Serra do Cipó (MG) – Quando ir, como chegar, onde ficar, onde comer

postado por Marcelle Ribeiro em 27/01/2018 - Atualizado em: 26/01/2018
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Cachoeira Grande, na Serra do Cipó

Cachoeira Grande, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro.

Quando ir para a Serra do Cipó

Nós fomos no feriado de 12 de outubro para a Serra do Cipó, porque este é um mês em que chove pouco por lá (menos de 100mm). O problema é que o tempo estava super seco e o sol estava de rachar o côco. Resultado: se por um lado a chuva não atrapalhou, por outro, fazer as trilhas foi sofrido, e a gente chegava a cobrir o corpo todo com nossas cangas. Ao primeiro sinal de um riacho minúsculo, eu me jogava e preferia andar com a roupa toda molhada a passar calor.

Veja a média mensal de chuva e de temperatura pelo site da Climatempo.

calor do saara na serra do ció

Cobertas de cangas para proteger o sol. Foto: Marcelle Ribeiro

Como chegar à Serra do Cipó

Nós voamos do Rio para Belo Horizonte e preferimos alugar um carro no aeroporto de Confins e ir direto para a Serra do Cipó. Assim, teríamos mais liberdade de fazer nossos passeios por lá. Mas as distâncias das atrações que visitamos não são grandes a partir do centrinho da Serra do Cipó. As estradas eram boas, mesmo quando eram de terra. Alugamos um carro mais alto, 1.6, mas nem precisava, podia ser 1.0 mesmo.  Do aeroporto de Confins até lá são 77km, que em teoria você faz em 1h20, segundo o Google. Mas a gente pegou engarrafamento na cidade de Lagoa Santa, pois somos obrigados a passar por dentro dela, que tem ruas estreitas e movimentadinhas. Levamos umas 2h, 2h30.

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Onde ficar na Serra do Cipó

Nós ficamos no Hotel Flor de Pequi, que fica bem no centrinho, e gostamos bastante. Ele fica a 5 minutos a pé da rua de maior movimento do centro, onde ficam os restaurantes, bares, supermercado e as poucas lojinhas da região. O quarto era ótimo: espaçoso, limpo, bem decorado e arejado. A cama era confortável. Tinha TV (só com canais abertos) e frigobar. O ar-condicionado foi fundamental para os dias quentes que pegamos por lá. O banheiro era limpo e moderno, chuveiro quentinho.

Hotel Flor de Pequi, na Serra do Cipó

Hotel Flor de Pequi, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro

O café da manhã era bem variado, com sucos, frutas, pão de queijo, bolos, biscoitos, ovos fritos na hora e até pastéis de queijo quentinhos. Tudo muito gostoso. Só não tinha área de lazer propriamente dita, nem jardins bonitões como outros que cogitamos na região, mas não nos fez nenhuma falta. Era tudo muito organizado. Pagamos R$ 597 por 3 noites, preço que considero justo. Recomendo!

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Hotel Flor de Pequi, na Serra do Cipó.

Hotel Flor de Pequi, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Onde comer

Comida mineira é tudo na vida! E a da Serra do Cipó não nos deixou na mão. De maneira geral os preços nos restaurantes do centrinho não eram muito caros, entre R$ 35 e R$ 45 por pessoa. Mas chegamos a comer por beeem menos que isso, em restaurantes que eram OK, nada demais. Num comida a quilo cheguei a pagar R$ 12 pelo meu prato e isso depois de fazer trilha!

Os restaurantes que mais gostei foram:

 

Petras Bistrô

Muito legal para aquele dia que você quer relaxar num clima mais arrumadinho, com mesinhas na parte externa com velas e ambiente descontraído. O cardápio fica nas paredes e sem o preço. Mas relaxe: o garçom é simpático e repete quantas vezes você quiser. Tem drinks bem gostosos. Eu comi um raviolli de queijo com molho de tomate (uns R$ 35), que estava bom e o Gui comeu filé ao vinho com arroz a piamontese (R$ 45) que estava delicioso (ele sempre escolhe melhor que eu! rsrsrs). A caipirinha custou uns R$ 25.

Petras Bistrô, na Serra do Cipó.

Petras Bistrô, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro

Petras Bistrô, na Serra do Cipó.

Petras Bistrô, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro

Petras Bistrô, na Serra do Cipó.

Petras Bistrô, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro

 

Tribo do Sol

Esse é o restaurante perfeito para você matar a fome depois de um dia de sol nas trilhas. Tem todo tipo de grelhado na chapa, que eles colocam na sua mesa. Eu, o maridão e uma prima, fomos de picanha com arroz, feijão tropeiro e fritas. Tudo muito gostoso, especialmente a carne! Minha irmã e uma amiga comeram um salmão grelhado na chapa com feijão e salada, que também estava com uma cara ótima. O melhor é que você pede a carne/peixe/frango por peso e os garçons indicam quanto é o suficiente por pessoa. Os preços eram bons e até comer peixe não ficava caro (se não me engano, R$ 100g de salmão saía a R$ 12).

E você também pode escolher os acompanhamentos do jeito que preferir. Ou seja, a refeição é toda montada ao gosto do freguês.

A gente estava varado de fome, então pedimos uns 600g de carne para 3 pessoas, o que foi ótimo. Com refri, acho que paguei R$ 40 pela minha refeição.

Picanha do restaurante Tribo do Sol,

Picanha do restaurante Tribo do Sol, na Serra do Cipó. Foto: Marcelle Ribeiro

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Panela de Pedra

Esse restaurante é um dos maiores da cidade, e fica num ponto central. O pessoal da minha pousada havia indicado, o Guia 4 Rodas também recomenda e por isso eu quis conferir. Fomos no almoço (na verdade, lá para as 16h, que era a hora que a gente voltava das trilhas). Pedimos uma carne do sol com feijão, arroz e aipim frito que segundo o cardápio dava para 2 pessoas e custava apenas R$ 60. Mas, como desconfiamos por causa do preço, veio pouca comida. Então pedimos uma porção de carne do sol de petisco para dar uma completada. O problema é que a carne chegou quase 1h depois, apesar de o garçom ter dito que seria rápido.

A comida era até gostosa, mas o serviço era muiito lento. Uma água demorava uma vida para chegar à mesa. Por isso, não voltaria lá.

 

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Publicado por Marcelle Ribeiro

Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus mais de 30 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada com o Guilherme, petlover e viciada em pesquisar novos destinos.

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