O que fazer em Lisboa: atrações e roteiros prontos de 1, 2, 3, 4 e 5 dias

postado por Marcelle Ribeiro e atualizado em: 05/08/2019
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Por anos eu adiei ir a Portugal porque uma pessoa próxima me disse que era muito parecido com as atrações que a gente já conhece no Brasil (afinal, fomos colonizados!), especialmente com as construções da Bahia, onde nasci. Mas eu fui conferir de perto e vi que não é bem assim. Portugal tem uma outra cara, é diferente, outra vibe. E vim aqui para falar o que entrou na minha listinha de o que fazer em Lisboa e o que poderia ter entrado também.

Pontos turísticos em Lisboa (por bairro)
Como economizar em Lisboa: Lisboa Card
Roteiro em Lisboa: quantos dias precisa?
O que fazer em Lisboa em 1 dia
O que fazer em Lisboa em 2 dias
O que fazer em Lisboa em 3 dias
O que fazer em Lisboa em 4 dias
O que fazer em Lisboa em 5 dias
O que fazer em Lisboa à noite
O que fazer em Lisboa no inverno
O que fazer em Lisboa na segunda-feira
Arredores de Lisboa: dicas para bate-volta de 1 dia

Pontos turísticos em Lisboa (por bairro)

A lista de o que fazer em Lisboa inclui muitos pontos turísticos gratuitos e alguns pagos. E mesmo os pagos podem sair “de graça” se você comprar o cartão Lisboa Card (eu explico sobre ele mais abaixo).

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Baixa

Praça do Comércio / Terreiro do Paço

Lugar perfeito para começar a ticar sua listinha de o que fazer em Lisboa, a Praça do Comércio, também chamada de Terreiro do Paço, é uma área imensa na beira do Rio Tejo que abrigou o Palácio Real por 400 anos. Mas ele foi destruído pelo terremoto de 1755. O novo palácio foi construído com edifícios amplos, com arcadas, cercando três lados da praça. Depois da revolução de 1910, eles passaram a abrigar os gabinetes administrativos do governo e foram pintados de amarelo.

No meio da praça há a estátua do rei José I. Hoje a praça é local de festas e protestos.

Para chegar até lá, pegue o metrô Terreiro do Paço, ou o bonde 15, 18 ou 25 (ou ainda uma das várias linhas de ônibus que passam lá).

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Um pedaço da Praça do Comércio vista do Arco da Augusta. Foto: Marcelle Ribeiro

Lisboa Story Centre

Mais do que o que fazer em Lisboa, você quer saber a história da cidade? Então vá ao Lisboa Story Centre. O museu interativo conta a história de eventos que marcaram a capital ao longo dos séculos, como o terremoto. Não espere ver muitas peças de arte ou objetos antigos. Ali há muitos painéis e instalações bem didáticas. É curioso, especialmente se você não pagar nada usando o Lisboa Card. Mas não é uma atração super obrigatória.

O Lisboa Story Centre custa 7 euros (adultos) ou 4,99 euros para estudantes e idosos. Crianças pagam 3 euros. Abre todos os dias, de 10h às 20h (última entrada às 19h). Fica na Praça do Comércio, na lateral direita (olhando para o Arco da Augusta), perto do metrô Terreiro do Paço.

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Caravela no Lisboa Story Centre. Foto: Marcelle Ribeiro.

Cais do Sodré

No dia em que você for à Praça do Comércio, vale aproveitar para dar uma caminhada no Cais do Sodré, ou até andar de bicicleta apreciando o rio Tejo. Por ali tem restaurantes gostosos com vista e varandinha. Para chegar até lá, pegue o metrô Cais do Sodré ou Terreiro do Paço.

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Rua Augusta e seu Arco

No Terreiro do Paço, no extremo oposto ao Cais do Sodré, fica o Arco da Rua Augusta, que é o portão de entrada para o bairro da Baixa. Um elevador leva até o topo do Arco, de onde se vê a Praça do Comércio e a Rua Augusta. Mas economize e aprecie o Arco apenas de fora. Para subir, paga-se 3 euros. Eu só subi porque não paguei nada, já que a atração sai de graça para quem tem o Lisboa Card.

Aproveite que está ali e caminhe um pouco pela Rua Augusta, que tem lojas chiques, prédios antigos e restaurantes com cara de “pega turista”.

Horário de funcionamento: diariamente, das 9h às 20h (última entrada às 19h45). O metrô mais próximo é o Terreiro do Paço, mas a estação do Rossio também é perto. Vários ônibus passam por lá.

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Arco da Rua Augusta. Foto: Marcelle Ribeiro

Elevador de Santa Justa

O Elevador de Santa Justa é uma obra neogótica do século XX por um aprendiz de Alexandre Gustave Eiffel (da Torre Eiffel). Todo de ferro, cheio de detalhes, ele é bonito e uma das atrações mais diferentes do bairro da Baixa. ele liga o bairro da Baixa ao Bairro Alto.

Quem decide subir o elevador de 25 metros de altura, vê lá de cima uma vista bonita dos bairros do Rossio e da Baixa e das ruínas da Igreja do Carmo. Mas eu não recomendo subir. As filas na bilheteria (que ficam no andar térreo, situada na Rua de Santa Justa, perto da Rua Augusta) são enormes e duram mais de 1h. E mesmo que você tenha o Lisboa Card e não vá pagar nada para subir por usar o cartão, vai ter que garrar fila.

Contente-se com ver o elevador de baixo e depois, caminhando ou de bonde, você consegue ir exatamente ao mesmo miradouro do Elevador.

Mas, se quiser pegar a fila assim mesmo, saiba que o elevador funciona das 7h às 21h45 diariamente no período de outubro a maio. Já de junho a setembro o horário de funcionamento é de 7h às 23h. O metrô mais próximo é o Rossio.

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Elevador Santa Justa visto do mirante. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

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Bairro Alto e Chiado

Estátua de Fernando Pessoa

Muita gente passeia andando pelas ruas do bairro Chiado para tirar uma foto com a estátua do poeta português Fernando Pessoa, que fica em frente ao Café A Brasileira, da década de 1920. Eu honestamente preferi economizar minhas pernas de tanta ladeira. Mas se você se animar, o endereço é Rua Garrett, 122.

Ruínas da Igreja do Carmo e Museu do Carmo

Essa igreja gótica carmelita acabou não entrando na minha lista de o que fazer em Lisboa quando estive lá porque achei caro pagar para ver as ruínas. A construção foi destruída pelo terremoto de 1755 durante uma missa. Hoje ali funciona o Museu do Carmo, com um pequeno acervo de sarcófagos, estátuas e cerâmicas.

Eu preferi ir apenas até à praça em frente à Igreja do Carmo, ver a chafariz do Carmo, uma fonte do século XVIII, decorada com golfinhos.

O Museu do Carmo funciona de segunda-feira a sábado das 10h às 18h (de outubro a abril) e das 10h às 19h (de maio a setembro). A entrada custa 4 euros para adultos e 3 euros para idosos e estudantes. Com o Lisboa Card sai a 3,20 euros. Menores de 14 anos não pagam.

O Museu do Carmo fica no Largo do Carmo, perto do metrô Baixa-Chiado. O bonde (elétrico) 28 também passa lá, assim como o ônibus 758.

Praça do Príncipe Real

Essa praça de 1860 merece uma paradinha rápida quando você for a um dos restaurantes da região, pois tem os galhos de um enorme cedro sustentados por uma treliça, fazendo uma sombra gigante. A área é cheia de mansões, e tem também um prédio lindo com domos, que é parte da Universidade de Lisboa. Para chegar lá, use o ônibus 758.

Alfama

Igreja da Sé

Construída em 1150, a Igreja da Sé foi devastada por três tremores de terra no século XIV e depois pelo terremoto de 1755, mas, em seguida, reformada. O prédio tem vários estilos arquitetônicos, como gótico e romântico. Lá dentro, tem sarcófagos de amigos de reis, capelas e a pia onde Santo Antônio foi batizado, decorada com azulejos. Há ainda muita prataria, roupas de religiosos, esculturas. Eu amei e definitivamente, se fosse você, tornaria esse um item obrigatório de o que fazer em Lisboa.

Para chegar lá, é preciso pegar o bonde (chamado pelos portugueses de elétrico) número 28 ou o 12, que param próximos. Ela fica aberta de segunda a sábado, das 9h às 19h e aos domingos das 9h às 20h.

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Igreja da Sé. Foto: Marcelle Ribeiro.

Igreja Santo Antônio à Sé

A Igreja de Santo António da Sé fica também no bairro de Alfama e é um lugar bem bonito para estar na sua lista do que fazer em Lisboa.

Santo Antônio é muito querido pelos portugueses, porque ele nasceu e foi criado em Lisboa, apesar de ter passado boa parte da vida na Itália. A igreja em sua homenagem é bastante antiga e também foi bastante destruída no terremoto de 1755.

Mas lá dentro você consegue ver um painel de azulejos que celebra a visita do Papa João Paulo II em 1982. Dizem que muitos noivos visitam o local no dia do casamento para oferecer flores a Santo Antônio, para ter sorte no casamento. Ah, e na parte externa também tem uma parede de flores linda, incrível para fotos!

A igreja fica aberta de segunda a sexta-feira das 8h às 19h e aos sábados e domingos das 8h às 20h. Para chegar lá você precisa pegar o elétrico número 12 ou número 28 ou o ônibus 737. A entrada é grátis.

Igreja Santo Antônio à Sé. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Igreja Santo Antônio à Sé. Foto: Marcelle Ribeiro.

Largo das Portas do Sol

Uma lista de o que fazer em Lisboa tem que ter pelo menos um belo miradouro. E o do Largo das Portas do Sol é um deles. Ali tem um gostoso café, que serve alguns lanches, vinho e chás. Uma delícia parar para descansar e apreciar a vista da Alfama até o Tejo. Para chegar lá, pegue o bonde (chamado pelos portugueses de elétrico) número 28, que para em frente.

Miradouro de Santa Luzia

Pertinho do Largo das Portas do Sol, tem uma vista da cidade e do Rio Tejo semelhante. Esse terraço fica ao lado da Igreja de Santa Luzia, cuja parede tem painéis de azulejo que mostram a Praça do Comércio antes da destruição pelo terremoto e o ataque cristão ao Castelo dos Mouros. Gostoso ir ali no fim de tarde. É um dos muitos pontos turísticos gratuitos de Lisboa. Fica na Rua do Limoeiro. Para chegar lá, pegue o bonde (chamado pelos portugueses de elétrico) número 28, que para em frente.

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Miradouro de Lisboa. Foto: Marcelle Ribeiro.

Castelo de São Jorge

O castelo de São Jorge é um daqueles lugares interessantes para você ver Lisboa do Alto. Lá é um lugar que tem muita história também, então, se você gosta de saber do passado dos lugares que visita, é uma lugar que deve estar na sua lista de o que fazer em Lisboa. Esse Castelo já foi uma vez um palácio, mas ele foi destruído no terremoto de 1755. Depois, foi reconstruído parcialmente e hoje o que você consegue ver são as muralhas medievais.

De cima você vê torres, bandeiras de Portugal e a cidade de cima. Tem uma parte também que tem artefatos arqueológicos contando a história da cidade dos seus habitantes, mas o que é mais legal mesmo é tirar foto lá de cima, dos canhões.

A entrada é paga e custa 10 euros por pessoa por adulto. Jovens de 13 a 25 anos pagam 5 euros. Idosos maiores de 65 anos pagam 8,5 euros. Crianças menores de 12 anos não pagam.

O horário de funcionamento vai das 9h às 18h (de 1º de novembro a 28 de fevereiro) das 9h às 21h ( de 1º de março a 31 de outubro), diariamente. A última entrada é feita 30 minutos antes de fechar. Tem visita guiada em inglês às 13h e às 19h e em português às 16h.

É uma visita um pouquinho demorada, porque o local é muito grande, então espere passar por lá uma hora a uma hora e meia pelo menos.

Para a chegar lá, você vai precisar ir de elétrico (que é o bonde), e pode pegar o número 28. Ou ir no ônibus 737 na Praça da Figueira.

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Castelo de São Jorge. Foto: Marcelle Ribeiro

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A vista do Castelo de São Jorge. Foto: Marcelle Ribeiro

Andar de elétrico

Você vai acabar tendo que pegar um “elétrico”(como os portugueses chamam os bondes) para se locomover pelo centro histórico, mas ele não deixa de ser uma atração turística também, porque passam por vários pontos turísticos. Eu peguei 2 linhas para fazer o meu roteiro:  o 28, para fazer o tour por Alfama, e o 15, para usar em Belém. Veja preços e como economizar usando o Lisboa Card para usar esse tipo de transporte abaixo.

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Elétrico 28 passa pelas atrações de Alfama. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Belém

Mosteiro dos Jerónimos

Belém é um bairro que facilmente vai ocupar um dia inteiro para você cumprir a sua lista de o que fazer em Lisboa. A principal atração de lá é o Mosteiro dos Jerónimos.

Mas não comece o seu dia pelo mosteiro. Eu tive essa experiência e percebi que foi uma roubada, porque fiquei uma hora na fila para entrar lá de manhã e quando eu saí do Mosteiro dos Jerônimos, por volta do meio-dia, já não havia fila.

Então, o que eu sugiro é deixar o Mosteiro dos Jerônimos para ir mais no meio do dia.

É importante dizer que ele ficou sob os cuidados da ordem de São Jerónimo até 1830, quando as ordens religiosas foram dissolvidas. É uma visita que vai durar mais ou menos uma hora a uma hora e meia, sem contar o tempo da fila.

Lá você consegue ver, por exemplo, o refeitório dos monges, com paredes revestidas de azulejos, portais e o claustro. Você vê a espetacular Igreja de Santa Maria, e o lugar onde os monges cantavam seus cânticos. Eles passavam boa parte do dia deles cantando e o rezando ali naquele local.

A igreja também tem o túmulo do navegador Vasco da Gama e do poeta Luís de Camões, além de muitos vitrais bonitos com temas religiosos.

A entrada custa 10 euros para adultos na bilheteria. Maiores de 65 anos e estudantes pagam meia. Grátis para crianças de até 12 anos. Comprando online pelo Get Your Guide você evita a fila. Ele funciona de terça a domingo de 10h às 17h30 (de outubro a abril) e de 10h às 18h30 (de maio a setembro). A última entrada é sempre 30min antes de fechar. Com o Lisboa Card sai grátis, mas pega fila. O bilhete conjunto com a Torre de Belém custa 12 euros.

Para chegar lá, você pode pegar um ônibus ou um eléctrico (o bonde) número 15 ou o metrô e descer na estação de trem Belém. Ou pegar os ônibus 714, 727, 728, 729 ou 751.

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Arcos do pátio do Mosteiro dos Jerónimos. Foto: Marcelle Ribeiro

Padrão dos Descobrimentos

O Padrão dos Descobrimentos é um dos cartões postais de Lisboa. É um monumento que fica na beira do Rio Tejo, pertinho do Mosteiro dos Jerónimos, em Belém. Ele foi construído em 1961 para marcar o quinto centenário da morte de Henrique, o navegador. Essa escultura enorme mostra, além de Henrique, outros importantes navegadores como Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Fernão de Magalhães.

É possível entrar no padrão para ver uma bela vista do Rio e de Belém. Eu não cheguei a ter essa experiência, mas só de ver de fora já é muito bonito e já dá para tirar muitas fotos.

Para você chegar lá, você pode ir de ônibus (as linhas que passam lá são as 727, 728, 729 e 751). Ou de elétrico (bonde) 15 ou de trem (estação Belém).

Caso você queira subir no Padrão dos Descobrimentos, ele funciona diariamente de 10h às 19h (de março a setembro). No inverno (outubro a fevereiro), abre de terça a domingo, e de 10h às 18h. Última entrada 30 min antes de fechar.

A entrada para a exposição e o mirante custa 6 euros para adultos. Pessoas que têm de 13 a 25 anos pagam meia. Idosos maiores de 65 anos pagam 5 euros. Já só para a exposição (sem o mirante), sai a 4 euros para adultos, 2 euros para pessoas de 13 a 25 anos e 3 euros para idosos.

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Padrão dos Descobrimentos. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Torre de Belém

Pertinho do Padrão do Descobrimento tem a Torre de Belém, que também não pode ficar de fora de nenhuma lista de atrações de Lisboa. A Torre de Belém foi encomendada por Manoel primeiro foi construída para ser uma fortaleza no meio do Rio Tejo entre 1.514 e 1520. Ponto de partida dos velejadores que viajavam para descobrir as rotas de comércio, ela se tornou um símbolo da expansão de Portugal.

Também é possível entrar na Torre de Belém, mas a entrada é paga e custa 6 euros para adulto. Estudantes e maiores de 65 anos pagam meia. O bilhete conjunto com o Mosteiro dos Jerónimos custa 12 euros. Com o Lisboa Card sai grátis.

O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 17h30 (de outubro a abril) e das 10h às 18h (de maio a setembro). A última entrada é às 17h.

Para chegar lá, os ônibus que passam são o 727, 728, 729 e 751. Você pode pegar o eléctrico (bonde) 15 ou o trem e descer na estação Belém.

De lá dá para ir andando até o Mosteiro dos Jerónimos e ao Padrão do Descobrimento. Mas saiba que você vai dar uma andadinha inevitável, porque não há transporte entre eles.

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Torre de Belém na beira do Tejo. Foto: Marcelle Ribeiro.

Museu Nacional dos Coches

Outra atração muito bacana em Belém que eu visitei foi o Museu Nacional dos Coches, ou Museu das Carruagens. Esse é o museu pequeno, mas que tem carruagens e veículos cerimoniais do século 17 até o século 20.

São dezenas de carruagens feitas em diversos países, como Portugal, Itália, França e Espanha, desde as mais simples até as mais luxuosas. Algumas chegam a pesar 5 toneladas e são cheias de figuras douradas. Tem também veículos que eram puxados por pôneis usados por pelas crianças da família real e até um táxi de Lisboa do século 19. Há, ainda, muito da história dos jogos equestres, uma forma de diversão de antigamente.

A entrada no Museu dos Coches é paga ela custa 8 euros (pague 10 euros e veja também o Picadeiro Real). Entrada grátis com o Lisboa Card.

O museu fica na Avenida da Índia 136, em Belém, e para chegar lá você deve pegar o ônibus número 28, 714, 727, 728, 729 ou 751. Também é possível chegar pelo elétrico 15 e a estação mais próxima de trem é a Belém.

O museu fica aberto de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada às 17h30).

Museu Coleção Berardo

Se você gosta de museu, a sua lista de o que fazer em Lisboa pode incluir o Museu Coleção Berardo, que fica em Belém. Ele tem mais de mil obras de artes de mais de 500 artistas, entre eles a Cabeça de Mulher, de Pablo Picasso, e ainda obras de Andy Warhol, Mondrian e Francis Bacon, entre outros.

Eu não consegui visitar porque o tempo era curto, mas é possível fazer conhecer esse museu no mesmo dia que você for visitar as outras atrações de Belém.

O museu fica aberto das 10h às 19h diariamente (última entrada às 18h30). A entrada custa 5 euros, com desconto de 50% para estudantes, pessoas de 7 a 18 anos e maiores de 65 anos; e de 30% para quem tem Lisboa Card. Aos sábados ninguém paga.

Para chegar lá, pegue os ônibus 714, 727, 728, 729, ou 751, ou ainda ou elétrico 15. A estação de trem mais próxima é a estação de Belém. O endereço de lá é Praça do Império.

Região do Parque das Nações

Oceanário de Lisboa

Uma listinha de o que fazer em Lisboa não estaria completa sem o Oceanário de Lisboa. Ele é uma das principais atrações fora do centro da cidade. Eu passei quase três horas lá dentro. É um lugar incrível! É o segundo maior aquário do mundo!

Lá no Oceanário de Lisboa tem aves e mamíferos, e é claro, peixes, né? A atração que mais chama atenção é um gigantesco tanque central com tubarões, arraias e cardumes de sardinhas. É um lugar realmente impressionante! Tem barracudas, espécies de ecossistemas dos oceanos Atlântico, Ártico, Pacífico e Índico. Eu fiquei umas 2h lá dentro e me apaixonei!

A entrada no Oceanário de Lisboa para a exposição temporária e a permanente custa 19 euros para pessoas de 13 a 64 anos de idade, e 13 euros para maiores de 65 anos de idade e crianças de 4 a 12 anos. Menores de 4 anos não pagam. Comprando online você paga menos do que na bilheteria. Com o Lisboa Card você tem 15% de desconto.

O Oceanário fica aberto diariamente das 10h às 20h (última entrada as 19h) no verão. No inverno (esse ano é a partir de 27 de outubro) abre das 10h às 19h (última entrada às 18h).

Vá de metrô e salte na estação Oriente, você vai andar um pouquinho mais nada demais. Ou vá de nos ônibus 705, 725, 728, 744, 708, 750, 759, 782 e 794.

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Arraias no Oceanário de Lisboa. Foto: Marcelle Ribeiro.

Parque das Nações

Quando você for ao Oceanário de Lisboa, aproveite para caminhar no Parque das Nações. É um lugar bem amplo na beira do Rio Tejo que foi criado para abrigar a Expo 98. Ele representa a renovação de uma área que antes era uma área industrial meio que abandonada. No pavilhão, além de ver a vista, você pode conhecer o Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva, um museu de ciência e tecnologia onde existem exposições interativas. Lá também está o Cassino Lisboa, com dois andares de mesas de jogos e que abriga musicais.

Vale lembrar que o Parque das Nações é uma região que não tem tantas árvores, então se você for no verão, se prepare para passar bastante calor ali. Existem vários restaurantes no Parque das Nações, tanto próximos ao Oceanário quanto ao longo de todo o Parque das Nações. É um dos lugares onde eu comi o melhor bacalhau, no Restaurante D’Bacalhau (veja o post sobre onde comer em Lisboa).

Você pode ir de metrô e saltar na estação Oriente, você vai andar um pouquinho mais nada demais. Ou pegue os ônibus 705, 725, 728, 744, 708, 750, 759, 782 ou 794.

 

Teleférico do Parque das Nações

O Teleférico do Parque das Nações é um passeio para quem quer ver aquela região do alto. Ele liga a torre Vasco da Gama à Marina. É uma atração paga que eu acabei não conhecendo porque preferi caminhar por ali. A Gisele, do blog Destinos Por Onde Andei, fez esse passeio e conta como é andar no teleférico de Lisboa.

Os preços são os seguintes:

  • Só ida: Adultos – 4 euros, maiores de 65 anos e crianças dos 5 aos 12 anos – 2,60 euros.
  • Ida e volta: Adultos 6 euros, maiores de 65 anos e crianças dos 5 aos 12 anos – 4 euros.
  • Crianças de até os 4 anos não pagam.

Com o Lisboa Card você tem 10% de desconto.

De 16 de março a 31 de maio e de 16 de setembro a 26 de outubro ele funciona diariamente das 11h às 19h. De 1 de junho a 15 de setembro ele funciona das 10h30 às 20h. E de 27 de outubro de 2019 a 13 de março de 2020, das 11h às 18h.

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Teleférico do Parque das Nações. Foto: Marcelle Ribeiro.

Outros bairros

Museu Calouste Gulbenkian

Esse museu tem obras de arte doadas pelo magnata do petróleo de mesmo nome. Dizem que lá está um dos melhores acervos de obras de arte da Europa. Tem peças de arte egípcias, islâmicas, europeia, entre vasos e estátuas, esculturas, etc. Como por exemplo, o “Retrato de um velho”, do pintor Rembrandt; estatuetas egípcias; porcelana chinesa do século XII; quadros de Manet; jarras gregas; jóias e medalhões cunhados para os Jogos Olímpicos de 242 em homenagem a Alexandre, O Grande.

Para chegar ao museu, pegue o metrô para as estações Praça de Espanha ou São Sebastião. Ou ainda os ônibus das linhas 713, 716, 726, 742, 746, ou 756. O endereço é Avenida de Berna, 45 a, perto da Praça da Espanha.

O museu funciona de quarta a segunda, das 10h às 18h (última entrada às 17h30). A entrada para a exposição permanente custa 10 euros. Desconto de 50% para quem tem até 29 anos ou mais de 65 anos; e de 20% para quem tem Lisboa Card. Aos domingos a entrada é grátis.

Museu Nacional do Azulejo

Em um país conhecido pelos seus azulejos, nada mais natural que haver um Museu Nacional do Azulejo. Na verdade, esse local funcionou como um convento em 1509. Depois, a igreja foi restaurada e foi ganhando uma decoração barroca acrescentada por João V. O museu mostra, em azulejo, Lisboa antes do terremoto de 1755, cenas de caça, imagens de santos como São João, e até animais de caça pendurados como javalis e fações nos azulejos da cozinha.

A igreja de Madre de Deus é uma atração à parte. Ela tem uma decoração rebuscada com muito rococó.

Apesar de ser um ponto turístico de Lisboa mas afastado dos demais e numa região muito pouco movimentada, vale a visita. Ele fica na Rua da Madre de Deus, 4. Para chegar lá, pegue os ônibus 718, 728, 742, 759, ou 794.

O Museu Nacional do Azulejo fica aberto de terça a domingo das 10h às 18h. Última entrada às 17h30.

A entrada custa 5 euros. Estudantes e maiores de 65 anos pagam meia. Grátis com o Lisboa Card.

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Igreja do Museu do Azulejo. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Vários azulejos lindos do Museu dos Azulejos. Foto: Marcelle Ribeiro

LX Factory

A LX Factory é um daqueles pontos turísticos de Lisboa que não é exatamente tradicional. É um lugar para você ver coisas mais modernas, como paredes grafitadas, lojas diferentes, bares e restaurantes descolados. Funciona numa antiga fábrica em vários galpões e tem um estilo bem peculiar. Vale a pena ir para tomar um drink no final da tarde ou até mesmo fazer um lanche ou jantar alguns bares tem música ao vivo. É um lugar legal para ir com os amigos.

A entrada é gratuita. O endereço é Rua Rodrigues de Faria, 103, bairro de Alcântara. Para chegar lá você deve pegar o elétrico 15 e saltar no Calvário, na Rua Alcântara.

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Livraria da LX Factory. Foto: Marcelle Ribeiro.

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Painel da LX Factory. Foto: Marcelle Ribeiro.

 

Como economizar em Lisboa: Lisboa Card

Uma das maneiras de economizar em Lisboa é comprando o Lisboa Card. Esse cartão dá direito a usar o transporte público de Lisboa de graça, além de dar entrada de graça em várias atrações turísticas da cidade e descontos em outras. Você pode usá-lo em trens, metrô, bonde e ônibus na cidade e também no trem da CP que liga Lisboa às cidades de Sintra e Cascais também de graça.

O cartão tem diferentes quantidades. Você pode comprar para 24 horas por 20 euros, para 48 horas por 34 euros ou o de 72 horas por 42 euros. Esses são os preços para adultos. Crianças de 4 a 15 anos pagam mais barato. Para elas, o cartão de 24h custa 13 euros. Já o de 48 horas custa 19 euros. E o de 72h, sai a 22,50 euros.

Entre as atrações que saem gratuitamente se você tiver o Lisboa Card estão o Mosteiro de São Jerónimo, o Lisboa Story Center, a Torre de Belém, o Museu dos Azulejos, o Elevador Santa Justa, entre outros.

Para algumas outras atrações o que se ganha é um desconto. Por exemplo, o Museu Coleção Berardo e o Museu Calouste Gulbenkian.

Vale dizer que o cartão fica válido a partir do momento em que ele é usado pela primeira vez.

Vale a pena comprar o Lisboa Card?

Para saber se vale a pena comprar o Lisboa Card, basta fazer a conta de quanto você gastaria para visitar os locais que você deseja pagando a entrada deles individualmente e quanto você gastaria de transporte público e comparar com o valor do cartão.

Para ter uma ideia, um ticket individual único do metrô em Lisboa está custando 1,50 euros. Já a passagem de ônibus custa 2 euros e as dos bondes (conhecidos como eléctricos) custa 3 euros. O passe de 24h custa 6,40 euros e dá direito a ônibus, bonde, metrô e trem. Incluindo também os trens, o passe de 24h passa a custar 10,50 euros. Veja no site da Carris, a empresa de trasporte público de Lisboa.

Eu indico esse post aqui do Viaje na Viagem para saber tudo sobre preços de passes de transporte público em Lisboa.

Eu usei o Lisboa Card e recomendo. Foi uma mão na roda: me poupou de caminhar demais, pois eu podia pegar o transporte público à vontade. E eu gastei menos do que gastaria sem ele.

 

Roteiro em Lisboa: quantos dias precisa?

Quantos dias deve ter um roteiro em Lisboa? O ideal é que ele tenha três dias completos, sem contar o dia de chegada e o dia de saída. Neste período, você consegue conhecer as principais atrações da cidade separando por bairro. Mas nem sempre a gente tem três dias. Às vezes só temos um ou dois. Às vezes temos mais. Por isso, vou dar aqui várias sugestões de roteiro em Lisboa e você escolhe a que mais se encaixar na sua viagem.

O que fazer em Lisboa em 1 dia

Em apenas um dia, eu começaria na Praça do Comércio. Dali veria o Arco da Augusta e o Rio Tejo. Depois, iria a Belém para ver o Mosteiro dos Jerónimos, e o Padrão dos Descobrimentos. Aproveitaria para comer um pastel de nata. Essas são as principais atrações da cidade, sem elas você não pode dizer que foi a Lisboa.

O que fazer em Lisboa em 2 dias

Com dois dias de viagem em Lisboa, meu primeiro dia seria dedicado às atrações do centro histórico. Começaria pela Praça do Comércio, pararia para ver o Arco da Augusta e caminharia a Rua Augusta até ver o Elevador de Santa Justa. Perto do metrô Rossio, pegaria o elétrico 28 para um dos mirantes próximos ao Castelo de São Jorge, veria a Igreja da Sé e a Igreja Santo Antônio à Sé. Deixaria o castelo de São Jorge por último, para se tiver forças de andar. rsrsrs. Jantaria no mercado Time Out, no Cais do Sodré.

No dia seguinte, faria o tour a Belém. Começaria pelo Padrão dos Descobrimentos, veria a Torre de Belém, almoçaria e depois visitaria o Mosteiro dos Jerónimos. Após uma parada para comer pastel de nata, visitaria o Museu dos Coches. Pegaria o elétrico 15 e fecharia o dia com drinks e comidinhas na LX Factory, onde veria os grafites.

O que fazer em Lisboa em 3 dias

Com três dias de viagem, sua listinha de o que fazer em Lisboa pode ficar mais completinha. Meus dois primeiros dias seriam idênticos ao roteiro de “O que fazer em Lisboa em 2 dias”. No terceiro dia, eu iria ao Oceanário de Lisboa, caminharia um pouco no Parque das Nações e almoçaria um bacalhau por lá. Depois seguiria para o Museu dos Azulejos. À noite, iria a um show de fado.

O que fazer em Lisboa em 4 dias

A partir daqui, vou dar duas opções: uma para aqueles que querem ficar os quatro dias na capital e a outra para aqueles que querem conhecer uma cidade dos arredores.

Você pode, nos três primeiros dias, seguir o roteiro que acabei de escrever acima e no quarto dia pegar um trem para Sintra, onde você vai passar um dia conhecendo os palácios e construções (veja o guia completo sobre o que fazer em Sintra).

Se você quer passar os 4 dias em Lisboa, o quarto dia pode ser dedicado a museus como o Calouste Gulbenkian ou o Museu Coleção Berardo.

O que fazer em Lisboa em 5 dias

Aqui você também tem mais opções. Você pode fazer as atrações da capital que escrevi acima de uma maneira mais calma, com menos correria e entrando em todas as atrações (não só vendo a fachada). Pode também incluir algum outro museu ou jardim que te interesse.

Outra opção é fazer o roteiro dos três primeiros dias na capital descritos em “O que fazer em 3 dias em Lisboa” e dedicar os dois últimos dias a bate-voltas O bate-volta mais incrível é a Sintra. Já para o quinto dia você pode ir a Cascais que também é muito próximo a Lisboa, ou a outra cidade, como a Óbidos. Ou, ainda, visitar o Palácio Nacional de Queluz, que fica numa cidade vizinha à capital. (veja as dicas de o que fazer em Óbidos)

O que fazer em Lisboa no inverno

O inverno em Lisboa costuma ter temperaturas entre 11 e 14 graus. É também a época mais chuvosa na capital, com 128mm de precipitação nos meses de novembro e janeiro, que são os mais chuvosos (veja a média de temperatura e chuvas mês a mês em Lisboa). É raro nevar, mas é possível.

Ou seja, se a sua pergunta é quando ir a Lisboa, eu te respondo que dá para ir em qualquer época do ano. Mas é claro, que o frio e a chuva no inverno podem atrapalhar um pouco para conhecer as atrações a céu aberto.

Mas, como muitas atrações são em locais fechados, basta você organizar o seu roteiro de modo que no mesmo dia você intercale locais fechados com locais abertos. Assim, quando o frio estiver “pegando”, você entra em um museu, eu um palácio ou numa igreja e passa a se sentir mais quentinho. Em conclusão: a sua listinha de o que fazer em Lisboa no inverno pode ser a mesma que a do verão, basta organizar a ordem de visitas das atrações. Ah, e incluir uma paradinha para um café ou um chocolate quente, de preferência acompanhado de um pastel de nata, porque ninguém é de ferro! rsrsrs

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O que fazer em Lisboa à noite

A capital portuguesa tem muitas opções de atrações noturnas. Algumas delas:

  • Assistir a um fado, com ou sem jantar – para quem curte programas um pouco mais turísticos ou para aqueles que gostam de conhecer a música da região que visitam.
  • Ir jantar num dos ótimos restaurantes da capital (veja a lista com 21 dicas de onde comer em Lisboa).
  • Tomar um drink em um mirante com vista para o Rio Tejo.
  • Ir para região Boêmia da cidade, o Bairro Alto. Lá os bares ficam um ao lado do outro e muitas vezes as pessoas ficam em pé na rua bebendo em grupo. Lembra um pouco a Lapa no Rio de Janeiro.
  • Ir num antigo bordel que virou um bar descolado para tomar uns drinks. É o Pensão Amor, na Rua do Alecrim, 19, perto do Cais do Sodré.
  • Fazer um pub crawl, que é um tour em grupo em que você para em vários bares e vai bebendo um pouco em cada um deles. É sempre uma ótima oportunidade de conhecer pessoas e visitar diversos lugares em uma única noite. Muitas vezes esse tipo de tour acaba em uma boate.
  • Fazer um passeio de barco para ver o pôr do sol no Rio Tejo, com direito a drinks.

 

O que fazer em Lisboa na segunda-feira

Para que falar o que fazer em Lisboa na segunda-feira? Porque na segunda-feira muitas atrações turísticas não abrem, como em várias cidades do mundo.

Então, se você estiver em Lisboa numa segunda-feira, se programe para, neste dia, conhecer atrações que ficam a céu aberto, portanto, funcionam o tempo inteiro, ou priorize as atrações que abrem na segunda-feira montando o seu roteiro a partir delas.

Dos pontos turísticos de Lisboa listados aqui no post, não abrem às segundas-feiras: Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém, Museu Nacional dos Coches e Museu dos Azulejos. Mas mesmo esses dois primeiros que não abrem na segunda-feira valem ser vistos do lado de fora.

Exemplos de atrações turísticas da capital que abrem e que devem entrar na sua lista de o que fazer em Lisboa na segunda-feira: Praça do Comércio (é a céu aberto), Lisboa Story Centre, Arco da Rua Augusta, Elevador de Santa Justa, Museu do Carmo, Igreja da Sé, Igreja Santo Antônio à Sé, mirantes, Castelo de São Jorge, Padrão dos Descobrimentos (no verão), Museu Coleção Berardo, Oceanário, Parque das Nações, Teleférico do Parque das Nações e Museu Calouste Gulbenkian.

Ou seja, se você se pergunta o que fazer em Lisboa na segunda-feira a resposta é: quase tudo que você poderia ver em outros dias!

 

Arredores de Lisboa: dicas para um bate-volta de um dia

Se você quer aproveitar sua viagem a Lisboa para conhecer algumas cidades próximas, há muitas opções de bate-volta de um dia a fazer. Como eu disse aqui, Sintra é uma das cidades mais bonitas nos arredores de Lisboa com seus castelos e casarões antigos. Vale muito a pena conhecer! Sintra fica a apenas 30 quilômetros de Lisboa trajeto que pode ser feito em 45 minutos de trem.

Outra opção muito popular é conhecer Cascais, cidade litorânea onde você pode curtir praia, passear no calçadão e ver formações rochosas famosas. Tem inclusive um cassino. Fica a 32 quilômetros de Lisboa e a viagem pode ser feita em 1h de trem.

Óbidos fica a 90km de Lisboa (1h de ônibus). A cidade murada pitoresca tem algumas comidinhas típicas e também é uma opção de bate-volta (veja o guia completo de o que fazer em Óbidos).

O Palácio Nacional de Queluz, em Queluz, fica a 15km de Lisboa e também pode ser considerado uma opção de bate-volta. Você pode ir de transporte público e passar o dia conhecendo o local frequentado pela realeza.

Fátima fica uma hora e meia de ônibus de Lisboa e pode sim ser considerada uma opção de bate e volta interessante. Veja o roteiro de 1 dia em Fátima preparado pela Ana Catarina, do blog Turista Profissional.

 

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