Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Inhotim e Belo Horizonte: Roteiro de 3 dias de viagem

4 de julho de 2015, por Marcelle Ribeiro

Na viagem de 3 dias que fiz a Minas em um feriado em maio desse ano, o meu objetivo era conhecer Inhotim, o museu de arte moderna mais bacana que já visitei. A cerca de 1h de carro de Belo Horizonte (63 km), Inhotim, que fica no município de Brumadinho, tem não apenas exposições bacanérrimas, mas também jardins e lagos maravilhosos. Você precisará de 2 dias para conhecer bem Inhotim, pois os quadros e instalações ficam espalhados por uma área de 1 milhão de metros quadrados. E tem muita coisa legal! São mais de 20 galerias, com obras de 85 artistas. Como eu tinha mais um dia disponível, aproveitei para visitar também BH, onde eu só tinha estado por poucas horas, na época de um congresso estudantil (ou seja, há séculos atrás…rsrs).

Jardim de Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro

Jardim de Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro

Jardim de Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Jardim de Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro.

Acho que foi uma ótima ideia montar base em Belo Horizonte, conhecer a capital em um dia e fazer bate-volta pra Inhotim nos dias seguintes.

O meu roteiro foi assim:

Quinta-feira à noite: Cheguei em Minas de avião, aproveitando passagens baratinhas (R$ 60 a R$ 100 saindo do Rio). Peguei um ônibus no aeroporto de Confins e aproximadamente 1h depois cheguei em BH (vou explicar sobre esse ônibus em outro post). O ônibus me deixou na rodoviária de BH e de lá peguei um táxi para meu albergue, onde cheguei já por volta das 0h.

Sexta-feira: Passei o dia passeando por Belo Horizonte. Minha irmã chegou no início da tarde e como ela alugou um carro no aeroporto, visitamos as atrações da parte da tarde de carro, o que foi bem mais confortável e prático. Neste dia, conheci a Centro Cultural Banco do Brasil (exposição temporária sobre Kandinski), o Memorial Minas Gerais – Vale e a Praça da Liberdade pela manhã. Depois de almoçar ali pertinho, na Savassi, fomos de carro para a Lagoa da Pampulha, onde visitamos a igreja de São Francisco de Assis, obra de Oscar Niemeyer e Candido Portinari. Demos a volta de carro na Lagoa e paramos para tirar fotos na Casa do Baile e nos jardins de Burle Marx. À noite, fomos a um bar.

A Igreja de São Francisco de Assis, na Lagoa da Pampulha. Foto: Ticianne Ribeiro

A Igreja de São Francisco de Assis, na Lagoa da Pampulha. Foto: Ticianne Ribeiro

Sábado: Fomos de carro alugado para Inhotim. Saímos não muito cedo e chegamos no museu por volta das 11h. Nos perdemos um pouco no caminho, apesar de estarmos usando Waze e mapas que a minha irmã imprimiu. Depois de 30 min de fila pra comprar o ingresso, finalmente começamos a ver os jardins lindíssimos e as obras de arte. Ficamos lá até a hora de o museu fechar. Cerca de 1h30 de viagem de carro depois, chegamos em BH, tomamos um banho no albergue e fomos para outro bar de BH.

Domingo: Acordamos mais cedo e fomos de carro para Inhotim, ver a outra parte do museu. Chegamos lá por volta das 10h. Nós preferimos dedicar 2 dias ao museu porque todos os blogueiros que passaram apenas 1 dia lá disseram que foi muuuuito corrido e que tiveram que escolher muito entre o que visitar. Como Inhotim era o motivo da nossa viagem, a gente não ia apressar as coisas, né? Nos dois dias que tivemos lá andamos pelos jardins com calma, tirando fotos (você vai enlouquecer de tanto lugar bonito), comendo com calma e curtindo as instalações. Não precisamos comprar o tíquete de transporte interno (que é caro, R$ 20 por dia por pessoa, para fazer apenas alguns trechos).

Não somos experts em arte, nem ratas-de-museu. Mas eu e a Tita adoramos instalações diferentes, interativas, artistas que fogem do comum e fotógrafos fora de série. E eu sou looouca por jardins, lagos e flores. E tudo isso é o que Inhotim tem de melhor! Se você é como nós, dedique 2 dias a Inhotim!

Inhotim.  Foto: Marcelle Ribeiro

Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro

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Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro

Inhotim.  Foto: Marcelle Ribeiro

Inhotim. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Como chegamos cedo em Inhotim, terminamos de ver o museu cedo, por volta das 15h. Voltamos de carro para BH, tomamos um banho, esticamos um pouco as pernas no albergue e por volta das 19h30 estávamos num café/bar com mesinhas na calçada da capital mineira, comendo pães de queijo recheados e ouvindo um grupo de jazz ao vivo. Delícia!

Segunda-feira – Acordamos cedão, pois nosso voo saiu de Confins às 9h e ainda precisamos devolver o carro. Só deixamos para voltar na segunda pois as passagens aéreas para retornar no domingo estavam muito caras.

 

Algumas explicações sobre as nossas escolhas:

– Se você vai fazer esse roteiro sozinho, é mais barato fazer todos os trajetos de ônibus, pois há ônibus executivo ligando o aeroporto de Confins a BH (nos dois sentidos) e BH a Inhotim. Mas esses ônibus executivos não são tão baratos. Como estávamos em duas pessoas e conseguimos alugar o carro por cerca de R$ 250 (pegando no início da tarde de sexta e devolvendo na manhã de segunda) em uma locadora regional de Minas no aeroporto, ficou mais barato do que se as duas fizessem toda a viagem de ônibus. Ainda mais por que para ir e voltar de bares, teríamos que pegar táxi (apesar da distância do nosso albergue, que era no bairro de Santa Teresa, até os bares da região de Savassi e Lourdes não ser grande).

– Ficamos em albergue apenas porque inicialmente eu viajaria sozinha e só depois a minha irmã resolveu viajar comigo. Hospedagem em BH não é cara. Ficaria um pouco mais caro nos hospedarmos em um hotel em Belo Horizonte na comparação com albergue, mas eu já tinha pago parte da minha hospedagem, então preferimos não cancelar.

– Não seria melhor ter se hospedado em Brumadinho, já que o objetivo da viagem era conhecer Inhotim? Não. A cidade de Brumadinho tem poucos hotéis e pousadas em seu centro e os poucos que existem são caros e/ou ruins. Por exemplo: a diária de um quarto duplo em hotel de rede em BH (tipo Ibis) custava cerca de R$ 150 no feriado, enquanto a de um quarto duplo em hotel simples de Brumadinho custava cerca R$ 220. Hospedagem bacana relativamente perto de Inhotim você encontra em pousadas a cerca de 30 km do museu, nos distritos de Casa Branca  e Córrego do Feijão. São pousadas mais espaçosas, com jardins, em uma região serrana que os moradores de BH curtem no fim de semana. Só que as pousadas de lá estavam cobrando R$ 300 a diária em quarto duplo no feriado. Além disso, para quem vai sem carro, hospedar-se a 30 km de Inhotim fica caro, pois você terá que combinar com taxista para te levar ao museu e te buscar.

Além disso, não tem NADA pra fazer em Brumadinho à noite. Se você ficar hospedado no Centro de Brumadinho, vai ver que há pouquíssimos restaurantes. A cidade é pequena, mas não é charmosa. É uma cidade bem caidinha, me pareceu bem pobre. E se você se hospedar em uma pousada nos distritos de Casa Branca ou Córrego do Feijão, vai ter que jantar na própria pousada à noite.

Como Belo Horizonte é famosa pelos seus bares, a gente preferiu se hospedar na capital, para pagar mais barato pela diária de hotel e para aproveitar os botecos de lá. Mesmo tendo que dirigir 120km por dia para ir a Inhotim e voltar. E não nos arrependemos.

Nos próximos posts, mais dicas da região! Acompanhe.

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Onde comer (e onde não comer) em Paraty

30 de junho de 2015, por Marcelle Ribeiro

Eu e meu maridão estivemos em Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, em junho, para comemorar o nosso aniversário de casamento. Além de muitos passeios de barco, ilhas e praias, curtimos a gastronomia da cidade em restaurantes e bares do Centro Histórico (que é onde tudo acontece). Munidos das dicas de amigos queridos, batemos perna nas ruas de paralelepípedos em busca de lugares gostosos e acessíveis. Aliás, parênteses: prepare-se para pagar preços equivalentes aos do Rio de Janeiro ou São Paulo para uma refeição em Paraty. Em média, paga-se cerca de R$ 40 por prato por pessoa no Centro Histórico.

Acertamos algumas vezes, mas em outras, desaprovamos atendimento e/ou comida local. O Guilherme Calil, que é praticamente o meu “personal crítico gastronômico” veio dar as dicas para vocês. Com a palavra, Guilherme Calil (A.K.A, maridão):

 

“Paraty é uma cidade para todos os bolsos e gostos, inclusive na gastronomia. A oferta de restaurantes é enorme, principalmente no Centro Histórico e arredores. E tem de tudo: comida italiana, brasileira, tailandesa, francesa, sanduíches…

Nós evitamos almoçar nos barcos que oferecem refeições preparadas nas próprias embarcações durante os passeios pelas ilhas. A Marcelle não gosta muito de misturar comida com o balanço do mar e a oferta é sempre restrita nos barcos, o que torna a comida normalmente mais cara e menos gostosa. Além disso, nunca se sabe como é a higiene das “cozinhas” dos barcos e desconfiamos que eles sequer sejam fiscalizados. Por isso, nós sempre deixamos para almoçar depois de desembarcar e íamos matando a fome com biscoitinhos…

Abaixo, falarei um pouco dos lugares que provamos.

 

Café Paraty

Esse foi o primeiro restaurante que visitamos em Paraty. É um restaurante grande, em uma das principais ruas do Centro Histórico. A comida estava boa e o preço era bem razoável. Comemos um bife à parmegiana com arroz e batata frita, tomamos dois refrigerantes e a conta ficou em pouco mais de R$ 80. Os pratos são sempre para duas pessoas e as porções são bem servidas. Infelizmente não temos fotos, porque a fome era grande, e esquecemos de tirar.

Endereço: Rua do Comércio s/n, esquina com a Rua da Lapa (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-0128

 

Punto Divino

Esse foi, sem dúvida, o nosso melhor almoço em Paraty! Já tínhamos recebido a dica de amigos e não nos decepcionamos. O restaurante fica em uma casa colonial e é possível comer na varanda, super agradável. A comida é muito, muito gostosa! Eu pedi um Gnocchi alla panna, com presunto, creme de leite e manteiga. Já a Marcelle foi de Gnocchi al Gorgonzola, com creme de leite e nozes. Os dois pratos estavam excelentes. Ficamos até tristes quando acabou. Com duas cervejas, uma caipirinha e uma água, a conta ficou em R$ 124.

Endereço: Praça da Matriz s/n, esquina com a Rua Dona Geralda (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-1348

Horário de Funcionamento: Abre para almoço e jantar, mas não consegui descobrir o horário. Mas atenção, ele não fica aberto direto do almoço ao jantar. Nós almoçamos lá por volta das 15h.

Varanda agradável do Punto Divino. Foto: Marcelle Ribeiro.

Varanda agradável do Punto Divino. Foto: Marcelle Ribeiro.

Gnocchi al Gorgonzola. Delícia! Foto: Marcelle Ribeiro

Gnocchi al Gorgonzola. Delícia! Foto: Marcelle Ribeiro

 

Pizzaria da Cidade

Também já tínhamos recebido indicações de amigos dessa pizzaria super charmosa no Centro Histórico. Ela é famosa por oferecer diversos tipos de azeite para acompanhar as boas pizzas que saem do forno a lenha. E os azeites realmente fazem a diferença, principalmente quando você vai comer aquela casquinha que sempre sobra no prato… A Marcelle pediu uma caipirinha (que não estava muito saborosa) e eu tomei uma cervejinha e uma água. Com isso, a conta ficou em R$ 77,55.

Endereço: Rua do Comércio, 40 (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-2121

Horário de Funcionamento: De terça a quinta, das 18h às 23h30. Sextas, das 18h à 0h. Sábados, das 15h à 1h e domingo, das 15h às 23h. Entre novembro e fevereiro, abre todas as segundas, das 18h às 23h30.

Pizzaria da Cidade, em Paraty. Foto: Marcelle Ribeiro

Pizzaria da Cidade, em Paraty. Foto: Marcelle Ribeiro

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Azeite e pizza da Pizzaria da Cidade, em Paraty. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Bendita’s

Esse bar serve ótimas porções e é uma boa opção para quem quer petiscar e acompanhar o movimento do Centro Histórico. Ele não era a nossa primeira escolha para a noite, mas acabou se tornando uma agradável surpresa. Comemos uma porção de linguiça e outra de gurjão de peixe e tudo estava muito gostoso. O serviço é excelente. Com as bebidas, a conta ficou em R$ 95. Nós ficamos em uma mesa na rua porque não queríamos ouvir a música ao vivo que tocava lá dentro. Também serve refeições, como peixes e massas.

Endereço: Rua Doutor Samuel Costa, 267 (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-1445

Horário de Funcionamento: Todos os dias, a partir das 12h.

Bendita's tem mesa na rua para quem não quer música ao vivo. Foto: Marcelle Ribeiro.

Bendita’s tem mesa na rua para quem não quer música ao vivo. Foto: Marcelle Ribeiro.

Linguiça do Bendita's. Foto: Marcelle Ribeiro

Linguiça do Bendita’s. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Ice Paraty

É uma sorveteria a quilo simples, mas com um sorvete bem gostoso. Experimente o de banana, que é sensacional! É uma ótima pedida para ajudar na caminhada até o hotel depois do jantar…

Endereço: Esquina das Ruas da Lapa e do Comércio (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-1531

Horário de Funcionamento: De segunda a sexta, das 10h às 23h30, sábado, das 10h à 1h e domingo, das 10h à 0h.

 

Pistache

Essa sorveteria é um pouco mais sofisticada. Tem mesinhas do lado de fora, mas o conceito é o mesmo da Ice Paraty: sorvete delicioso vendido a quilo. Não é fácil conseguir um lugar para sentar, mas não deixe de experimentar. Compre e aproveite para comer e andar pelas ruas do Centro Histórico. Experimente os sorvetes de Nutella e de banana.

Endereço: Esquina da ruas Doutor Samuel Costa e do Comércio (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-7428

Horário de Funcionamento: todos os dias, das 8h à 0h30.

 

Café Pingado

É um café super aconchegante e que serve doces tradicionais da região, como o massapão, um tipo de bolo com coco. A Marcelle gostou, mas eu não sou o maior fã de coco do planeta. Eu preferi comer um brownie com sorvete de creme. Não estava assim um ” brownie do Guilherme Calil”, mas estava gostoso (nota da Marcelle: o brownie do maridão é o melhor do planeta!). O café também serve sanduíches e sopas. O local é disputado e não é fácil conseguir um lugar para sentar, mas vale a visita.

Endereço: Rua Doutor Samuel Costa, 11 (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-8333

Horário de Funcionamento: todos os dias, das 10h às 23h.

Brownie com sorvete no Café Pingado. Foto: Guilherme Calil.

Brownie com sorvete no Café Pingado. Foto: Guilherme Calil.

 

Bombom da Maga

O que é o Bombom da Maga, Brasil? Meu Deus! Que doces deliciosos! Eu e Marcelle comemos bombons de brigadeiro e até levamos alguns para o hotel, além de uma palha italiana. Mas era tudo tão gostoso que não sobrou nada pouco tempo depois. Uma das nossas maiores decepções foi não conseguir voltar lá para “abastecer o estoque” para o Rio de Janeiro. Os preços são muito bons e vale muito a visita (ou as visitas). Cada bombom gorducho custa R$ 4.

Endereço: Rua da Matriz, 10 (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-1580

Horário de Funcionamento: todos os dias, das 13h30 às 21h.

Bombons deliciosos da Maga. Foto: Marcelle Ribeiro.

Bombons deliciosos da Maga. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Camoka

De longe, esta foi a nossa maior decepção gastronômica em Paraty. Ouvimos falar super bem das caipirinhas de lá, mas a verdade é que o atendimento é tão ruim que você até esquece qualquer coisa que comeu e bebeu neste lugar. Os garçons são confusos, esquecem os pedidos e ficam de papo em mesas com amigos e “abstraem” a existência dos clientes. Para vocês terem uma ideia, levei mais de 10 minutos para receber a cerveja que pedi. O drinque da Marcelle demorou quase 30 minutos. Já estávamos quase desistindo dos pratos que pedimos quando eles chegaram. Eram dois escondidinhos: um de carne seca e outro de camarão. Honestamente, nada demais. Não vale a pena visitar.

Endereço: Praça da Bandeira, s/n (Centro Histórico)

Telefone:(24) 3371-4327

Horário de Funcionamento: De terça a domingo, das 12h à 0h.

Sorriso no Camoka só antes do atendimento. Foto: Marcelle Ribeiro.

Sorriso no Camoka só antes do atendimento. Foto: Marcelle Ribeiro.

Casa Coupê

Esse restaurante é super bem localizado, em frente à praça da Igreja Matriz, com mesinhas na calçada, e tem uma decoração super moderninha, mas a comida deixou a desejar. Pedimos um prato do dia, que vinha com ratatouille com salada verde e uma torradinha de entrada. O prato principal era peixe com batata provençal, arroz e farofa de cebola. A salada estava boa, mas faltava tempero no prato principal. O peixe estava sem gosto e a batata não tinha nada demais também. Com os dois refrigerantes que tomamos, a conta ficou em pouco menos de R$ 90.

Endereço: Praça da Matriz, s/n (Centro Histórico)

Telefone: (24) 3371-6008

Horário de Funcionamento: das 11h30 às 2h00 na alta temporada. Na baixa temporada, fecha à 0h00.

Saladinha da Casa Coupê. Foto: Marcelle Ribeiro

Saladinha da Casa Coupê. Foto: Marcelle Ribeiro

O peixe da Casa Coupê deixou a desejar. Foto: Marcelle Ribeiro

O peixe da Casa Coupê deixou a desejar. Foto: Marcelle Ribeiro

Decoração moderninha da Casa Coupê. Foto: Marcelle Ribeiro

Decoração moderninha da Casa Coupê. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Carrinhos de doces pelas ruas

Ao pisar no Centro Histórico de Paraty você encontrará carrinhos vendendo doces caseiros em praticamente todas as ruas da região. Eles têm brigadeiros, bolos e cocadas. Mas a Marcelle não recomenda. Em outra viagem que ela fez a Paraty, anos atrás, ela não resistiu e comeu um desses doces após o jantar, o que garantiu a ela uma grande dor de barriga no dia seguinte. Vai por ela: evite!”.

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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Food Trucks: O melhor da gastronomia de rua de San Francisco

23 de junho de 2015, por Marcelle Ribeiro

Muito antes de a moda dos food trucks chegar no Brasil ela já rolava em San Francisco, cidade americana moderninha e descolada, sempre na vanguarda. E muito antes de ouvir falar nessa expressão, o meu maridão já era um fanático por gastronomia de rua. Então ninguém melhor para contar sobre as delícias que provamos em caminhões ou carrinhos pelas ruas de San Francisco que ele, né? Com a palavra, Guilherme Calil:

“San Francisco é uma cidade famosa pelos food trucks e é lógico que não poderíamos deixar de conhecer alguns. Mas existe uma dificuldade: muitos deles ficam espalhados pela cidade e nem sempre é fácil encontrá-los. Eles podem estar um dia em uma região e deixarem a “vaga” no dia seguinte.

Por isso, a visita a um food park, que concentra vários desses restaurantes sobre rodas, é uma boa saída. Por sugestão da escola onde a Marcelle estudou inglês lá, fomos ao SOMA StrEat Food Park.

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O SOMA StrEat Food Park tem vários tipos de comida. Foto: Marcelle Ribeiro

Food trucks. Foto: Marcelle Rbeiro

Food trucks. Foto: Marcelle Rbeiro

Ele não fica muito longe da região central da cidade e reúne bons food trucks. Tem de tudo: hamburger, pizza, comida mexicana, sorvete, sobremesas e várias outras especialidades…

O “parque” foi montado em um antigo estacionamento perto de um viaduto, que ganhou mesinhas, cadeiras e jarros de plantas. Não é o lugar mais lindo do mundo, mas é organizado e agradável. Grande parte da área não tem cobertura, mas existe uma construção com várias mesas livres para quem quiser se abrigar do frio ou do vento.

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Food truck de pizza (olha o forno na traseira) no SOMA StrEat Food Park.

A Marcelle escolheu uma pizza de pepperoni nesse food truck da foto acima. A pizza era enorme e, lógico, ela não conseguiu comer tudo. Mas estava uma delícia! Custou cerca de US$ 11 e dava para servir duas pessoas.

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A pizza de pepperoni, de massa fininha. Foto: Marcelle Ribeiro

Eu, como de costume, não deixei de aproveitar a oportunidade para comer um hambúrger. Quem lê este blog com alguma frequência sabe que eu não abro mão de um bom fast food nas viagens. Por acaso, me encantei com um food truck chamado Bacon Bacon (por que será, né?)

Fui olhar o cardápio e reparei que todas as receitas de lá levavam algum toque de bacon. Até as sobremesas! Não hesitei e pedi o hambúrger com algumas tiras de bacon crocante. Posso dizer que não me arrependi. O sanduíche estava uma delícia! Além disso, pedi umas batatas fritas para acompanhar e elas também estavam excelentes!

Quando voltei ao Brasil, descobri que esse food truck é famoso e até já apareceu em programas de TV. Mais uma vez, o meu espírito gordo me guiou para o caminho certo!

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Hamburger delicioso da Bacon Bacon. Foto: Marcelle Ribeiro

Os preços são bem tranquilos, de maneira geral. O hambúrguer custou cerca de US$ 11. Uma lata de refrigerante custava cerca de US$ 1,50. Para encerrar, uma informação importante: leve dinheiro! Muitos food trucks não aceitam cartões de crédito.”

SOMA StrEat Food Park:

http://www.somastreatfoodpark.com/

Endereço: 428 11th St, San Francisco, CA 94103

Horário de Funcionamento: Segunda a Sábado, das 11h às 15h e das 17h às 21h. Aos domingos, funciona das 11h às 17h.

 

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