Indonésia: Passeio para escalar o vulcão Batur, em Bali

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 18/09/2019
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Vulcão Agung, em Bali, visto do alto do vulcão Batur. Foto: Marcelle Ribeiro.

Bali, na Indonésia, é muito mais que praias, templos e campos de arroz. Tem também muitos vulcões, inclusive vários ativos (apesar de não estarem expelindo lava). Um dos melhores passeios em Bali que fiz foi um trekking para escalar o vulcão Batur ao amanhecer. Foi simplesmente emocionante! E não tem que ter um super preparo físico não! Eu estava bem sedentária quando fui e dei conta do recado. É uma trilha de dificuldade média, bem segura de ser feita.

Mas é sempre bom lembrar que é fundamental ter feito um seguro de saúde internacional, para o caso de algum imprevisto. Com a gente deu tudo certo, sem nenhum  tropeço!

Lá do alto do vulcão, a mais de 1.700 metros de altura, a gente vê um belíssimo lago e outros vulcões próximos, como o Agung, que é ainda mais alto. Vale o esforço, mesmo quando em dias de amanhecer cheio de névoa, como foi o caso do dia em que fomos.

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Nascer do sol no vulcão Batur, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Percorremos um total de 11km, somando ida e volta. Contratamos a Bali Eco Cycling, uma empresa bem organizada de Bali, com bons profissionais. Recomendo. Fizemos também com eles, uns dias antes, um passeio de bicicleta em Bali.

O passeio ao vulcão começa de madrugada. Por volta das 2h da manhã a van da Bali Eco Cycling nos pegou no nosso hotel em Ubud, o Sens Hotel. Paramos em mais uns 2 hotéis para pegar mais passageiros e seguimos num trajeto de cerca de 1h a 1h30 para um dos muitos “cafés da manhã” que tivemos naquele dia, o Lakeview Restaurant, que estava aberto apenas para grupos. Comemos bolo de banana, biscoitos, chá e café.

Dali, pegamos a van novamente e uns 30 minutos depois nos encontramos com nossos guias na aventura. Eles deram uma lanterna para cada pessoa e ofereceram o aluguel de casacos corta-vento, caso alguém não tivesse trazido. Aliás, isso é importante: leve uma roupa térmica para botar por cima da sua camiseta e um casaco corta-vento para o trekking. O amanhecer no vulcão é bem frio, cerca de 10 graus Celsius. E venta demais! Um cachecol e gorro também são importantes. A gente foi de tênis normal mesmo e deu tudo certo. O importante é se vestir em camadas, porque em alguns momentos você vai suar e até sentir calor (na subida), mas depois vai ficar bem frio.

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Levamos 2h para chegar lá em cima. O nosso grupo tinha dois guias, um na frente e outro atrás. Eles foram super cuidadosos e atenciosos. Nós acabamos sendo um dos últimos do grupo, porque estávamos cansados, mas isso não foi problema. Os guias nos deram momentos de pausa para respirar.

Caminhar no escuro é menos difícil do que eu imaginava. A trilha é limpa, mas só de subida constante. As lanternas dão conta do recado. A pior parte são os últimos metros, porque aí a trilha é de areia meio escorregadiça, é chato apoiar o pé. Maridão reclamou pacas, claro, mas chegamos bem.

Chegamos quase às 6h no topo do vulcão e o dia estava começando a clarear. Pena que estava com muita névoa e o sol quase não aparecia. Enquanto as nuvens se dissipavam, nos serviram, numa cabana com banquinhos, o nosso segundo café da manhã: sanduíche com banana cozida dentro, ovo cozido, café e mais bolo de banana. Eu comi o pão e o bolo, estavam bons. Nos deram uma garrafinha de água também, mas a gente tinha levado mais.

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Por volta das 7h o sol apareceu e pudemos tirar umas fotos lá do alto. Em seguida começamos a descer. A descida é bem mais tranquila e rápida. No caminho de volta fizemos uma parada para tirar fotos na cratera do vulcão, com direito a ver fumacinha saindo e tudo! Incrível!

Vista do vulcão Batur, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Vista do vulcão Batur, em Bali. Foto: Guilherme Calil.

No canto esquerdo, a fumacinha da cratera do vulcão Batur. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cratera do vulcão Batur, em Bali. Foto: Guilherme Calil.

Já eram umas 9h quando chegamos no nosso carro. Mais uns 30 minutos de van e fomos levados para uma gostosíssima parada: o parque termal Toya Devasya, com piscina de água natural quente e uma vista deslumbrante do lago e das montanhas da região. Pudemos curtir cerca de 40 minutos aquela água deliciosa e relaxante, com direito a hidromassagem. Era tudo que as minhas perninhas precisavam para descansar!

 

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Parque termal Toya Devasya, em Bali.

Parque termal Toya Devasya, em Bali. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque termal Toya Devasya, em Bali.

Nos secamos com as toalhas que nos deram no parque, botamos as roupas sujas mesmo (como todo mundo!) e partimos para o terceiro e último café da manhã do dia. Foi lá no mesmo local do primeiro, o Lakeview Restaurant, onde comemos com vista para o lago e os vulcões. Ele funciona no esquema buffet self-service, com macarrão, arroz, banana frita, panqueca de banana, pão, geleia, mingau e outros pratos típicos. A gente já estava com fome de almoço a essa hora e traçamos um macarrão, mesmo meio apimentado.

O passeio acabou por volta das 13h, quando fomos deixados no nosso hotel em Ubud, o Sens Hotel.

Pagamos 625 mil rúpias por pessoa (R$ 145 ou US$ 47) por todo esse passeio, incluindo todas as refeições. Esse é o valor com um pequeno desconto que ganhei. No site da Bali Eco Cycling atualmente esse passeio, chamado Sunrise And Swin, está custando US$ 60 (800 mil rúpias ou R$ 186).

 

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Comentários

  1. Aline
    07 fev 2019

    Olá! você reservou o passeio antes ou no mesmo dia da pra conseguir também?
    ficarei somente dois dias em Ubud e gostaria de saber se no dia que chegar mesmo eu consigo fazer o passeio já pra mesma noite
    Obrigada!

    • 08 fev 2019

      Oi, Aline,
      Eu reservei antes, ainda no Brasil, mas mudei a data de véspera (porque caí de bicicleta e queria descansar para fazer a escalada do vulcão). Acho que você consegue reservar horas antes sim.
      Abs

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