Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Onde ficar em Bali: hotéis nas melhores praias e no interior

5 de agosto de 2017, por Marcelle Ribeiro

Uma das maiores ilhas da Indonésia, Bali tem diversas opções de hotéis. Mas antes mesmo de pensar em que hotéis você quer ficar, é preciso, primeiro, decidir em que cidades da ilha você vai se hospedar. Olhando no mapa, pode parecer que tudo “é pertinho”, mas não funciona bem assim. Apesar de as distâncias serem curtas entre uma cidade e outra, os engarrafamentos em Bali são inacreditavelmente grandes. Além disso, as ruas são estreitas, principalmente na região central e norte da ilha, com pouquíssimos semáforos. Ou seja, circular por lá dá trabalho e demora.

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Então o seu primeiro passo deve ser decidir que regiões da ilha quer visitar. Se você só se interessa pelas praias (mesmo que não surfe), é melhor se hospedar na região Sul de Bali. Mas, se, além de praias, quer conhecer os templos mais bonitos, lagos, campos de arroz belíssimos, e mergulhar na cultura balinesa, tem que dividir a sua estadia e ficar uns dias hospedado em Ubud, cidade no centro da ilha, de onde partem passeios também para o Leste e para o Norte.

Foi isso que eu fiz e deu super certo. Primeiro passei alguns dias hospedada em Ubud. Conheci atrações na própria cidade e usei Ubud também como base de apoio para fazer passeios no entorno e mais ao Leste e ao Norte.

Depois, mudei para um hotel mais ao Sul, que usei como base para conhecer as praias. Mas, mesmo no Sul, há várias opções de cidades onde você pode ficar.

Vou falar um pouco sobre as principais cidades, para ajudar você a entender.

 

Ubud

Como eu disse, se você pretende conhecer o lado mais de natureza, religioso e cultural de Bali, tem que passar alguns dias hospedado em Ubud. Ela é uma boa base para conhecer os seguintes locais:

– Floresta dos Macacos, Ubud Palace, Mercado de Ubud e Templo Pura Taman Saraswat – São três atrações que ficam dentro de Ubud. (Leia sobre estas atrações neste post)

– Campo de arroz Tegalalang e templo Pura Tirta Empul – Ficam a 30 minutos de carro, ao Norte de Ubud e na região do Centro de Ubud. (Saiba mais sobre estes passeios neste post)

– Vulcão Batur, que você é uma das atrações de um passeio de bicicleta, ou que você pode conhecer fazendo um trekking até o alto da cratera. Fica ao norte de Ubud, na região Norte de Bali. São só 40km do centro de Ubud até lá, mas a viagem dura umas 2h.

– Templo Pura Besakih (o templo mãe), fica ao Leste de Ubud, a 1h30 de carro, no Leste de Bali.

– Templo Ulun Danu Bratan, os lagos Danau Buyan Pancasari, Danau Tambligari e Danau Bratan e a cachoeira Gitgit, que ficam no Norte de Bali, a 2h de carro de Ubud.

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Eu passei 6 noites hospedada em Ubud, em dois hotéis diferentes.

O Sens Hotel* é um daqueles hotéis que pensam em tudo e em todo tipo de hóspede. O café da manhã tem opções que agradam a todas as nacionalidades. Para nós, o que mais agradou foram os pães, queijo (item raro na Indonésia!), ovos, leite, sucos, frutas, panquecas e waffles feitos na hora, iogurte, bolos e doces. Para os asiáticos, que costumam comer “comida de verdade”, tem arroz, macarrão, saladas, entre outros. Tem também omelete, salsicha, bacon, e outras coisas que agradam bem aos americanos. Tudo muito gostoso.

O quarto é espaçoso, bem decorado, limpíssimo, com eletrodomésticos novinhos. Ar-condicionado delícia para o calor de Ubud. Tem Tv, frigobar, mimos (como roupão, chinelos, cafeteira) e coisas super úteis, como um guarda-chuvas e tábua de passar roupa e ferro.

O banheiro é um pouco diferente, todo de vidro, mas basta puxar uma cortina que você não vê quem está dentro. O chuveiro era uma delícia.

A localização é excelente: é no centro de Ubud, e em 5 minutos a pé estávamos perto de restaurantes e mercadinhos. Fica a 20 minutos a pé da Floresta dos Macacos. E, mesmo sendo tão pertinho, se rolar uma preguiça, tem uma van que deixa os turistas em pontos como o Ubud Palace. De graça.

Ah, e tem uma piscina também, além de spa próprio com cardápio de massagens (não usufruímos).

 

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Café da manhã do Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Café da manhã do Sens Hotel, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Já quem prefere um hotel com menos quartos, mais privativo e no estilo “boutique”, vai se apaixonar pelo Villa Sabandari*. Na verdade, ele é o que os balineses chamam de “vila”. Um hotel com pouquíssimos quartos, mas com cômodos bem amplos e aconchegantes ao mesmo tempo.

O Villa Sabandari tem uma piscina com borda infinita com vista para um belo arrozal que é tudo. Em volta, espreguiçadeiras e guarda-sóis charmosos e belas plantas.

A cama é bem confortável e o quarto é muito bem decorado, com um cantinho para deitar naquela hora da preguiça, estátuas e quadros. Mas o que eu mais gostei foi o banheiro. Eu normalmente escolho os hotéis pelo banheiro. Gosto quando são modernos, renovados. E o do Villa Sabandari não apenas é novinho, mas é diferente: o chuveiro fica numa área ao céu aberto, e dá para ver a lua enquanto você toma banho!!

E ainda tem estátuas, quadros, iluminação especial, mil mimos… Apaixonei!

Além dos tradicionais ar-condicionado e frigobar, o quarto tem também uma varanda super agradável, em que é servido o café da manhã.  Nós ligamos para eles quando acordamos e em poucos minutos eles trouxeram a comida. Primeiro, frutas, iogurte, mel e suco. Depois, chá, café, torradas, pães, manteiga, ovos, bacon e um croissant doce divino. Tudo muito gostoso. Só senti falta de um queijinho.

O Villa Sabandari tem, ainda, uma biblioteca com vários livros à disposição dos hóspedes e um spa agradável. Fiz uma massagem balinesa que me deixou leve. Uma delícia!

O hotel fica entre 5 e 10 minutos de carro do centrinho de Ubud. Não recomendo ir andando porque é um pouquinho afastado, mas eles resolvem isso pra você de um jeito super prático. Tem um motorista do hotel à disposição que te leva no centro e te pega, até às 22h, de graça. E não precisa nem marcar horário. Para voltar, basta pedir para o restaurante em que você jantar ligar para o hotel.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Hotel Villa Sabandari, em Ubud, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Seminyak

Seminyak foi a cidade onde me hospedei para conhecer o Sul de Bali. As opções de cidades no Sul são muitas, mas escolhi Seminyak pela vida noturna e por ser bem localizada. A praia tem areia escura, e a água do mar também não é lá essas coisas, mas eu já sabia disso. Só que a gente não planejava mesmo ir à praia lá.

Porém, Seminyak tem uma vida noturna do jeito que eu gosto: muitos restaurantes e bares reunidos em uma região, bem perto dos hotéis, no melhor estilo Rua das Pedras, de Búzios. Numa corrida super curtinha de táxi, a gente estava onde queria. E ainda tem os beach clubs mais bacanas de Bali, com um programa que eu amo: ver o pôr do sol olhando para o mar, tomando um drink e ouvindo música. À medida que a noite cai os beach clubs vão cedendo lugar para pessoas que foram lá para jantar ou até para dançar. Amo!

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Pôr do sol em Seminyak. Foto: Marcelle Ribeiro

Pôr do sol em Seminyak. Foto: Marcelle Ribeiro

Seminyak também é perto do aeroporto (uns 30 minutos de carro), do porto onde pegamos a lancha para as ilhas Gili. É próxima, ainda, do templo de Tanah Lot e de praias incríveis de Bali: Uluwatu, Padang Padang e Thomás Beach. E quando eu falo em praias, eu quero dizer aquelas que são transparentes, com água bem azul ou bem verdinha, com piscinas naturais ou sem ondas.

 

 

Legian

Apesar de ter pesquisado bastante antes de reservar hotel, acabamos ficando, sem querer, em Legian. É uma cidade vizinha a Seminyak. Sabe aquela coisa de hotel que diz que fica num bairro (mais famoso e melhor), mas, na real fica em outro. Assim foi com o Ping Hotel. Eles dizem que ficam em Seminyak, mas ficam em Legian.

E qual o problema disso? As ruas de Legian têm restaurantes menos interessantes e bonitinhos que os de Seminyak e são menos charmosas. A gente esperava ir andando para os restaurantes do miolinho de Seminyak, mas foi preciso pegar sempre um táxi. Nem chegamos a comer em Legian mesmo. Vale a pena se você quiser economizar um pouco, porque certamente os hotéis do miolo de Seminyak devem ser mais caros.

O Ping Hotel foi meio decepcionante. Em parte pela localização, como vocês já devem estar imaginando. Após minhas pesquisas, achei que ele era bem perto da parte “badalada” de Seminyak. Li pessoas dizendo que tinha restaurantes próximos e tal, mas não era onde eu imaginava. Ou pelo menos onde queria ficar. Ok, nada que um táxi para ir e outro para voltar na hora do jantar não resolvesse.

Mas o quarto em si também era caidinho. O espelho do banheiro estava descascando. A cama era confortável, mas o ar-condicionado demorava um pouco a gelar. Foi barato (pagamos 445 mil rúpias, o equivalente a R$ 105 ou US$ 33 a diária, sem café), pelo menos. Não chegamos a usar a piscina, mas acho que dificilmente bate sol nela. Os funcionários foram solícitos. Não voltaria a ficar lá.

 

Uluwatu e Padang Padang

A gente até poderia ter se hospedado em Uluwatu ou Padang Padang, onde ficam praias maravilhosas. Lá há restaurantes e bares interessantes também, só não vi o “burburinho” como em Seminyak. Mas a oferta de hotéis é um pouco menor e ficaríamos um pouco mais distante do aeroporto, do porto e de templos (lembre-se que 20km podem levar 1h para serem percorridos). Numa próxima viagem, acho que ficaria em Uluwatu, pois vi lugares bem charmosos. Mas se você pensa em um hotel “pé na areia”, esqueça: essas duas praias são “de penhasco”. Ou seja, as pousadas, restaurante e estrada ficam no alto de uma montanha e para ir à praia você tem que descer centenas de degraus.

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Praia de Padang Padang, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praia de Padang Padang, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praia de Uluwatu, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Praia de Uluwatu, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Canggu

Almoçamos e tivemos umas 2h em Canggu, que é querida pela galera “moderninha”. Como praia em si, para tomar banho, não recomendo. A praia tem pedras, a areia é preta, a água não é azulzinha e há várias línguas negras. E, pasmem, o povo parece que não se importa e toma banho assim mesmo (mesmo os turistas).

Nós estivemos lá para almoçar entre um passeio e outro, por umas 2h. Comi na Echo Beach e caminhei um pouco pela praia, num dia meio nublado. Não acho que deve ser interessante se hospedar lá não..

 

Echo beach, Canggu, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Echo beach, Canggu, Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Outras cidades

Bali tem mais cidades e regiões para você se hospedar, principalmente na região Sul, das praias. O que eu li em quase todos os blogs é que você deve fugir de Kuta, por ser uma cidade bem zoneada, barulhenta, que atrai adolescentes australianos barulhentos e baderneiros. Além de a praia ser beem feia.

Cheguei a cogitar me hospedar também em Sanur, mas li que não tem mais charme, apesar de ter sido um destino de praia mais interessante no passado.

Também pensei em ficar em Nusa Dua, cidade que dizem ter uma praia bem bonita. É uma região cheia de resorts internacionais, mais para famílias, com muitas praias privativas para os hóspedes. Acabei desistindo porque ia ficar caro e porque não achei interessante para bater perna de noite. Tudo isso pelo que li, porque não passei por lá.

 

Sugiro a leitura destes posts dos blogs Segredos de Viagem, 360 Meridianos e Viagens que Sonhamos, para saber sobre outras cidades de Bali.

 

*O Viciada em Viajar se hospedou no Sens Hotel e no Villa Sabandari como cortesia dos hotéis. Nosso texto reflete a nossa real opinião sobre eles.

 

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Marcelle Ribeiro

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Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Viagem para Bali: macacos, arrozal e templos em Ubud

4 de agosto de 2017, por Marcelle Ribeiro

Ubud foi a nossa primeira parada na viagem para Bali, na Indonésia, e também o local que ficamos por mais tempo por causa da riqueza cultural e natural da região. Além disso, Ubud tem uma posição estratégica e permite que você conheça vários outros pontos da ilha com certa facilidade.

Em um dia, a gente conheceu quase todas as atrações que queríamos em Ubud e também fizemos dois passeios bem pertinho. Só ficou de fora desse dia a ida ao Mercado de Ubud, aonde fomos outro dia. Bora saber como foi nosso roteiro?

As esculturas detalhadas fazem parte da cultura da Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro

As esculturas detalhadas fazem parte da cultura da Indonésia. Foto: Marcelle Ribeiro

Floresta dos Macacos

Começamos cedo o nosso primeiro dia por Ubud e visitamos um dos pontos turísticos mais interessantes: a Floresta dos Macacos.

O lugar é um pedaço de floresta equatorial bem no meio da cidade onde vivem mais de 600 macacos balineses. Passear por lá é se surpreender a cada instante com os bichinhos passando bem do seu lado ou até mesmo deitados no meio da rua.

Os macacos se espalham por toda a Floresta! Foto: Marcelle Ribeiro

Os macacos se espalham por toda a Floresta! Foto: Marcelle Ribeiro

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Eu confesso que tive um pouco de medo dos macacos porque eles podem subir na gente, principalmente se estivermos carregando comida. E o pior é que não podemos ter reações bruscas se isso acontecer porque eles podem ficar assustados. Não levei nada de comida nem água na mochila, que deixei sempre bem fechada. Guardei os óculos na bolsa e fiquei apenas com a câmera na mão, mas sempre bem atenta. Dizem que os danados roubam os pertences dos turistas, para ganhar comida como “resgate”!

Mas na Floresta dos Macacos não vi nenhum deles abordando pessoas que não estivessem com comida à mostra. Ufa!

Esse macaco adulto descansa em cima de uma escultura. Foto: Marcelle Ribeiro

Esse macaco adulto descansa em cima de uma escultura. Foto: Marcelle Ribeiro

O parque é grande e um passeio por lá pode levar tranquilamente mais de 2 horas. Além dos macacos, a Floresta tem árvores enormes, templos e cachoeiras, mas não dá pra tomar banho.

A entrada custa 50 mil rúpias (US$ 3,70 ou R$ 11,60). A Floresta dos Macacos fica na Monkey Forest Street, bem pertinho do Centro de Ubud (fomos a pé) e funciona todos os dias, das 8h30 às 18h.

 

Teggalalang

Depois de conhecer os macacos, fomos almoçar e depois, logo no início da tarde, era hora de visitar um dos campos de arroz mais famosos de Bali: o Teggalalang.

Muuuuitos balineses vivem da produção de arroz, comida sempre presente no cardápio deles (até no café da manhã!). É possível encontrar plantações do cereal em várias partes e muito do processo é feito de forma manual, muitas vezes até nos quintais das casas.

O visual do arrozal de Teggalalang é incrível! Foto: Marcelle Ribeiro

O visual do arrozal de Teggalalang é incrível! Foto: Marcelle Ribeiro

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Teggalalang é um arrozal bem diferente, que se destaca pela beleza. Toda a plantação é feita em uma montanha, que é recortada para que a água possa fluir de cima para baixo e abastecer vários “terraços” verdes. Com isso, o visual é lindo e fica ainda mais impressionante com os coqueiros que dividem espaço com o arrozal.

A plantação de arroz é feita em níveis para usar melhor a água. Foto: Marcelle Ribeiro

A plantação de arroz é feita em níveis para usar melhor a água. Foto: Marcelle Ribeiro

É possível visitar grande parte dessa plantação descendo os terraços, mas os agricultores cobram um extra a partir de determinado ponto. A visita básica custa 10 mil rúpias por pessoa (US$ 0,75 ou R$ 2,30)

Chegar lá a partir do centro de Ubud não é tão complicado para quem conhece as ruas e estradas de Bali, mas para um turista comum essa pode ser uma tarefa bem difícil. Foi por isso que alugamos um carro com motorista para esta tarde. Quem nos guiou nesse dia foi o Roby ([email protected]), que atende muitos brasileiros em Bali e até arranha o português. A diária (de 10 horas) nos custou US$ 40 (já incluída a gasolina). Mas para ir ao Teggalalang e ao templo Pura Tirta Empul (abaixo), foi necessário apenas meia diária (US$ 20). Ambas atrações ficam ao Norte de Ubud, a cerca de 30 minutos de carro.

 

Pura Tirta Empul

Depois do arrozal, era hora de purificar o corpo e a mente. Fomos conhecer o Pura Tirta Empul, o templo das águas sagradas. Visitamos vários templos durante a nossa viagem, mas esse me deixou bastante impressionada!

Eu e o maridão usando a roupa tradicional para os templos: o sarong. Foto: Roby

Eu e o maridão usando a roupa tradicional para os templos: o sarong. Foto: Roby

Logo na entrada pegamos sarongs emprestados com o templo, para poder entrar. Até o gui teve que vestir. O Pura Tirta Empul foi construído ao redor de uma fonte de água considerada sagrada para os hindus. Por isso, se tornou um ponto de peregrinação para quem pratica a religião.

Por lá, é possível se banhar nessas águas. Se você quiser fazer o ritual completo, não precisa ser indonésio nem hindu. Basta levar uma roupa de banho e uma toalha. Na chegada, você vai receber um sarong especial, para o corpo todo. É preciso seguir uma ordem para se molhar em todas as fontes. Olhando assim a foto a água pode parecer suja, mas não é. Ela é super transparente! É que as pedras escuras dão essa falsa impressão.

Ah, mas para fazer o ritual, reserve umas 2h. Nós não levamos roupa de banho e apenas molhamos a cabeça com a água (não é permitido molhar apenas os pés).

Hindus praticam o ritual de purificação com a água do templo. Foto: Marcelle Ribeiro

Hindus praticam o ritual de purificação com a água do templo. Foto: Marcelle Ribeiro

Além da água, o templo tem esculturas lindas e uma arquitetura bem interessante, muito diferente do que encontramos no Brasil. Ao contrário das igrejas mais famosas no nosso país, que têm muito ouro e outros metais preciosos, tudo por lá é feito de pedra. Além disso, tudo é muito detalhado. As expressões faciais das esculturas são incríveis!

Mesmo de pedra, as esculturas do templo impressionam. Foto: Marcelle Ribeiro

Mesmo de pedra, as esculturas do templo impressionam. Foto: Marcelle Ribeiro

 

A entrada no Pura Tirta Empul custa 15 mil rúpias por pessoas (US$ 1,10 ou R$ 3,50) e o templo funciona todos os dias, das 09h às 17h.

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Ubud Palace

Depois de todos esses passeios de carro, já eram umas 16h (ele nos pegou às 13h30) e pedimos ao Roby para nos deixar na principal rua de Ubud para conhecermos o  Palácio de Ubud, construído no século 19.

Tínhamos uma expectativa de conhecer o Palácio, mas ele estava passando por reformas durante a nossa viagem (maio de 2017) e, por causa disso, nossa visita foi bem limitada. Mesmo assim, é possível perceber o cuidado dos artesãos balineses com todos os detalhes das esculturas que estão por lá.

Em situações normais, shows de dança folclórica são realizados no Palácio todas as noites, mas eles foram transferidos para um lugar ao lado por causa das obras.

O Palácio ficava bem perto do nosso hotel. Era uma caminhada de, no máximo, 15 minutos. A entrada é gratuita, exceto no horário dos shows.

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Passeios em Montevidéu: o que fazer em 3 dias e onde comer

2 de agosto de 2017, por Marcelle Ribeiro

O Uruguai foi o destino escolhido pela minha mãe, Adelia Ribeiro, para dar uma descansada agora em julho, em viagem de três dias. O roteiro em Montevidéu foi feito para ver um pouco de tudo: monumentos históricos, a cidade e também vinícolas. Vamos às dicas dela?

 

1º dia de passeios em Montevidéu

No primeiro dia, fomos à Vinícula Bouza, de táxi. Pagamos 490 pesos uruguaios para ir do Hotel Alma Histórica, e levamos 20 minutos. Super tranquilo.

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Fizemos a visita guiada, seguida de degustação de quatro vinhos: branco (Chardonnay), tinto (Merlot 2015), tinto blend (Templanilo, Merlot e Tannat – 2015) e por último o Tannat 2015.
Almoçamos por lá e pedimos a sugestão do dia: costela e cordeiro com purê de batata. Não recomendo. Muita gordura e pouca carne.

De sobremesa, pedi um pétit gateau de doce de leite. Não sou muito de doce, mas como não tinha comido bem o prato principal, resolvi compensar no doce. Valeu super a pena porque o doce estava uma delícia.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

Vinícola Bouza, no Uruguai. Foto: Adelia Ribeiro.

À noite fomos passear na Rua Sarandi, na capital. Estava meio deserto por causa da chuva. É bem simpático.

Em seguida, fomos ao Bar Fun Fun. Não foi uma boa experiência. Como não havíamos feito reserva, ficamos numa mesinha bem longe do palco onde acontecia o show de tango e de cantores locais. Além disso, havia fila para o único banheiro feminino. Consegui na primeira vez, mas tentei outras três vezes e desisti.

Achei o show foi bem simplório e o cantor e músicos bem básicos, sem qualquer empolgação. Coisa pra turista meeesmo.

Nosso primeiro pedido foi atendido rápido, enquanto o bar não estava muito cheio. O segundo pedido (empanadas), simplesmente não veio. Pedimos a conta e fomos embora com fome. Teria sido melhor se tivéssemos ido a um bom bom restaurante comer carne.

 

2º dia de passeios em Montevidéu

Começamos o dia às 11h com uma visita guiada no Teatro Solis. Fomos a pé do hotel (dez minutos de caminhada).

Ao contrário do que muitos pensam, o nome do teatro não tem qualquer relação com o astro Sol. Solís é o sobrenome dos antigos donos que o construíram. Anos depois, a família passou por dificuldades financeiras e o teatro foi vendido para a Municipalidade, que o mantém com uma programação intensa para adultos e crianças.

A vista guiada é feita em grupos de 40 pessoas. A primeira começa às 11h e a segunda às 12h. O preço varia de acordo com a língua falada pelo guia. Custa 40 pesos (R$ 4,50) em Espanhol e 60 pesos (R$ 6,75) em Português ou Inglês, por pessoa.

A visita leva em média 40 minutos e inclui uma encenação de dez minutos por dois atores caracterizados. Super divertido!

 

Teatro Solís, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Teatro Solís, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Teatro Solís, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Teatro Solís, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Teatro Solís, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Teatro Solís, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Saindo do teatro, avistamos uma rua transversal que dava para uma rua paralela à do teatro. Entramos para comprar água e nos deparamos com a Livraria e Café Pablo Ferrando, um lugar super agradável para uma bom descanso, lanche e leitura. Recomendo.

Livraria Pablo Fernando, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Livraria Pablo Fernando, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Da livraria, fomos andando para o Mercado del Puerto e pegamos a orla (um pouco deserta), o que fez o caminho ficar mais longo. Levamos uns 15 minutos até lá. O caminho melhor e mais curto seria pela Rua Sarandi, entrando à direita na Rua Canelones.

Logo na entrada, um dos garçons do primeiro bar me viu tirando fotos e se ofereceu tanto para tirar nossas fotos quanto pra sair numa delas – Simpatia pura.

No Mercado só tem restaurantes e umas lojinhas de lembrancinhas.

Tínhamos a indicação do Restaurante El Palanque, que de fato é um bom lugar para se comer carne vermelha ou frutos do mar, sempre acompanhados de um bom vinho, é claro. Os pratos são fartos e bem preparados. As entradinhas também estavam bem saborosas, como a linguiça (chorizo), carnes das mais variadas, como bife de tira, picanha, filé, contrafilé. Mas novamente não tive muita sorte. A minha veio mal passada demais (sangrando). Pedi para passar um pouco e me dei mal. Demorou muito e acabou perdendo um pouco a graça.

Para duas pessoas, com couvert (130 pesos por pessoa), duas linguiças de entrada (130 pesos por pessoa), prato principal (530 pesos por pessoa), acompanhamentos, vinho, cerveja, gorjeta e desconto de IVA, ficou por 1.965,90 pesos (cerca de R$ 110 por pessoa).

À noite fomos a um bar indicado por um funcionário do hotel, a Montevideo Brew House, que fica na Rua Libertat 2592.

Como chegamos cedinho, estava bem tranquilo. O lugar é frequentado por “locais” e é muito aconchegante. Super recomendo.

Experimentamos umas três cervejas artesanais e a nossa preferida foi a Irish Red (100 pesos uruguaios por copo, ou R$ 11,20). Pedimos um tira-gosto de queijo marinado que estava razoável (135 pesos), com pães (98 pesos). O hambúrguer parece ser o carro chefe. Fiquei com água na boca.

De lá, fomos a um outro bar na região, só para conhecer: o Glasgow. Entramos sem ter nenhuma indicação – do tipo entramos no primeiro que encontramos. Pedimos uma pizza ótima! Fica na Calle Constituyente 2012.

 

Pizza do bar Glasgow, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Pizza do bar Glasgow, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

 

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3º dia de passeios em Montevidéu

No nosso terceiro dia de viagem ao Uruguai, um domingo, começamos pela Feira Tristan. Ela só é montada aos domingos e a recomendação é de se ir logo no começo da manhã, por volta das 11h. Não se consegue andar pela feira mais tarde porque fica lotada.

Para ir do hotel para a feira pegamos um táxi e, como era domingo, pagamos 20% mais caro. Deu em torno de 400 pesos (cerca de R$ 45).

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Chegando lá, já no comecinho da feira, nos deparamos com uma gaiola cheia de periquitos amontoados, vários outros pássaros e vários coelhos, também em gaiolas, todos à venda. Fiquei impressionada, porque isso é crime ambiental (pelo menos no Brasil)!!!!

A feira é um verdadeiro supermercado popular a céu aberto, onde os moradores conseguem reabastecer suas casas de praticamente tudo! Animais de estimação (???!!!), gêneros alimentícios, utensílios domésticos, roupas, calcados, artigos de decoração e entretenimento.

Tínhamos a expectativa de encontrar barraquinhas vendendo comidas e bebidas típicas, mas, não encontramos estes itens na rua principal. Talvez existisse nas ruas laterais.

Não é um passeio que recomendaria para turistas. Seria como convidar os turistas cariocas a passearem pelas feiras livres que temos nos nossos bairros cariocas, só que bem pioradas.

Saímos da Feira Tristan e fomos ao Mercado Agrícola de Montevidéu (MAM), que fica bem próximo. Encontrei esta dica num site ao buscar lugares para comprar vinho em Montevidéu.

A recepcionista do hotel havia dito que comprar em supermercados não era uma boa opção, já que não teríamos o desconto do IVA.

O Mercado Agrícola é muito parecido como os nossos Hortifruti do Rio de Janeiro. Só que, por ter sido reformado recentemente, tem uma aparência ótima, bem melhor que a Cobal do Humaitá, por exemplo. Lá também se encontra de tudo, mas muito mais indicado para turistas. Banheiros impecáveis, chão limpo, temperatura ambiente gostosa e uma boa diversidade lojinhas, além de bares e restaurantes.

Mercado Agrícola de Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Mercado Agrícola de Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Mercado Agrícola de Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Mercado Agrícola de Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Encontramos uma casa de vinhos, a Iberpark Boutique Gourmet, que vende vinhos, cervejas e azeites nacionais e importados. É uma ótima opção para quem quer trazer vinho na mala, já que o comprado no aeroporto vem a bordo, o que é beeeemm desconfortável se você comprar muito.

Na Iberpark Boutique Gourmet, comprei vinho Tannat Roble, da Vinícola Don Pascual 2015 a 360 pesos já incluindo os impostos (R$ 45).

Por falar em vinho, vou falar logo como foi a compra que fizemos no freeshop de Montevidéu.

Na frente do portão de embarque 01 do Aeroporto Internacional de Carrasco há uma loja só de vinhos Tannat (a uva típica do país), chamada El Rincon del Tannat.

Comprar lá tem a desvantagem de ter que carregar as compras pelo aeroporto e avião a dentro (sem carrinho). Mas tem a vantagem de poder degustar alguns vinhos, aproveitar as ofertas do tipo “compre três e leve quatro”, além de, é claro, estar num lugar confortável aproveitando um tempo meio “morto” entre a chegada no aeroporto e a hora do voo. Comprar mais de quatro garrafas é roubada…

Compramos vinhos como o Carrau Tannat Reserva por US$ 13 (cerca de R$ 31, cada).Compramos também um Gimenez Mendez Tannat Reserva por US$ 14 (cerca de R$ 34).

Depois desse parêntese sobre o vinho, vamos voltar a falar do passeio do dia. Saindo do MAM, chamamos um Uber e fomos almoçar no Restaurante La Perdiz, que fica na Rua Guipuzcoa, 350. A ideia original era passear pelo Parque Rodo, que fica no caminho, depois passear pela Rambla Manhatman Ghandi e, só depois, fazer um lanche ou almoçar. Como estava chovendo, formos direto para o restaurante.

Tivemos que esperar mesa por meia hora porque no domingo, assim como aqui no Rio, as famílias saem para almoçar fora. O atendimento foi nota dez, a comida também. Os acompanhamentos mais comuns são batata frita e salada de folhas verdes (rúcula, geralmente).

Pagamos 590 pesos (cerca de R$ 66) por um bife de ancho para uma pessoa, já incluindo um acompanhamento. Pedi a minha porção “ao ponto cozido” que corresponde ao nosso “ao ponto pra mais”. Veio exatamente como pedido.

Restaurante La Perdiz, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Restaurante La Perdiz, em Montevidéu. Foto: Adelia Ribeiro.

Para terminar, queria deixar uma dica sobre o imposto IVA. Por força de uma lei de incentivo ao turismo, os restaurantes, bares, confeitarias, casas de carne, pizzarias e outros que vendem de forma independente os serviços de hotelaria, podem conceder o desconto a uruguaios ou a turistas, de 9% do IVA, desde que o pagamento seja feito em cartão de crédito ou de débito. Ou seja, pode ser uma boa pagar com cartão.

 

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