Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

O que fazer em 1 dia de viagem a Belo Horizonte

23 de julho de 2015, por Marcelle Ribeiro

Com museus bacanas, bares gostosos e baratos e uma lagoa agradável para um passeio no fim de tarde, Belo Horizonte é uma cidade que cabe bem em um ou dois dias de viagem. Estive na capital mineira no feriadão de 1 de maio, que esse ano teve três dias. A razão principal para eu decidir ir a Minas foi Inhotim, confesso. Eu estava há tempos querendo conhecer esse museu de arte moderna a céu aberto perto de BH. Como eu disse no post que relato o meu roteiro de 3 dias de viagem por BH e Inhotim, resolvi dedicar 2 dias a Inhotim e 1 à capital.

Em um dia, consegui ver as atrações que eu mais queria em Belo Horizonte e aproveitei tudo sem correria.

A manhã foi dedicada à Praça da Liberdade e seus museus, no bairro de Funcionários. Por volta das 10h30, cheguei à praça que, pra meu desapontamento, é bem menor do que eu imaginava. Vi muita gente caminhando por ali, andando de bicicleta ou passeando com o cachorro, num clima agradável. O lugar pareceu bem cuidado. Uma pena que o Palácio da Liberdade estava fechado para visitações por tempo indeterminado. Pelo que li, o esquema de visitas está sendo reformulado.

Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Palácio da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Edifício Niemeyer, na Praça da Liberdade, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Depois de 15 minutos caminhando na praça, resolvi entrar no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), que fica ali mesmo. É que nas ruas que formam a praça há tantos museus e centros culturais que a região é chamada de Circuito Cultural Praça da Liberdade. A minha visita ao CCBB de BH não estava nos meus planos, mas vi que estava em cartaz uma exposição temporária sobre Kandinsky que eu não havia conseguido ver no CCBB do Rio e, como não havia filas, aproveitei a oportunidade.

Após uma pausa para o melhor pão de queijo que comi em Minas (o do Café com Letras, que fica dentro do CCBB), fui conhecer o maravilhoso Memorial Minas Gerais – Vale. Este museu é super diferente, porque conta a história de Minas Gerais, relatando a busca por ouro no Brasil, a escravidão e a época áurea das fazendas mineiras. Além disso, no andar térreo há exposição sobre artistas mineiros famosos, como Sebastião Salgado, Lygia Clark e Carlos Drummond de Andrade. E ainda tem peças do artesanato do estado. Passei cerca de 1h30 lá, e só fui embora porque já era hora de almoçar com a minha irmã.

 

Memorial Minas Gerais - Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

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Memorial Minas Gerais – Vale. Foto: Marcelle Ribeiro

 

 

Para saber quais outros museus integram o Circuito Cultural Praça da Liberdade, clique aqui.

Para almoçar, há diversas opções pertinho dos museus, já que a Savassi, um bairro de BH cheio de restaurantes bacanas, fica bem ao lado do bairro de Funcionários.

Andando por cerca de 10 ou 15 minutinhos, cheguei à rua Fernandes Tourinho, na Savassi. A ideia inicial era almoçar no buffet por quilo charmosinho Folie (Rua Fernandes Tourinho, 576), pois conciliar meu gosto para comida e a dieta da minha irmã não é das tarefas mais fáceis. E a gente também não queria pagar caro. Mas a poucos metros do Folie vimos que o Redentor (Rua Fernandes Tourinho, 500), restaurante com cara de bar descolado estava fazendo sucesso com mesinhas na calçada e varanda. E também era por quilo. Arriscamos e gostamos.

Após o almoço, pegamos o carro que a minha irmã havia alugado no aeroporto e fomos conhecer um dos maiores cartões-postais de BH: a Igreja de São Francisco de Assis, às margens da Lagoa da Pampulha. Projetada pelo Oscar Niemeyer, a igreja se destaca pelo formato inusitado e pelos painéis de azulejos azuis pintados por Candido Portinari. Esperava que ela fosse maior, mas mesmo assim, é bem bonita.

O exterior é mais interessante que o interior, que não lembra em nada o barroco mineiro: nada de rococós ou ouro. Por dentro, há mais azulejos de Portinari e painéis retratando passagens bíblicas. Como a entrada era baratinha (cerca de R$ 5), valeu.

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Igreja de São Francisco de Assis, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja de São Francisco de Assis, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Igreja de São Francisco de Assis, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

 

A tarde já estava acabando e ainda queríamos ver os jardins projetados por Burle Marx em diferentes pontos da lagoa. Por isso, aproveitamos que estávamos de carro e demos a volta nela. É grande!! São cerca de 18 km de extensão e, honestamente, a área mais bonita fica mesmo perto da igreja, do Museu de Arte da Pampulha (que estava fechado para reformas) e da Casa do Baile. Em frente ao museu há belos jardins e a gente tirou um monte de fotos. Pegamos o carro e andamos mais um pouco até a Casa do Baile, espaço que é um ponto bacana para apreciar a vista da lagoa. Estava rolando também uma instalação de arte na Casa do Baile. A gente viu o pôr do sol lá e amou!

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Lagoa da Pampulha, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Lagoa da Pampulha, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

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Lagoa da Pampulha, em BH. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Centro Cultural Banco do Brasil de BH

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/belo-horizonte/

Endereço: Praça da Liberdade, 450, Funcionários, Belo Horizonte.

Horário de funcionamento: De quarta a segunda-feira das 9h às 21 horas.

Preço: Grátis.

 

Memorial Minas Gerais – Vale

http://www.memorialvale.com.br/

Endereço: Praça da Liberdade, s/n˚, Esquina com Rua Gonçalves Dias, bairro de Funcionários, Belo Horizonte.

Horário de funcionamento: Terças, quartas, sextas-feiras e sábados, das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h.

Preço: Grátis

 

Igreja São Francisco de Assis

Endereço: Rua Dr. Otacílio Negrão de Lima, 3000 – São Luiz / Pampulha – Belo Horizonte.

Horário de funcionamento: Terça-feira a sábado das 8h às 17h. Domingo às 9h às 14h.

Preço: Cerca de R$ 5.

 

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Leia também:

Conceição de Ibitipoca: belas cachoeiras em Minas Gerais

Veja a a lista de posts sobre Belo Horizonte

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

San Francisco: 3 maneiras de passear pela baía de barco

21 de julho de 2015, por Marcelle Ribeiro

A baía de San Francisco é um prato cheio para quem gosta de passear de barco. Passar perto (ou embaixo!) da ponte mais famosa da Califórnia, a Golden Gate Bridge, ver os prédios de outro ângulo, admirar as casas e barcos da fofíssima cidade de Sausalito (do outro lado da baía), chegar perto da Ilha de Alcatraz e ser saudado pelos leões marinhos no píer fazem parte da experiência.

Há várias maneiras de conhecer a baía de San Francisco, cada uma com preço e roteiro diferente. Abaixo, vou falar de alguns.

 

1 – Pôr do sol debaixo da Golden Gate Bridge

Quem quer ver a ponte mais famosa da Califórnia, a Golden Gate Bridge, de um ângulo inusitado, pode fazer passeio de barco para chegar pertinho dela e ainda aproveitar o pôr do sol. Eu fiz esse tour com o maridão quando estive em San Francisco em março e achei bem romântico. Uma pena que o dia em que fomos, no inverno, estava super nublado, e não deu para ver o sol se pôr. Mas pudemos ver as luzes da cidade se acendendo e cruzar a ponte pela parte de baixo. E na saída do Píer de San Francisco, fomos recepcionados pelos leões marinhos, que vimos bem pertinho da embarcação.

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Leão marinho pertinho do barco. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Para quem ainda não foi à Ilha de Alcatraz ou quer revê-la, o passeio também é bacana pois passa pertinho do local onde funcionou o presídio (mas não para na ilha, ok?).

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A famosa Golden Gate Bridge ao fundo. Foto: Guilherme Calil.

 

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Barquinho ao vento na baía de San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

 

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Luzes de San Francisco começando a se acender. Foto: Marcelle Ribeiro

 

O passeio, que custa US$ 55 por pessoa, é feito em um lancha pequena e confortável e acredito que no dia em fomos havia umas 20 pessoas a bordo. Há uma área fechada com sofás e mesas, onde foi montado um buffet de petiscos liberados (pastinhas, pães, frios, nachos, queijos, saladinha, castanha, biscoitos) e que era reposto a todo tempo. Os turistas também tinham direito a uma bebida (vinho, cerveja, refrigerante) e poderiam comprar mais se quisessem.

 

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Passeio para ver o por do sol na baía de San Francisco.

 

Na parte de fora da lancha, há vários locais onde você pode apreciar a vista, sem ter que disputar espaço. Como venta muito e era inverno, a tripulação empresta a todos que quiserem “super casacos”, que ajudam bastante a esquentar. No início, a gente resistiu com os nossos, mas depois, assim como praticamente todos os passageiros, usamos os casacos do barco (que estavam limpinhos).

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Maridão quase embaixo da ponte. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Fizemos esse passeio, que dura cerca de 1h30, pela Adventure Cat Sailing Charters*, a convite da empresa.

 

2 – Visita à Ilha de Alcatraz

Quando você pega o barco para conhecer o interior da ilha de Alcatraz e o presídio, pode ver uma parte da baía de San Francisco. Não é possível ver os leões marinhos, pois eles não ficam no cais de onde sai a embarcação. A lancha tem uma área aberta, com banquinhos e você pode apreciar a água, mas não dá para ver a Golden Gate Bridge muito bem. Se você fizer o passeio noturno, você partirá de Alcatraz no cair do sol e poderá se maravilhar com as luzes de San Francisco se acendendo. É lindo! Veja mais sobre esse passeio neste post aqui. A única empresa que leva até a Ilha de Alcatraz é a Alcatraz Cruises, que cobra US$ 30 pelo passeio diurno ao presídio e US$ 37 pelo noturno. Esta viagem de barco dura cerca de 15 minutos.

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Presídio de Alcatraz. Foto: Marcelle Ribeiro

 

3 – Barco regular para Sausalito

Outra forma de passear pelas águas que banham San Francisco é indo de barco para Sausalito, uma cidade super lindinha do outro lado da baía. Como eu já disse nesses posts aqui, Sausalito é bem charmosa, com lanchas e barcos ancorados, um calçadão gostoso de andar, jardins, lojinhas e cafés para aproveitar.

Eu fui de bicicleta para Sausalito, pedalando pela Golden Gate Bridge, e voltei com a bike em um “barco de linha” até San Francisco. É que barcos que fazem parte do transporte público urbano da Califórnia conectam as duas cidades. Mas se engana quem pensa que o serviço lembra as barcas da Ponte Rio-Niterói. As embarcações que fazem esse percurso na Califórnia, das empresas Blue & Gold Fleet e Golden Gate Ferry, são ótimas e o serviço é bem organizado. E, é claro, você pode sentar em uma área externa dos barcos para apreciar a baía. O tíquete custa entre US$ 5 e US$ 11 e a viagem dura cerca de 20 minutos (saiba mais sobre como fazer esse passeio de barco aqui).

 

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Sausalito. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Sausalito. Foto: Marcelle Ribeiro

Sausalito. Foto: Marcelle Ribeiro

 

*A Adventure Cat Sailing Charters não nos cobrou o ingresso do passeio, já que oferece cortesias a jornalistas que visitam a cidade para divulgá-la. O Viciada em Viajar ressalta que esse texto reflete as opiniões pessoais da blogueira.

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Leia também:

Golden Gate Park: meu lugar preferido de San Francisco

San Francisco: Um tour gastronômico e cultural por North Beach

Veja o índice de posts sobre San Francisco

 

Marcelle Ribeiro

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San Francisco: belas casas e vistas em Alamo Square e Lafayette Park

15 de julho de 2015, por Marcelle Ribeiro

Um dos passeios mais gostosos que os turistas podem fazer em San Francisco é caminhar pelas ruas para ver casas vitorianas, super coloridas e cheias de detalhes. E várias delas estão em regiões com parques e gramados onde os californianos costumam ir para se esticar ao sol, ver a vista e aproveitar o verde. Por isso, resolvi sugerir aqui um roteiro na região chamada de Pacific Heights, para você apreciar estas atrações, que ainda por cima são grátis!

Você pode começar seu passeio pela Alamo Square, uma praça com um enorme gramado em declive, onde você pode sentar e apreciar a mais fotografada sequência de casas vitorianas, chamada de “Painted Ladies” . No estilo Rainha Ana, elas foram erguidas em 1895, ficam na Steiner Street, do número 710 a 720, e foram tombadas pelo patrimônio municipal. Da Alamo Square você terá uma vista privilegiada da cidade, com direito a prédios como o Pyramid ao fundo.

Painted Ladies, na Alamo Square. Foto: Marcelle Ribeiro

Painted Ladies, na Alamo Square. Foto: Marcelle Ribeiro

As ruas do entorno da Alamo Square também têm outras casas belíssimas. Dá vontade de fotografar todas!

Casas da região de Alamo Square. Foto: Marcelle Ribeiro

Casas da região de Alamo Square. Foto: Marcelle Ribeiro

Da Alamo Square, vá andando para a Fillmore Street e pegue um ônibus das linhas 3  ou 22 em direção a Marina District. Salte na Clay Street, pois você andará por ela para ir aos parques Alta Plaza e Lafayette Park. (Saiba como andar de transporte público em San Francisco aqui)

O Alta Plaza é menorzinho, tem uma área de recreação infantil, e tem vistas lindíssimas da cidade. Sente um pouco em um banquinho e aprecie. No caminho, fotografe mais casas coloridas e fofas!

Alta Plaza, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

Alta Plaza, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

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Vista do Alta Plaza, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

Gostei mais do Lafayette Park, que também é rodeado de casas vitorianas, porque ele tem mais bancos para sentar. Do lado deste parque, na 2080 Washington Street, há uma mansão famosa, a Spreckels Mansion, construída por um “barão do açúcar” em 1912. Ela tem nada menos que 26 banheiros, mas não está aberta ao público. Uma outra casa famosa da área é a Haas-Lilienthal House, que fica na 2007 Franklin Street e é aberta ao público. Uma pena que quando fomos não era horário de visitação. Lá, os turistas podem apreciar o mobiliário original de 1886 e ver a ornamentação luxuosa. Saiba mais sobre a visitação no site oficial da casa.

Lafayette Park, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

Lafayette Park, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

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Lafayette Park, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

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Maridão no Lafayette Park, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Spreckels Mansion, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

Spreckels Mansion, em San Francisco. Foto: Marcelle Ribeiro

Você pode aproveitar o passeio para comer e ver as lojas da Chestnut Street (pegue o ônibus 22 na Fillmore Street e desça na Chestnut Street), rua chique do bairro de Marina District, cheia de restaurantes e butiques. Há comidas para todos os gostos e preços, desde tailandesa, japonesa, mexicana, até lanchonetes e sorveterias. Basta andar pela Chestnut em direção à Divisiadero Street.

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Golden Gate Park: meu lugar preferido de San Francisco

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