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Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Deserto do Atacama (Chile) – O que vestir nos passeios

20 de novembro de 2014, por Marcelle Ribeiro

Para finalizar a série de posts sobre o deserto do Atacama (veja o índice de posts aqui), no Chile, minha mãe (que esteve lá em outubro), preparou umas dicas bem práticas, daquelas que preocupam especialmente as mulheres: o que levar nos passeios e na mala!

Como em qualquer deserto, o ambiente no Atacama exige cuidados com a pele, ainda mais quando se passa boa parte do tempo exposto em passeios ao ar livre (e todos são ao ar livre!). Então aí vão as sugestões da minha mãe:

“Para finalizar esta jornada super divertida, acho interessante deixar algumas dicas que servirão para quase todos os passeios (leia aqui sobre os melhores roteiros no Atacama):

O que levar na mochila?

Este era meu Kit sobrevivência:
- Filtro solar;
- Óculos escuro;
- Chapéu resistente ao vento;
- Lencinho higiênico (num dos passeios, as moitas e pedras serão a sua salvação, já que não há banheiros);
- Hidratante para as mãos;
- Hidratante para os lábios (com filtro solar);
- Escova e pasta de dentes;
- 1 litro e meio de água para cada passeio;
- Dinheiro (em pesos) para pagar as entradas nas atrações;.
- Um lanchinho (biscoitos, doces etc).

E o que vestir para cada passeio ?

Eu sempre saía vestida como uma “cebola” e, a depender do clima e da situação, ia tirando uma e outra camada.

Primeira camada: Top ou camiseta colada + short de malha (ou roupa de banho para os passeios nos Geysers e na Laguna Cejar);
Segunda camada: Calça térmica e blusa térmica (lá faz muito frriiiiio);
Terceira camada: Blusa de malha de manga comprida + Calça de trekking ou jeans (confortável para quem vai passar o dia fazendo aventuras);
Quarta camada: Casaco esportivo com revestimento térmico (fundamental) + Tênis ou bota de trekking (prefira a bota pois, em algumas ocasiões, o tênis não protege contra o frio ou água) + Meias de lã ou térmica + cachecol + gorro + luvas de lã ou térmica (para emergências).

Minha mãe com frio com os Gêiseres do Atacama ao fundo.

Minha mãe com frio com os Gêiseres do Atacama ao fundo.

Leia também:

Atacama (Chile): Dicas de transporte, hospedagem e restaurantes

Vinícola e boa comida em dois dias em Santiago

 

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Roteiro de 4 dias viagem com os melhores passeios do Atacama

18 de novembro de 2014, por Marcelle Ribeiro

Água e vapor saindo de buracos da terra a 4.300 metros de altitude, banhos em lagoas salgadas, vales que lembram a lua, montanhas e rochas coloridas em incríveis variações de dourado ao marrom. Tudo isso você pode aproveitar no deserto do Atacama, no Chile. Minha mãe esteve lá em outubro desse ano e conta para nós como aproveitar todas as belezas da região. Vamos às dicas! Com a palavra, Adelia Ribeiro.

 

Lagunas Altiplánicas, no Atacama (Chile). Foto: Adelia Ribeiro

Lagunas Altiplánicas, no Atacama (Chile). Foto: Adelia Ribeiro

“Além de comer bem no Atacama, fizemos os principais passeios disponíveis e, seguindo as valiosas dicas de um amigo que esteve lá recentemente, procuramos a agência de turismo Lickan Antay (Rua Caracoles, 151B), cujo dono se chama Jesus. Logo que chegamos na Lickan Antay conhecemos o Nino (abreviatura de menino em baianês). O Nino, baiano legítimo e super simpático, sabia os detalhes de cada passeio e nos ajudou muito a decidir o que e quando fazer cada um deles. Encontrar um guia brasileiro no Atacama foi uma grata surpresa e nos deu uma certa tranquilidade.

Como fomos por indicação e compramos tudo com eles, nos deram bons descontos (cinco passeios a 85.000 pesos por pessoa, enquanto na tabela de preços da agência os mesmos passeios sairiam a 116.000 pesos por pessoa).

É bom lembrar que os preços dos passeios variam de empresa para empresa e a pechincha até funciona bem lá.

Para alugar bikes, por exemplo, cobravam 4.000 pesos por bike. Alugamos duas por 5.000.

Para o Tour Astronômico, os preços variavam entre 14.000 a 18.000 pesos por pessoa.

Há agências com um bom preço e um serviço bem satisfatório (como a Lickan Antay) e há agências com um pouco mais de requinte e carros mais confortáveis (ônibus executivos ou vans), como a Touris Tour (oferecida pelos hotéis e com loja no centrinho, na Rua Toconao 479). Não saberia dizer se vale a pena pagar mais caro por esta última. É bom conferir os preços e comodidades antes de fechar os pacotes.

Algumas agências aceitam pagamento em dólar, pelo mesmo câmbio das casas de câmbio locais, outras colocam um over. Cuidado!

Na minha opinião, os melhores passeios no Atacama e que fizeram a viagem valer a pena foram:

 

1 – Laguna Cejar: 

É uma lagoa com água extremamente salgada, o que faz com que você não afunde mesmo estando muiiiito fora de forma.

 

No mesmo passeio, visitamos também Los Ojos del Salar, dois poços de água doce no meio do deserto. A água estava extremamente gelada mesmo num dia de sol, mas valeu a pena encarar um mergulho para tirar o sal da Laguna Cejar.

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Laguna Cejar

Esse passeio começa às 15h e termina às 20h e nos custou 9 mil pesos por pessoa.

 

2 – Salar de Tara, Monjes de la Pacana e Catredales de Tara:

É um passeio de um dia inteiro, portanto leve pelo menos um litro e meio de água, porque não dá pra comprar no caminho. O visual é incrivelmente colorido e mesmo se tratando de deserto, há alguma vegetação e animais para serem fotografados, ainda que de longe. Um pequeno trecho é feito a pé, o que é muito bom!

Salar de Tara, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Salar de Tara, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

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Fazer esse passeio de carro comum é muito desconfortável, portanto, insista com a agência para que seja feito num 4×4, do contrário o desconforto da viagem poderá estragar toda a graça do passeio. Este foi o ponto fraco da Lickan Antay.

Neste passeio está incluído café da manhã (mas é servido muito tarde, portanto tome o seu no hotel) e almoço (mas é bem rústico e simples, portanto, se você for daquelas chatinhas pra comer ou com restrições alimentares, leve um lanche). Pagamos 35 mil pesos por pessoa pelo tour.

3 – Valle de la Luna, Valle de la Muerte, Vigilante Três Marias e o Atardecer en la gran duna:

É um passeio que começa às 16h e vai até as 19h, encerrando com o pôr do sol. Pura contemplação! Pagamos 6 mil pesos por pessoa para fazê-lo.

Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

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Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

4 – Lagunas Altiplánicas:

É um passeio de meio dia, das 7h às 14h, com café incluído. Paisagens belíssimas. As lagunas ficam a 4.200 metros acima do nível do mar, na base dos vulcões e da cordilheira do Andes. Dica: Tome chá de folha de coca antes e durante o caminho para não sentir enjoo.

Lagunas Altiplánicas, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Lagunas Altiplánicas, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Pagamos 20 mil pesos por pessoa pelo passeio.

3 – Géyser del Tátio e Machuca:

Geysers del Tatio é um dos campos geotérmicos mais importantes do mundo, de onde emanam vapor e água fervendo (80 graus aproximadamente). Só vendo pra entender.

 

Geysers del Tatio, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Geysers del Tatio, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

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Geysers del Tatio, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

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Geysers del Tatio, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

 

Foi, sem dúvida, o melhor de todos. Começa bem cedinho, (às 4h da manhã) e só termina ao meio-dia. Café da manhã está incluído no preço do passeio (15 mil pesos por pessoa), mas é servido muito tarde.

Dicas para este passeio:
- Tome seu café antes de sair;
- Faça este passeio por último, para guardar na lembrança e para que seu corpo já esteja mais preparado para encarar a altitude de mais de 4.300 metros acima do nível do mar;
- Tome chá de folha de coca antes e durante o caminho para não sentir enjoo;
- Vista roupa térmica e leve o casaco de frio bem grosso, gorro, cachecol, luvas, meias, botas etc. Faz muito frio messssmo ! (oito graus negativos na primavera);
- Leve biquíni e toalha de banho para aproveitar o banho na piscina de água termal – Pozon Rustico (imperdível).

Pozon Rustico, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Pozon Rustico, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

No caminho de volta passamos pelo povoado de Machuca, lugar onde vivem pastores de llamas. As casas são de adobe (tijolo de barro), palha e madeira de cactos. Uma graça!
Os atrativos gastronômicos são os espetinhos de carne de llama e os pastéis de queijo de cabra com chá quente ou refrigerantes.

Povoado de Machuca, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

Povoado de Machuca, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

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Povoado de Machuca, no Atacama. Foto: Adelia Ribeiro

 

Existem outras opções de passeios, como o de bike, que dá pra fazer sem guia e na hora que você quiser. As agências dão toda a orientação e é super fácil. No percurso você pode visitar El Pukara de Quitor, que fica a 3km do centrinho, para conhecer um pouco da história atacameña.

Há também o Tour astronômico, mas como o céu estava nublado nos dias em que estávamos descansados, não deu pra fazer.

Os guias dizem que, de tempos em tempos, alguém descobre outras atrações como, por exemplo, a do Valle del Arcoiris, que foi descoberta há apenas três anos. Este também ficou pra próxima.

O nosso roteiro de 4 dias de viagem no Deserto do Atacama foi assim:

21/10 – Manhã: Passeio de bike. Tarde: Passeio da Laguna Cejar das 15h às 20h.
22/10 – Das 7h às 14h, fizemos o passeio das Lagunas Altiplánicas. Das 16h às 19h, fizemos o tour da Valle de la Luna, Valle de la Muerte, Vigilantes Três Marias e o Atardecer en la gran duna.
23/10 – Fizemos o passeio do Salar de Tara + Monjes de la Pacana + Catredales de Tara das 8h às 17h.
24/10 – Fizemos o passeio do  Géiser del Tatio + Valle e Pueblo de Machuca das 4 da manhã às 12h30. À tarde, descansamos na piscina do hotel.

 

Algumas coisas que não me disseram e acho interessantes compartilhar:

1 – No valor que você paga pelos passeios nas agências não estão incluídas as taxas de acesso aos locais turísticos. Algumas entradas são gratuitas, mas outras custam entre 1 mil e 6 mil pesos por pessoa (cash). Alguns dão desconto para estudantes ou idosos;

2 – Se você estiver em um grupo de pelo menos quatro pessoas (e com um pouco mais de grana), pode valer a pena alugar um 4×4 e contratar um guia exclusivo. Na maioria dos lugares não é permitida a entrada sem guias locais e credenciados;

4 – Não há qualquer infraestrutura para pessoas com deficiência física;

5 – Pessoas com quaisquer tipos de cardiopatias devem consultar seu médico antes começar a planejar a viagem (por causa da altitude e devido à falta de estrutura adequada para atendimento médico);

6 – Recomenda-se não comer carte vermelha e nem tomar bebida alcoólica na noite da véspera do passeio dos Gêiseres (por causa da altitude).

 

Leia também:

 

Atacama (Chile): Dicas de transporte, hospedagem e restaurantes

Chile: Vinícola e boa comida em dois dias em Santiago

Todas as dicas sobre o Chile

 

Marcelle Ribeiro

Marcelle Ribeiro, jornalista e viajante

Já acampei de mochila, barraca e saco de dormir. Já dividi banheiro com desconhecido na Europa (mas nunca o quarto!). Já fiquei em pousadinha simples na praia, mas também já fiquei em hotelão e em all-inclusive. Não posso saber que estarei de folga num feriado que já corro para os sites das companhias aéreas. Não curto muito excursão nem city tour e gosto de decidir quando e como vou fazer os passeios que quero.

Rio: Trilha, Cachoeira do Chuveiro, Vista Chinesa e Mesa do Imperador

13 de novembro de 2014, por Marcelle Ribeiro

Uma ótima opção de passeio diferente no Rio de Janeiro para quem gosta de fazer trilhas, tomar banho de cachoeira e ver vistas incríveis é fazer um “combo” de atrações na Zona Sul, visitando, de uma tacada só, a Cachoeira do Chuveiro + a Vista Chinesa + Mesa do Imperador, tudo no bairro do Jardim Botânico. Fiz esses passeios em um domingo desses e conheci tudo em cerca de 3h. E o melhor: dá para fazer tudo sozinho, sem guia, em segurança e sem gastar nada!

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Vista da Vista Chinesa, no Rio. Foto: Marcelle Ribeiro

Todas essas atrações ficam no Parque Nacional da Tijuca, na área conhecida como Serra da Carioca (leia mais sobre o Parque no site oficial). O parque é gigantesco, tem várias entradas espalhadas por diferentes regiões da cidade e outras trilhas e cachoeiras. A minha meta é conhecer cada uma delas e ir postando aqui. Para vocês terem uma ideia, a região da Serra da Carioca abrange também o Parque Lage, o Corcovado e o Mirante Dona Marta (tudo isso na zona sul do Rio). Os outros setores do Parque Nacional da Tijuca são Pedras Bonita e da Gávea (em São Conrado, na divisa da zona sul com a zona oeste do Rio), Floresta da Tijuca (com entrada pela zona norte, na Tijuca) e Covanca/Pretos Forros. Veja um mapa do parque aqui para entender melhor.

Início da trilha para Cachoeira do Chuveiro, no Rio. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Começamos o nosso passeio pela Cachoeira do Chuveiro, uma queda d’água gostosa, que é alcançada após cerca de 20 minutos de caminhada. Para chegar lá, fomos de carro até a entrada da trilha, indo até o fim da Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico e seguindo as placas para a Vista Chinesa. Passamos por um portão de entrada do Parque e paramos o carro numa lateral da pista assim que vimos a pequena piscina natural abaixo, com uma pequenina queda d’água escondida, chamada Cachoeira do Quebra.

Poço da Cachoeira do Quebra, no Rio de Janeiro. Foto: Ticianne Ribeiro

Poço da Cachoeira do Quebra, no Rio de Janeiro. Foto: Ticianne Ribeiro

A caminhada é curta, mas cheia de galhos no caminho. Teria sido fácil se não fosse por dois momentos. O primeiro é ter que segurar em uma corrente para passar por uma rocha lisa (foto abaixo). Deu nervoso na hora, mas foi bem fácil, mais do que parece (na volta é que este trecho foi mais chatinho).

Trilha para a Cachoeira do Chuveiro, no Rio de  Janeiro. Foto: Marcelle Ribeiro

Trilha para a Cachoeira do Chuveiro, no Rio de Janeiro. Foto: Marcelle Ribeiro

O segundo é ter que subir uma “escada de galhos de árvore”, bem complicadinha, em que tive que usar as mãos e ficar meio espremida entre os galhos. É aquele momento em que você pensa: “como é que eu vou passar daqui?”. Mas acaba passando. Por isso é que eu acho que essa trilha tem grau de dificuldade médio.

A escada de galhos na trilha para a Cachoeira do Chuveiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

A escada de galhos na trilha para a Cachoeira do Chuveiro. Foto: Marcelle Ribeiro.

A cachoeira não é tão alta e como o volume de água é médio, dá para ir caminhando pelo “piscininha” até debaixo dela. Por isso é que lembra um chuveiro. Em volta há pedras em que você pode se esticar e tomar um solzinho (a partir das 11h, quando o sol bate ali).

Cachoeira do Chuveiro, no Rio.

Cachoeira do Chuveiro, no Rio.

Uma dica importante é chegar lá cedo. Nós chegamos no início da trilha às 8h50 de um domingo e na cachoeira umas 9h30. Quando chegamos havia apenas mais umas 3 ou 4 pessoas. Até umas 10h estava bem tranquilo. Mas daí em diante começaram a aparecer grupos grandes e por volta das 10h30, quando saímos de lá, já havia umas dez pessoas “na fila” para tomar banho na queda d’água. Ok, elas estavam curtindo a piscininha formada pela cachoeira, mas ter que pegar fila para passar pelo trecho dos galhos na trilha deve ter sido bem chato.

Ah, e uma observação importante: achei suuuuper seguro fazer a trilha. Fui apenas com minha irmã e não teve nenhum perigo de assalto ou de nos perdermos no trajeto.

Dali, pegamos o carro e dirigimos mais uns 5 a 10 minutos ladeira acima para ver a vista incrível da Vista Chinesa. Estacionamos na área apropriada ali do lado, também sem ter que pagar nada. A Vista Chinesa é um mirante em formato de pavilhão chinês, construído entre 1902 e 1906 para homenagear os orientais que trouxeram o cultivo do chá para o Brasil. De lá, você tem uma vista incrível da Lagoa Rodrigo de Freitas e da zona sul do Rio.

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Vista Chinesa, no Rio de Janeiro. Foto: Marcelle Ribeiro

Vista Chinesa, no Rio de Janeiro. Foto: Marcelle Ribeiro

Vista Chinesa, no Rio de Janeiro. Foto: Marcelle Ribeiro

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Vista Chinesa, no Rio de Janeiro. Foto: Marcelle Ribeiro

Dali, dirigimos mais uns 3 minutos e chegamos a um lugar chamado Mesa do Imperador, onde mais uma vez apreciamos a paisagem (bem parecida com a da Vista Chinesa). A Mesa do Imperador é um mirante com uma mesa mesmo, onde os nobres faziam almoços campestres e onde o Imperador D. Pedro II ia quando fazia passeios pela floresta.

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Vista da Mesa do Imperador. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Vale a pena também ler mais dicas sobre esses passeios nesses blogs aqui:

http://deixadefrescura.com/2012/01/cachoeiras-do-horto-vista-chinesa.html

http://aproveitandoorio.blogspot.com.br/2011/11/cachoeira-do-chuveiro.html

 

Leia também:

Trilha na Pedra Bonita, no Rio de Janeiro

Cachoeira perto do Rio de Janeiro, em Guapimirim

Mais dicas de passeios para montar seu roteiro de viagem no Rio de Janeiro