Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

8 dicas para uma viagem à Amazônia

24 de agosto de 2016, por Marcelle Ribeiro

Em junho desse ano, conheci um pouco da Amazônia e passei aqui para deixar umas dicas gerais que vão ajudar qualquer um que vá viajar para a região. Como fui a trabalho, em uma expedição com um grupo de biólogos, não tenho dicas de onde ficar, como chegar, quantos dias passar, etc. Eu viajei por uma semana em um barco, dormindo em rede, pelo Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foi uma experiência super diferente de tudo que já vivi, com paisagens bonitas, mas também alguns perrengues. Para saber como evitá-los e aproveitar melhor, dê uma olhada na lista abaixo.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

1 – Leve um repelente potente

Não adianta levar aqueles repelentes comuns a que estamos acostumados no resto do Brasil. Eles não fazem cócegas nos mosquitos da Amazônia. Uma marca que me foi recomendada e que usei foi o Exposis, que custa bem mais caro do que os “normais”, mas vale o investimento.

Não ponha repelente apenas na pele. Jogue jatos do spray nas meias, sapatos e na roupa de maneira geral. Não esqueça de usar repelente inclusive no rosto, orelha e mão. Na selva Amazônica, os mosquitos não respeitam nem os buracos dos nossos narizes nem os nossos olhos: entram em todos os lugares.

Cachoeira do Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cachoeira do Parque Nacional do Jaú, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 Rio Negro, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

Rio Negro, no Amazonas. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

2 – Leve uma loção para combater carrapatos

Não são apenas os mosquitos que atacam na selva Amazônica. Uma caminhada na mata pode fazer com que dezenas de carrapatos minúsculos se grudem à sua roupa (principalmente nas pernas) sem que você sequer perceba. Eles parecem grãos de areia de tão pequenos e alguns são até difíceis de enxergar. Todos os dias, quando voltar de uma caminhada ou passeio pela mata, use uma loção tipo Escabin durante o banho (siga as instruções da embalagem). Isso vai evitar que você fique com carrapatos ou até mesmo sarna (que pode ser transmitida em redes, por exemplo).

Ah, e não use novamente uma roupa que você usou no mato ou misture ela a outras roupas da sua mala. É que se houver carrapatos presos a ela, eles podem pular para outras roupas. Usou a roupa? Coloque ela num saco plástico.

 

3 – Leve roupa de sobra

O calor é absurdo na Amazônia e você vai querer tomar vários banhos por dia. Além disso, as caminhadas na mata podem sujar sua roupa. Leve peças de sobra.

Ah, sobre calçados: botinhas de trekking, de preferência de couro, são as melhores. Se puder levar também uma bota de borracha (daquelas “de pedreiro”) é bom.

 

4 – Leve uma farmacinha e tudo que você achar que vai precisar

Se você vai ficar hospedado na floresta (e não na capital) provavelmente estará a horas de barco de uma farmácia. Leve todos os remédios que pensar que pode precisar. Algumas dicas: para dor muscular, analgésico, para cólica, para gases, para intestino preso, para diarréia, para alergia a mosquitos (pomada e comprimido), antialérgico, remédio para enjoo e e curativos. Além de repelente, protetor solar e loção para carrapatos, claro.

 

5 – Use roupas claras e compridas

Eu sei, no calor absurdo da Amazônia, a gente quer mais é usar uma bermuda e uma camisa de manga curta. Nem pensar. Quanto mais o seu corpo estiver à mostra, mais provável será o ataque de mosquitos a ele. Use calças leves, daquelas tipo tactel e camisas de manga comprida daquelas de corrida (que ajudam a evaporar o suor). NÃO vá de roupas escuras: os mosquitos preferem elas às claras. E mesmo assim, já te aviso: os mosquitos às vezes furam as roupas e picam por cima delas. É, eles são terríveis.

 

6 – Use um mosquiteiro

Em alguns lugares da Amazônia é comum que morcegos mordam as pessoas durante a noite. Os mosquiteiros ou telas impedem não apenas os ataques de mosquitos, mas também de morcegos. Se você for dormir em rede em um barco, saiba que em Manaus é possível comprar mosquiteiro específico para colocar na rede, em formato especial.

Redes em barco: opção de "hospedagem" na Amazônia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Redes em barco: opção de “hospedagem” na Amazônia. Foto: Marcelle Ribeiro.

Aliás, se você planeja dormir em uma rede em um barco, não esqueça de comprar uma cordinha para prender o mosquiteiro no teto da embarcação, para que a tela não fique muito em cima do seu rosto. E na hora de dormir, procure deixar sua mala em cima de uma cadeira. É que se chover durante a noite, a água da chuva vai entrar no barco e molhar a sua mala se ela estiver no chão.

Ah, e dormir em rede é bem melhor do que eu imaginava (e olha que eu tenho problema na cervical!). Prenda a sua rede o mais alto que você alcançar e ela ficará bem esticadinha, e a sua coluna ficará quase toda “deitadinha” como numa cama.

 

7 – Experimente a culinária local

Ir à Amazônia e não provar algumas das inúmeras espécies de peixes que existem lá é um absurdo. Os peixes são super saborosos e uma das maiores riquezas da região. Lá se consome também açaí e farinhas diferentes, além de mandioca e um guaraná mais doce. (Veja as dicas de onde comer em Manaus)

 

8 – Não perca o pôr do sol

Coisa mais linda é ver o sol se pôr na água de um rio amazônico. Se puder acordar cedo para ver ele nascer também, vale a pena.

Passeio de barco pelo Rio Negro. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeio de barco pelo Rio Negro. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Reserve sua hospedagem em Manaus pelo Booking clicando aqui e ajude o blog a ganhar uma pequena comissão sem pagar nada a mais! (saiba como funciona essa parceria aqui)

 

Leia também:

Dicas de bares e restaurantes em Manaus

Índice de posts sobre o Amazonas

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Manaus: Um passeio pelo Centro

21 de agosto de 2016, por Marcelle Ribeiro

Manaus tem atrações interessantes em seu Centro histórico, que rendem bonitas fotos. A mais bacana delas é o Teatro Amazonas, que é lindo por fora e por dentro. A fachada tem colunas e é toda meio rosa, com uma cúpula cheia de ladrilhos coloridos. Por dentro, lustres pesados e impressionantes, pinturas nos tetos, além de balcões trabalhados na madeira. É um local bem menor que outros teatros históricos do Brasil, como os teatros municipais do Rio de Janeiro ou de São Paulo, mas vale uma visita.

O Teatro Amazonas é um símbolo do auge do Ciclo da Borracha e pode ser conhecido de duas maneiras. Uma delas é pela visita guiada, em que o turista conhece não só a sala de espetáculos, mas também espaços como o quarto dos cavalheiros (reservado para eles para o intervalo das peças) e figurinos de antigas óperas.

Eu não fiz a visita guiada, mas conheci o Teatro Amazonas de outro jeito: fui lá à noite assistir a um concerto durante o Festival de Ópera. O teatro tem espetáculos musicais com grande frequência e em seu palco passam muitas apresentações de ópera, jazz e teatro. E o melhor: há muitos ingressos baratos disponíveis e eles podem ser comprados às vezes no próprio dia do evento. Paguei R$ 30 pelo meu, em um ótimo assento.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quando for ao Teatro Amazonas, não deixe de dar uma voltinha na praça em frente a ele, a Praça São Sebastião, que é um ponto de encontro dos manauras (povo de Manaus), principalmente no fim da tarde. Na praça fica uma bela igreja, estátua com jardim e também banquinhos onde os moradores sentam para tomar um sorvete ou tacacá (vendidos ali mesmo) e as crianças brincam de bicicleta. Há também casinhas antigas coloridas que são uma graça e alguns barzinhos e lanchonetes com mesinhas na praça. Uma delícia.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praça São Sebastião, Centro de Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Outros pontos interessantes do Centro de Manaus são o Palácio Rio Negro e o Palacete Provincial. O Palácio Rio Negro também é dos tempos do Ciclo da Borracha e tem piso, paredes, fachada e mobília preservados. Também há uma exposição temporária. Infelizmente quando eu fui lá ele já estava fechado, mas vale uma foto do lado de fora.

Palácio Rio Negro, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palácio Rio Negro, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

O Palacete Provincial também é um prédio histórico lindo e fica pertinho do Palácio Rio Negro (dá para ir andando). O prédio já funcionou como sede da Polícia e hoje abriga 5 museus: uma Pinacoteca com quadros e obras de artistas da região; um museu de Numismática, com 8 mil moedas; cds e dvds no Museu da Imagem e do Som; o Museu Tiradentes, com armas e fardas dos Bombeiros e da Polícia; e o museu de Arqueologia, com artefatos descobertos em escavações da região.

Nesse também não consegui entrar, mas já fiquei encantada com as cores da fachada.

Palacete Provincial, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Palacete Provincial, em Manaus. Foto: Marcelle Ribeiro.

Teatro Amazonas

Endereço: Av. Eduardo Ribeiro, 659 Centro de Manaus.

Espetáculos: Procure sobre a programação em jornais de Manais, como o A Crítica. É possível comprar ingressos no próprio teatro e em pontos de venda nos shoppings da cidade.

Visitas guiadas de segunda-feira a sábado, das 9h15 às 17h, em inglês e português. Não consegui encontrar informações em sites oficiais sobre duração das visitas, preços e local para venda. Recomendo entrar em contato pelos telefones (92) 3232-1768 e 3622-1880.

 

Palácio Rio Negro

http://www.cultura.am.gov.br/centro-cultural-palacio-rio-negro/

Horário de Funcionamento: De terça a sexta-feira das 8h às 14h, e sábado das 9h às 13h.

Endereço: Av. 7 de Setembro, 1546 – Centro.

Preço: Grátis.

 

Palacete Provincial

http://www.cultura.am.gov.br/palacete-provincial/

Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira das 9h às 14h e aos sábados das 9h às 13h.

Endereço: Praça Heliodoro Balbi s/n – Centro.

Preço: Grátis.

 

Reserve sua hospedagem em Manaus pelo Booking clicando aqui e ajude o blog a ganhar uma pequena comissão sem pagar nada a mais! (saiba como funciona essa parceria aqui)

Ao reservar o seu carro pelo portal Rentcars por esse link, você compara preços de várias locadoras, consegue descontos e colabora com o Viciada em Viajar.

 

Leia também:

Dicas de bares e restaurantes em Manaus

Índice de posts sobre o Amazonas

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Jericoacoara (CE): Onde comer e onde não comer

20 de agosto de 2016, por Marcelle Ribeiro

Jericoacoara tem diversas opções de restaurantes e bares e, para minha surpresa, com ótimos preços. Achei mais barato almoçar e jantar lá do que comer em outros destinos de praia famosos no Brasil, como Pipa (RN), Barra Grande (BA), Florianópolis (SC), Bombinhas (SC) e Búzios (RJ), por exemplo.

Vamos às dicas!

 

Club dos Ventos

É um restaurante na beira da praia principal de Jeri, quase divisa com a praia da Malhada. Tem pratos individuais de peixe, carne ou frango bem gostosos e a cerca de R$ 25, com arroz, feijão, salada e farofa. Além disso, tem uma estrutura boa para praia, com espreguiçadeira, guarda-sol, chuveiros, banheiro e até guarda-volumes.

Peixe individual do Clube dos Ventos, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro.

Peixe individual do Club dos Ventos, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Sorveteria Gelato e Grano

Sabores maravilhosos, principalmente os cremosos. Há poucas opções de frutas e frutos regionais, mas o de cajá é imperdível. Um sabor sai a R$ 8 e dois sabores a R$ 10. Tem duas unidades: uma na Rua Principal, pertinho da praia principal, e outra na praça da vila de Jeri.

Sorveteria Gelato e Grano, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro

Sorveteria Gelato e Grano, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro

Espaço Aberto

Na Rua Principal, esse restaurante tem mesinhas na calçada e pratos individuais bem servidos, caprichados no tamanho e no sabor. Comi carne do sol cortadinha e frita, com salada de feijão fradinho, arroz e batata doce assada em rodelas. Com um refrigerante e 10%, deu R$ 39.

Restaurante Espaço Aberto, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro

Restaurante Espaço Aberto, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro

Pizza Al Volo

Péssima escolha em Jeri, a pizzaria Al Volo me atraiu porque tem pizzas vendidas por fatia (entre R$5 e R$ 15 cada), ideal para quem está sozinho. Mas a pizza é “a la italiana”, quadrada, e com uma massa meio dura, que parecia um biscoito torrado e difícil de morder. Não recomendo.

Pizza Ao Volo, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro

Pizza Ao Volo, em Jericoacoara. Foto: Marcelle Ribeiro

Vivenda do Mar

Na Praia do Preá, esse restaurante está no roteiro de buggueiros que levam turistas para passeios. Eu adorei. Fica na beira da praia e dá pra ver o mar. A caipirinha estava gostosa e era baratinha (cerca de R$15). A posta de peixe individual era grandona, sem espinhas, e veio com baião de dois, farofa e salada (custou entre R$ 25 e R$ 30). Bom atendimento.

Restaurante Vivenda do Mar, na praia do Preá. Foto: Marcelle Ribeiro

Restaurante Vivenda do Mar, na praia do Preá. Foto: Marcelle Ribeiro

Tia Angelita

O bolo de banana da lanchonete Tia Angelita é famoso e gostoso, mas meio carinho (R$ 8 a fatia). A cocada de coco com doce de leite é bem molinha, uma delícia. Custa R$ 5. Dizem que as tapiocas são imperdíveis. Há diversos sabores, que custam de R$ 4,50 a R$ 10. Pena que a lanchonete, localizada na Rua Principal, só abre das 14h às 20h.

Bolo de banana da Tia Angelita. Foto: Marcelle Ribeiro

Bolo de banana da Tia Angelita. Foto: Marcelle Ribeiro

Káfila

Outro lugar que me arrependi de ter comido, mais pelos preços do que pelo sabor. A káfta de carne com pão sírio e hommus custava R$ 14, mas era bem pequena. Pedi também uma esfiha aberta de queijo (R$8), mas ela mais parecia uma mini-pizza de mussarela, com queijo derretido.

Restaurante árabe Káfila. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante árabe Káfila. Foto: Marcelle Ribeiro.

Pimenta Verde

Apesar de ser um dos restaurantes mais famosos de Jericoacoara, o Pimenta Verde tem pratos com preços acessíveis e não é nada metido a besta. Dá para ir com roupa de praia e é bem gostoso. O bacana é que eles têm pratos para uma pessoa que são bem servidos e baratos, disponíveis tanto no almoço quanto jantar. Como esse aí da foto, que é o que os nordestinos chamam de “arrumadinho”: carne do sol e carne seca em pedacinhos pequenos, feijão fradinho, farofa, tomate, pimentão e cebola. Custou R$ 28 (o prato). Também tinha opções de pratos de peixe e frango a esse mesmo preço.

Restaurante Pimenta Verde. Foto: Marcelle Ribeiro.

Restaurante Pimenta Verde. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Reserve sua hospedagem em Jericoacoara pelo Booking clicando aqui e ajude o blog a ganhar uma pequena comissão sem pagar nada a mais! (saiba como funciona essa parceria aqui)

Ao reservar o seu carro pelo portal Rentcars por esse link, você compara preços de várias locadoras, consegue descontos e colabora com o Viciada em Viajar.

 

Leia também:

Jericoacoara: O que fazer, quantos dias ficar e sugestão de roteiro

Jericoacoara: Veja como é o passeio para o Lago Grande e Tatajuba

Como é o passeio para as lagoas Azul e do Paraíso, em Jericoacoara

Índice de posts sobre Jericoacoara

Reserve no Booking e ajude o blog.

Receba os posts por e-mail

Desconto no Seguro Viagem

Curta nossa fanpage