Recife (PE): Dia 1 – Oficina e Instituto Brennand e passeio de catamarã

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 20/11/2016
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Recife é uma cidade que merece pelo menos 2 dias de passeios, como eu já disse neste post aqui. E isso só na capital mesmo, sem considerar passeios bate-volta para cidades vizinhas.

Eu estive lá em setembro, sozinha, e passei um final de semana incrível. Como as atrações visitadas foram muitas, achei mais fácil dividir meu roteiro em partes. Neste post aqui, eu falei de forma resumida o que fazer em 2 ou 3 dias na capital pernambucana. Agora, vou explicar melhor como foi o meu primeiro dia lá, com dicas de preços, horários, etc. Vumbora?

Meu voo chegou de madrugada, então me permiti dormir até perto da hora do café da manhã (veja onde se hospedar em Recife neste post aqui). Saí de Boa Viagem por volta das 10h, peguei um táxi e às 11h eu já estava na Oficina de Cerâmica Francisco Brennand. Esse museu fica numa região mais afastada de Boa Viagem, assim como o Instituto Ricardo Brennand. Então o ideal é que você visite os dois no mesmo dia. Como o instituto só abre à tarde, visite a oficina de manhã. Mas saiba que não dá para ir andando do instituto para a oficina e mesmo transporte público entre os 2 é difícil.

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Aliás, ir de ônibus para a oficina ou para o instituto dá uma trabalhão e demora, pelo que eu li. Tem que fazer várias baldeações, esperar e andar pacas (porque a sede da oficina, por exemplo, é longe do ponto de ônibus). Algumas poucas agências de viagem oferecem passeios que incluem a oficina e o instituto (a maioria leva apenas para o instituto), mas eles não ocorrem com frequência. Por isso, o ideal é alugar um carro ou rachar um táxi ou Uber. Eu gastei cerca de R$ 90 para fazer o trajeto Boa Viagem x Oficina (Uber) + Oficina x Instituto (táxi) + Instituto x Boa Viagem (táxi).

Uma curiosidade rápida: Francisco e Ricardo Brennand são primos, mas brigaram. Francisco é artista, escultor. Ricardo é colecionador.

A Oficina de Cerâmica Francisco Brennand é grande e você vai levar entre 1h e 1h30 para conhecê-la. Há diversas estátuas e peças de cerâmica representando pessoas, deuses e seres estranhos. Algumas têm uma conotação sexual (órgãos sexuais, seios, etc). Não há nenhum guia para explicar o que se vê, mas tem alguns painéis. As áreas mais bonitas são as praças de esculturas. A oficina é um lugar onde faz calor, pois boa parte do local é aberto.

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Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro

Oficina de cerâmica Francisco Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro

Achei a oficina interessante, mas não muuuuito. O ingresso custa R$ 15 e ela fica aberta de segunda a quinta, das 8h às 17h, às sextas-feiras das 8h às 16h e aos sábados e domingos das 10h às 16h. Para saber sobre funcionamento em feriados, é preciso ligar para 81 3271-2466 e 3272-5494. A oficina tem um restaurante/café, que serve almoços apenas em dias de semana (nos demais, só água, café, bolos e salgados).

Da oficina, fui para o Instituto Ricardo Brennand, que é super interessante e divertido (para crianças e adultos). Até pensei em almoçar antes de começar a visita, mas o restaurante da oficina só estava servindo salgados e o que fica em frente ao Instituto era um pouco caro para uma pessoa sozinha. Comi um biscoito e comecei o tour.

O Instituto funciona num castelinho de tijolos aparentes, com jardins em volta e estátuas. Uma coisa linda!

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brenannd. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brenannd. Foto: Marcelle Ribeiro.

Na primeira ala, fiquei impressionada com objetos de decoração super trabalhados e dourados e também com estátuas lindonas.

Instituto Ricardo Brenannd. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brenannd. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Instituto Ricardo Brenannd. Foto: Marcelle Ribeiro.

Mas a parte mais legal é a que reúne a coleção de armas, armaduras, canivetes e relógios. De babar!

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Instituto Ricardo Brennand. Foto: Marcelle Ribeiro.

Eu passei umas 2h no Instituto e para aguentar a fome, fiz um lanchinho. O Instituto Ricardo Brennand funciona de terça a domingo, das 13h às 17h. A entrada custa R$ 25, mas pessoas com deficiência, estudantes, professores e idosos acima de 60 anos pagam meia. Crianças até 7 anos de idade não pagam.

De lá, peguei um táxi para Boa Viagem, onde almocei no restaurante Parraxaxá, um comida a quilo especializado em comida nordestina. (Veja dicas de onde comer em Recife neste post). Do restaurante, peguei um ônibus para o cais de embarque do catamarã, para fazer um tour no rio Capiberibe pelas pontes de Recife. Mas o ponto em que saltei era meio deserto e tive que andar por um trecho que, embora curto, era meio sinistro mesmo durante o dia. Melhor você ir de táxi.

Peguei o passeio das 17h30, achando que ia ver o pôr do sol, mas não foi tão bacana. O dia estava nubladão e além de não ter tido pôr do sol bonito, quando a gente entra no catamarã já está escurecendo. E o passeio é feito já de noite, o que não é tão legal, porque não você não consegue identificar os prédios sobre os quais o guia fala. Melhor é pegar um dos passeios de dia.

O catamarã é confortável, com banheiro e salgadinhos e bebidas à venda. Mas é todo aberto e venta muuuito. Leve um casaco corta-vento. O passeio dura mais ou menos 1h. A empresa que opera o catamarã oferece vários roteiros, mas eu fiz o Tour Recife e Suas Pontes, que passa pelas três ilhas do Centro de Recife (Santo Antonio, Recife Antigo e Boa Vista) passando por baixo de cinco pontes (Ponte 12 de Setembro, Ponte Maurício de Nassau, Ponte Manuel Buarque de Macedo, Ponte Princesa Isabel e Ponte Duarte Coelho). Durante o tour, é possível ver o Parque de Esculturas de Francisco Brennand, a Praça do Marco Zero, o Paço Alfândega, o Ginásio Pernambucano, a Assembleia Legislativa, o Teatro de Santa Isabel e o casario da Rua da Aurora. Mas o catamarã não faz nenhuma parada.

Passeio de catamarã pelo Recife Antigo. Foto: Marcelle Ribeiro.

Passeio de catamarã pelo Recife Antigo. Foto: Marcelle Ribeiro.

Paguei R$ 50 pelo passeio, comprando direto na bilheteria (cheguei uns 20 minutos mais cedo). Mas dá para comprar antecipadamente pelo site também. Esse tour é oferecido às 11h, 14h30, 16h, 17h30 e 20h, sendo que o horário das 14h30 e das 17h30 só estão disponíveis aos sábados, domingos e feriados e que aos domingos não há o tour das 20h.

À noite, jantei em Boa Viagem.

 

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Recife: Onde ficar e dicas de transporte

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