da Memória e dos Direitos Humanos. Foto: Marcelle Ribeiro.

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