Roteiro para Londres: atrações, hotel e transporte

postado por Marcelle Ribeiro em 26/03/2011 - Atualizado em: 02/07/2017
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Montar um roteiro para Londres é difícil. A cidade merece pelo menos 5 dias inteiros, para você conhecer sem muita correria. Eu estive lá pela primeira vez em agosto de 2007, na minha primeira viagem à Europa. Foram 3 dias muuuito corridos na capital da Inglaterra, mas depois consegui voltar lá anos depois, para ver as atrações em Londres que faltaram. Tem muuita coisa para fazer! Se você só tem 3 dias, veja o que fazer. Se tiver mais dias, eu dou as dicas também!

 

Onde ficar em Londres

Em Londres, ficamos em albergue no bairro de Kensington, na Gunterstone Road, W14, pertinho das estações do metrô  West Kensington e Baron’s. Acho que o hostel não existe mais, se chamava The Ace. Gostei da região: ele ficava a uns 5 minutos andando do metrô, numa área bem residencial (e linda!) de Londres, tipo Zona Sul do Rio.

Perto do albergue, (a uns 5 minutos andando) descobrimos um pub ótimo, o Famous 3 Kings, que fica do lado do metrô West Kensington, na 171 North End Road. Jantamos lá duas vezes (comida mesmo, tipo macarrão, peixe), era uma delícia e barato. Mas era a única opção perto para comer, fora um mini-supermercado. Tinha uma garçonete brasileira lá, que quando percebeu também éramos brasileiros, sentou para bater papo conosco e deu cerveja grátis para Guilherme!

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Como andar de metrô em Londres

Andar de metrô em Londres não é difícil. Foi o meio de transporte que mais usamos, além do ônibus e dos pés…rsrsrsrs.

Fundamental para economizar no transporte em Londres é comprar um cartão que serve no metrô e no ônibus, que você põe “carga” em dinheiro, chamado Oyster. Neste post aqui, uma brasileira que mora em Londres explica tudo que você precisa saber sobre o Oyster.

 

Atrações em Londres em 3 dias

 

Primeiro dia: Igreja, Palácio, Parlamento…

No nosso primeiro dia, chegamos à Abadia de Westminster (que em inglês é Westminster Abbey) pouco depois de ela abrir, mas confesso que não achei o lugar assim uma Brastemp. Tem muito túmulo de reis lá dentro, o que não despertou a minha atenção. Do lado, colado na Abadia, estão o Parlamento e o Big Ben, e, óbvio, já aproveitamos para tirar umas fotos! Para chegar na Abadia, pegue o metrô até a estação Westminster.

A Abadia de Westminster. Foto: Marcelle Ribeiro

A Abadia de Westminster. Foto: Marcelle Ribeiro

De lá, fomos andando rumo ao Palácio de Buckingham, passando pelo lindo jardim de Saint James Park. Chegando ao palácio, esperamos do lado de fora para ver a troca da guarda.

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O Palácio de Buckingham visto de fora. Foto: Marcelle Ribeiro

O Palácio de Buckingham visto de fora. Foto: Marcelle Ribeiro

A troca da guarda no Palácio é imperdível. Foto: Marcelle Ribeiro

A troca da guarda no Palácio é imperdível. Foto: Marcelle Ribeiro

Depois, entramos na fila para conhecer o palácio por dentro, o que só é possível fazer no verão, quando a rainha viaja. Vale muito a pena.

Do palácio, pegamos um daqueles famosos ônibus vermelhos e sentamos no segundo andar, claro! Voltamos para o Parlamento (perto do metrô Westminster), dessa vez para fazer a visita guiada por dentro. Só que tinha horário marcado e para dar tempo, acabamos tendo que almoçar um sanduíche natural comprado num mini supermercado. Comemos em pé, em 10 minutos. Essa parte foi ruim, me arrependo de ter feito refeições tão rapidamente, principalmente esta!

O tour pelo Parlamento é instrutivo, porque você vê a Câmara dos Lordes, a Câmara dos Comuns, e lembra daquelas aulas de história do Ensino Médio… rsrsrs.

Depois de tanta correria, fechamos o dia no pub lá perto do albergue (aquele de que falei lá em cima).

Guilherme antes de visitar o Parlamento. Foto: Marcelle Ribeiro

Guilherme antes de visitar o Parlamento. Foto: Marcelle Ribeiro

Segundo dia: Museus

Começamos o dia com uma ida ao Museu de Cera Madame Tussauds, onde há estátuas de cera imitando os artistas de Holywood, e personalidades importantes do mundo, como a rainha Elizabeth, Fidel Castro e o Papa. Este museu tem unidades em outras cidades do mundo, como em Berlim, por exemplo. Por isso, você não precisa visitar necessariamente o de Londres, que é uma cidade que tem muitas atrações obrigatórias e únicas. Nós fomos no de Londres porque, na época, ainda não tinha sido inaugurada a unidade de Berlim e as demais cidades onde passaríamos não tinham Madame Tussauds. O museu é uma atração que vai agradar pessoas de todas as idades: crianças, adultos, adolescentes.

Como sempre tem fila, nós compramos o ingresso pela internet, antes de sair do Brasil. É caro, mas vale a pena. Foi ótimo, mas mesmo assim, o museu está sempre cheio. O endereço de lá é Marylebone Road e fica perto do metrô Baker Street.

De lá, fomos no British Museum, que é um museu enorme, com obras de arte variadas. Mas o destaque são as peças vindas do Egito: tumbas, imagens de faraós e a Pedra de Roseta… O prédio do museu tem um teto lindo. Fica na Great Russell Street, London, WC1B 3DG, perto do metrô Tottenham Court Road.

Uma das múmias do British Museum. Foto: Marcelle Ribeiro

Uma das múmias do British Museum. Foto: Marcelle Ribeiro

Na sequência, fomos ao Museu de História Natural. Não gostei muito porque o museu tem muitas atrações para crianças e não é tããao interessante para adultos. O mais legal de lá são os esqueletos de dinossauros, mas achei as exibições sobre corpo humano chatas. Fica perto do metrô South Kensington, na Cromwell Road.

A última atração do dia foi um museu (ufa! quantos!) que não costuma estar na lista dos “obrigatórios” de muitas pessoas, mas que nós adoramos, pelo tema diferente: foi o Churchill Museum and Cabinet War Rooms. É uma espécie de museu de guerra, que tem um monte de aviões de guerra, canhões e até uma sala especial que simula uma trincheira de guerra e uma cidade devastada. Pena que chegamos lá perto do horário de fechar. Fica em Clive Steps  – King Charles Street – London SW1A 2AQ, perto do metrô Westminster.

Boneco na guerra, no Churchill Museum and Cabinet War Rooms. Foto: Marcelle Ribeiro

Boneco na guerra, no Churchill Museum and Cabinet War Rooms. Foto: Marcelle Ribeiro

Terceiro dia: Catedral e Torre

Achou que acabaram as atrações em Londres? Que nada! No nosso terceiro dia, fomos ver Londres do alto da St. Paul’s Cathedral, que tem a segunda maior cúpula do mundo (só perde para a Basílica de São Pedro, no Vaticano). Foi lá que o príncipe Charles e a princesa Diana casaram. Uma coisa interessante de lá é que tem uma galeria chamada Whispering Gallery, que, graças à ótima acústica, permite que uma pessoa sussurre de um lado e seja ouvida do outro. Essa galeria fica a 259 degraus do primeiro andar.  A catedral fica perto do metrô St. Paul’s, na St. Paul’s Churchyard.

Fachada da Catedral de Saint Paul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Fachada da Catedral de Saint Paul. Foto: Marcelle Ribeiro.

Aliás, vale a pena subir os degraus da catedral para ver Londres de cima (e pagando muito menos do que o extorsivo preço da London Eye….rsrsrsrs).

O visual de Londres visto do alto da St. Paul's Cathedral. Foto: Marcelle Ribeiro

O visual de Londres visto do alto da St. Paul’s Cathedral. Foto: Marcelle Ribeiro

Depois de tantas escadas, um lugar plano, por favor! rsrsrsrs. Já com ingressos comprados para evitar fila, fomos à Torre de Londres, que já foi castelo, presídio e fortaleza e hoje virou uma atração exclusivamente turística. Interessante lá é ouvir os guardas fantasiados contando histórias da Londres antiga. Os tours são de hora em hora e são grátis. Tem exposição de armas, e um monte de jóias. A Torre de Londres fica perto do metrô Tower Hill.

De lá, dá para ver a Tower Bridge, a famosa ponte de Londres no Rio Tâmisa. Ela “abre” para cima, para os navios passarem.

Perto da Torre de Londres tem um mini shopping, com um monte de restaurante, onde almoçamos.

(Em falar em comida, veja a dica da comida mais típica da Inglaterra neste post)
A próxima parada foi a Trafalgar Square, uma praça de Londres onde tem um chafariz (é onde estou na foto fixa do blog, aquela lá em cima, na coluna à direita). Na praça, fica a National Gallery, outro destes museus que tem obras variadas, de artistas e épocas distintos. Ficamos bem pouquinho lá e só entramos porque era de graça! O metrô mais perto de lá é o Charing Cross.

Ainda deu tempo de ir ao parque Hyde Park, que é famoso, mas eu achei bem xoxo. É só um monte de grama, sem flor, sem muitos atrativos. Ficamos esperando na famosa Speaker’s Corner, onde as pessoas costumam discursar sobre o que der na cabeça, mas não apareceu nenhum pirado para fazer a gente rir… Então, como ainda estava dia claro (no verão europeu, várias cidades só escurecem às 20h30), seguimos para Covent Garden, que era um mercado de verduras e tem um ar de “Cobal” de Londres: um monte de lojinhas e barraquinhas de comida, bares e muita gente papeando em pé, ou sentado nas mesas ou na calçada. Suuper alto astral.

O mercado de Covent Garden atrai muita gente. Foto: Marcelle Ribeiro.

O mercado de Covent Garden atrai muita gente. Foto: Marcelle Ribeiro.

Nos 3 dias que ficamos em Londres, gastamos, no total, 180 pounds por pessoa, em passeios, transporte e comida.

Você tem mais dias para ficar na Inglaterra? Então veja esse post aqui, com outras atrações em Londres.

 

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Publicado por Marcelle Ribeiro

Jornalista, baiana, mas há mais de 20 anos moradora do Rio de Janeiro. Nos seus mais de 30 anos de vida, já viajou sozinha e acompanhada. Casada com o Guilherme, petlover e viciada em pesquisar novos destinos.

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